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SAÚDE

Sespa intensifica monitoramento e treinamento para combater a doença de Chagas

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Pará

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), por meio da Coordenação Estadual do Programa de Controle da Doença de Chagas, intensificou as ações de monitoramento e treinamentos em investigação epidemiológica da doença. As equipes trabalham orientando em educação em saúde e mobilização social.

Com o apoio das Secretarias Municipais de Saúde, recebem os treinamentos os agentes de endemias, agentes comunitários de saúde, enfermeiros e médicos, além dos profissionais das vigilâncias sanitárias do setor de entomologia e batedores de açaí.

O objetivo é fortalecer os trabalhos de prevenção com estratégias que visam à identificação e redução de casos da doença. Os profissionais fazem a investigação de surto nos municípios de ocorrência; e distribuição de material educativo (folder e manuais).

De acordo com Ednei Amador, coordenador estadual do Programa de Controle da Doença de Chagas, as Secretarias Municipais de Saúde estão orientadas a realizar vistorias nos estabelecimentos de vendas de açaí.  “Essa prerrogativa consta nas Normas do Termo de Ajuste de Conduta – Decreto 326 (TAC), do governo estadual, que especifica as regras para qualidade e consumo do açaí em todo o Estado”, salientou.

Dados – Em 2019, até o dia 31 de agosto deste ano, foram confirmados no Pará 97 casos de doença de Chagas. No mesmo período do ano passado, foram 179 casos – configurando uma redução de quase 46%.

Fluxo de prevenção e tratamento

O papel da Sespa no combate à doença é de cunho orientador, por meio de treinamentos e recomendações técnicas às Secretarias Municipais de Saúde. A título de exemplo de como a Sespa atua, desde o mês de junho a Secretaria programou ações de 24 a 27 de setembro, no município de Barcarena. Uma equipe técnica da Coordenação Estadual do Programa de Controle da Doença de Chagas estará treinando técnicos de dez municípios do entorno. Dias antes, os mesmos municípios receberão treinamentos referentes a outros agravos e programas.

Atualmente, a referência estadual para tratamento da doença é o Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), onde funciona o Programa Multidisciplinar em Doença de Chagas, também atrelado ao Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Além de atender aos pacientes, o serviço do HUJBB é campo de pesquisa e fonte de informações científicas sobre doença de Chagas para os profissionais médicos e residentes do Estado.

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SAÚDE

Tratamento para tuberculose é recorde, mas 3 milhões não têm acesso

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Foto: Reprodução / Fonte: Por Site da Organização das Nações Unidas - ONU

Em 2018, o número de pessoas que receberam tratamento para a tuberculose bateu um recorde histórico em grande parte devido a uma melhor detecção e diagnóstico da doença. Em todo o mundo, sete milhões de pessoas foram diagnosticadas e tratadas, contra 6,4 milhões em 2017. Isso permite que o mundo cumpra com um dos marcos da declaração política das Nações Unidas sobre tuberculose.

O novo relatório global da Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que o mundo deve acelerar o progresso para alcançar a meta de acabar com a tuberculose até 2030.

A maior carga da doença em 2018 se concentra em oito países: Bangladesh, China, Índia, Indonésia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e África do Sul. Brasil, China, Rússia e Zimbábue, todos com altos índices da doença, alcançaram níveis de cobertura de tratamento de mais de 80%.

O novo Relatório Global de Tuberculose da Organização Mundial da Saúde (OMS), lançado nesta quinta-feira (17), também revela que houve uma redução no número de mortes por tuberculose: 1,5 milhão de pessoas morreram da doença em 2018, ante 1,6 milhão em 2017.

Baixa renda

Além disso, o total de novos casos vem diminuindo nos últimos anos. No entanto, a carga da doença permanece alta entre populações de baixa renda e em situação de vulnerabilidade: cerca de 10 milhões de pessoas desenvolveram a tuberculose em 2018.

“Hoje marcamos a passagem do primeiro marco no esforço de alcançar pessoas que estão perdendo serviços para prevenir e tratar a tuberculose”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde – OMS.

“Isso é uma prova de que podemos alcançar metas globais se unirmos forças, como fizemos por meio da iniciativa conjunta Find.Treat.All.EndTB entre OMS, Stop TB Partnership e Fundo Global de Combate à Aids, TB e Malária”, disse Tedros.

O novo relatório global da OMS destaca que o mundo deve acelerar o progresso para alcançar a meta de desenvolvimento sustentável de acabar com a tuberculose até 2030. O documento também observa que cerca de 3 milhões de pessoas com a doença ainda não estão recebendo os cuidados dos quais precisam.

