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Infraestrutura

Setran realiza serviços em 15 rodovias no sul e sudeste do Pará

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Titular da Setran, Pádua Andrade, destaca que as ações fazem parte de um trabalho contínuo e efetivo, principalmente, nessa época de grande volume de chuvas em todo o Estado

A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) realiza trabalho de manutenção, conservação e pavimentação em 15 rodovias (PAs) das 27 existentes nas regiões Sul e Sudeste do Pará, onde, esta semana, o Governo do Estado realiza, até a próxima sexta-feira (5) ações do Programa “Governo Por Todo o Pará”. A iniciativa inovadora de descentralizar a gestão estadual, que tem como principal objetivo ouvir os anseios de quem vive na zona urbana e rural e atender as demandas da população de forma regionalizada levando a oferta também de serviços de cidadania.

O titular da Setran, Pádua Andrade, destaca que a exemplo do que aconteceu em Santarém, no oeste do Pará, durante a primeira agenda do Programa, o governador Helder Barbalho e seus secretários de Estado também estarão à disposição dos executivos municipais do sul e sudeste, na missão de garantir um governo para todos. “Apesar de termos apenas três meses no governo, a Setran  tem frentes de trabalho em 15 PAs que fazem parte da malha rodoviária das duas regiões. Um trabalho contínuo e efetivo, principalmente nessa época de grande volume de chuvas em todo o Estado”, disse.

Serviços: O trabalho da Setran na região Sul e Sudeste ocorre por meio dos seus 5º, 6º e 7º Núcleos. O 5º Núcleo tem atualmente, obras de conservação da malha viária nas PAs: 150, 459,  263 e 275. A PA-150, que tem aproximadamente 165 quilômetros de extensão, tem frentes de trabalho em dois pontos: no Km 50 entre Ipixuna do Pará e Jacundá e entre Morada Nova e Ipixuna. Uma das rodovias mais importantes da região, a  PA-150, liga os municípios de Goianésia a Marabá. Começa no entroncamento da PA-475 com a PA-263, e passa pelos municípios de Goianésia do Pará, Jacundá, Nova Ipixuna até chegar em Marabá.

A Setran também está com trabalhos de manutenção e conservação na PA-459 próximo a Brejo Grande do Araguaia e construção de ponte mista (madeira/concreto) no Km 8 da PA 459. Há obras ainda de construção de bueiros na PA-263, próximo a Breu Branco e construção de bueiro na PA-275, há 15 Km de Parauapebas. O 5º Núcleo tem 11 PAs: PA-150 PA-160 PA-263 PA-268 PA-405 PA-275 PA-459 PA-461, PA-477, PA 327 e PA 287.

O 6º Núcleo tem obra de recuperação e conservação da malha viária nas PAs: 287, 279. 449 e  372. Na PA-287, a Setran está com frente de trabalho em 100 Km entre Conceição do Araguaia e Redenção; na PA-279 serviços de manutenção em 260 Km entre Xinguara e São Félix do Xingu e na PA-449, no trecho da Rodovia do Bambu. Existem também trabalhos de conservação na PA-287 (estrada de chão) em Cumaru do Norte, que dá acesso a BR-158. A malha da PA-372 também está recebe serviços de conservação, assim como 104 quilômetros da PA-287, próximo a Santa Maria das Barreiras. O 6º Núcleo tem oito PAs: PA-235, PA-279, PA-287, PA-327, PA-447, PA-411, PA-449, PA-463, vicinal Bannach e vicinal Bambu.

O 7º Núcleo tem obras de recuperação e conservação da malha viária nas PAs: 256 e 451, 140, 125, 256 e ainda de pavimentação de dois trechos da PA-252 e também da PA-475.
Na PA-256 está sendo feita uma ponte no quilômetro 23 da rodovia, que sofreu grandes avarias com fortes chuvas que caem na região. Ainda na mesma PA-256, a Setran faz instalação de bueiro e limpeza lateral para dar trafegabilidade ao trecho da pista avariada.

