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Senado: Jader usa Facebook para pedir voto ao povo do Pará

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O senador Jader Barbalho, presidente regional do MDB, e dono de um império de comunicação integrado pelo jornal Diário do Pará, pela TV RBA (Rede Brasil Amazônia) e várias emissoras de rádio na capital e no interior, não dispensa as redes sociais para pedir o voto de seus eleitores, com vistas a mais um mandato de senador. No Facebook, o senador disse assim: “Meus amigos e minhas amigas, quero pedir, mais uma vez, o voto do povo do Pará, para representa-lo no Senado Federal. Vocês sabem da experiência que ao longo do tempo eu acumulei. Eu conheço os problemas do Pará, Eu conheço dos nossos sonhos e dos nossos projetos. E eu conto com você. Eu conto com o seu voto”.

Objetivo e prático, Jader Barbalho limitou-se a esse recado.Não fez referências a ninguém e nem às pesquisas que dizem que o fizeram decidir pela retirada do nome do ex-senador Mário Couto da listas dos candidatos  ao Senado, montada pela coligação liderada pelo MDB.

Couto esperneou, estrebuchou, mas acabou calando e aceitando concorrer desvinculado da coligação comandada por Jader Barbalho e seu filho Helder.

.candidato ao governo do Pará. Couto vai, segundo anunciou no auge da sua ira conta os Barbalho e contra  os dirigentes do seu partido, o PP, João Salame Neto e Beto Salame, que vai apoiar a candidatura do deputado estadual Márcio Miranda (DEM), ao governo do Pará, embora não o possa fazer oficialmente por continuar na coligação do MDB.

Os outros candidatos ao Senado, com boa visibilidade, por já ter cumprido dois mandatos, é o senador Flexa Ribeiro (PSDB), ex-presidente da OAB-Pa, Jarbas Vasconcelos (PV) e a jornalista Úrsula Vida (Psol), além de Sideney Rosa (PSB) e o deputado federal Wladmir Costa.

Nenhum seria páreo para Jader Barbalho em outros tempos, mas o senador sofreu muitos desgastes ultimamente, assim como Helder, por conta de denúncias de recebimento de  recursos não contabilizados de empreiteiras envolvidas com a construção da Usina Hidrelétrica de Belém Monte, em Senador José Porfírio/Altamira, no rio Xingu.

Jader já passou, ao longo de 50 anos de vida pública, por situações complicadas e nunca teve o prestígio abalado, mas agora  pode ser afetado pela onda moralizadoras que varre o país, embora os resultado das ações anti-corrupção sejam pífios e até nocivos ao país. Só ainda não sofreu um revés  porque o juiz Sérgio Mouro conseguiu, mesmo sem provas,  prender o ex-presidente Luiz Inácio  e alguns figuras  relevantes da República, por suposta envolvimento com  corrupção.

 

 

 

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