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ECONOMIA

Startup brasileira de jogos on-line Wildlife é avaliada em US$ 1,3 bilhão

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Criada com investimento de US$ 100, empresa entrou para o grupo de unicórnios ao receber aporte de US$ 60 milhões do fundo Benchmark Capital

Fora do radar de empresas com possibilidade de atingirem valor de mercado superior a US$ 1 bilhão, a desenvolvedora de jogos para celulares paulistana Wildlife Studios anunciou hoje ter atingido o status de unicórnio. É a décima companhia brasileira a chegar a esse patamar.

O valor de mercado de US$ 1,3 bilhão foi alcançado em um rodada de investimento de apenas US$ 60 milhões liderada pelo americano Benchmark Capital, que já investiu em companhias como Twitter, Ebay, Instagram, Riot Games, Uber e WeWork (onde teve um papel ativo na saída do fundador Adam Neumann em setembro por ser seu segundo maior acionista, depois da SoftBank) e é considerado um dos fundos de melhores retornos para os investidores do Vale do Silício.

Além do Benchmark, participaram da rodada outros cinco investidores: Javier Olivan, executivo do Facebook; Ric Elias, co-fundador e presidente da Red Ventures, Micky Malka, sócio da Ribbit Capital; Divesh Makan, sócio do ICONIQ Capital; e Hugo Barra, vice-presidente de realidade virtual do Facebook.

Antes da rodada atual a companhia tinha como sócios os irmãos Lazarte, 100 funcionários por meio de um plano de incentivo de participação em ações e o fundo americano Bessemer Venture Partners – que já investiu em empresas como LinkedIn, Skype, Pinterest e Shopify.

“Tínhamos propostas de outros fundos com valores mais altos para a companhia e compra de fatias maiores também, mas preferimos o Benchmark porque o objetivo não era levantar dinheiro, mas ter acesso a uma rede de contatos no Vale”, disse Vitor Lazarte, cofundador da Wildlife. Segundo ele, a companhia, que foi criada por ele e pelo irmão há nove anos com um investimento de US$ 100 é lucrativa desde o primeiro ano.

A companhia, que já lançou mais de 70 jogos, tem atualmente 500 funcionários e pretende chegar a 800 em 2020. Seus jogos são do estilo casual, que não têm histórias complexas e podem ser jogados a qualquer momento. Um segmento de interesse no momento, segundo Lazarte é o de jogos de esporte.

Até o fim do ano, a expectativa é atingir a marca de dois bilhões de downloads em dispositivos Android e iPhones. A Wildlife tem escritórios em Buenos Aires, Dublin, São Paulo, São Francisco, Orange County e Palo Alto. O modelo de negócios é baseado na venda de itens dentro dos jogos, que podem ser baixados de graça (“freemium”). De acordo com Lazarte, o processo de internacionalização é um dos principais focos da companhia no momento.

O mercado de jogos para celulares responde por mais de 50% do mercado de jogos, movimentando quase US$ 70 bilhões por ano, com crescimento superior a 20% ao ano.

ECONOMIA

Brasileiro paga mais de R$ 700 por ano para ter conta e cartão

Pesquisa mostra os valores gastos com serviços bancários e que muitos clientes pagam sem conhecer os pacotes e benefícios oferecidos

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Foto: Reprodução / Fonte: R7

O gasto para manter a conta corrente e o cartão de crédito pode passar de R$ 700 por ano. Um levantamento feito pelo aplicativo de gestão financeira e curadoria de produtos Guiabolso mostrou o valor médio que o brasileiro desembolsou em 2019 pelos serviços bancários.

A pesquisa analisou os ganhos e gastos de 151.942 usuários de todas as regiões do país. Só para manutenção da conta e do cartão o valor chegou a R$ 715,36.  

“O levantamento mostra que as pessoas pagam um valor alto, muitas vezes sem saber o porquê, sem ter informação ou conhecer o pacote, deixando de utilizar os benefícios”, afirma o diretor de produto e tecnologia do Guiabolso, Julio Duram

“O ideal é analisar o produto bancário, levando em conta a frequência com que se usa cada serviço e os seus benefícios. Às vezes, a pessoa paga, mas é recompensada com outras vantagens como cash back, pontos ou milhas de viagem”, diz Duram. “Em todo caso, é importante sempre avaliar as opções, inclusive as oferecidas por fintechs e bancos digitais, que costumam ser mais baratas”, recomenda.

