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SANTARÉM/ Curso de Recepcionista em Meios de Hospedagem encerra com aula prática

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A Secretaria Municipal de Turismo (Semtur) encerrou o curso de Recepcionista em Meios de Hospedagem, com aula prática no Hotel Prático, com intuito de reforçar a aprendizagem na aplicação das teorias aprendidas em sala de aula.

Técnicas e conhecimentos sobre a rotina e os procedimentos que envolvem o atendimento nos meios de hospedagem, compreender as principais funções, regras de etiqueta e comportamentos relacionados a um recepcionista, foram assuntos abordados no curso. “Abordamos vários assuntos referentes ao trabalho de um recepcionista e hoje estamos concluindo, com uma aula prática de tudo que foi passado para os participantes”, foi o que destacou, Vitor Cordeiro, facilitador do curso.

Samuel Victor da Silva Jati (foto), recepcionista de um hotel, afirmou que o curso possibilitou a atualização de conhecimentos na área. “A nossa cidade tem uma carência muito grande de cursos como este, de atualizações como esta, pois sabemos que o turismo tem sofrido várias mudanças, principalmente o comportamento de nossos clientes, que buscam cada vez mais a qualidade na prestação de nossos serviços e com o conhecimento adquirido no curso vamos melhorar ainda mais nossas técnicas para o atendimento de nossos hóspedes”, frizou.

A cursista Jackeline Karen Rebelo de Sousa (fot), ao agradecer a oportunidade que a Prefeitura de Santarém disponibilizou em promover o curso, comentou sobre a importância da teoria e da prática para o entendimento das atribuições do profissional recepcionista. “Só tenho a agradecer à Secretaria de Turismo e a Prefeitura de Santarém por terem disponibilizado o curso que é muito importante para cidade, principalmente pelo polo turístico em que Santarém está posicionada. Para quem não tinha noção do que é atender em um hotel e suas particularidades, a prática foi de fundamental importância para exercitar a teoria aprendida. Já fiz um curso envolvendo a hotelaria, mas não especificamente da recepção, e com a aula prática que estamos desenvolvendo hoje, conhecendo de perto toda a funcionalidade de uma recepção com os atendentes aqui do Hotel Prático, estamos aprendendo muito sobre a profissão”. Finalizou.

A culminância e entrega dos certificados do curso acontecerá no próximo dia 31 de agosto, na Orla Fluvial de Santarém, em frente ao Terminal Fluvial Turístico (TFT), durante a realização do Projeto Pôr do Sol, a partir das 17h30mim.

 

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Chefe do tráfico internacional de drogas é preso em Tucumã, no Sul do Pará

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Policial observa aeronave apreendida durante operação Flak     (Polícia Federal/divulgação)

Vilma Nascimento, Ana Paula Rehbein e Camila Bomfim, TV Anhanguera e TV Globo

 

Aeronaves que, segundo a PF, eram usadas por quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas — Foto: Divulgação/PF

Aeronaves que, segundo a PF, eram usadas por quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas — Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal  prendeu 22 pessoas na manhã desta quinta-feira (21), em uma operação contra uma quadrilha especializada em transportar drogas da Colômbia e da Venezuela para o Brasil, Estados Unidos e Europa. Ao todo, agentes cumprem 55 mandados de prisão contra envolvidos no esquema. Além das prisões, a PF tenta apreender 47 aeronaves usadas pela quadrilha.

João Soares Rocha, apontado como chefe da quadrilha, foi preso em Tucumã, no  Sul do Pará.  Pelo menos, 40 Aeronaves já foram apreendidas pela PF, mas um balanço de apreensões não havia sido divulgado até a última atualização desta reportagem.

Segundo a investigação, a quadrilha transportou mais de 9 toneladas de cocaína entre 2017 e 2018, em 23 voos que carregavam 400 quilos da droga, em média, cada um.

Números da operação até as 10h:

  • 22 prisões;
  • 18 buscas cumpridas;

Além de pilotos, a organização contava com mecânicos que adulteravam as aeronaves para aumentar a autonomia dos voos e ocultar o prefixo original dos aparelhos, para despistar as autoridades. O grupo usava Palmas e Porto Nacional, no Tocantins, como pontos de apoio.

As investigações indicam que a rota do transporte de drogas passava pelos países produtores (Colômbia, Bolívia), países intermediários (Venezuela, Honduras, Suriname e Guatemala) e países destinatários (Brasil, Estados Unidos e União Europeia).

