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PREFEITURA DE BELÉM

Reforma do Bosque Rodrigues Alves começa na próxima semana

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Texto: Victor Miranda/Agência Belém

O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e o secretário municipal de meio ambiente, Pio Netto, assinaram na tarde desta quinta-feira, 7, na sede do Gabinete Municipal, ordens de serviço para duas importantes obras, as reformas do Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves e da Granja Modelo.

Participaram da reunião de assinatura os diretores dos espaços e o deputado estadual Thiago Araújo. O Bosque Rodrigues Alves, importante espaço ambiental da cidade, não recebia qualquer tipo de reforma há 15 anos.

“Preparamos os projetos e agora assinamos as ordens de serviços para a reforma do Bosque, um dos mais belos parques ambientais da nossa cidade, e também da Granja Modelo”, explicou Zenaldo, que também anunciou o início das obras para a próxima semana. “São investimentos expressivos, com as obras se iniciando na semana que vem”, comentou.

A obra contará com um investimento de aproximadamente R$ 1,2 milhão, que irá contemplar toda fachada externa, aquário, brinquedoteca, coreto e outros pontos do Bosque, com duração de aproximadamente 12 meses. “Em torno de 20 edificações serão alcançadas com as obras no Bosque. É importante destacar que mesmo nesse período durante as obras, o funcionamento do Bosque será normal”, explicou o titular da Semma, Pio Netto.

Considerado o jardim botânico nativo mais antigo do mundo, o espaço fica em um local de fácil acesso e conta com uma área de 15 hectares, que abriga cerca de 10 mil árvores de 332 espécies diferentes, além de manter, atualmente, cerca 650 animais da Amazônia em liberdade e semiliberdade. “A reforma e restruturação desses parques para atender a sociedade são um gesto muito importante de humanidade, sobretudo na busca de conscientização ambiental”, destacou Thiago Araújo.

Granja – Outro espaço ambiental mantido pela Prefeitura de Belém é a Granja Modelo, localizada na rodovia BR-316. O espaço receberá reforma nos prédios da administração, refeitório, orquidário e pórtico de entrada. O valor da obra será de aproximadamente R$ 525 mil, com previsão de oito meses de duração.

Atualmente, a Granja Modelo concentra a produção de mudas que são distribuídas em praças, canteiros, ruas e avenidas de Belém.

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PREFEITURA DE BELÉM

Profissionais participam do Congresso Brasileiro de Pedagogos

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Texto: Tábita Oliveira/ Agência Belém

Com o tema “Os desafios dos pedagogos e educadores no novo contexto político e social”, aproximadamente 300 pedagogos vinculados à Secretaria Municipal de Educação (Semec), participaram do Congresso Brasileiro de Pedagogos e demais Educadores, na manhã desta sexta-feira, 15, no auditório do Centro Cultural e Turístico Tancredo Neves (Centur). O evento é realizado pela Associação dos Pedagogos do Estado do Pará (ASSPEEPA) e segue até esta sexta, 16.

Na abertura, estudantes que fazem parte do Coral da Escola Municipal Alzira Pernambuco, no bairro do Marco, cantaram a música “Chega de Saudade”, do cantor e compositor Antônio Carlos Jobim. Em seguida, a Escola Municipal Monsenhor José Maria Azevedo, do distrito de Outeiro, apresentou o Boi Azevedo, mostrando um pouco do que é desenvolvido com as crianças do município em Arte Educação. Na plateia estavam pedagogos representantes das 197 escolas do município.

“A secretaria sempre incentiva a formação e capacitação dos pedagogos do município de forma continuada no Centro de Formação de Professores e nas escolas. E este é mais um dia para a formação de professores para contribuir no dia-a-dia dentro da rede municipal”, afirma Socorro Aquino, titular da Semec.

Programação – Durante esses dois dias de evento, o congresso ofertará a presença de palestrantes nacionais que vão discutir temas específicos como a “Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os meios digitais, na Pedagogia 2.0”; “Inclusão escolar de alunos com autismo: intervenção na sala de aula”; “Motivação e qualidade de vida do pedagogo, o diferencial que dá resultado”; “Educação contemporânea – reflexões e desafios para implementar à BNCC”; “As atribuições do profissional da pedagogia e seu código de ética”; “Conexões cerebrais e sociais que impactam a capacidade de aprendizagem”; entre outros.

Lourdes Brito, pedagoga da Escola Municipal Alzira Pernambuco afirma que há muitos desafios na educação, mas que o pedagogo é otimista e deve sempre se atualizar. “É um desafio entender essas mudanças que estão acontecendo na legislação da Base Nacional Comum Curricular para colocar em prática. E este é um momento de sentar com os colegas de profissão e os especialistas para compreender melhor essas mudanças políticas e sociais”, comenta a profissional.

“O grande desafio é despertar o interesse dos alunos para a educação na sua vida e pra isso é preciso que haja uma parceria entre a escola e os pais. Muitos pais acham que só a escola tem obrigação com a criança”, pontua o coordenador pedagógico Edivaldo Oliveira, da Escola Castanheiras, do distrito de Icoaraci.

Ainda de acordo com o coordenador, os alunos que estão começando na escola, além de não ter o costume de frequentar o espaço, por vezes vêm com outras dificuldades especiais detectadas com o tempo. “Cada dia é diferente. A escola não só transmite conhecimento, mas ela também constrói conhecimento a partir dessas situações cotidianas”, finaliza.

