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CORRUPÇÃO

Tribunal suspende uma das prisões preventivas de Cunha

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Ex-deputado Eduardo Cunha Foto: Agência Brasil/José Cruz

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) suspendeu nesta quinta-feira (14), uma das prisões preventivas existentes contra o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, através de um habeas corpus favorável ao ex-parlamentar. Apesar da decisão, ele vai continuar preso.

A detenção de Cunha será mantida em razão de outros mandados de prisão preventiva ativos contra ele, nas justiças federais de Brasília e do Paraná. Nessas ações, o ex-deputado responde por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras e a Caixa Econômica.

Na decisão referente ao habeas corpus concedido, Cunha é investigado pelo recebimento de propina para favorecer as empresas Odebrecht e OAS em obras na Arenas das Dunas, em Natal. A construção foi uma das utilizadas como estádio da Copa do Mundo de 2014.

A aprovação do habeas corpus aconteceu por dois votos a um. Julgaram o caso os desembargadores federais: Elio Wanderley de Siqueira Filho, Francisco Roberto Machado e Alexandre Luna Freire.

CORRUPÇÃO

Datafolha: 81% querem que a Operação Lava Jato continue

Pesquisa também apontou que 41% da população acredita que corrupção vai diminuir após a ação

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Operação Lava Jato tem ampla aprovação da população Foto: Agência Brasil/Tânia Rêgo

Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (13), pelo jornal Folha de São Paulo, apontou que 81% dos entrevistados acham que a Operação Lava Jato ainda não cumpriu o seu papel completamente e deve continuar. A análise também avaliou a visão das pessoas sobre a corrupção após a Lava Jato.

De acordo com a avaliação, 41% do público acredita que o índice de corrupção vai diminuir após a operação, outros 47% disseram que vai continuar na mesma proporção e apenas 10% acreditam que a intensidade da corrupção vai aumentar.

A pesquisa foi feita entre os dias 5 e 6 dezembro com 2.948 pessoas de 176 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. Já o nível de confiança é de 95%, o que significa que em 95% dos cenários pesquisados os resultados retratariam a realidade, dentro da margem de erro.

Atualmente, a Lava Jato está na 69ª etapa. A fase mais recente foi deflagrada na última terça-feira (10) e investigou repasses de mais de R$ 100 milhões do grupo Oi/Telemar para empresas de Fábio Luis Lula da Silva, um dos filhos do ex-presidente Lula.

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CORRUPÇÃO

Operação da Polícia Federal mira Romero Jucá e filho

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Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil / Fonte: Conexão Política

Na manhã desta quarta-feira (11), a Polícia Federal deflagrou uma operação contra o ex-senador Romero Jucá e seu filho Rodrigo Jucá.

Eles são suspeitos de comandar candidaturas laranjas nas eleições do ano passado em Roraima.

A PF não divulgou os nomes dos demais investigados.

Em nota, a assessoria do MDB em Roraima afirmou desconhecer as investigações.

A assessoria do ex-senador repudiou “qualquer ilação de cometimento de irregularidade”.

A assessoria jurídica de Rodrigo Jucá não emitiu, até o fechamento desta matéria, qualquer tipo de manifestação.

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CORRUPÇÃO

Maior preocupação dos jovens no Brasil é a corrupção

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

As mudanças climáticas são o problema mundial mais citado por jovens de 18 a 25 anos, mostrou uma pesquisa feita em 22 países e divulgada nesta terça (10) pela ONG Anistia Internacional, para marcar o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

A questão foi citada por 41% dos entrevistados como um dos principais desafios dos tempos atuais, seguida por poluição (36%) e terrorismo (31%). Eles tinham que apontar, em uma lista de 23 opções, as cinco que mais os preocupam.

A perda de recursos naturais, a desigualdade racial, o crime violento, a agressão contra as mulheres e o acesso à água potável também são assuntos que afligem uma em cada cinco pessoas da geração que o estudo chama de Z: de 18 a 25 anos.

A pesquisa online ouviu mais de 10 mil jovens dessa idade em países com diferentes realidades, dos seis continentes habitados, incluindo Brasil, México, Coreia do Sul, Índia, África do Sul, Quênia, Austrália, EUA, Suíça e Ucrânia (cerca de 500 pessoas em cada um).

Quando a pergunta é sobre os principais problemas dos próprios países desses jovens, no entanto, as mudanças climáticas caem para a quinta posição. Têm mais destaque a corrupção (36%), poluição (26%) e instabilidade econômica (26%).

O levantamento foi divulgado enquanto autoridades mundiais se reúnem em Madri para discutir sobre esse assunto na COP-25 (conferência do clima da ONU) até sexta (13). Os diplomatas tentam concluir a regulamentação do Acordo de Paris, que prevê metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa.

– Se os eventos [climáticos] de 2019 nos ensinam alguma coisa, é que as gerações mais jovens merecem um assento na mesa quando se trata de decisões sobre elas – disse Kumi Naidoo, o secretário-geral da Anistia Internacional, sobre a pesquisa.

Enquanto no resto dos países que participaram da entrevista a poluição do ar e o aquecimento global são considerados os maiores problemas ambientais locais, no Brasil aparecem principalmente o desmatamento (59%) e as queimadas (51%), pauta frequente deste ano sob o governo de Jair Bolsonaro.

A crise do clima, no entanto, não parece estar entre as maiores preocupações dos jovens no Brasil. As mudanças climáticas despencam para a 17ª posição quando eles têm que responder os principais problemas de seu país: só 8% citam essa questão.

Antes disso vêm principalmente a corrupção, com quase metade das respostas, e a falta de acesso à saúde e educação de qualidade, assim como a violência armada ou contra a mulher e a desigualdade de renda.

Para essa geração brasileira, assim como nos demais países, as indústrias que estão mais associadas a violações dos direitos humanos são a mineração e os fabricantes de armamentos, que também têm sido defendidas por Bolsonaro desde a campanha eleitoral.

Globalmente, os jovens indicam que se importam com a questão: 60% concordam com a frase “os direitos humanos têm que ser protegidos, mesmo que tenham um impacto negativo na economia”.

Três em cada quatro deles dizem que os governos são os principais responsáveis por garantir a proteção a esses direitos, e não os indivíduos, as corporações ou as ONGs.

Mesmo assim, eles acreditam que algumas ações pessoais têm poder de promover mudanças. Veem como extremamente ou muito efetivos atos como votar em eleições (70% acham isso), doar para uma ONG (63%) e juntar-se a um grupo de ativistas (62%).

A pesquisa “Futuro da Humanidade” foi realizada pelo instituto Ipsos Mori, entre 6 de setembro e 2 de outubro, considerando proporções de idade, sexo e região. Eles ponderam, porém, que os entrevistados devem ser considerados mais urbanos e conectados do que a população em geral.

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