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ESPORTES

Sem sistema de 2018, Palmeiras tem só duas posições em aberto no time titular

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Foto: Reprodução / Fonte: Estadão Conteúdo

O Palmeiras vai para os quatro meses finais e decisivos da temporada 2019 cada vez mais distante do sistema de rodízio de titulares, proposta responsável pelo sucesso do clube em competições no segundo semestre do ano passado. Pelos últimos jogos do time e pelas escolhas do técnico Luiz Felipe Scolari para montar a formação titular, é possível notar a repetição de grande parte da equipe e a busca por opções em apenas duas funções.

Do goleiro ao centroavante, o Palmeiras tem mantido um padrão na escolha de nove dos 11 titulares. Somente para a posição de armador e para centroavante o treinador tem buscado trocar peças e experimentar diferentes entrosamentos. Contra o Bahia, no último domingo, Scarpa foi quem virou o meia e o estreante Luiz Adriano recebeu oportunidade no ataque.

Nas partidas anteriores, a espinha dorsal da equipe pouco se alterou, exceto por casos como lesões, suspensões ou desgaste. Marcos Rocha e Diogo Barbosa agora pouco se revezam com Mayke e Victor Luís nas laterais. Luan e Gómez raramente deixam o posto de titulares na zaga, assim como Felipe Melo e Bruno Henrique compõem o meio-campo com regularidade. No ataque, Dudu continua intocável e agora recuperado de lesão, Willian, tem recebido sequência.

A base foi mantida por Felipão mesmo semanas atrás com compromissos seguidos entre Campeonato Brasileiro e Libertadores. As funções ainda em aberto no time (armador e centrovante) devem passar ainda por mais outras análises nas próximas semanas. No meio-campo, jogadores como Lucas Lima, Raphael Veiga e por último Gustavo Scarpa receberam oportunidades recentemente.

Já para o ataque, a tendência é Luiz Adriano ganhar sequência, após uma boa estreia contra o Bahia, no último domingo. Henrique Dourado chegou recentemente e também poderá ser testado na posição. O clube se prepara para uma possível negociação por Arthur Cabral, que aos 21 anos, atuou em poucas ocasiões de deve ser emprestado para ganhar experiência.

Com o calendário até o fim do ano marcado apenas por compromissos entre a Libertadores e o Campeonato Brasileiro, a tendência é o Palmeiras não ter um grande revezamento de titulares. No ano passado a equipe adotou a tática para dar conta dessas duas competições e também da Copa do Brasil, da qual foi semifinalista.

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PAYSANDU

Paysandu realiza ‘peneirada’ por novos talentos do basquete

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Equipe sub-15 do basquete bicolor - Crédito: Ascom / Paysandu

O Paysandu quer ir além da conquista do bicampeonato paraense consecutivo do basquetebol masculino adulto dessa temporada. Pensando em manter a hegemonia na modalidade, o departamento de esportes amadores do Bicola organizou uma ‘peneirada’, ondo o objetivo é garimpar novos talentos do esporte.

Nesta quinta e sexta-feira (12 e 13 de dezembro), no ginásio Moura Carvalho, anexo à sede social do clube alviceleste, ‘lobinhos’ das categorias sub-12 a sub19 estarão sob avaliação. O investimento para participar da seleção é de R$ 20.

Vale lembrar que o Paysandu é o maior campeão do basquetebol no estado do Pará na categoria principal, com 35 conquistas. Na sequência, vem o Clube do Remo com 28 títulos; a Assembleia Paraense com seis taças; o Bancrévea com uma e o Clube Esportivo Universitário também com uma conquista.  

Em 2019 o Parazão de Basquetebol contou com somente duas equipes: Remo e Paysandu. As equipes disputaram uma melhor de cinco partidas e o Paysandu venceu o torneio com três vitórias e uma derrota para seu arqui-rival.

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ESPORTES

Bia Ferreira e Arthur Nory são eleitos melhores atletas do ano

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

A boxeadora Bia Ferreira e o ginasta Arthur Nory receberam o prêmio de melhores atletas de 2019 na noite desta terça-feira (10), em cerimônia realizada pelo Comitê Olímpico do Brasil, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

Bia superou Ana Marcela Cunha (maratona aquática) e Nathalie Moellhausen (esgrima), e Nory venceu Gabriel Medina (surfe) e Isaquias Queiroz (canoagem velocidade). Aos 26 anos, a baiana Bia se tornou a primeira brasileira a conquistar medalha de ouro em competições de boxe no Pan. Neste ano, em Lima no Peru, ela superou a argentina Dayana Sanchez na final da categoria até 60 kg. Nory também teve um ano de bons resultados, o principal deles no Mundial de Ginástica, em outubro, quando conquistou o ouro na barra fixa.

A equipe brasileira de revezamento 4×100 m rasos nos Jogos de Pequim foi homenageada a medalha de bronze, herdada oficialmente após doping do jamaicano Nesta Carter. José Carlos Moreira, Vicente Lenilson e Sandro Viana subiram ao palco, enquanto Bruno Lins não esteve na festa.

