Conecte-se Conosco

SAÚDE

Urgente! Neurocirurgiões fazem alerta sobre “Quebra-crânio”também conhecido “desafio da rasteira”

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia afirmou que a “brincadeira” pode levar a óbito

Publicado

em

A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) emitiu um comunicado, na última quarta-feira (12), alertando pais e professores sobre o tal “desafio da rasteira” ou “desafio quebra-crânio”. A trollagem que consiste em derrubar uma pessoa com uma rasteira no momento em que ela salta pode causar problemas sérios ao indivíduo.

– Ele provoca uma queda brutal, onde um dos participantes bate a cabeça diretamente no chão, antes que possa estender os braços para se defender. Esta queda pode provocar lesões irreversíveis ao crânio e encéfalo (Traumatismo Cranioencefálico – TCE), além de danos à coluna vertebral. Como resultado, a vítima pode ter seu desempenho cognitivo afetado, fraturar diversas vértebras, ter prejuízo aos movimentos do corpo.

A SBN ainda afirma que a brincadeira pode terminar em óbito e os responsáveis podem responder penalmente por lesão corporal grave e até mesmo homicídio culposo.

– Deste modo, como sociedade, pais, filhos e amigos, devemos agir para interromper o movimento e prevenir a ocorrência de novas vítimas. Acompanhar e informar/educar sobre a gravidade dos fatos, pode ser a primeira linha de ação – concluiu a nota.

Diante da repercussão, o criador do desafio, o youtuber Robson Calabianqui, o Fuinha, publicou um vídeo em suas redes sociais se desculpando pela situação. Ele fez o desafio com a mãe e desabafou que poderia tê-la matado.

– Como influenciador eu errei, como humorista eu falhei. Eu peço desculpas a todos vocês que compartilharam esse vídeo e riram disso – declarou Fuinha.

SAÚDE

Alergia à camisinha? Saiba quais são os sintomas e o que fazer

Publicado

em

Fonte Metrópoles

Reação ocorre, normalmente, por alguma substância presente no preservativo e pode causar espirros e tosse, além de coceira e inchaço

alergia à camisinha geralmente ocorre devido a uma reação causada por alguma das substâncias presentes no preservativo, que pode ser o látex ou componentes dos lubrificantes, como espermicidas ou aditivos para provocar cheiro, cor e sabor. O problema pode ser identificado por meio de sintomas como coceira, vermelhidão e inchaço nas partes íntimas, que em alguns casos aparecem associados a espirros e tosse.

Para confirmar o diagnóstico é preciso consultar um ginecologista, urologista ou alergista. Na ocasião, será realizado um teste alérgico e o tratamento indicado consistirá em usar camisinhas de outros materiais. Em casos em que a alergia provoca sintomas muito fortes, pode ser indicado o uso de anti-alérgicos, anti-inflamatórios e até corticoides.

Principais sintomas
Os sintomas da alergia podem surgir imediatamente após o contato com o látex ou outras substâncias, ou aparecer de 12 a 36 horas após a pessoa ter utilizado o preservativo, podendo ser:

  • Coceira e inchaço nas partes íntimas;
  • Vermelhidão na pele;
  • Descamação na pele da virilha;
  • Espirros constantes;
  • Olhos lacrimejando;
  • Garganta com sensação de estar arranhando.

Quando a alergia aos componentes da camisinha é muito forte, a pessoa pode ter tosse, falta de ar e sensação que a garganta está fechando — se isso acontecer, é necessário procurar atendimento médico imediatamente. Em outros casos, a hipersensibilidade à camisinha surge depois de muito tempo, após vários usos do produto.

Continue lendo

SAÚDE

Desaparecimento de insetos está ligado a agrotóxicos e aquecimento global

Publicado

em

(foto: Augusto Rosa/Divulgação)

Estudo internacional mostra conjunto de fatores que tem contribuído para a redução global e até a extinção desses seres das mudanças climáticas à interferência humana e adverte para a necessidade de se colocar em prática medidas que possam reverter esse cenário

Pequenos, complexos e extremamente diversos, os insetos estão presentes em praticamente todo o planeta. Contudo, nos últimos tempos, sua população tem sofrido diminuições severas. Apesar de executarem funções essenciais para a vida dos outros seres vivos, poucas medidas para que esse cenário caótico seja revertido foram tomadas, alerta um grupo de cientistas internacionais.

