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Uber testa serviço de ‘funcionários sob demanda’ por aplicativo

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Pelo aplicativo da Uber, já é possível pedir carros particulares, comida por delivery e até bicicletas, barcos e helicópteros em algumas regiões do mundo. Em breve, a empresa pode começar a oferecer também funcionários temporários através do app.

É o que diz uma reportagem publicada nesta quinta-feira, 18, pelo jornal norte-americano Financial Times (via The Verge). O serviço, batizado internamente de Uber Works, estaria ainda em fases iniciais de desenvolvimento, com testes sendo realizados em Chicago e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A ideia é que pequenos e médios empresários possam usar o Uber Works para contratar profissionais por curtas jornadas, como garçons ou seguranças para um evento, por exemplo. Esse tipo de serviço já é oferecido por agências de trabalho terceirizado no Brasil e no mundo.

O diferencial do serviço da Uber seria o modelo de negócios. Assim como motoristas podem se cadastrar para ganhar dinheiro com o Uber e motociclistas podem ser pagos para entregar comida com o Uber Eats, profissionais autônomos poderão receber por diárias no Uber Works.

Oficialmente, a Uber não quis confirmar ou negar a informação do Financial Times. O serviço de funcionários sob demanda faria parte do crescente investimento da empresa em modalidades alternativas aos carros particulares, como o serviço de bicicletas e patinetes elétricos oferecido nos EUA.

Ainda em fase de testes, o suposto Uber Works não tem previsão para ser oficialmente anunciado e, segundo o jornal, pode até mesmo ser abandonado caso a experiência não dê o resultado que a empresa espera.

Fonte: Olhar Digital

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NASA vai transmitir pouso de nave em Marte dia 26; saiba como acompanhar

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Foto: Divulgação/NASA
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Marque na sua agenda: dia 26 de novembro é dia de acompanhar um pouso de uma sonda da NASA em Marte. Vai ser a primeira vez em seis anos que a agência espacial norte-americana vai transmitir a chegada de uma de suas naves ao solo do planeta vermelho.

A sonda em questão é chamada InSight, e foi lançada em direção a Marte no dia 5 de maio. Ao chegar no nosso vizinho, a InSight vai estudar o “interior profundo” de Marte para coletar dados que ajudem cientistas a entender a formação de planetas rochosos – o que deve contribuir inclusive para pesquisas sobre as origens da Terra.

A última vez que a NASA transmitiu um pouso em Marte foi em 2012: foi quando a sonda Curiosity iniciou sua missão no planeta vermelho.

A transmissão do pouso em Marte vai ser feita pelo site da NASA, assim como pelo Twitter e Facebook. A previsão é que a sonda chegue ao nosso vizinho por volta das 17h (horário de Brasília).

Caso você não consiga acompanhar esse pouso, não deve precisar esperar mais seis anos para poder assistir a outro: a NASA planeja lançar a missão ExoMars para Marte em 2020 com um objetivo muito mais importante: buscar sinais de vida no planeta.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Facebook lança portal com cursos online e novidades para busca de emprego

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O Facebook está disposto a roubar uma parcela do mercado do LinkedIn. A rede social anunciou o portal “Learn with Facebook” (Aprenda com o Facebook, em tradução livre) nesta terça-feira, 13, com um conjunto de vídeos educativos e de desenvolvimento profissional. Além disso, as ferramentas de busca e oferta de emprego receberam atualizações.

De acordo com o Facebook, o novo portal vai ajudar os usuários a desenvolverem habilidades para o mercado de trabalho digital. O conteúdo foi desenvolvido em parceria com a fundação Goodwill Community e envolve lições como “Melhore sua entrevista”, “Gerencie o seu marketing de conteúdo” e outros. Todos eles contam com estudos de caso e dicas de especialistas, estando disponíveis gratuitamente na rede social.

Por enquanto, a base de vídeos educativos ainda é bastante pequena: apenas 13 módulos estão disponíveis até o momento. Além disso, todo o conteúdo é fornecido apenas em inglês até o momento e não possui sequer tradução de legendas para o português.