Na PA-451, no perímetro urbano de Tomé-Açú (em direção a Forquilha), a Secretaria de Transportes serviços de manutenção e conservação. Na PA-140 entre Bujarú e Tomé-Açú, estão sendo feitos serviços de tapa-buraco (Vila Comissário), limpeza lateral e do meio-fio, além da desobstrução de bueiro. Na PA-125 a Setran faz trabalho de manutenção de meio-fio próximo ao aeroporto.

Pavimentação – Serviços de pavimentação também são realizados na rodovia PA-252, trecho entroncamento entre a Rodovia Perna Sul (Acará) e o entroncamento da Rodovia PA-275 (Moju) sub-trecho entre rodovia Perna Sul (Acará) Vila Castanhadeua, com uma extensão de 32,62 Km na Região de Integração do Guamá. A Setran faz ainda a pavimentação do acostamento da rodovia PA-252 no trecho entrocamento Rodovia Perna Sul (Acará) entroncamento rodovia PA-475 (Moju) com extensão de 32,65 Km na Região de Integração do Guamá. O 7º Núcleo tem oito PAs: PA-125, PA-127, PA-140, PA-252, PA-256, PA-253, PA-451, PA-466.

Pontes – O Governo do Estado fará ainda durante o programa “Governo por todo o Pará” na Região Sul e Sudeste a assinatura da ordem de serviço para a construção de 18 pontes de concreto ao longo de três rodovias paraenses nas regiões sul e sudeste do Estado, sob a jurisdição do 6º Núcleo Regional: PA-449, PA-327 e PA-287. Serão beneficiados os municípios de Conceição do Araguaia, Floresta do Araguaia, Santa Maria das Barreiras, Redenção e Cumaru do Norte. Juntas, as pontes somarão 340 metros. Na rodovia PA-449, serão construídas oito pontes, conforme o seguinte detalhamento: em Conceição do Araguaia, sobre os igarapés Açaizal, Grota do Ouro, Jocon, 50 Alqueiras e Cajazeira; em Floresta do Araguaia, sobre os igarapés Buritizal e Floresta I. A rodovia PA-327 receberá cinco pontes, sendo que em Conceição do Araguaia estarão sobre os igarapés Nazaré e Coutinho; e em Santa Maria das Barreiras, sobre os igarapés Matinha, Urucu e Santa Fé.

A rodovia PA-287, no trecho de Redenção a Cumaru do Norte, serão construídas seis pontes: sobre os igarapés Pau D’Arquinho e Pau D’Arco – em Redenção; e igarapés Maria Mole, Arraia, P18 e Paraíso, no município de Cumaru do Norte.

Por Kátia Aguiar/ Agência Pará

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Infraestrutura

Governo arrecada R$ 219,5 milhões na concessão de áreas portuárias

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 Pedro Peduzzi /Agência Brasil  

 

Brasília – O leilão de quatro áreas portuárias realizado hoje (22) pelo governo federal na Bolsa de Valores de São Paulo arrecadou R$ 219,529 milhões em outorgas. As três áreas localizadas em Cabedelo, na Paraíba, foram adquiridas pelo Consórcio Nordeste, representado pela Corretora Ativa. A área portuária localizada no Porto de Vitória (ES) foi adquirida pelo Consórcio Navegantes Logistica, representado pela corretora Itaú.

Apenas uma proposta, no valor de R$ 6,021 milhões, foi feita pelo primeiro lote, em Cabedelo (Ai-01). Também localizados em Cabedelo, o segundo e o terceiro lote foram arrematados por R$18,005 milhões e R$ 30,503 milhões, respectivamente.

O quarto e último lote, o VIX30, localizado no Porto de Vitória, foi arrematado pelo Consórcio Navegantes Logistica, representado pela corretora Itaú, único proponente, por R$ 165 milhões.

