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Teatro da Paz recebe Sebastião Tapajós e amigos nesta sexta

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O violonista Sebastião Tapajós, um dos músicos mais festejados do Brasil,  se apresenta nesta sexta-feira (12), às 20h, no centenário Theatro da Paz, em Belém, num espetáculo imperdível. Os ingressos estão sendo distribuídos gratuitamente na bilheteria do Theatro e online no site Ticket Fácil.

O artista apresentará o show “Geração Tapajós”, que conta com vários sucessos ao longo dos 20 anos de carreira, como Milonga do Sabiá, Pro Baden, Um pro Ney, Igapó e Cheiros do Pará.

Sebastião Tapajós receberá homenagem de personalidades da terra, como Nilson Chaves, Jane Duboc, Leila Pinheiro, Mestre Solano e Salomão Habib.

“Estou muito feliz de estar com Sebastião Tapajós e tantos artistas, músicos queridos nesta noite inesquecível na nossa Belém adorada e no Theatro da Paz. Vamos homenagear, louvar, reverenciar e nos emocionar com as músicas lindas e tocantes que Sebastião há tantos anos compõe e nos ilumina”, diz Leila Pinheiro.

Sebastião Tapajós

Nascido em Santarém (PA),  Sebastião começou a tocar violão aos 9 anos, com o pai. Mais tarde mudou-se para Belém, onde se aprofundou no estudo do instrumento. Em 1964 partiu para Portugal, onde foi aluno do Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Estudou também na Espanha e atuou como concertista na Europa.
De volta ao Brasil, radicou-se no Rio de Janeiro e passou a pesquisar ritmos e sons brasileiros, populares e folclóricos. Não abandonou, entretanto, a carreira de concertista, tocando com orquestras sinfônicas.
Bastante popular no exterior, especialmente na Europa, onde é considerado um dos violonistas mais criativos e originais, já lançou mais de 50 discos e acompanhou artistas como Hermeto Pascoal, Gery Mulligan, Oscar Peterson e Astor Piazzolla.
Seu disco “Guitarra Criolla”, de 1982, ganhou diversos prêmios na Europa, assim como “Terra” (1992). Em 1997 registrou em disco sua parceria com Gilson Peranzzetta, no CD “Afinidades”.

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Organização criminosa usou submarino para levar drogas à África

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Alex Rodrigues / Agência Brasil 

 

Brasília – Uma organização criminosa acusada de transportar drogas da Bolívia, Colômbia e Venezuela para o Brasil, Estados Unidos e Europa chegou a usar um submarino para cruzar o Atlântico com destino à costa do continente africano com até 8 toneladas de entorpecentes a cada viagem. A embarcação foi apreendida em meados de 2018, no Suriname.

“O submarino foi apreendido durante as investigações iniciadas há dois anos. Ele foi localizado próximo a uma pista de pouso clandestina usada pela organização e onde foram apreendidos 400 quilos de entorpecentes”, disse hoje (21) o delegado federal Marcelo Botelho, responsável pela Operação Flak, deflagrada nesta quinta-feira.

Polícia Federal/Divulgação

Além de um submarino, aviões eram usados para levar droga para os Estados Unidos e Europa   (Polícia Federal/divulgação)

Segundo o delegado, a droga apreendida no avião localizado em uma pista clandestina seria transferida para o submarino, atracado a 50 quilômetros de distância. De lá, os criminosos seguiriam para a África, de onde o entorpecente seria distribuído para a Europa.

“Uma particularidade que nos impressionou é a capilaridade da organização criminosa, que tem contatos em diversos países”, comentou Botelho, esclarecendo que, além dos 54 mandados de prisão e 81 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo e Tocantins, as autoridades brasileiras também acionaram a Interpol, pedindo a colaboração para deter seis suspeitos de integrar o esquema que podem estar no exterior.

Prisões

Até o início desta tarde, ao menos 26 pessoas já tinham sido presas, entre elas, pilotos de jatos executivos. A 4ª Vara Federal de Palmas (TO) autorizou a apreensão de 47 aeronaves, além do sequestro de bens e do bloqueio das contas bancárias de mais de 100 pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a organização criminosa.

“Mais que as prisões e as buscas para apreender provas que auxiliem as investigações, a operação de hoje atingiu o poder financeiro da organização”, disse Botelho.

“Nosso foco foi a desarticulação, foi a descapitalização da organização. Justamente para evitarmos que o crime continue a ser praticado mesmo após a prisão dos principais líderes e membros da organização”,  afirmou.

Apesar de chegar a utilizar um submarino, a especialidade do grupo, segundo a Polícia Federal, era o transporte aéreo de grandes quantidades de drogas.

De acordo com o Botelho, trata-se de uma “organização bem estruturada, que tinha nítida divisão de tarefas”. Ao longo das investigações, os agentes federais identificaram quatro núcleos: o logístico, responsável por gerenciar a parte operacional, como a escolha de aeronaves, a contratação de pilotos e a construção de pistas clandestinas.

