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ENTRETENIMENTO

Shows de música regional encerram os festejos do aniversário de Belém

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O público aprovou a seleção de artistas que animou a noite no Portal

Para encerrar o dia festivo do aniversário de Belém nada melhor do que acompanhar shows de artistas locais em um dos pontos mais importantes da cidade, o Portal da Amazônia. Na noite do sábado, 12, os belenenses de nascimento ou de coração puderam celebrar com música regional e cantar o tradicional “Parabéns Pra Você” pelos 403 anos da cidade morena do cheiro-cheiroso.

Até quem mora do outro lado da cidade passou para assistir aos shows. “Eu moro na Mário Covas e sempre que tem festa aqui, sempre que eu posso, estou vindo para cá. A gente se sente seguro em trazer a família. Estou achando ótimo, maravilhoso”, conta Onorina Ferreira. A dona de casa estava acompanhada da numerosa família, que tem pessoas de vários lugares de Belém e que se encontram no Portal. “Veio a família toda. Aqui tem mais de 20 pessoas. E todo ano a gente vem, é muito bacana. Aqui na orla é nosso point”, destaca a vendedora Benedita Salgado, que também faz parte da turma.

“É muito bom ter uma festa dessa para a nossa cidade. A gente tem que aproveitar e estamos aproveitando”, disse o motorista Mauro Silva, que assistia ao evento acompanhado da esposa, Rosa Cravo. O casal conta que é bastante assíduo no Portal. “Moramos aqui perto e sempre viemos aqui no Portal. Eu gosto muito daqui. Quase todas as noites a gente vem aqui”, garante a estudante de pedagogia.

Os shows ficaram por conta de quatro bandas e um DJ que agitaram quem passou pelo local. A banda ACena abriu a programação com música afro-brasileira, Sérgio Leite & Banda apresentaram um repertório de músicas regionais, Henrique Senna & Banda deram um show de MPB e a banda Camarote Vip colocou o público para dançar com uma mistura de ritmos populares. O DJ Proefx apresentou um set de música eletrônica paraense intercalando com as outras atrações.

Encerramento da programação de aniversário de Belém atraiu um grande público ao Portal da Amazônia

 

A escolha dos artistas foi aprovada pelo público, que dançava e arriscava cantar junto com os músicos. “O que eu achei bacana é que são artistas da nossa terra, mesmo. Aqui é nossa raiz. E esse momento de lazer e festa na beira do rio é maravilhoso”, apreciou Flávio dos Santos. Desde cedo no Portal, o autônomo se antecipou e garantiu os petiscos para curtir a noite. “Trouxemos o isopor com nosso tira-gosto e nossa bebida para curtir bastante até o final”, disse.

Promover a participação de artistas locais nas manifestações culturais da cidade é uma das marcas da atual gestão da Prefeitura de Belém. A diretora do departamento de ação cultural da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel), Thaissa Scerne, explica que em novembro de 2018 foi aberto um edital com categorias para o réveillon e para o aniversário de Belém e essas atrações foram aprovadas, selecionadas, credenciadas e estão fazendo parte da grade de eventos.

“São artistas maravilhosos, com trabalhos autorais, trabalhos de cultura popular. É importante a gente dar uma misturada nos ritmos da nossa guitarrada, do nosso carimbó e dos trabalhos autorais que falam de Belém. Essa é a nossa homenagem à nossa cidade. A gente, da Fumbel, pensou com muito carinho nesse evento”, disse Thaissa.

Para garantir a segurança daqueles que passaram pelo Portal da Amazônia a Guarda Municipal de Belém (GMB) atuou com 90 agentes, cinco viaturas, seis motos e com o ônibus “Crack, é possível vencer”. A Defesa Civil esteve presente com 17 pessoas divididas em duas equipes realizando ações preventivas. O ordenamento do trânsito ficou por conta da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), que impediu a circulação de veículos nas vias onde estava sendo realizado o evento e o desvio das vias adjacentes.

Equipes da GMB garantiram a segurança de quem foi ver os shows que encerraram os festejos dos 403 anos de Belém

 

Pinheira/Comus PMB

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Cantora Ana Cañas revela ter sofrido tentativa de agressão em show em São Paulo

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Fonte: Folha Foto: Reprodução

A cantora Ana Cañas, 39, revela que um homem tentou agredi-la durante um show em São Paulo, no último sábado (19). Ele teria jogado duas latinhas de cerveja cheias na direção da artista durante o momento em que ela cantava uma música sobre a sexualidade feminina.

