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ECONOMIA

Saques de contas do FGTS e restituição do IR vão aquecer a economia

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Agência da Caixa: Retirada do fundo para quem não tem conta no banco começa no mês que vem (foto: José Cruz/Agência Brasil)

A semana começa com boas perspectivas para quem está precisando de dinheiro para pagar contas ou consumir. Na sexta-feira (13/9), iniciam os saques de R$ 500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quem tem conta poupança na Caixa, criada até 24 de julho. Terão o valor depositado primeiro os que nasceram nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril (veja quadro). Cerca de 33 milhões de pessoas receberão o crédito automático de R$ 15,5 bilhões.

Quem não quer o saque, a reversão poderá ser feita por meio de solicitação no site da Caixa (Internet banking) ou no App do FGTS. Os trabalhadores que não possuem conta na Caixa só poderão sacar a partir de 18 de outubro, também de forma escalonada. O saque pode ser feito até dia 31 de março de 2020, mediante documento de identificação, Cartão Cidadão e senha, em qualquer caixa eletrônico das agências da Caixa e nas Casas Lotéricas.

Além do dinheiro do FGTS, a Receita Federal disponibilizou ontem a consulta ao quarto lote de devolução do Imposto de Renda. Segundo o Fisco, 2,8 milhões de contribuintes têm direito à devolução de R$ 3,5 bilhões, que estarão depositados no próximo dia 16. Para o professor da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Piscitelli, a restituição do IR e o saque do fundo proporcionam aos trabalhadores a possibilidade de reorganizar finanças, quitar dívidas ou suprir necessidades imediatas.

“A medida cria a expectativa de aumento no consumo e dinamização da economia, mas não existe uma resposta concreta. Não podemos achar que o dinheiro voltará para circulação imediatamente”,disse Piscitelli.

O professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Ricardo Rocha acredita que o saque imediato do FGTS dá a oportunidade de a população voltar a ter mais condições de consumo.

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ECONOMIA

Mais de três milhões buscam emprego há mais de 2 anos

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Foto: Reprodução / Fonte: Com informações da Agência Brasil

Cerca de 3,2 milhões de pessoas estão à procura de emprego há dois anos ou mais no Brasil. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso representa 25,2% dos 12,5 milhões de desocupados do país.

Ainda segundo o IBGE, cerca de 1,8 milhão, ou 7,1% dos desocupados, estavam há menos de um mês procurando emprego. A taxa de desemprego no país no terceiro trimestre deste ano, divulgada no fim de outubro, ficou em 11,8%, abaixo dos 12% registrados no segundo trimestre.

A Pnad-Contínua divulgada hoje trouxe ainda dados sobre taxa de desemprego dos estados. O estado de São Paulo foi o único a apresentar queda na taxa de desemprego do segundo para o terceiro trimestre deste ano. A taxa recuou de 12,8% para 12% no período em São Paulo.

Segundo a pesquisadora da IBGE, Adriana Beringuy, a queda ocorreu devido à redução do número de desempregados e não em função do aumento da ocupação.

Já Rondônia foi o único estado com alta na taxa de desemprego, ao passar de 6,7% para 8,2%. As outras 25 unidades da federação tiveram estabilidade na taxa, de acordo com os dados do IBGE.

As maiores taxas foram observadas nos estados da Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Já os menores níveis foram registrados em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%).

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve altas em Goiás (que passou de 8,9% para 10,8%) e Mato Grosso (de 6,7% para 8%). Três estados tiveram queda neste tipo de comparação: São Paulo (13,1% para 12%), Alagoas (de 17,1% para 15,4%) e Sergipe (17,5% para 14,7%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas ou subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas) foi de 24% no país. Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%) apresentam estimativas acima de 40%.

Por outro lado, as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%).

O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) foi de 4,7 milhões de pessoas no terceiro trimestre. Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil) e no Maranhão (592 mil) e os menores em Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).

O percentual de pessoas desalentadas foi de 4,2%. Os maiores percentuais estavam no Maranhão (18,3%) e Alagoas (16,5%) e os menores em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).

Santa Catarina tinha o maior percentual de empregados com carteira assinada (87,7%). Já o menor percentual estava no Maranhão (49,9%).

As unidades da federação com maior percentual de trabalhadores sem carteira de trabalho assinada no setor privado foram Maranhão (50,1%), Pará (49,9%) e Piauí (49,9%). As menores taxas foram observadas no Rio Grande do Sul (18,1%) e Santa Catarina (12,3%).

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ECONOMIA

Governo oficializa desbloqueio de R$ 14 bilhões do orçamento

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Governo libera parte do orçamento bloqueado Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O governo oficializou na segunda-feira (18), o desbloqueio de R$ 13,976 bilhões do Orçamento de 2019 que estavam bloqueados. O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. As informações são da Agência Brasil.

Paulo Guedes afirmou que a liberação foi possível conseguiu obter recursos através de receitas com a venda de ativos de estatais e pelos leilões do pré-sal. O ministro explicou o que foi feito para colocar as contas em ordem e permitir o desbloqueio.

– Chegamos ao final do ano numa situação bastante melhor. Primeiro, porque tivemos muitas receitas extraordinárias que vieram das nossas próprias atitudes. Segundo, porque nós acabamos descontingenciando o que havíamos preventivamente contingenciado, de forma a acabar tendo um ano bastante dentro das expectativas de gastos dos ministérios – disse

Já o ministro Onyx Lorenzoni, declarou que o governo optou pela rigidez com as finanças. Segundo ele, para liberar os valores bloqueados, o governo precisava ter garantias de que contaria com as receitas extraordinárias.

– Em nenhum momento, flexibilizamos. Começamos reduzindo o tamanho do governo. Desestatizando, desmobilizando e buscando receitas extraordinárias. É importante lembrar que, até outubro, vivemos da incerteza da realização da cessão onerosa – afirmou Onyx.

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ECONOMIA

Petrobras reajusta gasolina em 2,8% nas refinarias

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Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro

A Petrobras reajustou hoje (19), no Rio de Janeiro, o preço da gasolina em 2,8% em suas refinarias. O último aumento do combustível ocorreu em 29 de setembro. Também houve reajuste de 1,2% no preço do óleo diesel.
 
O aumento foi no combustível vendido nas refinarias para os distribuidores, ou seja, os postos de gasolina. O valor final que o motorista pagará para abastecer seu carro dependerá de cada posto.
 
Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina cobrado nos postos era de R$ 4,407 por litro, na última semana.

O valor teve majorações consecutivas nas últimas três semanas e acumula uma alta de 0,66% no período.

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