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Internacional

Venezuela: Rússia adverte Brasil e Estados Unidos

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 O vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, fez um alerta nesta quarta-feira (9) contra os planos dos Estados Unidos e de seus aliados, como o Brasil, de Jair Bolsonaro, de tentarem promover um golpe de estado contra o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela.

“É um momento importante, e nós sublinhamos de novo que a tentativa de recorrer à força militar, em uma situação considerada crítica por esses países, seria um desenvolvimento catastrófico. Nós advertimos algumas cabeças quentes em Washington de tal ‘tentação'”, afirmou.

O Brasil tem se submetido à política externa dos Estados Unidos, importando conflitos desnecessários.

 Leia, abaixo, a reportagem da Sputinik:

Agência Sputinik

Moscou adverte “várias cabeças quentes” em Washington de recorrerem à força militar na Venezuela, declarou hoje (9) o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov.

“Eu vejo com inquietação e preocupação as tentativas dos EUA de consolidarem a frente anti-Chávez entre os países da América Latina. É uma tendência alarmante”, disse Ryabkov aos jornalistas.

Segundo o diplomata russo, mesmo os governos da América Latina com uma posição muito crítica em relação a Caracas excluem a possibilidade de uma intervenção militar nos assuntos venezuelanos.

“É um momento importante, e nós sublinhamos de novo que a tentativa de recorrer à força militar, em uma situação considerada crítica por esses países, seria um desenvolvimento catastrófico. Nós advertimos algumas cabeças quentes em Washington de tal ‘tentação'”, assinalou o vice-ministro.

No início de agosto do ano passado, teve lugar uma tentativa de atentado contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro durante o desfile militar em Caracas com o uso de drones carregados de explosivos. Maduro saiu ileso, porém 7 soldados ficaram feridos. Maduro acusou do atentado a oposição e o ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, acrescentando que estava ciente da preparação de uma conspiração contra ele com o apoio dos EUA.

Segundo Maduro, perto da fronteira com a Venezuela está sendo preparado um grupo de 730 mercenários que, em qualquer momento, podem começar provocações militares com o objetivo de neutralizar uma série de bases militares no território venezuelano. Além disso, as autoridades colombianas alegadamente concederam uma base aérea no seu território aos participantes do plano

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Trump diz que pode começar “grande deportação” em duas semanas

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje (23), em postagem no Twitter, que congressistas do Partido Democrata têm até duas semanas para negociar mudanças nas regras sobre asilo e “vazios” legais, antes que ele inicie o que chamou de “grande deportação” de imigrantes ilegais.

“Eu quero dar aos democratas a última chance de negociar rapidamente mudanças simples em asilo e lacunas legais. Isso vai consertar a Fronteira Sul, junto com a ajuda que o México está nos dando agora. Provavelmente não vai acontecer, mas vale a pena tentar. Duas semanas e a grande deportação começa!”, tuitou.

O governo planeja realizar batidas maciças em grandes cidades norte-americanas para deter imigrantes ilegais, que poderão ser expulsos do país. O processo, no entanto, foi suspenso ontem  por Trump para que, segundo ele, parlamentares dos dois principais partidos do país: democratas(oposição) e republicanos (situação) encontrem uma “solução” para os problemas de asilo na fronteira sul.

O anúncio de Trump foi feito logo após a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, democrata, ter dito que o terror será injetado no país.

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Internacional

Tailândia: Caso dos “meninos da caverna” completa 1 ano

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Meninos resgatados da caverna na Tailândia Foto: EFE/Pongmanat Tasiri

De excursões internacionais a filme na Netflix. Assim pode ser resumido o último ano dos 12 meninos e do técnico de futebol que ficaram presos em uma caverna no norte da Tailândia, de onde foram resgatados duas semanas depois em uma comovente operação.

Atualmente, os meninos continuam os estudos e o treinador abriu a própria escolinha de futebol em uma tentativa de voltar à normalidade, mas a fama faz com que eles sejam reconhecidos em todo lugar e suas redes sociais atraem milhares ou dezenas de milhares de seguidores.