Voos irregulares

Um núcleo aeronáutico era encarregado de identificar rotas que permitissem aos pilotos fugirem do controle aéreo e de elaborar planos de voos irregulares. Outro núcleo era o varejista, responsável por contatar os produtores de drogas e os destinatários finais, em outros países.

Por fim, havia o núcleo mecânico, formado pelos que faziam a manutenção das aeronaves. Estes profissionais chegavam a adaptar um sistema que permitia que os aviões usados no esquema fossem abastecidos em pleno voo, de forma a aumentar a autonomia de voo das aeronaves, para que não precisassem pousar.

De acordo com o delegado federal, isso colocava em risco a segurança de todo o transporte aéreo, já que, além de viajar com planos de voo irregulares, os aviões da organização passavam despercebidos pelos radares.

O próprio piloto assumia riscos ao abastecer a aeronave em pleno voo e há indícios de que aeronaves usadas pela organização caíram, vitimando os tripulantes.

“Apesar de lucrativo, o crime trazia grandes riscos para os pilotos. Há registros de quedas de aeronaves, com a consequente morte ou desaparecimento de pilotos”, afirmou Botelho, acrescentando que a organização também chegou a destruir aviões apenas para “apagar” as evidências de tráfico internacional de drogas. “Incluindo aeronaves com valor de mercado de R$ 1 milhão.”

Segundo Botelho, a organização tentava mascarar suas atividades ilícitas contratando pilotos que, paralelamente, exerciam atividades lícitas, como voos comerciais e atividades agrícolas. E lavava o dinheiro investindo em fazendas, criação de gado, postos de combustível, garimpo e na revenda das próprias aeronaves usadas no esquema.

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GORDO DO AURÁ É MORTO A TIROS NUMA EMBOSCADA EM BELÉM

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A Polícia ainda não tem pista dos hoemns que assassinaram, na tarde desta quinta-fira(21), o O vereador de Ananindeua, Deivite Wener Araújo Galvão, o Gordo de Aurá (DEM). Ele foi alvejado 15  vezes, aproximadamente, quando trafegava na av. Pedro Miranda, em Belém, depois ter  deixado a filha em algum hospital, para tratamento. Gordo do Aurá ia acompanhado de sua mulher, Vanesse Gavão, que também foi alvejada e levada, junto com o marido, para o  Pronto Socorro da 14 de Março, em Belém. Ele não resistiu e nem chegou a ser atendido pelos médicos. Ela foi medicda e transferida para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, e consta que não corre perigo de vida, apesar da gravidade dos ferimentos.

O fato ocorreu por volta das 15h, segundo informações de testemunhas que foram até  PSM da 14 de Março. Gordo do Aurá foi deixar a filha  epara tratamento de  Síndrome de Guillain-Barré.

Os dois foram crivados de balas.

Na última eleição para governador do Pará, Gordo do Aurá foi o pivô na troca de acusações entre os principais candidatos, Helder Barbalho (MDB), que saiu vencedor do pleito, e o deputado Márcio Miranda. Um acusada o outro deter apoio do vereador, conhecido também como traficante e violento. Mas embora fosse filiado ao mesmo partido Márcio Miranda, consta que ele trabalhou mesmo foi para Helder barbalho, com quem tinha relacionamento político desde que este foi prefeito de Ananindeua.

A Prefeitura de Ananindeua decretou feriado de três dias em homenagem ao vereador assassinado.

(Matéria retificada às 21h40)

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Idosos em situação de miséria só receberão o salário mínimo aos 70 anos, com a reforma

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Na regra anterior, o pagamento já era possível aos 65 anos

 Hamilton Ferrari

A reforma da Previdência encaminhada pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional revê as regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que será desvinculado do salário mínimo.

Veja aqui os principais pontos da reforma da Previdência

 

Os idosos só poderão ter acesso ao valor do salário mínimo quando atingirem 70 anos. Na regra atual, o pagamento já é possível aos 65 anos. Segundo o secretário de Previdência, Leonardo Rolim, de 60 aos 69 anos, a pessoa receberá R$ 400, passando a ter direito ao salário mínimo ao atingir 70 anos.

“Se conseguir aposentar antes, com idade mínima de 65 anos, ela sai da assistência e vai para a aposentadoria”, ressaltou. “A lógica é muito mais adequada à realidade das pessoas”, justificou.

A condição de miserabilidade é calculada com base na renda per capita mensal inferior a um quarto (25%) do salário mínimo. Além disso, é necessário ter um patrimônio inferior a R$ 98 mil, que equivale à regra da Faixa I do programa habitacional Minha Casa Minha Vida.

Abono do PIS-Pasep

Além disso, o abono do PIS-Pasep só será pago aos trabalhadores que recebem um salário mínimo. Atualmente, o benefício é pago para quem recebe até dois salários mínimos.

O abono é uma espécie de 13º salário pago no fim do ano ao trabalhador que trabalha com carteira assinada. A reforma dificulta o acesso ao benefício, pois exigirá que o empregado esteja cadastrado no programa há, no mínimo, cinco anos.

Pessoas com deficiência

As regras para pessoas com deficiência em situação de pobreza não vai se alterar. A renda mensal continuará com um salário mínimo, sem limite de idade.

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