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Samsung pode oferecer modelos debloqueados com conexão 5G da linha S20

Fonte: tudocelular Foto: Reproducao

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A Samsung aplicou a tecnologia 5G em diversos modelos fabricados durante 2019, e pretende aumentar essa disponibilidade este ano, propagando tal experiência para mais smartphones, como já é uma promessa que faz parte do planejamento anual da sul-coreana para se tornar a maior fornecedora de telefones com esta conexão no mercado mobile.

Recentemente surgiu um possível relatório da empresa que pode dar ao público a oportunidade de investir nos celulares da linha Galaxy S20 com 5G totalmente desbloqueados em diversos territórios, independente de já terem o sinal disponível ou não.

Sabe-se que atualmente a empresa já realiza a fabricação de milhões de unidades com esta tecnologia implementadas, entretanto, só era possível comprar aparelhos com 5G através de operadoras, prendendo os compradores a planos por pelo menos um ano sem necessidade.

Caso esta novidade se confirme, a comercialização dos aparelhos com 5G desbloqueados vai fazer com que a experiência de uso desta conexão, em áreas onde já está disponível seja ainda maior, ajudando até mesmo no aprimoramento para dar a melhor experiência de uso possível.

Obviamente que nem tudo é altamente positivo no que diz respeito a esta novidade, pois é de conhecimento geral que celulares com esta opção de conectividade possuem um preço mais alto do que a versão “básica”, mas é uma possível abertura de alternativa interessante para quem quiser investir.

Mesmo que a sul-coreana venda modelos desbloqueados, a parceria com as operadoras vai ser mantida e as formas de facilitação de compra também, fazendo com que os clientes da marca precisem analisar qual é a melhor opção para não se prenderem a planos sem necessidade ou até mesmo investirem um valor mais alto quando poderiam economizar algumas centenas no processo de compra.

E como todo rumor, a Samsung ainda não se pronunciou oficialmente, então vai ser preciso esperar até o dia 11 de fevereiro, quando a empresa realiza o lançamento da linha S20, para saber mais detalhes a respeito desta informação.

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App espião e roubo de dados bancários crescem em 2019

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Veja quais foram as ameças mais comuns em 2019, segundo o relatório da Kaspersky — Foto: Pond5

O número de usuários de stalkerware, aplicativo para espionar namorado(a), aumentou de 40.386, em 2018, para 67.500 em 2019, segundo relatório publicado nesta terça-feira (25) pela empresa de segurança Kaspersky. A pesquisa analisou as ameaças cibernéticas que atacaram celulares em 2019, de acordo com dados fornecidos por usuários dos aplicativos da fabricante russa. Os números indicam duas tendências: o crescimento de espionagem sem consentimento por stalkerwares e de roubo de dados bancários por cavalos de Troia. Confira na lista a seguir as cinco principais ameaças de segurança a celulares em 2019 e saiba como se proteger delas.

O número de vítimas de aplicativos stalkerwares aumentou de 40.386, em 2018, para 67.500, em 2019. O software disponibiliza a terceiros dados pessoais de usuários, como mensagens e a localização do celular. Os aplicativos de rastreamento mais sofisticados podem coletar quase todos os arquivos do dispositivo atacado, como fotos, telefonemas, textos e registro de teclas.

Stalkerwares são proibidos no Google Play, contudo eles podem ser encontrados nos sites de desenvolvedores e em portais de procedência duvidosa, o que aumenta o risco de brechas de segurança e golpes. É preciso prestar atenção a sinais importantes, como uso excessivo de dados móveis e consumo demasiado de bateria, para descobrir se o seu celular está sendo espionado por alguém.

2. Novas formas de roubar dados bancários

Em 2019 foi detectado um novo método para interceptar dados bancários para aplicá-los em golpes financeiros. Até então, o roubo de informações de correntistas pelo celular acontecia por meio de transferências via mensagens SMS ou pela criação de páginas falsas de banco para obter os dados necessários. Contudo, o trojan bancário detectado pela Kaspersky em 2019 interceptava os dados bancários a partir da manipulação de aplicativos de Internet Banking.

O ataque é aplicado a partir do envio de uma notificação push no celular que seria supostamente do banco. O usuário acessa a aba para entrar no aplicativo e tem o smartphone infectado. O malware explora a ferramenta de acessibilidade para ter acesso total ao celular e movimentar o dinheiro da conta bancária de maneira remota. É importante acessar aplicativos bancários apenas por dados móveis para evitar vulnerabilidades de redes Wi-Fi, e instalar um antivírus no celular para proteger o sistema.

