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Veja o que aconteceria se todas as árvores desaparecessem.

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Fonte: BBC

Veja a baixo o que aconteceria se todas as arvores desaparecessem.

Os serviços que as árvores prestam ao planeta variam do armazenamento de carbono e conservação do solo até a regulação do ciclo da água. Elas apoiam os sistemas alimentares naturais e humanos e fornecem casas para inúmeras espécies – inclusive para nós, como materiais de construção.

No entanto, geralmente tratamos as árvores como descartáveis: algo a ser colhido para ganho econômico ou como um inconveniente no caminho do desenvolvimento humano.

Desde que nossa espécie começou a praticar agricultura, há cerca de 12 mil anos, derrubamos quase metade das 5,8 trilhões de árvores que existiam então, de acordo com um estudo de 2015 publicado na revista Nature.

Grande parte do desmatamento aconteceu em anos relativamente recentes. Desde o início da era industrial, as florestas foram reduzidas em 32%. Especialmente nos trópicos, os 3 trilhões de árvores restantes do mundo estão sumindo rapidamente, com cerca de 15 bilhões de exemplares derrubados a cada ano, afirma o estudo da Nature.

Em agosto, estudos apontaram ter ocorrido neste ano um aumento de 84% nos incêndios na Floresta Amazônica brasileira em comparação com o mesmo período de 2018.

Extinções em massa

Se as árvores desaparecessem da noite para o dia, o mesmo ocorreria com grande parte da biodiversidade do planeta.

As árvores também evitam inundações, aprisionando a água em vez de deixá-la entrar em lagos e rios e protegendo comunidades costeiras de tempestades.
Sem árvores, as áreas anteriormente florestadas se tornariam mais secas e propensas a secas extremas.

Um mundo mais quente

As árvores geram um efeito de resfriamento localizado. Fornecem sombra que mantém a temperatura do solo e absorvem o calor em vez de refleti-lo, a maioria dos lugares onde havia árvores anteriormente ficaria imediatamente mais quente

Economia em colapso

O sofrimento da humanidade começaria bem antes de um aquecimento global catastrófico. O aumento do calor, a interrupção do ciclo da água e a perda de sombra afetariam bilhões de pessoas e animais.

Prejuízos à saúde

Além dessas mudanças devastadoras, haveria impactos à saúde. As árvores limpam o ar, ao absorver poluentes e aprisionar material em partículas em suas folhas, galhos e troncos.

Impacto cultural

A perda de árvores também teria um impacto cultural profundo. As árvores são um marco de incontáveis infâncias e se destacam na arte, literatura, poesia, música.

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Nova fase da Lava-Jato no Rio mira prisão de ex-presidente do Paraguai

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Correio Braziliense

Nova fase da Lava-Jato no Rio mira prisão de ex-presidente do Paraguai

A força-tarefa da Lava-Jato deflagrou, na manhã desta terça-feira (19/11), uma nova fase da Operação Câmbio Desligo, denominada Patron, para investigar grupo que deu apoio a fuga e à ocultação de bens de Dario Messer, conhecido como o “doleiro dos doleiros“. O também doleiro Najun Azario Flato foi preso no âmbito da ação, que mira ainda no ex-presidente do Paraguai Horácio Cartes.

Segundo a PF, o nome da Operação, Patron, espanhol para “patrão” é o termo que Dario Messer utilizava para se referir a Cartes. O doleiro foi preso no fim de julho, em São Paulo, em uma ação coordenada da Polícia Federal e da Procuradoria da República.

Na manhã desta terça, agentes cumprem 37 mandados — 16 de prisão preventiva, três de prisão temporária e 18 de busca e apreensão. As ações são realizadas na Grande São Paulo, em Ponta Porã (MS), no Rio de Janeiro e em Armação dos Búzios (RJ). Há ainda o cumprimento de ordens na fronteira com o Paraguai.

Os mandados foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Entre os investigados há residentes do Paraguai e dos Estados Unidos, entre eles o ex-presidente Cartes. Segundo a PF, eles terão seus nomes incluídos na Difusão Vermelha da Interpol, por decisão judicial.

As investigações identificaram que Dario Messer ocultou cerca de US$ 20 milhões. Desse montante, mais de US$ 17 milhões teriam sido alocados em um banco nas Bahamas e o restante pulverizado no Paraguai entre doleiros, casas de câmbio, empresários, políticos e uma advogada. A operação é realizada pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita.