A partir da revisão de uma série de estudos, os pesquisadores apontam os fatores que desencadeiam a redução do número desses animais, que vão desde as mudanças climáticas à ação dos homens, sobretudo com uso de produtos químicos na agricultura. Na pesquisa, publicada na revista especializada Biological Conservation, os cientistas também sugerem maneiras de evitar a diminuição dos artrópodes e pedem o engajamento mundial nessa tarefa.

À medida que o tempo passa, a humanidade exige mais dos ecossistemas, que já não conseguem se recuperar dos danos que sofrem. Como consequência, extinções de insetos, ainda não quantificadas e não quantificáveis, estão ocorrendo corriqueiramente. Essa perda é um grande prejuízo para o planeta, principalmente porque muitas espécies ainda não são nem conhecidas pelo homem, explica Pedro Cardoso, pesquisador do Museu Finlandês de História Natural Luomus e da Universidade de Helsinque, na Finlândia. “É surpreendente o quão pouco sabemos sobre biodiversidade em nível global”, destacou ao Correio Cardoso, que assina o trabalho com outros 18 pesquisadores, de países como Alemanha, Colômbia, e África do Sul.Continua depois da publicidade

“Apenas de 10% a 20% dos insetos e outras espécies de invertebrados foram descritos e nomeados. E daqueles com um nome, sabemos pouco mais que uma breve morfologia. O número de espécies de insetos ameaçadas e extintas é lamentavelmente subestimado, porque muitas são raras ou não descritas”, detalhou o cientista.

Na análise, Cardoso e sua equipe avaliaram uma série de levantamentos feitos por outros investigadores da área, relacionados à redução do número de espécies de insetos, com o objetivo de identificar todas as causas envolvidas nesse cenário preocupante. “A atividade humana é responsável por quase todos os declínios e extinções da população atual de insetos. Se identificarmos e quantificarmos as diferentes maneiras pelas quais estamos agindo sobre eles podemos mudar esse cenário”, frisou o especialista português.

Ameaças

Nas análises, eles constataram que perda de habitat, poluição, práticas agrícolas prejudiciais, espécies invasoras (que se proliferam de forma descontrolada), mudanças climáticas, superexploração (como consumo alimentício de determinadas espécies) e extinção de espécies codependentes contribuem para o declínio da população de insetos e extermínio de alguns deles.

Para os cientistas, os dados mostram fatores que podem ser revertidos. Por exemplo, com a diminuição do uso de pesticidas na área agrícola. “Muitos países europeus estão proibindo ou eliminando progressivamente os herbicidas à base de glifosato. As soluções estão agora disponíveis. Precisamos agir de acordo com elas”, destacou Cardoso.

Walkymário de Paulo Lemos, pesquisador entomologista da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, acredita que os especialistas internacionais fazem um pedido que pode e deveria ser atendido. “Na Embrapa, já trabalhamos em busca de alternativas que possam diminuir os danos causados a esses animais dentro da agricultura, até porque eles são extremamente necessários a essa prática. Quase 90% das plantas cultivadas no mundo necessitam da polinização dos insetos. Nós ainda não conhecemos os efeitos das mudanças climáticas, mas, com certeza, elas terão um impacto nessas populações”, opinou.

Para Reginaldo Constantino, professor do Departamento de Zoologia da Universidade de Brasília (UnB), o estudo mostrou dados relevantes e muitas medidas podem ser tomadas para impedir que as populações de insetos diminuam ainda mais. “Temos fatores mais difíceis, como a extinção de espécies dependentes. Por exemplo, no caso da morte de uma onça, seus parasitas vão desaparecer, e não temos muito o que fazer sobre isso. Mas a maioria das outras medidas pode, sim, ser combatida. Na agricultura, principalmente. Usar outros produtos que não sejam nocivos aos animais e explorar opções, como o controle biológico, no qual os próprios animais ajudam a combater pragas, são algumas das alternativas possíveis”, detalhou o especialista. Continua depois da publicidade

Constantino considerou que as informações são valiosas, pois ajudam a entender quais áreas geram perigo aos animais, mesmo que o impacto seja menor quando comparado com outros fatores. “O uso de insetos para a alimentação é algo que ocorre mais em países do Oriente, mas, ainda assim, interfere. Por isso, é importante ter sido apontado pelos cientistas. Serve como um alerta”, assinalou.

