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Tecnologia

Recomendação sobre Internet das Coisas coordenada pelo Brasil é aprovada pela União Internacional de Telecomunicações

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Foto: Reprodução / Fonte: Anatel

A recomendação internacional do modelo de referência arquitetônico para dispositivos de aplicações da IoT (ITU-T Y.4460 – Architectural reference model of devices for IoT applications, em inglês) foi aprovada na reunião de abril da Comissão de Estudos 20 – “Internet das Coisas, Comunidades e Cidades Inteligentes”, do setor de normatização da União Internacional de Telecomunicações (UIT). A recomendação foi proposta e coordenada pelo Brasil.

A Anatel, na função de coordenadora da representação do Brasil em discussões internacionais de telecomunicações por meio das Comissões Brasileiras de Comunicação (CBC), trabalhou na articulação com os agentes nacionais envolvidos na iniciativa e na negociação com os demais membros da UIT-T para a aprovação da recomendação.

O documento define uma classificação dos dispositivos de IoT (Internet das Coisas, do inglês Internet of Things, IoT), baseado nas capacidades de processamento e conectividade. A partir da correlação das capacidades, são definidos os modelos de referência com os requisitos para as arquiteturas de software de cada uma das classes de dispositivos.

Ação internacional

A recomendação foi proposta e coordenada pelo Brasil e é o primeiro fruto na área internacional de normatização da colaboração entre o governo brasileiro (Anatel e MCTIC), o setor privado (Instituto Cesar e Eldorado) e a academia (Inatel).

O trabalho se iniciou nas discussões da Câmara de IoT, iniciativa coordenada pelo MCTIC, com participação de membros do setor público, privado e academia, e tem, entre seus objetivos, fomentar o ecossistema de IoT no Brasil.

A UIT é a agência especializada da ONU em telecomunicações. O setor de normatização da instituição (UIT-T) conta hoje com cerca de 190 países e mais de 700 empresas entre seus membros. Para que uma recomendação seja aprovada é necessário que haja o “de acordo” de todos os membros. O documento vai agora para revisão editorial e em seguida estará disponível gratuitamente nos seis idiomas oficiais da UIT.

Interessados em participar das discussões sobre IoT na UIT, ou em outras discussões sobre normatização internacional de telecomunicações, podem entrar em contato com a Secretaria Executiva da CBC3 por meio do e-mail: secbc3@anatel.gov.br .

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Tecnologia

Falhas em apps abrem espaço para manipulação de arquivos

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Foto: Reprodução / *Folhapress

Arquivos de mídia do WhatsApp e do Telegram podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas dos aplicativos em versão Android, de acordo com uma pesquisa da Symantec, empresa especializada em proteção de sistemas operacionais.

De acordo com o estudo, aplicativos em sistemas Android podem ser usar o armazenamento externo e interno para salvar arquivos. No primeiro caso, o arquivo fica legível e pode ser modificado por outros aplicativos ou usuários. No segundo, ele é acessado apenas pelo próprio aplicativo.

O problema, chamado de “Media File Jacking”, decorre de um intervalo de tempo entre o momento em que arquivos recebidos pelos aplicativos são gravados no armazenamento interno e quando eles são acessados por outros aplicativos, no armazenamento externo.

Essa janela é uma oportunidade para hackers intervirem e manipularem arquivos de mídia sem o conhecimento do usuário. Fotos, vídeos, documentos corporativos, faturas e áudios podem ser acessados.

É, segundo a pesquisa, semelhante a uma corrida entre o invasor e o aplicativo que está carregando os arquivos. Caso o hacker tenha acesso às fotos e vídeos, por exemplo, o usuário verá os arquivos manipulados antes de ter acesso aos originais.

Os dados podem ser alterados tanto no envio como no recebimento de arquivos. Por padrão, o Whatsapp salva arquivos de mídia recebidos no armazenamento externo, como na galeria de fotos. No Telegram, o usuário precisa ativar recursos do aplicativo para que isso aconteça.

É possível evitar os ataques ao alterar algumas configurações nos aplicativos. No Whatsapp, usuários podem impedir que fotos, vídeos e áudios fiquem salvos no armazenamento externo ao desativaram a visibilidade de mídia. O mesmo pode ser feito no Telegram ao optar por não salvar os arquivos nas galerias do aplicativo.

