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Sem tempo no rádio e televisão, Mário Couto usará a força das redes sociais

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Por Kátia Aguiar/ As Falas da Pólis
Liderando as pesquisas de intenção de votos para o Senado, o candidato Mário Couto (PP) sofreu  uma nova investida de seus adversários. Depois de assegurar o registro de sua candidatura, agora enfrenta batalha para ter garantido o seu tempo dos programas de rádio de televisão, caso se livre da impugnação que lhe impôs a Justiça Eleitoral, mediante decisão do juiz  Altemar Paes
Toda controvérsia gira em torno de suposta adesão de dirigente do partido à chapa do senador do MDB e do PSC. O advogado de Mário Couto, Inocêncio Mártires, explica que “não há razão para tanta controvérsia.
De fato, a executiva estadual deliberou firmar coligação para senador com outras legendas, porém, em seguida, verificou que a convenção não havia conferido essa autorização. De imediato, corrigiu-se a ata. Em breve tudo estará solucionado”, destaca.
Mário Couto ressalta que são muitas tentativas para impedir que ele volte ao Senado e “continue meu trabalho de combate à corrupção, no Pará e em todo o Brasil, mas, com Deus e com o povo, que estão do meu lado, vamos vencer e em breve vou recuperar o tempo na TV e rádios”, frisa Couto.
Para continuar o diálogo  com seus eleitores, Mário Couto intensificou a caminhada pelos municípios do Pará. Nesta sexta-feira (31), o candidato esteve em Parauapebas.
Também lançou um canal no YouTube, a TV 111.

Nesta semana Mário Couto entrou com denúncia no Conselho Nacional de Justiça contra o juiz Altemar Paes, acusando-o de parcial na demanda que culminou com a impugnação de sua candidatura.

O ex-senador aponta ligações estreitas do juiz com o deputado estadual Chicão (MDB) / Francisco Das Chagas Silva Melo Filho, pessoa de extrema confiança do candidato ao governo, Helder Barbalho.

“Os Barbalhos estão com medo de não reelegerem o Barbalhão (Jader), depois que viram resultados de pesquisas apontando minha posição de favorito para conseguir uma das vagas ao Senado. Então, os Barbalhos estão fazendo tudo para me tirar da campanha, fazendo uma perseguição com objetivo de inviabilizar minha candidatura”, disse Mário Couto.

Couto revelou também que seu advogado,  Inocêncio Mártires, já está recorrendo da decisão do juiz eleitoral,   que manteve apenas as candidaturas de Jader Barbalho e Zequinha Marinho habilitadas para concorrer ao Senado pela coligação O Pará Daqui pra Frente.

“A candidatura do Mário Couto não foi impugnada. Vamos recorrer e pedir que seja anulada essa decisão do juiz, que não se estende para o registro de candidatura”, informou Inocêncio Mártires à imprensa.

Ele ressalta, que a convenção do PP foi realizada dia 4 de agosto e o nome de Mário Couto constou na ata como candidato ao Senado Federal.

Na realidade, explica Mártires, a primeira ata da convenção, constou os nomes de Mário Couto, como candidato ao Senado, sendo suplentes Eslon Martins e Fabrícia Barrudada.

Mas, no dia seguinte ela informou que não havia se desincompatibilizado de função pública em tempo hábil, portanto estaria impedida. seu nome foi trocado e surgiu a segunda ata da convenção. Um terceira ata foi apresentada à justiça eleitoral, já com os nomes de Eslon Martins e Roberto Pena como primeiro e segundo suplentes.

“Eles se aproveitaram da redação conturbada da ata do PP. Mas, o que deve prevalecer é que os convencionais não delegaram poderes para excluir Mário Couto da lista dos candidatos”, assegura Inocêncio Mártires.

O recurso deverá ser julgado pelo pleno colegiado pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA) e se for mantida a decisão do juiz, a defesa de Mário Couto vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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