3. A detecção de trojans bancários diminuiu

Apesar da descoberta de um novo trojan bancário, o número de instalação de ameaças do tipo diminuiu. A queda se deve à campanha de distribuição do Trojan Asacub, que despencou em abril do ano passado. Os países com mais vítimas desse app malicioso foram Rússia, África do Sul, Austrália e Espanha.

4. Número de vítimas de adware se mantém

Embora a quantidade de vítimas de adware tenha se mantido em 2019 em relação ao ano anterior, o número de instalação da ameaça teve um aumento considerável de 440.098 para 764.265 detecções, em 2019. Essa é a ameaça mais comum e o grande número de vítimas acontece porque, como o app não costuma ter funcionalidades além de exibir anúncios, a vítima exclui a ameaça e o código malicioso é neutralizado do celular.

O Google tem tomado ações mais ofensivas sobre aplicativos do tipo adware. A empresa removeu, na última semana, quase 600 apps da loja do Android, que tinham mais de 4,5 bilhões de downloads, sob a suspeita de exibirem anúncios em excesso no celular de usuários. A publicidade considerada “disruptiva” pelo Google costuma afetar a usabilidade do smartphone e exibir pop-ups mesmo quando o app está fechado.

5. Aplicativos maliciosos se infiltram na Google Play Store

Criminosos se aproveitam da confiança de usuários na Play Store para infiltrar aplicativos maliciosos na loja e, assim, atingir um maior número de vítimas. O CamScanner é um caso de destaque de apps maliciosos: o programa apresentava uma biblioteca de publicidade com componente malicioso, apesar de cumprir a finalidade do app de escanear documentos com a câmera do celular. Apesar dos relatos, a instalação de aplicativos maliciosos pela Play Store diminuiu em 2019, quando comparada com 2018.

Contudo, vale tomar cuidado ao baixar aplicativos no celular. É possível reconhecer se o app em questão é seguro ou não com alguns pontos. Conferir a avaliação e comentários de usuários, ver a frequência de atualização, e pesquisar mais informações sobre a fabricante são algumas das dicas para se proteger na hora de baixar apps.

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Galaxy Z Flip é o primeiro dobrável que merece sua atenção

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Fonte: gizmodo Foto: Reproducao

Com todos os perigos e problemas encontrados nos primeiros smartphones dobráveis, ninguém seria chamado de louco se dissesse que era melhor deixar essa ideia de lado. Mas esse sentimento pode ser um pouco prematuro, porque, com o Galaxy Z Flip, a Samsung fez o primeiro telefone dobrável que merece sua atenção.

Honestamente, o maior elogio que eu posso fazer ao Z Flip é que ele parece bastante com um smartphone tradicional, mas com a habilidade de dobrar a tela ao meio e terminar as chamadas fechando o telefone, o que é algo bem satisfatório. Admito que a parte de funcionar como um telefone normal pode não parecer grandes coisas, especialmente para algo que custa US$ 1.400 (ou R$ 8.999 no Brasil), mas é realmente uma grande melhoria, o suficiente para eu dizer que o Z Flip parece ser uma tecnologia mais refinada, o que era de se esperar para uma segunda geração de dobráveis.

Samsung Galaxy Z Flip

O que é?
Um smartphone moderno de flip com uma tela dobrável de 6,7 polegadas

Preço
US$ 1.380 (no Brasil, R$ 8.999)

Curti
Design compacto e elegante, vida útil de bateria boa, tela e dobradiça mais duráveis, sensor de impressão digital montado na lateral.

Não curti
Alto-falantes mono, resistência à água muito limitada, a tela da tampa externa pode ser maior, um pouco difícil de abrir com uma mão, caro.

Isso porque os outros telefones dobráveis, como o Galaxy Fold, Huawei Mate X e o Moto Razr, pareciam que você tinha que utilizá-los com muito cuidado e dentro de um sala hermeticamente fechada só para evitar que partículas entrassem em uma de suas frestas ou que a tela se desfizesse.

Mas com o Z Flip há uma espécie de confiança tácita. Quando fechado, ele fica em um formato compacto que permite guardá-lo praticamente em qualquer lugar (mesmo em bolsos pequenos), sendo ao mesmo tempo bastante confortável de segurar.

E quando está aberto, o Z Flip se expande para revelar uma tela de 6,7 polegadas (2.635 x 1.080) FHD+ com uma câmera de 10 MP em um pequeno furo no display (que a Samsung afirma ser o primeiro para um telefone com tela curvada).