Além da premiação aos melhores deste ano, o evento também incluiu seis ídolos no Hall da Fama do COB. São eles, Joaquim Cruz, campeão olímpico dos 800 m nas Olimpíadas de Los Angeles 1984 e prata em Seul (1988); Paula, campeã mundial de basquete em 1994 e prata em Atlanta (1996); os já falecidos Guilherme Paraense, atirador e primeiro campeão olímpico do país na história dos Jogos Olímpicos, em Antuérpia 1920; João do Pulo, bronze no salto triplo (Montreal, 1976, e Moscou, em 1980); Maria Lenk, nadadora, primeira mulher sul-americana a disputar os Jogos (Los Angeles, 1932); e Sylvio Magalhães Padilha, primeiro sul-americano a disputar uma final olímpica no atletismo, nos 400 m com barreiras, em Berlim 1936.

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FUTEBOL

Cruzeiro terá menos verba e desafio nas contas de 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

Rebaixado pela primeira vez no Campeonato Brasileiro e vivendo a pior crise financeira da sua história, o Cruzeiro estreará na Série B em 2020 como o primeiro clube grande a enfrentar o corte de verbas de TV.

A redução pode chegar a 60% do orçamento. Em um ano sem títulos nacionais, a equipe já teve queda na receita em 2019. No ano passado, R$ 185 milhões do total de R$ 322 milhões arrecadados vieram de cotas de TV.

O modelo de contrato que o Grupo Globo passou a implementar em 2019 prevê que as verbas para os fundos de TV dos clubes -tanto transmissões de TV aberta quanto na fechada- dependem da presença deles na Série A.

Pelo novo acordo, que entrou em vigor neste ano e terá validade até 2022, 40% do valor pago pela Globo é igual para todos os clubes, 30% depende do número de transmissões e outros 30% da performance do clube no campeonato. Somente quem terminar classificado até o 16º lugar recebe esse valor no ano seguinte. Os rebaixados ficam sem nada.

A mudança derrubou a cláusula conhecida como paraquedas, que valia até 2018 e garantia aos times o mesmo valor das cotas da Série A no primeiro ano disputando a segunda divisão.

Esse dispositivo ajudou outros grandes a voltarem a ficarem apenas um ano na Série B. Em 2017, o Internacional recebeu R$ 60 milhões, enquanto o Vasco ganhou R$ 100 milhões um ano antes.

Com as novas regras, times rebaixados podem optar por receber o valor fixo pago a todos na disputa (R$ 8 milhões) ou ficar com valores correspondentes à venda de jogos em pay-per-view (em 2019, cerca de R$ 30 milhões).

À reportagem o Cruzeiro disse que irá sentar com a Globo para negociar valores. Ainda sem aprovar as contas de 2018, o clube não sabe estimar a receita e o rombo da dívida que terá de equilibrar em 2020.

A cota de 2020 já terá desconto, porque em 2018 a gestão do presidente Wagner Pires de Sá pediu antecipação parcial das verbas de TV até 2022. A informação foi confirmada pelo clube.

O Profut (Programa de Modernização da Gestão de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) proíbe antecipação de receitas referentes a períodos posteriores ao fim da gestão ou mandato corrente, exceto para percentual equivalente a 30% da receita do primeiro ano de gestão. Pires de Sá foi eleito para o período 2018-2020

Em uma projeção feita por Cesar Grafietti, consultor de finanças e gestão do esporte, o corte na verba da TV será a maior diferença em 2020.

A receita total clube deve chegar a R$ 137 milhões no próximo ano, considerando cota de TV, publicidade estável e venda de atletas igual à média da última década. O valor é equivalente a 42% da receita de 2018.

A situação do Cruzeiro é mais difícil do que a de outros grandes rebaixados, na avaliação dele, mas não chega a ser exatamente desconfortável em comparação aos rivais de 2020, já que as receitas de clubes da série B costumam girar entre R$ 50 e 60 milhões.

– A gente está falando de um clube que deve receber entre R$ 100 e 120 milhões de receita e, se vender atletas, o valor pode aumentar. Acho que a grande questão do Cruzeiro é repensar seus custos e fazer com que caibam dentro desses valores – diz Grafietti.

Um levantamento do Itaú BBA aponta que a dívida do Cruzeiro cresceu 41% de 2017 a 2018, chegando a R$ 469 milhões. Considerando débitos, a origem deles e como é feita a gestão do clube, estudo da consultoria legislativa da Câmara dos Deputados estimou que o agremiação levaria 200 anos para quitar suas dívidas.

Além de questões legais em aberto, outro ponto em discussão na reestruturação do Cruzeiro para o ano que vem será o elenco grande e caro, com nomes como Fred e Thiago Neves -afastado, o meia disse à Fox Sports que aceitaria reduzir o salário, mas Zezé Perrella, gestor de futebol, afirma que o atleta não vestirá mais a camisa do time.

A renegociação dos contratos de jogadores que tiveram altos salários neste ano na série A é um dos pontos centrais da reestruturação, segundo Perrella. Ele fez a análise logo após a derrota para o Palmeiras no último domingo (8), resultado que sacramentou o rebaixamento.

– É hora de cada um entender que o Cruzeiro não tem condição de bancar isso. Vou ter que conversar com aquelas pessoas com salário fora da realidade do clube e tentar alguma coisa, para poder recomeçar dentro da realidade – disse.

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