O papel da cobertura universal

Atualmente, em muitos países, a frágil infraestrutura de saúde e a escassez de força de trabalho no setor dificultam o diagnóstico oportuno e os tratamentos adequados para a tuberculose.

Sistemas de notificação frágeis são outro problema: prestadores de serviços de saúde podem tratar as pessoas, mas não relatam casos às autoridades, deixando uma imagem incompleta das epidemias e das necessidades de serviços nacionais.

Além disso, até 80% dos pacientes com tuberculose em países de alta carga gastam mais de 20% de sua renda familiar anual no tratamento da doença.

Tedros acrescentou que “o progresso sustentado da doença exigirá sistemas de saúde fortes e um melhor acesso aos serviços. Isso significa um investimento renovado na atenção primária à saúde e um compromisso com a cobertura universal”.

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SAÚDE

Dia D da campanha nacional de vacinação contra o sarampo acontece sábado

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Fonte: SaudeAbril Foto: Reprodução

No dia 19 de outubro de 2019, postos de saúde de todo o país estarão abertos para aplicar a vacina do sarampo às crianças de 6 meses a menores de 5 anos

A primeira fase da campanha nacional de vacinação contra o sarampo de 2019 terá seu Dia D neste sábado, 19 de outubro. Nessa data, os postos de saúde estarão abertos para dar a vacina contra esse vírus especificamente a crianças de 6 meses a 5 anos incompletos.

Os horários de abertura desses estabelecimentos variam de região para região. No estado de São Paulo, que concentra o maior número de casos confirmados, os pais terão das 8 às 17 horas para levar seus filhos.

O Dia D é especialmente importante porque, até o momento, a taxa de vacinação está baixíssima. Em São Paulo, ela não passou de 1% do público-alvo, de acordo com um relatório da Secretaria de Estado da Saúde. E essa fase da campanha está prevista para acabar no dia 25 de outubro, uma sexta.

Bebês menores de 1 ano que forem aos postos receber a picada continuarão precisando tomar as outras duas doses recomendadas no Calendário Nacional de Vacinação para obterem proteção prolongada contra o sarampo. Idealmente, elas devem ocorrer aos 12 e aos 15 meses de vida.

Já para menores de 6 meses, a vacina do sarampo é contraindicada. Para proteger os pequeninos, os pais devem evitar grandes aglomerações, higienizar bem os ambientes e, claro, exigir a vacinação de todo mundo que entrar em contato com eles. Ao notar sintomas suspeitos, como manchas avermelhadas, febre e coriza, vá ao médico.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil acumula 13 mortes em decorrência dessa enfermidade. Sete delas — mais da metade, portanto — ocorreram em menores de 5 anos. Entre os óbitos, apenas um paciente estava previamente imunizado.

A segunda fase da campanha começa no dia 18 de novembro e se concentra nos brasileiros de 20 a 29 anos. É um subgrupo da população com menores taxas de vacinação.

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SAÚDE

Aprovado projeto que obriga SUS a fazer exames de câncer em 30 dias

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

O Senado aprovou ontem, 16, um projeto que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar exames em 30 dias para diagnóstico de câncer. O texto já havia sido aprovado na Câmara e segue agora para sanção presidencial. As novas regras, se confirmadas pelo presidente Jair Bolsonaro, passam a valer seis meses após a sanção.

A proposta acrescenta a exigência em uma lei de 2012 que já obriga o SUS a iniciar o tratamento em 60 dias a partir do diagnóstico do câncer. O projeto aprovado nesta quarta determina que, nos casos em que a principal hipótese seja a de tumor maligno, os exames necessários à confirmação da suspeita devem ser realizados em no máximo 30 dias. O prazo passa a contar a partir de solicitação de um médico responsável.

No plenário, senadores afirmaram que o projeto beneficia especialmente mulheres vítimas de câncer de mama. “Todo mundo põe o lacinho rosa (em outubro), acende os prédios públicos, e, na verdade, muito pouco se faz para combater o câncer de mama”, comentou a senadora Rose de Freitas (PODE-ES), destacando a necessidade de um diagnóstico rápido para um tratamento efetivo.

O relator do projeto, Nelsinho Trad (PSD-MS), que é médico ortopedista, chegou a propor uma emenda especificando que o prazo de 30 dias valeria apenas para exames específicos. Para ele, determinar a exigência sem especificar quais exames inviabilizaria o tratamento de pacientes. O senador, no entanto, recuou da emenda e manteve o projeto da Câmara na íntegra.

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