Considerando que o telefone é essencialmente um retângulo de 3,5 por 2,9 polegadas quando dobrado, é bastante impressionante a quantidade de tela que você pode ter em um aparelho tão pequeno. A título de comparação, o Galaxy S20 Ultra — que tem uma tela enorme de 6,9 polegadas — tem basicamente o mesmo tamanho, mas não é possível dobrá-lo ao meio para obter uma melhor portabilidade.

Ao redor da borda do telefone, há uma moldura plástica que ajuda a proteger o Z Flip de danos no visor quando você o fecha, ao mesmo tempo em que garante que, se alguma pequena partícula ficar presa no interior, ela não será triturada na tela.

Do lado direito, há um sensor de impressão digital incorporado no botão de bloqueio do telefone e os ajustes de volume, que funcionam muito bem. Só queria que eles estivessem posicionados um pouco mais abaixo no telefone para facilitar o uso enquanto o telefone é dobrado.

Galaxy Z Fold aberto

Quanto à tela de vidro ultrafino do Z Flip, ela é uma espécie de dois passos à frente, mas um passo para trás. Isso porque embora se pareça muito com uma tela de vidro tradicional, como vimos em vídeos de destruição de aparelhos, por alguma razão a Samsung também colocou uma película plástica em cima do vidro, que é o que seus dedos estão realmente tocando.

Infelizmente, isto significa que, apesar de toda a tela parecer mais forte e mais sólida, ainda é propensa ficar arranhada por coisas como chaves, canetas ou mesmo unhas, se você pressionar o aparelho com força o suficiente.

E embora o vinco do Galaxy Fold esteja de volta, ele não é tão óbvio quando a tela está ligada, particularmente em ângulos de visão normais. Mas está lá e você pode senti-lo também, embora eu ache que não é realmente um problema, pois eu não toco muito no meio da tela, mesmo quando estou navegando no feed do Twitter.

Galaxy Z Fold aberto e desligado

Além disso, é importante entrar nas configurações do Z Flip e ligar os gestos do sensor de impressões digitais. Isso permite puxar a área de notificações ao deslizar para baixo no leitor de digitais. Caso contrário, a tela com proporção 21:9 do Z Flip pode dificultar o acesso ao topo da tela ao segurar o aparelho com uma mão.

Enquanto isso, na parte de fora, o Z Flip ostenta uma pequena tela de 1,1 polegadas que você pode usar para checar notificações, ver alertas de calendário ou mudar de música. Ela também serve como o menor visor do mundo para tirar selfies, mas a tela é tão pequena que por vezes é um desafio conseguir enquadrar sua cabeça em tão pequeno espaço.

Confesso que estou um pouco dividido. Sinto que gostaria de uma tela maior, mas ao mesmo tempo, em um mundo onde apps e mídias sociais estão constantemente pedindo sua atenção, ver menos notificações não é necessariamente ruim. E, além disso, forçar as pessoas a usar a tela principal do Z Flip para fazer qualquer coisa significa simplesmente abrir e fechar o telefone com mais frequência, o que é sempre bacana.

A maioria desses problemas não é grande coisa, pois o design do Z Flip protege o visor quando fechado, mas você vai querer impedir de qualquer jeito que pessoas ou animais de estimação coloquem suas patas ou garras lá dentro. O Z Flip também não é resistente à água. Embora a Samsung tenha revestido o interior do telefone com um revestimento hidrofóbico, isso é mais para proteger contra poeira ou umidade do que um mergulho completo na água.

A Samsung também colocou escovas minúsculas dentro da dobradiça do Z Flip, para evitar a entrada de sujeira e poeira, mas só o tempo dirá quão bem isso vai funcionar. Portanto, no final, embora o Z Flip seja definitivamente mais durável do que os dobráveis anteriores — especialmente, o corpo, a tela e a dobradiça — ele não é tão resistente quando um dispositivo convencional no formato sanduíche de vidro. E, sejamos sinceros, eles também nem são tão resistentes assim.