Os investimentos previstos nos quatro terminais são de R$ 199 milhões. As áreas localizadas na Paraíba são concessões com prazo de arrendamento de 25 anos classificadas como brownfield – regiões já existentes, que vão receber melhorias operacionais com contratos mais modernos e eficientes.

Após o leilão, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse, em coletiva, que as expectativas do governo foram superadas com o leilão, e que o certame demonstra a confiança que o mercado tem no atual governo, o que pode ser positivo para os próximos leilões previstos para o setor.

“Estamos satisfeitos com o resultado porque superou as expectativas, que reafirma a confiança do mercado no atual governo, uma vez que o resultado superou nossa expectativa de ágio”, disse o ministro. “Mas só ágio não é nosso objetivo, que é o de estimular e impulsionar investimentos [nos empreendimentos]”, acrescentou.

Áreas

A AI-01 tem 18.275 metros quadrados de extensão. Nela, serão exigidas pelo menos 19 mil toneladas de capacidade estática de armazenagem. Já a área AE-10 tem 18.344 metros quadrados. A previsão de investimento é de R$ 36,5 milhões em  tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação) e de uma estação de descarga e de carregamento

A área AE-11 tem 20.465 metros quadrados e apresenta capacidade estática de 12.962 metros quadrados, com previsão de aumento para 31.288. Estão previstos investimentos de tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação), de uma estação de descarga e de uma estação de carregamento, no valor de R$ 35 milhões.

O terminal VIX30, localizado no Porto de Vitória (ES), é um projeto greenfield: uma área nova, sem estrutura física. O prazo de arrendamento é de 25 anos e a previsão de investimento é de R$ 128 milhões. A área arrendada tem aproximadamente 74 mil metros quadrados e serve para movimentação de granéis líquidos (combustíveis).

O critério adotado para os arrendamentos foi o de maior valor de outorga, ou seja, maior lance oferecido.

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Infraestrutura

Ponte sobre o rio Guamá, na Alça Viária, passa por manutenção preventiva, diz Setran

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Na ponte Rio Guamá estão sendo feitos serviços de manutenção dos cabos estais, tirantes - cabos de aço - que sustentam um trecho de 600 metros da estrutura.

