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ELEIÇÕES 2020

Vavá Matins: Belém precisa de um prefeito corajoso e de ideias renovadas

Foto: Reprodução / Fonte: A Província do Pará

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Tecendo críticas aos companheiros de bancada paraense que se posicionaram contra o marco regulatório do saneamento, o deputado federal Wagner Bach Martins, 38 anos, o Vavá Martins, do Partido Republicanos, se lançou candidato ao cargo de prefeito municipal de Belém com o slogan “Renovavá”. Entusiasmado, o candidato diz que sua campanha está avançando de forma positiva e acredita que será eleito com facilidade, assim como quando se candidatou ao cargo de deputado federal, quando foi um dos parlamentares mais votados na capital paraense.

Vavá Martins começou parabenizando o um ex-governador e empresário Carlos Santos, “homem trabalhador, um homem do bem”, seu amigo particular, por ter o espírito empreendedor e a coragem de relançar o jornal A Província do Pará no mercado da mídia eletrônica, “um jornal de tradição, um jornal de respeito e credibilidade que quando se lê, sabe-se que se está acessando um material de qualidade, a notícia de qualidade e não às fake news que disseminam desunião, destruição etc”.

Acerca de sua campanha, Vavá Martins conta que tem trabalhado muito, caminhado muito e que sua candidatura partiu da população que quer um prefeito com ideias modernas, com ideias renovadas para transformar esta cidade que, aliás “será transformada em um canteiro de obras tão logo eu comece na prefeitura, em 1º de janeiro de 2021”. O candidato disse que sua candidatura também parte da vontade popular de ter um prefeito com ideias para investir na saúde, na desburocratização da saúde, para investir de verdade no saneamento, na educação, no transporte, na infraestrutura e “acabar com a roubalheira, porque é uma roubalheira o que acontece na prefeitura de Belém e em vários pontos deste Estado, deste país. É desumano, é descarado o que acontece”, acrescenta.

“Vamos limpar a prefeitura e limpar a cidade; quando um turista chega aqui, pega um táxi, o taxista tem até vergonha de mostrar as ruas por onde irá trafegar com o visitante, porque é uma sujeira, uma bagunça e a gente vai ajeitar isso tudo”, afirmou.

CHOQUE DE GESTÃO

Em quatro meses de governo, pretende Vavá Martins estar com um levantamento pleno de tudo o que está acontecendo na prefeitura de Belém. Ele pretende fazer uma auditagem para verificar as licitações. Em seu entender, tem muita licitação irregular, “feita nas coxas em conchavo de empresas com políticos e secretários e a gente vai acabar com essa bandalheira, com essa roubalheira, com essa safadeza, que acontece por toda parte”.

MOBILIDADE

É intenção de Vavá Martins, ao assumir a prefeitura de Belém, acabar com o que chama de “bagunça no trânsito”. Para começar, as filas duplas vão acabar na cidade, porque “carro que for flagrado em fila dupla será multado e rebocado para o pátio de retenção. E vou fazer isso porque o motorista abusa, e abusa porque a Semob não está nas ruas para fazer de verdade o seu papel de fiscalizar e colocar o trânsito em ordem”.
Ele também diz que os temporizadores, especialmente na Avenida Almirante Barroso, são todos desorganizados. “É um inferno pra gente atravessar aquilo. Eu também vou construir um viaduto no cruzamento das avenidas Almirante Barroso com Tavares Bastos para desafogar o trânsito e facilitar a vida das pessoas. Isso é um compromisso de campanha, é um compromisso meu”. Ele garante a construção desse elevado em até quatro anos e que irá, também, trazer pessoas especializadas em mobilidade urbana para traçarem a reorganização da cidade que está um caos da forma como se encontra atualmente.

BRT

“O BRT tem 14, 15 anos e não sai do lugar, não sai do papel; uma obra que foi super, hiper, mega faturada e nunca é concluída porque falta um prefeito que tenha vergonha na cara para não sofrer mais com isso; são 16 anos dessa lenga-lenga, porque o dinheiro já veio, mas foi desviado para outros caminhos”.