Galaxy Z Fold roxo

Felizmente, as especificações do Z Flip são muito boas — e muito melhores do que os componentes intermediários que você recebe no Moto Razr. Embora você não tenha uma entrada para fone de ouvido ou um slot para cartão microSD, dois recursos que estão se tornando cada vez mais difíceis de encontrar em telefones topo de linha. Mesmo assim, você conta ainda com um chip Qualcomm Snapdragon 855+, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

A vida útil de bateria também é surpreendentemente decente. O Z Flip durou 13 horas e 29 minutos em nosso teste de vídeo, que é uma hora a mais do que o Pixel 4 XL (12h36m), e próximo do que atingiu o OnePlus 7 Pro (13h36m), mas distante do Galaxy S10+ (15:09). Algo curioso no telefone é que o Z Flip só usa o alto-falante que vai no ouvido para chamadas, diferente de praticamente todos os outros telefones Galaxy. Isso significa que você só recebe som de vídeos e música em mono, saindo apenas alto-falante montado na parte de baixo do Flip.

Quando se trata de tirar fotos, a câmera principal traseira do Z Flip de 12 MP e a câmera ultra grande angular de 12 MP são praticamente as mesmas do Galaxy S10, mas com um processamento de imagem ligeiramente melhor. As fotos no geral parecem boas, mas você não está com os novos e aprimorados sensores que a Samsung colocou na nova linha Galaxy S20. E, como nos telefones Galaxy anteriores, o Z Flip tende a capturar fotos com um tom de cor excessivamente amarelo em comparação com outros aparelhos. Telefones como o Pixel 4 oferecem melhor balanço de branco. E, apesar de uma câmera telefoto não ser um grande diferencial, seria legal ter uma dessas aqui.

O Z Flip preservou melhor as texturas do gelo, mas esta foto está muito azul, e de modo geral, não é tão boa quanto a que tirei com o Pixel 4. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

Comparado com o Galaxy S10, a foto do Z Flip é essencialmente a mesma, mas um pouco melhor em detalhes. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
A foto do Z Flip está um pouco amarelada comparada com a do Pixel 4 (em tempo, não sei por que o rosto do jogador de hóquei Martin Brodeur foi pintado de azul). Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
O Pixel 4 tem uma vantagem em fotos com pouca luz graças ao modo noturno do Google. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

No entanto, apesar das deficiências como a falta de resistência à água e uma tela não tão durável quanto um vidro convencional, o Z Flip ainda é um triunfo. É impressionante ver o quanto as coisas melhoraram desde o Galaxy Fold. Ao eliminar as lacunas do painel e a tela mole do Fold, a Samsung transformou o Z Flip em algo que você não tem medo de carregar. Suas dimensões menores são uma delícia de segurar, e truques bacanas como poder abrir o telefone na posição de 90 graus para transformá-lo em seu próprio tripé enquanto tirar fotos são mais úteis do que você imagina.

Isso tudo faz com que o maior obstáculo ao Z Flip seja seu preço e disponibilidade. Mas, como o Razr original (ou V3, como ficou famoso no Brasil) provou há mais de 15 anos, há muito espaço no mundo para um telefone mais voltado para lifestyle e com especificações acima da média. E comparado ao novo Razr, o Z Flip o supera em quase todo os aspectos. Custo, especificações, duração de bateria, câmera e durabilidade. O Z Flip está aqui para corrigir os erros dos dobráveis anteriores, a ponto de você considerar comprar um.

Traseira do Galaxy Z Flip

Agora, não estou dizendo que você deva gastar quase US$ 1.400 (ou R$ 8.999 no Brasil) em um telefone. Comprei porque tinha uma curiosidade mórbida e queria testar como o Z Flip e o vidro ultrafino da Samsung aguentam o uso com o tempo. Mas depois de ter um por apenas uma semana, a grande conclusão é que o Z Flip prova que os telefones dobráveis podem ser muito mais do que um modismo.

Direto ao ponto

  • Sim, o Z Flip ainda tem um vinco, mas é um pouco menos óbvio, e a tela é em geral muito mais forte e durável.
  • Embora a Samsung tenha revestido a parte interna do telefone com nanopartículas hidrofóbicas, o telefone ainda não é o que você chamaria de resistente.
  • A vida útil e o desempenho da bateria são consistentes, e o sensor de impressão digital na lateral é bem rápido.
  • Existem poucas alegrias relacionadas a gadgets que sejam melhor que o ato de fechar um telefone, especialmente quando você não tem o medo de quebrá-lo.
  • O Z Flip é mais difícil de abrir com uma mão do que você realmente gostaria.
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Link no Instagram: veja como usar nos Stories, na bio e em publicações

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Compartilhe fotos e vídeos do Instagram — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Aprenda a adicionar link na bio e a compartilhar publicações da rede social

Usar links no Instagram é possível de diversas formas, embora a rede social não permita adicionar links clicáveis. Uma das possibilidades é o famoso “link na bio”, único espaço da rede social que permite a adição de URLs, além do Instagram Stories. Nas histórias, o tão almejado recurso “arrastar para cima” está disponível apenas para perfis verificados e contas comerciais com mais de 10 mil seguidores.