“Não contente em não ter me acertado na primeira, ele jogou outra, uma segunda lata (as duas estavam cheias e pesadas), e também errou. Visivelmente, ele fez isso na tentativa de me atingir com as latas após tocarmos “Lambe-Lambe” e do discurso sobre o genocídio do povo preto periférico”, contou ela em sua rede social.

Ana fez um desabafo sobre casos em que homens agridem mulheres e contou que sempre fica estarrecida com os gestos de violência. 

Ela revelou, porém, que uma pessoa que trabalha com ela, também do sexo feminino, pegou uma das latas e jogou de volta na direção do homem, tomando o cuidado para não acertar outras pessoas.

“Na sequência do ocorrido eu cantei encarando aquele macho covarde para ver se ele pegava a visão da letra. Mulheres andam juntas. Elas seguram nas mão umas das outras. Se fortalecem e se ajudam. Podem me tacar ovo, latas, pedras que continuarei firme e forte, usando minha voz para defender tudo o que acredito”, reforçou a artista.

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no último sábado, durante o show na praça da república em SP um homem arremessou, da platéia, uma latinha de cerveja no palco. não contente em não ter me acertado na primeira, ele jogou outra, uma segunda lata (as duas estavam cheias e pesadas) e também errou. visivelmente, ele fez isso na tentativa de me atingir com as latas após tocarmos "lambe-lambe" (música que fala abertamente sobre a sexualidade feminina) e do discurso sobre o genocídio do povo preto periférico, quando eu abordo o antiproibicionismo da maconha no show. não sei qual é o posicionamento político daquele ser humano mas o fato recorrente é que homens AGRIDEM mulheres – incluindo as que estão trabalhando em cima do palco. sempre fico estarrecida com esses gestos e tento devolver em amor e luz quando isso acontece. MAS EIS que surge ali de trás minha super ROADIE maravilhosa @bia.wolf.paiva que catou a latinha na mão, foi até a frente do palco e jogou de volta na direção do sujeito tomando o cuidado pra não acertar ninguém, nem o próprio mané que nos agrediu (arrasta pro lado os prints pra ler). na sequência do ocorrido nós tocamos "respeita" e eu cantei encarando aquele macho covarde pra ver se ele pegava a visão da letra. mulheres andam juntas. elas seguram nas mão umas das outras. se fortalecem e se ajudam. podem me tacar ovo, latas, pedras… que continuarei ali, firme e forte, usando minha voz para defender tudo o que acredito. enquanto essa patriarcado escroto e os opressores não caírem e uma nova consciência surgir entre os seres humanos, estaremos lá, sendo queimadas em fogueiras ou tomando latada vesga. não importa, nós seguiremos até o fim. agradeço a essa time maravilhoso de mânas da minha equipe que sempre segura firme na minha mão. "companheira me ajuda que eu não posso andar só, eu sozinha ando bem mas com vocês ando melhor". 💜💜💜✊🏽✊🏿✊🏾

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CELEBRIDADES

Geisy Arruda conta o que mudou 10 anos depois da humilhação que passou em 2009

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Foto/Fonte: Folha

Modelo foi humilhada em 2009 por usar vestido curto e rosa em faculdade de SP

Há dez anos, no dia 22 de outubro de 2009, a então estudante de turismo Geisy Arruda, à época com 20 anos, causava um alvoroço na sede da Universidade Bandeirante de São Paulo, em São Bernardo do Campo (ABC paulista). Na ocasião, ela foi xingada e humilhada por muitos alunos por estar com um vestido rosa e curto. 

Hoje, aos 30 anos, Geisy Arruda lembra com tristeza daquele que para ela foi o “pior dia da vida”. Até agora, ela diz, é difícil relembrar e entender os motivos daquele desconforto geral na faculdade. “Não são lembranças boas, foi um dia triste, o pior. Recentemente, eu tive de assistir a vídeos daquele momento e foi complicado reviver tudo isso. Mas eu lembro como se fosse ontem do meu trajeto e de cada voz me xingando. As vozes ecoavam dizendo ‘puta’”, afirma ela.

Por mais que hoje esteja bem, Arruda conta que ainda há uma chateação com o episódio e revela que no início achava que ela era a culpada, algo que rapidamente diz ter resolvido em sua mente. “Nas primeiras semanas me cobrava: ‘e se eu tivesse ido com uma roupa comportada ou com uma calcinha não tão pequena?’. Eu me torturava como se eu fosse a vilã. Mas descobri que não teria feito nada diferente, eram roupas das quais eu gostava. Algumas pessoas tentam justificar o ato inadmissível dos alunos.”