Os gatos

Em média, as pessoas pagaram R$ 375,97 para manter a conta corrente ativa em 2019, o que dá um valor mensal de pouco mais de R$ 31. 

O estudo também constatou que no caso dos extratos bancários o valor médio anual que saiu do bolso dos pesquisados foi de pouco mais de R$ 6. Neste caso, a pessoa pode ter pagado pelo extrato bancário por ter ultrapassado o limite permitido no pacote bancário ou mesmo por usar uma conta essencial gratuita, que permite apenas dois extratos sem cobrança por mês.

Já com a anuidade do cartão de crédito, a despesa média dos usuários ficou em R$ 339,34 por ano.

A soma geral das cinco variáveis incluídas na pesquisa revela um total de R$ 34 milhões gastos em tarifas bancárias pelas mais de 150 mil pessoas pesquisas.

Arte/R7

Para economizar

O diretor do Guiabolso ainda destaca a economia que pode ser conseguida ao deixar de pagar mensalmente pela manutenção da conta e cartão de crédito. “Só nesses dois serviços, já seriam R$ 715, um valor considerável. As pessoas ficam felizes quando saem notícias do saque do FGTs, por exemplo, mas sempre vale lembrar que elas podem ‘ganhar’ dinheiro fazendo algumas trocas”, afirma.

A orientação de Duram é conhecer o que cada pacote oferece, analisar o que a pessoa precisa ou que vai usar de cada serviço, e avaliar outras opções do banco e do mercado. O mesmo vale para o cartão de crédito. “O cliente paga anuidade para ter o serviço e não utiliza. É importante analisar os benefícios oferecidos”, conclui.

Por: Ana Vinhas

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ECONOMIA

Lucro da Cielo cai 50% em 2019 e fecha em R$ 1,58 bilhão

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Prédio da Cielo Foto: Reproducao Fonte: infomoney

SÃO PAULO – A Cielo (CIEL3) encerrou o ano de 2019 com um lucro líquido de R$ 1,58 bilhão, o que representa uma queda de 49,7% sobre o mesmo período do ano anterior.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) do ano passado foi de R$ 1,79 bilhão, 50,6% abaixo de 2018. Enquanto isso, a receita líquida da companhia caiu 17,8% em 2019, para R$ 5,3 bilhões.

E seu release, a Cielo justificou a queda da receita à “pressão no preço médio decorrente do ambiente competitivo, efeitos parcialmente compensados pelo aumento do volume capturado e pelo crescimento da receita relacionada ao produto pagamento em dois dias”.

Apesar da queda nos resultados, em 2019, o volume financeiro de transações da empresa avançou 9%, a R$ 683,1 bilhões. Especificamente com cartões de crédito, o volume financeiro de transações totalizou R$ 411,6 bilhões no ano passado, apresentando um aumento de 13% em um ano.

Além do balanço, a Cielo informou o pagamento de juros sobre capital próprio complementares no montante de R$ 24,2 milhões. O pagamento será feito aos acionistas em 13 de fevereiro com base na posição acionária de 30 de janeiro, ou seja, as ações passam a ficar ex-JCP em 31 de janeiro.

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AGRONEGÓCIO

Mercosul aprovaMercosul para gerenciar a presença de OGM em baixos níveis

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) incorporou ao ordenamento jurídico brasileiro o mecanismo para diminuir a ocorrência da presença em baixos níveis (PBN) de organismos geneticamente modificados (OGM) entre os países do Mercosul – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

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Foto: Reprodução / Fonte: *Com informações do MAPA

De acordo com a resolução aprovada pelo Mercosul, a norma se aplica aos OGM autorizados em algum Estado-parte para seu uso na alimentação humana ou animal, de acordo com o procedimento de avaliação de risco das diretrizes estabelecidas pelo Codex Alimentarius.

“O principal objetivo desta normativa é solucionar a possibilidade da existência de barreiras comerciais desnecessárias. Na prática é lidar com as situações de Low Level Presence (LLP), para detectar a presença em baixos níveis de OGM durante a comercialização de grãos geneticamente modificados entre países exportadores e importadores”, explica Fernanda Lovato, auditora fiscal agropecuária da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa.

O Mercosul é o primeiro bloco econômico a ter uma norma dessa natureza.

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