Linktree agrega vários links na bio do Instagram — Foto: Reprodução/Pedro Cardoso

O que alguns não sabem é que o Instagram permite compartilhar os links das publicações feitas na própria rede social em plataformas externas. Com isso, os usuários podem compartilhar seu perfil com amigos, além de enviar posts dos Stories e vídeos do IGTV. Confira a seguir, todas as formas de usar links no Instagram.

Como o Instagram não permite links clicáveis nas publicações e comentários, usuários que precisam destacar um endereço eletrônico específico costumam colocá-lo na biografia do perfil, já que a seção contém um espaço reservado para a adição de links. O procedimento é simples: ao editar o perfil, basta colar o link desejado no campo “Site” e salvar as alterações.

Link especial inclui o número de telefone e direciona usuário direto à tela de conversa no WhatsApp — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Quem quiser adicionar mais de um link na bio pode recorrer ao site Link.Bio, que gera uma única página com várias URLs, ou à ferramenta Linktree. Muito utilizada por influenciadores e empresas, a plataforma condensa, em um único link, todas as páginas que precisam ser divulgadas, em formato de lista. O destaque do serviço é a possibilidade de acompanhar estatísticas de cliques e visualizações.

Link especial inclui o número de telefone e direciona usuário direto à tela de conversa no WhatsApp — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Há também um truque que permite adicionar um link no Instagram para o WhatsApp. Ao tocar no endereço, o usuário é redirecionado para uma janela de conversa no mensageiro. O recurso é ideal para contas comerciais, que têm um número específico para atendimento de clientes na versão Business do app de mensagens.

Além disso, vale ressaltar que o Instagram reconhece a marcação de outras contas na bio e transforma o @usuário em um link clicável.

2. Link nos Stories (arrastar para cima)

Recurso “Arrastar para cima” está disponível apenas para contas comerciais com mais de 10 mil usuários e contas verificadas — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Recurso "Arrastar para cima" está disponível apenas para contas comerciais com mais de 10 mil usuários e contas verificadas — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

O famoso recurso “arrastar para cima” é bastante procurado por quem quer inserir links nos Stories do Instagram. A função é ideal para divulgar conteúdos produzidos fora da rede social, como textos em blogs, produtos para vendas e vídeos mais longos. Infelizmente, a ferramenta está disponível apenas para contas verificadas ou perfis comerciais com mais de 10 mil seguidores. Se você é um usuário comum, terá que se contentar com o tradicional “link na bio”.

Ao compartilhar o próprio perfil do Instagram, muitos usuários informam apenas o nome após o “@”. A ideia é que a pessoa encontre a conta manualmente, pela ferramenta de busca da rede social. O que nem todo mundo sabe é que há um caminho bem mais prático: gerar um link para a página. Basta abrir o perfil desejado, tocar nos três pontinhos do canto superior direito e selecionar “Copiar URL do perfil”. O link pode ser compartilhado no Facebook, Twitter, WhatsApp e outras plataformas. Quem clicar na URL será redirecionado direto para o perfil.

Passo a passo rápido de como copiar a URL do perfil do Instagram — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

É possível compartilhar publicações próprias e de outros usuários através de links. No IGTV, o procedimento se resume a tocar nos três pontos na parte inferior do vídeo e selecionar o botão “Copiar link”. Com a URL na área de transferência, basta colá-la onde quiser.

Compartilhar links dos Stories também não é nenhum mistério. As histórias do Instagram têm um botão de compartilhamento que permite aos usuários enviar a publicação para outras redes sociais ou WhatsApp. Basta abrir o story desejado, tocar nos três botões do canto inferior direito, selecionar a opção “Compartilhar em…” e escolher o canal de envio.

Compartilhe publicações do Instagram Stories em poucos passos — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

É possível, ainda, obter o link de fotos e vídeos postados no feed. Para isso, abra a publicação desejada, toque nos três pontos do canto superior direito e selecione “Compartilhar em…”, assim como nos Stories. Você também pode optar pelo botão “Copiar link”. Neste caso, será necessário colar a URL manualmente na plataforma desejada. O passo a passo também é útil nos casos em que é preciso incorporar um post a algum site.

Compartilhe publicações do Instagram Stories em poucos passos  — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak
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