Prioridades

Os autores do estudo relataram que um dos principais motivadores do levantamento foi a falta de atenção dada aos insetos. Segundo eles, eles vêm sendo menosprezados até mesmo pela comunidade científica. “Os próprios cientistas têm de rever prioridades e começar a privilegiar o conhecimento desses seres, que são negligenciados. Isso ocorre também porque é muito mais fácil obter financiamento para grupos ou temas mais na moda”, explicou Cardoso.

Walkymário Lemos também tem esse mesmo entendimento, de que os insetos são deixados de lado quando o assunto é preservação. “Quando falamos em destruição do meio ambiente e em extinção, a maioria das pessoas já pensa nas árvores e nos animais maiores, como as onças, mas os insetos dificilmente são lembrados. Como os próprios autores do estudo falam, isso ocorre provavelmente porque eles não fazem parte da fauna carismática do planeta, não são tão bonitos”, cogita o especialista.

Os pesquisadores sugerem maior atenção, especialmente das autoridades, para evitar o agravamento do quadro. “Esse cenário pode, certamente, mudar. Basta que políticos, o público em geral e os próprios cientistas o queiram. Os políticos têm de compreender que não vivemos num vácuo ecológico, ninguém pode ter qualidade de vida sem consideração pela natureza, principalmente a sua componente mais rica, os insetos”, frisou o autor do estudo.

A sociedade em geral, segundo Pedro Cardoso, pode ter uma ação muito importante, não só pressionando os políticos, mas também nas ações diárias, de conotação econômica ou não. “Todas as revoluções começaram por atos isolados. Nesse caso em particular, se pensarmos que muitas espécies de insetos estão restringidas a áreas minúsculas, que podem ser medidas em hectares ou poucos quilômetros quadrados, qualquer jardim pode contribuir de forma decisiva para a sobrevivência de uma espécie única, que pode ainda nem ter um nome, que nunca ninguém identificou”, enfatizou.

O cientista também ressaltou que o Brasil, sendo um dos países com maior diversidade no mundo, tem um papel crucial no conhecimento e na conservação desses seres. “O Brasil pode, deve e tem capacidade científica para liderar essa temática globalmente, basta deixar a ciência ter uma palavra, o que, infelizmente, nos dias de hoje, não parece nada fácil”, complementou.

Alerta sobre abelhas 
e vaga-lumes

Um estudo publicado na semana passada na revista Science por pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, mostrou que as abelhas, um dos principais polinizadores, são menos comuns do que costumavam ser na América do Norte. De acordo com os dados reunidos pelos autores do trabalho, é 50% menos provável ver uma abelha na região do que era antes de 1974. Outro relatório, também divulgado na semana passada, por cientistas da Malásia, alertou para a diminuição dos vaga-lumes. Segundo os investigadores, três razões contribuem para essa redução: a perda de habitat, a poluição luminosa, já que as luzes artificiais afetam o ritmo desses insetos, e o aumento do uso de inseticidas.

Continue lendo

SAÚDE

Brasileiros em quarentena seguem sem sintomas do novo coronavírus

Publicado

em

Por Agência Brasil - Brasília

O Ministério da Defesa informou ontem (15) que os 58 brasileiros que regressaram da China e cumprem um período de quarentena em Anápolis (GO) seguem sem sintomas de contaminação pelo novo coronavírus.

Segundo a nota, os repatriados “passaram pelas avaliações clínicas previstas e permanecem com o quadro assintomático”.

As avaliações de saúde são feitas pelo Laboratório Central do Estado de Goiás (Lacen) em todos os 34 brasileiros resgatados e nos 24 profissionais, divididos entre tripulação, médicos e equipe de comunicação, que foram à China durante a Operação Regresso.

Os brasileiros que não apresentarem sintomas da doença serão liberados depois de 18 dias de isolamento. Eles estão hospedados na Base Aérea de Anápolis desde o último domingo (9).

Casos investigados no Brasil

Na última sexta-feira (14), o Ministério da Saúde informou que investiga quatro casos suspeitos de infecção pelo novo coronavíruso no Brasil. Das quatro pessoas ainda sob suspeita de ter o vírus, cujo epicentro ocorreu na cidade chinesa de Wuhan, há uma criança de 2 anos, um adulto de 56 anos e duas pessoas na faixa dos 20 anos. Duas pessoas são do sexo masculino e duas são mulheres. Todos têm histórico de viagem à China, mas não a Wuhan.

Continue lendo

Copyright © 2018. A Província do Pará Todos Direitos Reservados . Desenvolvido por Corpes Digital