LIXO

De acordo com Vavá Martins, seu projeto de governo tem três soluções para a questão do lixo, a começar pela “troca do bem”, que irá investir na agricultura familiar gerando emprego e renda para a população. Ele diz ser possível encher um caminhão com legumes e verduras e trocar isso tudo pelo resíduos descartados. “A população não vai mais botar lixo na rua; ela vai trocar quatro quilos de lixo por um quilo de batata, xuxu, cenoura, frutos e legumes etc. Esse lixo que eu recolher, vou levar para uma cooperativa e vou gerar emprego e renda. No momento, a gente paga uma tonelada pra reciclar 120 quilos. Eu vou faturar cerca de 800 reais por tonelada; o que falta é gestor com a cabeça no lugar pra fazer isso acontecer”. Ele diz que o lixo, hoje, gera riqueza, luxo, para as empresas, que “deixam a cidade um verdadeiro lixo”.

Outra solução é a criação do primeiro pátio de compostagem do norte do Brasil. “Isso é uma novidade, nunca se pensou nisso em Belém”, destacou.
E por fim, Vavá Martins promete criar o IPTU Verde, o qual consiste em diminuir o valor do imposto para as empresas, shoppings, condomínios, todos grandes geradores de resíduos sólidos em Belém que se comprometerem a fazer a coleta seletiva de lixo. “A contrapartida que eu vou dar é a reciclagem desse lixo, gerando emprego e renda, porque eu não vou mais enterrar dinheiro, eu vou produzir. Isto é, Belém não vai mais enterrar e sim reciclar o lixo; então, essas empresas terão descontos no seu IPTU, porque estarão cooperando efetivamente para a limpeza da cidade, para a preservação do meio ambiente e para gerar emprego e renda para as pessoas”.

SANEAMENTO

Sobre a questão pétrea da falta de saneamento em Belém, Vavá Martins critica todos os parlamentares da bancada paraense que se posicionaram contra o marco do regulamento do novo saneamento básico. “Todos são culpados, porque o marco regulatório abre a oportunidade da cidade fazer parcerias de décadas com empresas privadas que se comprometerão a fazer esse saneamento sem aumento das taxas de abastecimento de água e outros, mas isso não acontece; não acontece porque os gestores acham que investir recursos públicos em saneamento é enterrar dinheiro. Com a iniciativa privada em ação, é possível minimizar bastante essa questão secular de Belém”.

EDUCAÇÃO

“Eu senti na pele o que passam os professores na sala de aula das escolas de Belém. Tem escola que não tem nada para ajudar o professor e os alunos. O professor ganha tão mal. Nós vamos investir para que haja investimento efetivo na educação. Vou abrir parcerias com as igrejas, católicas e evangélicas para implantar o ‘Projeto Mãe Trabalhadora’. A criança vai ficar 10 horas nos espaços das igrejas, com despesas custeadas pela prefeitura, enquanto essa mãe sai para trabalhar e assim se sustentar com sua família. As igrejas têm espaço; a igrejas que quiserem se engajar nesse projeto, terão a parceria da prefeitura para garantir toda essa logística e assim facilitar a vida das pessoas, especialmente as mulheres trabalhadoras. Não vejo necessidade de se construir tantas creches; temos é que investir nessas parcerias e melhorar a estrutura desses espaços que já existem”, disse Vavá Martins.

SAÚDE

Para o deputado federal Vavá Martins, enquanto houver corrupção no setor de saúde, esse mal vai causar mais mortes do que as doenças. Ele defende o extermínio da corrupção, da roubalheira que existe na saúde pública para que a população possa gozar de saúde plenamente. “Com esse negócio da Covid-19 eu achava que os ladrões iam sair pras ruas pra roubar, mas, na verdade, foram os políticos que saíram para roubar”.

Segundo Vavá Martins, em seu governo, ele criará o aplicativo “Saúde na Palma da Mão”, que consiste em as pessoas fazerem agendamento de consultas, exames, retorno e todos os demais procedimentos sem precisar enfrentar filas nem saírem de madrugada para a frente dos postos de saúde e hospitais. “Nós estamos em pleno século XXI, na era da tecnologia, e nossa saúde está no sistema analógico. Mas por que isso, meu Deus do céu? Precisamos desburocratizar a saúde, facilitar a vida das pessoas para que elas possam trabalhar para melhorar sua qualidade de vida e produzir com entusiasmo desenvolvimento para a cidade, para o Estado e para o país. Isso não acontece porque o político ladrão não permite”, sentenciou.

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