De acordo com a modelo, até hoje ninguém envolvido no episódio a procurou para fazer as pazes ou para tentar uma aproximação amistosa. “Graças a Deus nunca encontrei ninguém e nem quero. Seria desagradável para todos. Evitei isso a minha vida toda. Nunca recebi um pedido de desculpas, nunca ninguém teve essa hombridade”, afirma.

Geisy Arruda tinha 20 anos e morava em Diadema (ABC paulista). Quem pagava com esforço a mensalidade da universidade era o pai dela. A jovem nasceu na periferia do ABC e na época trabalhava em um mercado com salário de R$ 400. A meta dela era trabalhar com turismo ou hotelaria. Segundo Arruda, nunca passou pela cabeça alçar à fama.

BONANÇA APÓS A TEMPESTADE
Após o episódio, Geisy Arruda ficou na mira dos holofotes e sua vida passou a ter um novo caminho. Ela passou a frequentar programas de televisão e chegou a ser repórter de alguns deles, modelo, atriz e fez participações em quadros de humor.

Também fez ensaios sexy, posou nua e participou do reality A Fazenda (Record), em 2010. Na opinião de Geisy Arruda, a fama veio como uma espécie de alento, a bonança após a tempestade. “O sucesso eu encaro como uma recompensa divina, uma forma de amenizar as agressões que sofri. Nem toda dor e humilhação são para sempre. Mas imbecilidade e lixação pública não desejo à minha pior inimiga.”

Arruda também revela que tinha complexo com relação à aparência. Desde os dez anos que ela pintava os cabelos em casa, fazia as unhas e até se depilava com lâmina. Para ela, era a tendência a ganhar peso que mais a machucava. Justamente por isso que com a fama veio o dinheiro para investir em sua beleza. “Agora depois que estou numa condição melhor, procurei bons cirurgiões plásticos e aproveitei para me cuidar. Fiz lipoaspiração, coloquei silicone, ajeitei o nariz, investi muito em mim”, revela.

Apesar de tudo o que aconteceu, Arruda guarda até hoje o vestido rosa que causou tanto alvoroço há dez anos. Mas engana-se quem pensa que há carinho envolvido. “É um tecido apenas, não um troféu nem amuleto. Não o vejo como talismã e jamais colocaria num quadro como se fosse sagrado. Guardo porque é simbólico, mas não uso. Me remete a tudo de ruim.”

Dez anos depois, Geisy Arruda já passou por muita coisa, mas ela quer mesmo é expandir seu canal, Ponto G, no YouTube no qual fala sobre sexualidade. Ela recebe celebridades e as entrevista, algumas em uma banheira. “Sempre gostei e quis trabalhar com humor na TV, mas não há muitas oportunidades. Quando a mulher tem curvas, ninguém a leva a sério. Tanto que nossas comediantes mulheres não são ‘sex symbol’. Na internet, eu posso fazer minha própria programação.”

Outra vontade da modelo é a de ser mãe. Ela chegou a sofrer um aborto espontâneo em 2014, quando estava no terceiro mês de gestação. “Quero ter filhos, casar, a maternidade seria uma honra, uma dádiva. Quem sabe um dia, quando eu encontrar uma pessoa boa, porque agora estou solteira.”

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Coldplay anuncia álbum duplo ‘Everyday life’ para o dia 22 de novembro

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Fonte: UOL Foto: Reprodução

Banda divulgou lançamento do oitavo álbum em imagens misteriosas; gravadora confirmou lançamento para a revista ‘Billboard’.

O oitavo álbum do Coldplay, “Everyday life”, será duplo e sai no dia 22 de novembro. A banda enviou cartas a alguns fãs anunciando o disco, que se se espalharam pelas redes sociais. A gravadora Atlantic confirmou o lançamento à revista “Billboard”.

Há alguns dias, o Coldplay tem divulgado imagens misteriosas que sugerem o lançamento de um novo disco. Na carta, que dá mais detalhes, o grupo diz que o disco duplo será dividido entre “Sunrise” e “Sunset”.

O Coldplay chegou a dizer que o álbum anterior seria “o último deles” e que eles poderiam não fazer mais turnês. Mas, ao que o novo anúncio indica, eles estavam só “hibernando”. Na carta, a banda diz aos fãs que “manda muito amor da hibernação”.

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