Operação da PF mira tráfico internacional de drogas no DF e 7 estados

Operação da PF mira tráfico internacional de drogas no DF e 7 estados

 A operação envolve 400 policiais e conta com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Grupamento de Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar de Goiás. Os mandados foram expedidos pelo juiz federal Pedro Felipe de Oliveira Santos, da 4ª Vara de Palmas. As investigações também tiveram apoio da agência americana DEA (Drug Enforcement Administration) e da agência surinamesa CTIU (CounterTerrorism Intelligence Unit).

Os mandados são cumpridos no Ceará, no Distrito Federal, em Goiás, no Pará, no Paraná, em Roraima, em São Paulo e no Tocantins. Além da apreensão das aeronaves, o juiz determinou o sequestro de 13 fazendas e de cerca de 10 mil cabeças de gado.

De acordo com as investigações um dos envolvidos na organização criminosa era o piloto Cristiano Felipe Rocha Reis, que morreu em Goiânia após uma queda de avião no Pará. Ele era sobrinho do empresário João Soares Rocha.

Cristiano Felipe Rocha, que morreu após acidente no Pará, também tinha envolvimento no esquema — Foto: Reprodução/Instagram

Cristiano Felipe Rocha, que morreu após acidente no Pará, também tinha envolvimento no esquema — Foto: Reprodução/Instagram

Outro citado como integrante da operação é Evandro Geraldo Rocha dos Reis, pai de Cristiano, e que morreu na queda do mesmo avião em que o filho estava.

Ainda segundo as investigações, o esquema teria ligações com traficantes como Fernandinho Beira-Mar e também Leonardo Dias Mendonça, que estava preso em Aparecida de Goiânia, mas ganhou progressão para o regime semiaberto.

Segundo a PF, os investigados devem responder por tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

A operação foi batizada de Flak, termo que, de acordo com a PF, era usado durante a Segunda Guerra Mundial para identificar a artilharia antiaérea alemã.

O esquema

As investigações da Polícia Federal apontam que o grupo agia dividido em quatro núcleos. O primeiro era comandado por João Soares Rocha e tinha a função de gerenciar as operações de transporte e de distribuição de cocaína. Eles eram responsáveis pela comunicação com produtores e varejistas do tráfico, organização do transporte aéreo, recrutamento de pilotos e mecânicos para tarefas operacionais, definição das estratégias de fuga, seleção das pistas de pouso e pontos de apoio, além de outras funções gerenciais.

O segundo núcleo era composto de pilotos e ajudantes que prestam serviços regulares ao núcleo empresarial. Eles eram responsáveis pela condução das aeronaves adulteradas com drogas e dinheiro, além da elaboração de planos de voos irregulares, mapeando rotas para escapar do controle aeronáutico.

Mecânicos que adulteravam a estrutura dos aviões para prolongar a autonomia do voo integravam o terceiro núcleo. Eles também faziam manutenção das aeronaves e adulteravam os prefixos.

Os produtores ou compradores de cocaína, que contratam os serviços do núcleo logístico para o transporte e a distribuição da droga, são apontados pela PF como quarto núcleo.

Crimes

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, por tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

O nome da operação Flak faz alusão a uma expressão utilizada pelos países aliados durante a Segunda Guerra Mundial para se referirem à artilharia antiaérea alemã.

 

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CONSUMIDOR

Barcarena espera soluções do novo presidente da CDP

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O engenheiro civil Eduardo Henrique Pinto Bezerra assumiu nesta segunda-feira (18) a presidência da Companhia das Docas do Pará (CDP), que  administra os portos e terminais de Belém, Vila do Conde, Miramar, Santarém, Outeiro, Óbidos, Itaituba e Altamira. A CDP estava sendo adminsitrada interinamente  desde agosto de 2018, por Maria Helena Moscoso da Silva. Bezerra tem 43 anos e teve seu nome aprovado pelo Comitê de Elegibilidade da Companhia Docas do Pará, conforme determina a lei 13.303/2016,
É graduou  pela Unama (1998), tem Especialização em Gestão e Engenharia Portuária (UFSC/Brasília-DF) e em Montagem Industrial (UFF-Niterói-RJ), já foi titular do Conselho de Autoridade Portuária da CDP e presidiu o Conselho de Administração da Cia. Docas do Rio Grande do Norte (Codern).
Analista de Infraestrutura do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, cedido à Secretaria de Portos da Presidência da República (extinta em 12/05/2016), ele já exerceu a Coordenação-Geral de Projetos e Programas do Departamento de Gestão Portuária da Secretaria de Gestão e Infraestrutura; foi coordenador-geral de Avaliação de Projetos e Estudos Econômicos e coordenador-geral de Modelagem e Outorgas da Secretaria de Políticas Portuárias; diretor do Departamento de Portos Fluviais e Lacustres da Secretaria de Portos da Presidência da República; diretor do Departamento de Portos Fluviais e Lacustres da Secretaria de Infraestrutura Portuária do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil; e desde 2017 era o coordenador-geral de Gestão Contratual do Departamento de Outorgas Portuárias da Secretaria Nacional de Portos do atual Ministério da Infraestrutura.
O principal desafio do novo presidente da CDP é resolver o impasse de Barcarena, criado pelo naufrágio de um navio com cinco mil cabeças de boi e 700 toneladas de óleo. Além disso há problemas em quase todos os portos administrados pela companhia que exigem solução