A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) iniciou, nesta quarta-feira (6), a manutenção preventiva da ponte Rio Guamá, situada no km 14 da Alça Viária (PA-483). A estrutura é a última do complexo de quatro de pontes no sentido Moju-Belém, capital do estado do Pará. O serviço é uma continuidade às obras realizadas na ponte Rio Moju, iniciadas no final do mês de janeiro. Localizada no quilômetro 48 da rodovia estadual, a estrutura teve sete pilares avariados e dilatação anormal na junta das pistas. Os problemas foram provocados por vários choques de embarcações no ano passado. Na ponte Rio Guamá estão sendo feitos serviços de manutenção dos cabos estais, tirantes – cabos de aço – que sustentam um trecho de 600 metros da estrutura. A operação é conduzida pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE), pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), e pela empresa responsável pela manutenção dos 152 cabos de aço que sustentam a estrutura da ponte. Em todo o trajeto foram colocados alertas de redução de velocidade para garantir a segurança dos pedestres, operários e motoristas. O trânsito ficou mais lento, mas não houve interrupção do tráfego de veículos. “Reconhecemos o transtorno, mas o trabalho preventivo é necessário para que não tenhamos de trabalhar de forma emergencial, como está ocorrendo na ponte Rio Moju, que ficou quase um ano sem reparos, após um choque de uma embarcação”, explica João Renato Aguiar, diretor Técnico da Setran. Ponte Rio Moju – Na estrutura sobre o Rio Moju será necessária a recuperação de sete pilares, que estão com a estrutura metálica exposta e com problemas de corrosão e desgaste. O choque das embarcações provocou ainda uma dilatação maior do que o habitual entre dois blocos de concreto que compõem as pistas de rolamento. Os operários trabalham nesta fase na recuperação dos pilares. Foram montados dois canteiros de obras nas duas margens do rio, próximo à ponte. Um barco e uma balsa garantem a mobilidade dos operários, que se revezam nas atividades em terra e na água, conforme o regime das marés. O trabalho conta com apoio de mergulhadores do Corpo de Bombeiros, que fazem o relatório da situação dos pilares que ficam submersos. A partir dessas informações, a equipe de engenharia da Setran determina as intervenções nessas áreas, substituindo as ferragens danificadas e revestindo com concreto os pilares. Nesta fase está mantido o tráfego de veículos no local. Na segunda fase da obra deve haver a interrupção pontual do tráfego de veículos para resolver o problema de dilatação observada no eixo central da ponte, que tem 868 metros de extensão e 23 metros de altura. O problema se deve à falta de uma placa de borracha, chamada neoprene, que impede o contato direto entre o metal das vigas e o concreto da pilastra de sustentação. A ausência do material faz com que haja um desgaste maior e, consequente, o aumento da junta de dilatação entre os blocos de concreto. A obra de recuperação da ponte rio Moju terá ainda a revitalização da sinalização náutica na área e a implantação de novas defensas para evitar os choques de embarcações com a estrutura. Obra é esperança para moradores – Viver às margens do rio Moju, próximo às pontes que ficaram muito tempo sem manutenção preventiva, é motivo de preocupação para os moradores da área. Josiel Santos, dono de um barco que realiza pequenos fretes há mais de 30 anos, disse que viver e trabalhar na área é difícil e perigoso. “Todo problema é provocado pelas grandes embarcações, que batem, danificam a ponte e vão embora. Eu já escapei de morrer por causa da imprudência dos condutores dessas embarcações, que não respeitam os barcos pequenos e não ficam alertas para a estrutura da ponte “, alertou. David Carvalho, que mora muito próximo à ponte, diz que os acidentes com embarcações deixam sua família preocupada, pois todos dependem dela para fazer o transporte de açaí, que coletam às margens do rio Moju. “A gente vive com medo, mas a chegada dos operários nos deixou menos preocupados, pois se a ponte precisar ser interditada muito tempo, como vamos tirar nosso sustento da venda do açaí?”, questionou. Por Kátia Aguiar

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Ministério dos Transportes do Japão elogia projeto BRT Belém

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Além do projeto, também foi mostrado à comitiva do governo japonês, que visitou pela primeira vez Belém, os benefícios das obras para a população, sobretudo das áreas do entorno.

Um grupo do Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão está em Belém desde segunda-feira (4), visitando obras relativas ao BRT em Belém e Região Metropolitana. Eles vieram conhecer o sistema que irá modificar completamente a forma de deslocamento por transporte público na capital e cidades vizinhas.

A visita ao BRT Belém começou pela manhã, quando o grupo conheceu as instalações dos terminais Mangueirão e Tapanã. A eles o corpo técnico da Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) prestou esclarecimento sobre questões estruturais dos dois pontos, enquanto que a equipe da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SeMOB) deu detalhes sobre o funcionamento operacional atual do Sistema BRT, que funciona de forma preliminar com integrações apenas físicas dentro das estações e terminais, conectando os usuários a ônibus expressos e outros BRTs.  À tarde, o grupo do ministério japonês se reuniu novamente com o corpo técnico da Prefeitura de Belém, dessa vez na sede do Núcleo de Gerenciamento do Transporte Metropolitano (NGTM), onde recebeu informações mais detalhadas sobre obra e sistema, e, em duas horas de encontro, pôde ainda tirar todas as dúvidas.