O evento contou, também, com a presença educadores de outros municípios do estado do Pará. 

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PREFEITURA DE BELÉM

Comdac promove oficina para construção dos Planos de Aplicação e de Orçamento

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Texto: Amanda Cardoso/ Agência Belém

Nesta quarta-feira, 13, membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belém (Comdac) e sociedade civil se reuniram no auditório da Fundação Papa João XXIII (Funpapa) para a construção coletiva dos Planos de Aplicação e de Orçamento do Comdac. O objetivo foi detalhar as despesas e dar transparência ao recurso público aplicado em programas, projetos e ações de atendimento de crianças e adolescentes do município.

Segundo o presidente do Comdac, Murilo Monteiro, o intuito é construir coletivamente os para o orçamento de 2020. “Fechamos o orçamento para 2019/2021 e agora estamos neste segundo momento, direcionando para onde vamos encaminhar o recurso do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belém (FIA), no ano de 2020”, explicou o presidente.

Durante a reunião ocorreram palestras e oficinas. A palestrante Simone Aflalo, psicóloga do Núcleo de Projetos da Funpapa, falou sobre a importância do ciclo orçamentário do recurso do FIA. “Nós todos somos responsáveis pelo recurso do FIA. Passamos para eles a importância do Comdac se fazer presente dentro do ciclo orçamentário, de como funciona e como é feita a movimentação do recurso do FIA”.

O Lar Fabiano de Cristo, instituição que está dentro da política de assistência social, participou da reunião representado pela conselheira Elizangela Neves, que destacou a articulação feita pelos órgãos. “É o momento para que todos entendam como é construído o orçamento e tenham acesso a essas informações para construção de políticas”, disse.

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PREFEITURA DE BELÉM

Barcos escolares municipais revolucionam o ensino nas ilhas de Belém

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Texto: Tábita Oliveira/ Agência Belém

Para quem mora do outro lado do rio Guamá, os furos são como as ruas do continente que todos os dias mais de 140 alunos da Escola Municipal de Educação de Campo Milton Montes, localizada no furo São Benedito, da região das Ilhas do Sul, precisam navegar para chegar à unidade e estudar para conquistar, no futuro, a profissão dos sonhos.

Desde 2013 a Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec), mantém 17 barcos alugados com 30 e 60 lugares e quatro lanchas próprias com 15 lugares para atender os 550 alunos das escolas Sebastião Quaresma e Milton Montes, além dos anexos escolares Nazaré, Santo Antônio e Nossa Senhora dos Navegantes.

As embarcações são adquiridas por licitação pública e todas são vistoriadas pela Capitania dos Portos. O município investiu R$ 320 mil na aquisição de lanchas e cerca de R$ 8 milhões em barcos alugados, incluindo dois barcos que atendem as ilhas norte, de Cotijuba e Mosqueiro.

“Na região de ribeirinha, o transporte escolar é fundamental para que esse aluno chegue e permaneça na escola. Para alguns alunos seria inviável estudar sem este transporte. Digo que é uma política pública essencial para garantir o direito à educação para essas crianças”, afirma o diretor da escola Milton Montes, Thiago Oliveira. “Os pais veem o transporte escolar do município como referência de qualidade, segurança e atendimento dos monitores e pilotos”, diz ele.

Ribeirinhos – O estudante Miguel da Silva, de 10 anos, aluno do 4° ano da Escola Milton Montes, antes ia para a escola de rabeta com o tio e mais seis primos. Há oito anos ele conta com o transporte escolar. A avó, Maria de Fátima Lobato, disse que nem sempre o tio de Miguel podia deixá-lo na escola.

“Agora está ótimo. Chegou o barco e assim ele pode ir todos os dias para a escola. Com fé em Deus o meu filho será alguém na vida”, conta, feliz, Maria de Fátima. “Era perigo ir de rabeta. Tinha uma boia, mas não era seguro. E agora é mais divertido e seguro, porque o barco é bem maior”, comenta Miguel, que sonha ser jogador de futebol. 

Para a dona de casa Deusa Lima, avó de Maria Paula de Lima, de 10 anos, o barco da Prefeitura de Belém nem se compara aos de municípios vizinhos. “Antes tinha um barco simples que vinha do Acará, mas sem condições. E agora fico muito feliz e segura de saber a minha neta vai num transporte de qualidade. Melhorou bastante”, diz Deusa. “Me sinto mais segura porque o barco é maior, tem colete, cabem mais pessoas”, conta Maria Paula, que sonha em ser médica.

Emprego – O transporte escolar também se tornou uma oportunidade de emprego fixo para moradores das ilhas, que antes viviam exclusivamente da pesca e do açaí.  Há dois anos pilotando o barco, Daniel Tavares, morador da ilha do Maracujá, confirma e sabe que seu trabalho é muito importante para as crianças da região.

“Pego primeiro os professores às 5h e depois sigo pegando os alunos nas suas casas. Por volta das 7h já estamos chegando à escola. Temos o cuidado de colocar o colete nas crianças. Algumas já colocam sozinhas. É muito bom ajudar eles para que daqui para a frente consigam alguma coisa boa para eles”, afirma Daniel.

O barqueiro acrescenta que antes os alunos iam para a escola de barco a remo e rabetinha e que essa realidade mudou com o transporte escolar. “Me ajudou a ter uma renda também, porque antes eu trabalhava com açaí quando estava na época dele”, conta Daniel.

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