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POLÍTICA

PSL pede fim do sigilo de operação que liga PT ao PCC

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Major Olimpio é um dos autores de ação que pede quebra de sigilo da Operação Cravada Foto: Reprodução

Os senadores do PSL, Soraya Thronicke (MS) e Major Olimpio (SP), protocolaram, nesta segunda-feira (12), um ofício junto ao Ministério Público Federal (MPF) pedindo a quebra de sigilo da Operação Cravada, em que supostos membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) afirmam ter um “diálogo cabuloso” com o PT.

No ofício enviado à Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, os senadores alegaram que as afirmações feitas são graves e é de fundamental importância que o inteiro teor de todos os diálogos e demais dados, constantes da investigação, tornem-se públicos. Conversas interceptadas pela Polícia Federal entre integrantes da facção criminosa levantam indícios de que os criminosos mantinham diálogo com pessoas ligadas ao PT.

Uma escuta telefônica, de abril deste ano, mostra dois presos conversando pelo celular sobre a transferência de 22 membros da cúpula da facção para o sistema penitenciário federal realizada em fevereiro deste ano numa ação conjunta entre o governo de São Paulo e o Ministério da Justiça.

De dentro da cadeia, Alexsandro Pereira, conhecido como Elias, se queixava do papel do ministro da Justiça, Sergio Moro, na remoção dos líderes, que estavam presos em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, e afirmou que a facção tinha um bom diálogo com o governo do PT.

POLÍTICA

Sindicalistas invadem a ALESP, chamam Janaína de “nazista” e ameaçam de morte “Mamãe Falei” (veja o vídeo)

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Fonte/Foto: jornal da cidade online

Um espetáculo deprimente ocorreu no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, nesta quarta-feira (4).

Criminosos, travestidos de sindicalistas, invadiram o plenário para intimidar deputados que lutam contra a gastança de dinheiro público patrocinada pela atual direção da casa legislativa.

A jurista e deputada Janaína Paschoal foi xingada e desrespeitada por uma verdadeira multidão de ‘delinquentes’,

O YouTuber e deputado Artur do Val, o “Mamãe Falei”, enquanto discursava na tribuna foi vítima de tentativa de agressão e ameaças de morte vindas em coro das galerias.

Segundo o Radar da Veja, “o contexto é antigo. Há alguns dias, o youtuber e a deputada Janaína Paschoal (PSL) têm denunciado uma proposta da Mesa Diretora – PSDB e DEM – de aumentar em 40 milhões de reais o orçamento para gastar com publicidade da Casa”.

Um absurdo inadmissível!

Abaixo, o primeiro vídeo retrata o clima de terror na Alesp e, na sequência, o depoimento de Artur do Val onde ele explica o ocorrido.da Redação

As imagens falam por sí só

As imagens falam por sí só, eu não encostei em ninguém.Obrigado Heni Ozi Cukier!

Publicado por Mamaefalei em Quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
QUEBRA PAU NA ALESP!

QUEBRA PAU NA ALESP!

Publicado por Mamaefalei em Quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
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POLÍTICA

Congresso poderia ter feito mais, diz Moro sobre projeto anticrime

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, declarou hoje que a Câmara dos Deputados poderia “ter ido além”, preservando pontos do projeto de lei do pacote anticrime (PL 10372/18) que o governo federal enviou à Casa, aprovado ontem, que ele considera importantes para o combate à criminalidade, principalmente aos crimes violentos.

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública vê com bons olhos a aprovação de boa parte das medidas recomendadas [no projeto original]. Sem prejuízo de entender que o Congresso poderia ter ido além, [poderia] ter feito mais”, disse Moro.

Aprovado por 408 votos favoráveis, nove contrários e duas abstenções, o PL agora segue para análise do Senado, onde Moro acredita que parte das propostas defendidas pelo governo federal podem ser reincluídas.

“Em relação ao que não foi aprovado [na Câmara], vamos trabalhar para reestabelecer no Senado, ou, eventualmente, por projeto à parte. Isso faz parte do jogo democrático”, disse Moro, enfatizando que, apesar das ressalvas, considera um avanço o resultado na Câmara dos Deputados.

“Boa parte do projeto [original] foi aprovada. Vemos com bons olhos o fato de o projeto ter finalmente sido votado na Câmara”, disse Moro, destacando, entre os principais pontos da proposta aprovada, a possibilidade de execução da pena em caso do réu ser condenado em tribunal do júri a uma pena superior a 15 anos, parâmetro temporal estabelecido pelos deputados.

“A Câmara aprovou esse patamar da pena de 15 anos. Sinceramente, acho que não precisava estabelecer isso, mas, inegavelmente, já é um grande avanço. Melhor termos essa possibilidade do que esperarmos 20 anos para termos um julgamento de assassinato finalizado e o início do cumprimento da pena”, disse o ministro.

Ele ressaltou a aprovação da atuação de agentes policiais disfarçados e, principalmente, o maior rigor na concessão de benefícios para presos condenados por envolvimento com organizações criminosas. “A proibição de [concessão de] progressão de regime para o condenado que permanecer faccionado é uma norma extremamente importante que, a meu ver, vai ser um fator extremamente positivo para enfraquecer facções criminosas. Há uma série de pontos extremamente relevantes e que representam o endurecimento da Justiça e da Segurança Pública, como a proibição de saída temporária de quem foi condenado por crime hediondo”.

Moro lamentou, no entanto, a resistência dos deputados em ampliar o rol de criminosos condenados que podem ter material genético coletado e armazenado em bancos de perfis genéticos administrados pelos órgãos estaduais de segurança pública. Desde 2012, quando foi aprovada a Lei 12.654, há previsão legal para a identificação do perfil genético de condenados por crimes violentos, tais como homicídios e estupros.

“Nosso interesse é ampliar o rol das pessoas sujeitas à coleta do perfil genético. Por isso foi colocado no projeto anticrime. Infelizmente, houve uma certa resistência a essa parte, que não foi aprovada. O que não significa que não vamos tentar novamente ampliar este rol”, disse Moro.

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POLÍTICA

Jair Bolsonaro diz que seu programa social é o emprego

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Presidente afirmou que o maior programa social do governo é o emprego Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (4), afirmou, ao ser perguntado por jornalistas, que o maior presente que pode dar à população neste Natal é o emprego.

– Emprego, o maior programa social que a gente tem é esse. É esperança, confiança, emprego. O Brasil, graças a Deus, não está mais ladeira abaixo, está vencendo aí o grande problema que encontramos, a crise ética, moral e econômica – disse o presidente.

A declaração dada pelo mandatário é semelhante a uma frase dita pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, que afirmava que o maior programa social existente é o emprego.

Bolsonaro esteve em uma feira de produtos populares em Brasília, onde tirou fotos e conversou com admiradores.

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