De forma geral, o novo portal de aprendizado do Facebook foi visto como mais uma tentativa da empresa de Mark Zuckerberg de roubar usuários do LinkedIn. A rede social da Microsoft conta com o LinkedIn Learning: uma ferramenta de cursos online com mais de 13 mil módulos disponíveis no momento. No entanto, esse pacote só pode ser acessado pelos assinantes da versão Premium do site.

Novidades em grupos e busca de emprego

Em 2017, o Facebook anunciou um portal para busca e oferta para vagas de emprego. Segundo a rede social, a ferramenta já ajudou internautas a encontrarem mais de um milhão de postos de trabalho nesse período. Agora, a empresa permitirá que administradores de páginas publiquem os anúncios de vagas em grupos, que são usados por mais de 200 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Por fim, o Facebook anunciou atualizações para a ferramenta de mentorias em grupos. A partir de agora, as pessoas podem manifestar interesse em compartilhar o que eles estão oferecendo ou procurando, facilitando sua localização por outros membros com interesses semelhantes. Semanalmente, a rede social fará sugestões para ajudar a conversa entre os participantes fluir.

Por enquanto, o Facebook não especificou que países receberão as novidades anunciadas nesta terça-feira, 13. Entretanto, é provável que a empresa esteja fazendo uma liberação gradual, começando pelos Estados Unidos antes de outros países. Confira neste tutorial como usar o Facebook Jobs para procurar empregos no Brasil.

Fonte:  Olhar Digital

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Tecnologia

Falha na Nigéria interrompeu serviços do Google e derrubou parte da internet

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O Google enfrentou um problema grave na última segunda-feira, 12. O tráfego da empresa foi redirecionado para a China indevidamente, o que fez com que serviços da empresa e vários outros que dependem da plataforma de computação em nuvem da companhia, como foi o caso do Spotify, ficassem temporariamente indisponíveis.

A falha foi notada graças a duas empresas, a ThousandEyes e a BGPMon, que monitoram o mapa do tráfego de dados online. Eles notaram que as pessoas que tentavam acessar os serviços do Google estavam sendo direcionados para a China, o que não seria um comportamento normal da rede.

A desconfiança sobre uma ação proposital com fins malignos existe, mas o Google diz que não crê que a falha tenha se desenrolado com objetivos negativos, embora não revele quais plataformas foram afetadas nem quantos usuários foram atingidos. A justificativa que existe até o momento, no entanto, é curiosa: tudo começa com uma pequena operadora nigeriana chamada MainOne.

A explicação da MainOne à Reuters é de que, por um período de 74 minutos, houve uma falha de configuração em um filtro BGP (sigla para “Protocolo de Gateway de Fronteira”), equipamento que ajuda a direcionar o tráfego online para o lugar certo. Devido ao problema, o tráfego do Google acabou direcionado para uma parceira da MainOne, a China Telecom. Desde então, a empresa nigeriana disse ter estabelecido processos mais rigorosos para evitar que isso se repita.

No final da tarde de segunda-feira, o site Down Detector, que monitora a queda de serviços online com base nos relatos de usuários, reportou uma série de falhas simultâneas, indicando que os serviços foram afetados com a disrupção do tráfego do Google e sua plataforma de nuvem. Entre elas estavam serviços como Spotify, Snapchat, Gmail, YouTube TV e Discord. Também foram encontrados problemas no jogo Rocket League. Tudo isso em um espaço de 10 minutos, o que indica que as falhas têm relação entre si.

Esse tipo de falha é interessante para ver como a estabilidade de serviços online muitas vezes não dependem somente da empresa responsável graças ao modo como a internet funciona. Não é a primeira vez que operadoras de internet pelo mundo têm falhas em seus filtros BGP, e o próprio Google já foi alvo de um problema similar no ano passado, quando seu tráfego foi direcionado indevidamente para a Rússia.

Fonte: Olhar Digital

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