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MARAJÓ

Terminal Hidroviário que recebe embarcações do Marajó será ampliado em 30% capacidade de embarques e desembarques

Fonte/Foto: Agencia Para

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Em razão da grande demanda de usuários, o Terminal Hidroviário de Belém vai ter sua capacidade naval de operação ampliada em 30%. O espaço deve ganhar, em breve, o terceiro conjunto naval, que será instalado em frente ao galpão 10 da Companhia de Docas do Pará (CDP).

Atualmente, o terminal opera com dois conjuntos navais no galpão 9 da CDP. As estruturas compreendem flutuante, plataforma e rampa metálica articulada para embarque e desembarque de passageiros.”Desde julho deste ano, nós percebemos que o Terminal Hidroviário chegou na capacidade de usuários e muitas linhas ainda desejam fazer o percurso da ilha do Marajó e no Baixo Amazonas, por exemplo. Então, sentimos a necessidade de operar com um novo conjunto naval, haja vista que a tendência é de crescimento no modal hidroviário”, explica o presidente da CPH, Abraão Benassuly.

Segundo Benassuly, ao tomar conhecimento dessa necessidade, o governador Helder Barbalho autorizou a elaboração de projeto executivo de construção deste conjunto, para operar no embarque e desembarque de passageiros por meio do galpão 10. A Companhia de Docas do Pará, responsável pelo espaço, já cedeu a área para nova operação naval após um acordo.


O titular da CPH afirma que o terceiro conjunto naval vai proporcionar a criação de mais linhas hidroviárias. Hoje, o terminal recebe até três mil passageiros por dia e cerca de 60 mil por mês. “Com essa ‘janela’ que vamos abrir, teremos a possibilidade de trazer novas linhas para operar e atender melhor o nosso público crescente”, completa Benassuly.
A Companhia de Portos já abriu licitação para contratação de empresa que vai tratar da elaboração do projeto executivo para construção do novo conjunto naval, que prevê flutuante, plataforma e rampa metálica articulada para embarque e desembarque de passageiros. Neste projeto executivo, devem constar as normas e condições necessárias para contratação dos serviços.

“Já estamos em processo de licitação para contratar uma empresa que vai elaborar o projeto executivo e, consequentemente, vamos abrir outra licitação para uma nova empresa realizar a construção deste novo conjunto naval. Esperamos concluir todo esse processo em até 12 meses”, finaliza o presidente da CPH.
O projeto e a construção do novo conjunto naval serão realizados de acordo com as normas e padrões estabelecidos pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

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MARAJÓ

Exclusivo: Salvaterra é a cidade mais segura do Estado do Pará

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Texto: Ettiene Angelim/Fotos: Agência Pará e Extradopara.com

Os dados da Polícia Militar do Estado do Pará referentes ao ano de 2019 apontam o município de Salvaterra como a cidade mais segura do Estado do Pará. A informação é do coronel Hugo Regateiro, Comandante Policiamento Regional do Marajó Oriental – CPR XI, que engloba os municípios de Salvaterra, Soure, Cachoeira do Arari, Santa Cruz do Arari, Ponta de Pedras e Muaná.

“Em 2019, os homicídios na região do CPR XI baixaram de 16 para dez, uma baixa expressiva, e de roubo baixamos aproximadamente 20% em todo o município. É o menor número desde 2012. Nosso índice do risco de morte por homicídio aqui é de seis pessoas a cada mil habitantes. Tem municípios do Pará que chegam a 78. A média da Região Metropolitana é 29, então a gente está muito abaixo da média. Seis é um número europeu”, afirma o coronel, que compara os índices de Salvaterra com os de Portugal, também de seis para mil.

De acordo com o comandante, em 2019 a PM realizou na região realizou mais de 44 mil abordagens. No segundo semestre, o CPR XI realizou 55 apreensões de drogas 15 de armas de  fogo, 34 armas brancas – o que pode ter evitado outros assaltos ou roubos, além de quase 50 veículos recuperados, fruto dessa quantidade enorme de abordagens. São muitas as barreiras vistas na região e o foco é na apreensão de veículos roubados. Quase todo crime cometido aqui é sobre motos. E o cara quando vai assaltar ele pega uma moto cabrito, que ele vai largar em qualquer lugar”.

Sobre as abordagens policiais, Regateiro  pede a colaboração da comunidade para que continuem ocorrendo de forma pacífica, pois são necessárias para que a PM possa realizar um trabalho efetivo de prevenção e combate ao crime.

Segundo ele, “a revista não é uma sensação boa, mas a gente tenta transformar essa situação em algo menos traumático. Esperamos que o nosso pessoal chegue com educação e que a população também responda a abordagem com educação, porque estar meio-dia no sol também não é agradável para quem está trabalhando”.

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MARAJÓ

Operação combate captura ilegal de caranguejo em Soure

Polícia Civil e Secretaria de Meio Ambiente estão atentos durante o período de defeso dos crustáceos, conhecido como andada

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

Com o objetivo de proteger os caranguejos durante o período reprodutivo, conhecido como andada, a Polícia Civil em Soure, no Arquipélago do Marajó, realizou operação nas áreas das praias de Céu e Caju-Una, na quinta-feira (16). A data marca o encerramento do primeiro período de Defeso do Caranguejo Uça, que se iniciou no último dia 11.

A operação foi coordenada pela Superintendência da 5ª Risp (Região Integrada de Segurança Pública), sob o comando do delegado David Bahury, que envolveu equipes de plantão e do NAI (Núcleo de Apoio à Investigação). “Sem ter autorização legal, quem for flagrado fazendo a captura, transportando ou beneficiando o produto no período estabelecido de defeso, pode ter a carga apreendida e ser obrigado a pagar multa de até R$ 500,00 por crustáceo”, adverte o delegado.

Na região de Soure, a captura do crustáceo estará proibida nos dias 10 a 15 de fevereiro e 10 a 15 de março. A secretária de Meio Ambiente de Soure, Dirlene Silva, explica que mesmo com as datas oficiais de proibição, também se estende ao período da lua cheia e lua nova. “É crime ambiental. Quem for pego capturando caranguejos na lua nova, quando a andanda pode voltar a ocorrer, será multado”, alerta.

No período de reprodução do caranguejo, machos e fêmeas saem de suas tocas e andam pelo manguezal, para reprodução e liberação de ovos, ficando mais vulneráveis à captura indevida. “Por isso realizamos essa operação, em que, a priori, não constatamos a captura ilegal”, afirma o delegado.

Por: Antonio Barroso

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MARAJÓ

Sala de escola marajoara alaga e assessor diz que foi sabotagem

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Uma das salas da escola municipal Padre José de Anchieta, em São Sebastião da Boa Vista (arquipélago do Marajó), alagou neste final de semana. Foi por conta de uma forte chuva. A água passou pelo forro, estragando alguns móveis e materiais. A extensão total dos danos ainda não foi confirmada. Um professor fez um vídeo, mostrando o resultado da chuva, e publicou nas redes sociais digitais. Um assessor especial da prefeitura acusou o mesmo professor de provocar os estragos.

No vídeo, o professor Paulo Rodrigues mostra a sala, as cadeiras, carteiras e o teto. E lembra que a escola passou por uma reforma, no ano passado. Apesar de ele mencionar o valor de R$ 400 mil, o orçamento foi de cerca de R$ 320 mil. Essa reforma foi exigida, em ação civil pública, pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA). Foi ajuizada em maio de 2019. A Promotoria de Justiça de São Sebastião da Boa Vista considerou que havia risco à segurança dos estudantes e trabalhadores da unidade.

https://www.facebook.com/watch/?v=2795935803805794
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