Quanto à operação do sistema, foram explanadas questões relacionadas ao atual funcionamento, gestão, e como ficará o novo formato após a licitação do transporte público por ônibus em Belém, previsto para ocorrer este ano. “A licitação divide o sistema de transporte em dois grandes lotes, sendo que o BRT está em apenas um desses lotes e a mesma empresa não pode concorrer nos dois lotes”, explicou Gilberto Barbosa, superintende em exercício da SeMOB. “Vamos licitar inicialmente o sistema como ele está hoje, e no contrato vai a previsão da transição controlada por dois anos para a implantação plena do novo sistema, com todas as fusões, extinção de linhas, etc. A licitação também prevê a tarifa integrada em até seis meses”, disse o superintendente em exercício.

A Secretaria de Urbanismo apresentou à equipe do Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão detalhes do projeto do BRT, sua execução e avanços da obra, complementando a visita técnica feita pelo grupo aos Terminais do Mangueirão e do Tapanã, durante a manhã. “O município optou pelo BRT por ser um projeto de mobilidade mais barato e por atender às características da nossa região, cujo solo não tem suporte e encarece obras subterrâneas. Outro ponto é que Belém tem corredores de mangueiras que são tombados pelo patrimônio histórico e por isso devem ser preservados”, explicou Eduardo Mello, engenheiro da Seurb responsável pela fiscalização do BRT.

 

Além do projeto, também foi mostrado à comitiva do governo japonês, que visitou pela primeira vez Belém, os benefícios das obras para a população, sobretudo das áreas do entorno, que conviverá com um sistema de mobilidade eficiente e integrado. “É importante destacar que o BRT é um projeto amplo que, além das pistas e terminais, proporcionou valorização da área e dos imóveis, aumentou o comércio e trouxe qualidade de vida para a população. À medida que a obra avança, vamos deixando calçadas, iluminação pública, drenagem, asfalto e outros benefícios. Hoje temos pessoas que usam as calçadas e as áreas iluminadas para as práticas de exercícios, passeios em família. É uma nova realidade sendo construída na nossa capital”, destacou a titular da Seurb, Anette Klautau.

Ao final do encontro, Kenya Nakanishi, chefe de Divisão de Instalações de Equipamentos Urbanos do Ministério, disse que retorna para casa com uma impressão do BRT Belém acima do esperado. “No Japão, o BRT de Curitiba é muito divulgado, mas o de Belém quase ninguém que trabalha nessa área conhece. Como eu ouvi dizer que existia, pedi aos meus superiores que nos permitissem conhecer a realidade aqui e a visita foi muito esclarecedora e rica. Pelo que nós vimos, tenho certeza que a terceira fase de implantação do BRT terá um andamento tão satisfatório quanto tiveram com a primeira e a segunda fases”, disse Nakanishi, referindo-se quanto às fases Entroncamento-Mangueirão (primeira fase), Mangueirão-Tapanã (segunda fase) e Tapanã-Maracacuera (terceira fase)”.

Ele também disse que o modelo de Belém servirá de exemplo a inspirar outros modelos no Japão. “Como muitos sabem, no Japão está havendo um declínio demográfico e as pessoas estão criando cidades mais compactas, e muito centradas na utilização de ônibus. Tudo o que nós obtivemos de informação em Belém hoje será de muita utilidade no Japão também, e todo o aprendizado que tivemos aqui vamos divulgar às pessoas envolvidas lá no Japão”, completou. “Para nós, foi uma grata surpresa sermos informados por eles que os estudos que apresentamos contribuirão para novos projetos a serem implantados no Japão”, destacou Eduardo Mello, da Seurb.

Na semana passada, membros da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), que é a financiadora do Ação Metrópole, do Governo do Estado, também visitaram as obras do BRT. O trabalho desenvolvido pela Prefeitura de Belém foi reconhecido e elogiado pelos profissionais. Foi a terceira visita técnica realizada pelo grupo ao BRT de Belém.

*Com colaboração de Paula Babosa/Ascom Seurb

Esperança Bessa/ Comus PMB

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