Em resposta, o Whatsapp disse que analisou o problema mencionado pela pesquisa. De acordo com a nota, o aplicativo “segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia”.

Para a empresa, as alterações sugeridas na pesquisa podem “criar complicações de privacidade para os usuários e limitar a maneira como fotos e arquivos podem ser compartilhados”.
Até a conclusão deste texto, o Telegram não respondeu à reportagem sobre os efeitos da falha no aplicativo.

 

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Tecnologia

Arquivos de mídia no WhatsApp e Telegram podem não ser tão seguros

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Foto: Reprodução / Via: The Verge

Embora sejam conhecidos por criptografar mensagens em trânsito, aplicativos como o WhatsApp e o Telegram podem nem sempre manter os arquivos seguros depois deles chegarem ao seu telefone. Pesquisadores da Symantec mostraram que hackers podem se aproveitar de um app malicioso para alterar sutilmente os arquivos enviados pelas plataformas de mensagem.

Isso acontece porque, por exemplo no Android, você pode optar por salvar uma foto na galeria do celular. Assim, você pode optar por salvá-la no armazenamento interno, acessível apenas pelo aplicativo, ou no externo, com a capacidade de ser amplamente acessada por outros aplicativos. O WhatsApp, por padrão, armazena mídia no armazenamento externo, e o Telegram faz isso quando o recurso “Salvar na Galeria” do aplicativo está ativado.

Por essa razão, aplicativos maliciosos que atacam o armazenamento externo podem conseguir acesso às mídias do WhastApp ou do Telegram. Portanto, se um usuário fizer o download de um app malicioso, por exemplo, e receber uma foto no WhatsApp, um hacker poderia manipular a imagem sem que o destinatário perceba. Um hacker poderia, teoricamente, alterar também uma mensagem multimídia que está sendo enviada.

Os pesquisadores chamam o ataque de “Media File Jacking”. De muitas maneiras, é um problema conhecido, que resulta da necessidade de equilibrar privacidade e acessibilidade nos aplicativos de mensagens no Android. Ao usar o armazenamento externo, que é amplamente usado, os aplicativos são mais compatíveis uns com os outros, permitindo que imagens e outros dados sejam movidos com mais liberdade. Mas a praticidade vem com o preço caro de estar sujeito a ataques.

Um porta-voz do WhatsApp disse que mudar seu sistema de armazenamento limitaria a capacidade do serviço de compartilhar arquivos de mídia e até mesmo introduzir novos problemas de privacidade. “O WhatsApp segue as práticas atualmente recomendadas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia e espera fornecer melhorias de acordo com o desenvolvimento contínuo do Android”. O Telegram não comentou sobre o assunto.

Mas, vale lembrar que além de serem aplicativos de mensagens, o WhatsApp e o Telegram prometem privacidade e segurança dos dados.”No entanto, como mencionamos no passado, nenhum código está imune a vulnerabilidades de segurança”, disseram os pesquisadores.

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Ministério alerta para fraude sobre 13° do Bolsa Família

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Golpe no WhatsApp Foto: TecMundo

Um novo golpe, veiculado por meio de mensagens no aplicativo WhatsApp, promete a liberação instantânea do décimo terceiro salário do Bolsa Família para beneficiários do programa, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (11) pelo Ministério da Cidadania.

De acordo com o alerta, a mensagem fraudulenta contém um link que redireciona o usuário para uma página onde são solicitados os dados pessoais, como nome completo, CPF e endereço. A mensagem exige ainda que a vítima compartilhe o link com todos os seus contatos para que o pagamento seja efetuado.

O Ministério da Cidadania informou que não solicita dados pessoais via WhatsApp ou o compartilhamento de links como condição para concessão de benefícios do Programa Bolsa Família. De acordo com a diretora do Departamento de Benefícios, Caroline Paranayba, para o recebimento do repasse não é necessário fornecer qualquer informação adicional das famílias.

O ministério esclarece ainda que o governo federal não faz nenhum tipo de coleta de dados por meio das redes sociais e que a atualização de informações de famílias beneficiarias de programas sociais deve ser feita exclusivamente no órgão responsável no município.

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