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Tecnologia

Receita destruiu 100 mil decodificadores em combate à pirataria na TV paga

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Foto: Reprodução

O Brasil está combatendo a pirataria de TV por assinatura. De 2017 para cá, uma parceria entre a Receita Federal e a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) destruiu 100 mil decodificadores ilegais no país – aqueles usados para desbloquear o sinal de TV paga para quem não paga o serviço.

A parceria entre os órgãos começou em 2015. No primeiro ano, o programa destruiu 30 mil equipamentos. Em 2017, foram mais 50 mil – número alcançado novamente em 2018. Após a destruição dos equipamentos, os materiais e componentes internos são enviados para empresas para fins de reciclagem.

O objetivo do programa é combater o uso desses equipamentos no Brasil, que permitem a pirataria do sinal de TV paga. A ABTA calcula que o uso desses dispositivos causa R$ 4 bilhões de prejuízo por ano para a economia nacional. Além disso, a associação ainda estima que o setor de TV por assinatura poderia gerar 18,4 mil postos de trabalho se todos os usuários de decodificadores piratas regularizassem a situação com operadoras.

Esses decodificadores chegam ao Brasil a partir do Paraguai, em sua maioria, e são distribuídos por todo o país. Eles não são homologados pela Anatel, apesar da legislação brasileira exigir isso para que os equipamentos funcionem regularmente no país.

O simples fato de comprar um desses decodificadores já pode ser configurado como crime de receptação. A venda deles também pode ser enquadrada como contrabando e descaminho. Pessoas condenadas pelo uso dos equipamentos podem pegar de um a oito anos de prisão, além do pagamento de uma multa.

Fonte: Olhar Digital

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Brasil ainda está longe de oferecer uma internet 4G com velocidade estável, aponta estudo

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Foto: Reprodução / Fonte: OpenSignal

Todo brasileiro que tem um celular com internet já viveu o drama das oscilações da rede. E com a chegada do 4G, há alguns anos, tivemos uma esperança de que esse cenário poderia melhorar. Mas um artigo intitulado “Experiência da Rede Móvel do Brasil”, divulgado pelo site Opensignal registrou o nível de instabilidade da nossa rede, em todas as operadoras. Entretanto algumas delas enfrentam variações significativas em um mesmo dia de acordo com o local que está sendo usada.

Questionando o fato dos usuários do Brasil terem experiências de rede muito diferentes, com base na operadora que estão conectados e na cidade em que moram, o estudo notou quanto é possível variar as velocidades ao longo de 24 horas. Nacionalmente, a média dela está em 18,6 Mbps em velocidade de download no 4G, mas isso variou entre 16,4 Mbps nos momentos mais lentos – quando a tensão na rede é maior devido ao grande número de usuários que consomem muitos dados ao mesmo tempo – até 28,6 Mbps nos tempos mais rápidos – quando menos pessoas estão na rede.

Os usuários de dispositivos móveis nas maiores cidades costumam ver suas velocidades de download 4G cair para 12 Mbps em um período de 24 horas, à medida que as redes se tornam mais movimentadas e congestionadas. A maior flutuação foi registrada em Brasília, onde a velocidade de download do 4G variou de 19,3 Mbps a 34,7 Mbps. São Paulo também experimentou grandes oscilações em velocidades com mais de 15 Mbps de diferença entre as horas mais lentas e as mais rápidas. Confira as variações mais detalhadamente no gráfico abaixo:

A maioria das grandes cidades brasileiras experimentou velocidades de download 4G mais lentas entre 18h e 19h, quando muitas pessoas terminam de trabalhar e estão indo para casa. No entanto, em Brasília e Goiânia as redes ficaram mais movimentadas, entre 20 e 21 horas.

Proporcionar uma experiência consistente é um dos principais desafios das operadoras de rede, mas é um direito de quem consume isso ter uma boa conexão independente da hora ou do lugar. A conclusão diante dos dados da Opensignal foi que essas empresas no Brasil ainda têm um longo caminho a percorrer e para reduzir as inconsistências.

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Bloqueio de celulares irregulares começa no dia 24 de março nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

A partir de 24/03 tem início o bloqueio dos celulares sem certificação em quatro estados da região Norte (Amazonas, Roraima, Pará, Amapá); na região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia); e em dois estados da região Sudeste (Minas Gerais e São Paulo). A medida vale para aparelhos habilitados a partir de 07/01/2019.

A ação faz parte do projeto Celular Legal da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e se encontra em sua última etapa. Já foram bloqueados 244.217 celulares em todo o Brasil e foram enviadas 531.446 mensagens de aviso a celulares irregulares até o momento. Acesse as planilhas com os dados por estado.

O celular irregular é aquele que não tem o selo da Anatel que indica a certificação do aparelho e garante ao consumidor a compatibilidade com as redes de telefonia celular brasileiras, a qualidade dos serviços e a segurança do consumidor. O selo normalmente está localizado no corpo do aparelho, atrás da bateria, ou no manual. Um celular sem certificação pode aquecer, dar choques elétricos, emitir radiação, explodir e causar incêndio, pois não passou pelos testes necessários. O bloqueio de celulares irregulares, além de proporcionar a segurança do usuário, acaba também reduzindo o número de roubos e furtos de aparelhos celulares, combatendo a falsificação e clonagem de IMEIs (número de identificação do aparelho).

Mensagens de alerta sobre o bloqueio foram envidas a partir do dia 07/01. O usuário do serviço móvel que recebeu as mensagens deverá procurar a empresa ou pessoa que vendeu o aparelho e buscar seus direitos como consumidor. É possível consultar a situação do aparelho no site do projeto Celular Legal.

O bloqueio já foi iniciado na região Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul); em três estados da região Norte (Acre, Rondônia, Tocantins), em dois estados da região Sudeste (Espírito Santo e Rio de Janeiro) e na região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

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Asteroide raro passará perto da Terra em dois dias, mas não se preocupe

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Foto: Reprodução / Via: Cnet

Um asteroide de 39 metros de largura passará próximo à Terra essa semana, a uma distância menor do que a da Lua com o nosso planeta. Os cientistas têm observado o curso dessa rocha espacial desde o início do mês, especialmente, por conta do tamanho não usual do objeto e pela sua velocidade lenta – cerca de cinco quilômetros por segundo.

Asteroides passando perto da Terra são mais normais do que se possa imaginar, porém, na maioria das vezes, são pequenos e passam despercebidos pelos cientistas ou até mesmo, destroem-se ao cruzar a camada atmosférica.

Entretanto, o asteroide que passa neste 22 de março é diferente. Ele é duas vezes maior do que o que explodiu sobre a Rússia em 2013, mas não tem chances de chegar tão perto quanto. De acordo com os cientistas, ainda terão 303.733 mil quilômetros nos separando dele. Ufa!

Já para os curiosos ou entusiastas de plantão, caso você tenha um telescópio poderoso, será possível acompanhar a passagem da rocha pela Terra. Boa sorte!

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