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EUA: fã de Breaking Bad, professor é preso por fabricar drogas em faculdade

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Fonte/Foto: UOL

Dois professores de química foram presos em Arkansas, nos Estados Unidos, na última sexta-feira, suspeitos de vender metanfetamina a estudantes. O caso vem sendo chamado de “Breaking Bad da vida real”, em alusão à série onde o professor Walter White muda de vida vendendo drogas.

Terry David Bateman, de 45 anos, e Bradley Allen Rowland, de 40, foram acusados de usar o laboratório de química da na Henderson State University, onde eram professores associados, para fabricar a droga.

Segundo a Sky News, os dois foram descobertos após um funcionário da universidade reclamar de um forte odor que vinha do laboratório de ciências. O local foi fechado no dia 8 de outubro e uma empresa foi chamada para inspecionar, limpar e ventilar o local. O prédio foi reaberto no dia 29 do mês passado.

Testes de laboratório feitos para determinar a causa do odor encontraram traços de cloreto de benzila no local, um produto químico que pode ser usado, entre outros, para sintetizar a metanfetamina. Apurações levaram aos dois professores.

O caso ainda está sendo investigado. Se forem considerados culpados, os dois podem pegar uma pena de 20 anos de prisão.

Uma porta-voz da universidade disse que Bateman e Rowland estavam em licença-administrativa desde o dia 11 de outubro — três dias depois da polícia começar a investigar o odor no centro de ciências do campus.

Segundo o site Deadline, o professor Rowland já foi chamado de “Henderson’s Heisenberg” pelo jornal da universidade, uma referência ao apelido de White na série. Em uma entrevista à publicação, ele disse que era fã da série por ela ter feito “alunos se interessarem por química”.

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Presidente da Bolívia diz que anunciará novas eleições em breve

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Foto: Reprodução / Fonte: Com informação: Agência Brasil

A autoproclamada presidente da Bolívia, Jeanine Áñez, afirmou domingo (17) que, em breve, anunciará a convocação de novas eleições. A Bolívia enfrenta quase um mês de manifestações nas ruas. Por causa dos conflitos, 23 pessoas morreram. Em La Paz, em razão do bloqueio de estradas está havendo escassez de alimentos e combustíveis.

Sem definir data, Áñez disse que seu governo está ciente da urgência de realização de novas eleições no país. Os presidentes da Câmara e do Senado convocaram sessão para amanhã (19), no intuito de dar início ao processo eleitoral. Existe a possibilidade de convocação de eleições por decreto, caso as negociações no legislativo não avançem.

“Informamos que em breve daremos notícias sobre a convocação de eleições transparentes e a recuperação da credibilidade democrática de nosso país”, afirmou Áñez.

Há uma tentativa de diálogo no país, inclusive com o apoio da União Europeia, mas ainda sem resultados concretos. Prosseguem os conflitos nas ruas entre os apoiadores de Evo Morales e os opositores do ex-presidente. Enquanto Morales acusa o atual governo de cometer crimes contra a humanidade, Jeanine Áñez afirma que Morales está incentivando o ódio.

“Se o presidente Morales [quer] voltar [à Bolívia], que volte, mas ele sabe também que terá que responder à Justiça. Vamos exigir que a justiça boliviana faça seu trabalho, não faça uma perseguição política, pois isso é o que viemos sofrendo nos últimos 14 anos, a judicialização da política ou a politização da justiça”, afirmou Áñez.

Evo Morales afirmou hoje no twitter que o atual governo instalou uma ditadura. “Em vez de pacificação, ordenam difamação e repressão contra os irmãos do campo que denunciam o golpe de estado. Após o massacre de 24 indígenas, eles agora preparam um Estado de Sítio. Seria a confirmação de que, pedindo democracia, eles instalaram uma ditadura”, disse.

O representante da União Europeia na Bolívia, León de la Torre, afirmou em encontro que teve ontem (17) com Áñez, que a UE está disposta a apoiar a realização de novas eleições, inclusive com o envio de observadores para garantir a transparência do processo. Além disso, ele alertou que “cada morte dificulta a paz”.

“Cada morte é uma desgraça, complica as coisas, é preciso ser claro. É por isso que fizemos um chamado desde Bruxelas pedindo a todos para que não exerçam a violência, [e sim] o debate democrático, com troca de ideias”, afirmou De la Torre.

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