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Propagandas estão a caminho do WhatsApp para Android

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Foto: Reprodução

Não é só para usuários do iOS que o WhatsApp vai começar a exibir anúncios: as propagandas do Status já estão sendo implementadas também na versão para Android do aplicativo popular de mensagens.

O recurso foi descoberto pelo site WABetaInfo, conhecido por sempre ter informações quentes sobre novidades relacionadas ao WhatsApp. Pelo Twitter, os administradores do site dizem que a versão beta 2.18.305 do aplicativo no Android já tem propagandas implementadas, mas elas ainda não foram ativdas e não podem ser vistas por usuários.

Assim, o WhatsApp se prepara para abrir uma nova fonte de receitas: sem as assinaturas que eram cobradas no passado, o app só consegue algum faturamento atualmente com o uso do WhatsApp Business por empresas. O Facebook não parece muito satisfeito com isso e planeja inserir anúncios no meio do recurso Stories.

As propagandas devem funcionar do mesmo jeito do Instagram: após visualizar uma certa quantidade de status, o usuário encontra um anúncio publicitário no mesmo formato das mensagens enviadas por amigos. Dados divulgados pelo Facebook indicam que mais de 450 milhões de pessoas usam diariamente o recurso – mais gente do que no Instagram.

Fonte: Olhar Digital

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Cuidado: aplicativos coletam e revendem informações precisas da sua localização

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Foto: divulgação / Origin Wireless

Sua localização exata pode estar sendo constantemente vendida pela internet, dependendo dos aplicativos instalados no seu celular. Uma reportagem do jornal New York Times mostrou como diversos aplicativos gratuitos que oferecem serviços como previsão do tempo e placar esportivo coletam e comercializam informações pessoais de usuários para empresas terceiras.

Quem tiver acesso a essas informações pessoais é capaz de monitorar cada passo que você dá. Os sistemas usados por esses aplicativos coletam dados precisos e anônimos da sua localização e enviam para servidores. Essas informações são atualizadas a cada dois segundos, em média.

Assim, uma caminhada matinal pelo bairro pode ser registrada em detalhes: cada passo dado desde que saiu do portão de casa, o tempo parado na banca de jornal, a passagem rápida pela padaria, e depois o retorno para o lar. Cada um desses momentos é coletado por esses apps, e depois analisado e usado para fins de publicidade, promoções, entre outras coisas.

As solicitação de acesso a localização desses aplicativos muitas vezes é justificada pelos serviços oferecidos. Um aplicativo de previsão do tempo, por exemplo, precisa saber onde você está para oferecer informações úteis – ele precisa saber que você está em São Paulo, e não no Rio de Janeiro, para dizer se vai chover ou não.

De acordo com a reportagem do The New York Times, ao menos 75 empresas atuam na área, em um mercado que movimenta US$ 21 bilhões anualmente somente na área de publicidade por localização. Apenas nos Estados Unidos, cerca de 200 milhões de dispositivos móveis são monitorados por esses sistemas.

Riscos para as massas

Dependendo de quais mãos essas informações pessoais caiam, elas podem ser usadas para fins bastante perigosos – como acompanhar todos os passos dados por uma pessoa, ou até mesmo para manipulação política.

Empresas envolvidas na área se defendem dizendo que o objetivo não é de identificar pessoas, e sim padrões. Ao entender como as pessoas fazem tarefas do cotidiano – onde moram, por onde costumam passar, quais lugares frequentam – elas podem usar essas informações para direcionar publicidade que esteja de acordo com interesses da pessoa.

Os dados não são vinculados a números de telefone ou nomes, mas são a IDs únicos. É um pouco mais complicado, mas ainda assim é possível identificar uma pessoa sem consentimento, e verificar a rotina diária dela sem que ela saiba.

Além disso, os dados também podem ser usados para manipulação política. Em uma situação hipotética, uma empresa poderia coletar dados de aparelhos que tenham comparecido a uma manifestação a favor de determinada causa. Com isso, essas companhias conseguiriam enviar informações direcionadas a pessoas com crenças parecidas para manipular massas.

O caso é mais um exemplo de como nossos dados são frágeis e não temos controle sobre absolutamente nada que fazemos no celular ou na internet, e como é fundamental a implementação de leis de proteção de dados como as da União Europeia e até mesmo a brasileira. Nossos dados pessoais estão entre os bens mais valiosos da atualidade – e não é por menos que empresas que trabalham diretamente com isso estejam cada vez mais poderosas e influentes.

Fonte: Olhar Digital

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Criadores de conteúdo do Instagram ganham novos recursos de análise e filtros

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Foto: Montagem/Olhar Digital

Instagram está testando mudanças nas novas contas de criadores de conteúdo e que darão a grandes influenciadores e celebridades análises mais detalhadas sobre seus acessos e seguidores, além da capacidade de filtrar mensagens diretas.

A nova camada está atualmente sendo testada com um pequeno grupo de usuários, de acordo com o The Hollywood Reporter. Espera-se ainda que seja lançada em mais perfis com altos números de seguidores já no começo do próximo ano. Um novo recurso são os filtros de qualidade para mensagens diretas, em que os criadores de conteúdo podem limitar quem pode contatá-los.

Os influenciadores também terão acesso a dados que informam quantas pessoas estão seguindo ou deixando de seguir a conta; eles poderão também usar tags específicas para ajudar a imprensa a encontrar as postagens e interessados em parcerias a localizar os canais corretos de contato.

Assim como os usuários verificados do Twitter (que podem usar o controle de qualidade para seus cronogramas), a ideia parece dar aos influenciadores e celebridades mais controle sobre sua experiência no aplicativo.

Ashley Yuki, gerente de produto do Instagram, disse ao The Hollywood Reporter que a rede social quer ajudar a promover comunidades de criadores de conteúdo no aplicativo. A ideia é “criar este espaço onde agora podemos começar a segmetar a experiência às necessidades dos criadores”, afirmou.

Fonte: Olhar Digital

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Google ensina a pronúncia de palavras na página de resultados do buscador

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Foto: Reprodução/9to5Google

Você já se pegou se perguntando como se pronuncia alguma palavra que você nunca viu? É algo comum para quem está aprendendo um idioma novo ou então lendo textos em uma língua diferente da sua nativa. A boa notícia se você já passou por isso é que o Google começou a exibir essa informação direto na página de resultados do buscador.

A novidade foi identificada pelo site Android Police nesta terça-feira, 11, mas já pode estar ativa para mais pessoas há algum tempo. A disponibilidade da função também parece depender da região; nos nossos testes, não conseguimos replicá-la.

Com o recurso, ao procurar a definição de uma palavra, o Google, que já mostrava a transcrição da palavra para o alfabeto fonético. Com o novo recurso, que funciona em inglês britânico e americano, é possível ver de uma forma mais amigável a pronúncia de uma palavra, além de ouvi-la para quem estiver com dúvida.

O interessante é que também há um botão que permite ouvir a pronúncia da palavra lentamente, o que permite entender melhor as nuances e entonação de cada palavra. Também é interessante para reconhecer melhor a diferença de pronúncia entre diferentes sotaques.

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A função também dá as caras quando o usuário procurar pelos termos “how to pronounce…”, o que permite pular totalmente a parte de pesquisar a definição e ir direto para a pronúncia.

Fonte: Olhar Digital

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