A tragédia de Barcarena  atingiu a vida de milhares de pessoas nessa região. As famílias prejudicadas contam que até hoje não foram indenizadas por causa da tragédia ambiental, social e econômica.

Depois de quatro  anos do naufrágio, o navio Haidar continua no fundo do rio Pará. Os animais que estavam a bordo morreram afogados, muitos presos na embarcação, em uma das cenas mais chocantes já vistas.

Centenas de animais mortos foram levados pelo rio Pará até a praia de Vila do Conde, onde ficaram encalhados na areia — Foto: Divulgação

Centenas de animais mortos foram levados pelo rio Pará até a praia de Vila do Conde, onde ficaram encalhados na areia — Foto: Divulgação

O banho nas águas foi proibido e o movimento de frequentadores das praias de Barcarena, Abaetetuba e ilhas vizinhas caiu. Pescadores também não puderam mais retirar o sustento dos rios e os impactos do naufrágio continuam sendo sentidos até hoje.

“As pessoas ficam com receio de comprar o peixe dos pescadores, pensando que ele está contaminado. Só que isso não procede. O nosso peixe está bom para o consumo, tanto que nós, moradores, nos alimentamos desse peixe também”, explica uma representante do Centro Comunitário de Vila do Conde.

Dona Ana trabalhava em uma barraca, mas teve de fechar as portas, porque não tinha para quem vender. “Nós pagávamos aluguel, ai tivemos que sair do bar, porque não tínhamos como pagar, por causa do movimento, que acabou”, conta. “Desde quando aconteceu isso, aqui não presta mais pra nada”, avalia outra moradora.

Cerca de 5 mil bois estavam na embarcação que afundou — Foto: Renato Pereira/ Arquivo pessoal

Cerca de 5 mil bois estavam na embarcação que afundou — Foto: Renato Pereira/ Arquivo pessoal

Kézia conta que batalha por melhores condições de vida dos moradores e que em torno de 1.500 famílias devem ser indenizadas só em Vila do Conde. “Estivemos no dia 25 como Dr. Laércio, da promotoria de Barcarena, e a informação que ele nos passou foi que a partir desse mês talvez sejam chamadas as lideranças comunitárias para fazer o levantamento da lista dos moradores, para ver de que forma vamos ser beneficiados com a indenização”, diz.

O píer onde o navio naufragou continua interditado. Os prejuízos têm sido grandes por causa da interdição e isso  acarretou  perda de receita mensal.

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Porta-voz anuncia demissão de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência

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Em nota, presidente Jair Bolsonaro (PSL) desejou sorte ao agora ex-ministro. A motivo da exoneração e o tempo que levou para ser efetivada foi explicada como ‘de foro íntimo’

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, anunciou na noite desta segunda-feira (18) a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustav o Bebianno. Trata-se da primeira baixa do governo de Jair Bolsonaro (PSL), resultado de denúncia de que o PSL, partido do presidente, usou candidaturas laranjas nas eleições do ano passado.

A crise se estendeu quando o filho do presidente, vereador no Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, chamou Bebianno de “mentiroso”, o que também foi feito pelo presidente.

Em nota lida pelo porta-voz, Bolsonaro deseja “sucesso na nova caminhada” e agradece Bebianno por sua “dedicação”.“O motivo da demissão é de foro íntimo do presidente”, afirmou o porta-voz, ao ser questionado sobre a motivação da demissão.

Quem assume a secretaria com status de ministério é o general Floriano Peixoto

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