Neste domingo (23), faz um ano desde aquele 23 de junho quando os garotos – com idades entre 11 e 16 anos na época – e o professor, de 25, do time Javalis Selvagens entraram em uma gruta na província de Chiang Rai e ficaram presos nela por causa de uma inundação provocada por uma tempestade.

Depois de dias sem notícias do grupo, o medo de que não estivessem vivos tomou conta de todos que acompanhavam o caso, mas mais de duas semanas depois eles foram resgatados por uma equipe internacional de mergulhadores, em uma operação que foi acompanhada pela imprensa do mundo todo.

Por conta dos compromissos comerciais, os jogadores e o treinador quase não conseguem falar com a imprensa, enquanto a empresa criada pelos responsáveis dos meninos, a 13 Tham Luang (referência ao número de pessoas presas e ao nome da caverna), se encarrega de zelar por seu direito de imagem.

– Os meninos estão bem, felizes e vão à escola normalmente. Dizem que aprenderam muito depois de ficarem presos na caverna. Depois de receber o apoio de tantas pessoas, eu acho que serão bons para sempre – disse à Agência Efe Weerachon Sukhontapatipak, porta-voz do Escritório do primeiro-ministro e que também está à frente do comitê do governo criado para proteger os interesses do grupo.

Uma das novidades na vida deles foi a proposta da produtora SK Global de fazer um filme sobre a impressionante história. De acordo com o porta-voz, o longa ainda está em fase de pré-produção, mas já se sabe que será exibido pela Netflix. A direção será do americano Jon M. Chu e do tailandês Nattawut Poonpiriya.

O treinador, Ekapol Chanthawong, montou sua própria equipe em Mae Sai, a humilde cidade onde vive perto da caverna de Tham Luang, e tem mais de 183 mil seguidores no Facebook.

Um dos jovens, Phonchai Khamluang, que completou 17 anos, tem 12.179 seguidores no Facebook e algumas fotos postadas, como uma com os amigos dos Javalis no Old Trafford – estádio do Manchester United -, ou outra em uma plantação de chá na Tailândia, ganharam mais de 3 mil curtidas.

O resgate, que manteve o mundo apreensivo, já virou história para dois livros e gerou uma onda de generosidade.

Eles foram achados por dois mergulhadores britânicos no dia 2 de julho em uma gruta escura, onde sobreviveram sem comida e bebendo a água que minava das paredes. A meditação também foi importante para manter a calma em um ambiente frio e úmido.

Entre 8 e 10 de julho, os meninos e o treinador, que não sabiam nadar, foram sedados e retirados da caverna ao longo de quatro quilômetros. Os mergulhadores precisaram de três horas em média para tirar cada um deles, já que o lugar estava parcialmente inundado.

Dois meses depois, o treinador e três garotos, que eram apátridas, receberam a cidadania tailandesa.

Depois da odisseia, o grupo já viajou para o Reino Unido, assistiu aos Jogos Olímpicos da Juventude em Buenos Aires e foi entrevistado pela popular apresentadora americana Ellen DeGeneres, entre outros eventos internacionais.

Neste domingo, acontece uma corrida para comemorar o dia do resgate da caverna, onde agora existe um museu dedicado à história, com uma estátua de bronze do mergulhador tailandês Saman Kunan, que morreu na operação.

*Com informações da Agência EFE

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Internacional

Israel homenageia Trump com assentamento judaico

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Foto: Reprodução / *Com informações da Agência EFE

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (16) a construção de um assentamento judaico chamado Colina Trump no território sírio ocupado das Colinas de Golã, em homenagem ao presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. A Colina Trump só será estabelecida quando for formado o novo governo após as eleições de setembro.

Em reunião de gabinete feita de maneira extraordinária nas Colinas de Golã ocupadas na Guerra dos Seis Dias de 1967, o governo interino israelense aprovou o estabelecimento de uma colônia que terá o nome do presidente americano, que em março reconheceu a soberania israelense sobre o Golã, um território ocupado segundo as resoluções da ONU e anexado unilateralmente por Israel em 1981.

– Estamos vivendo um dia histórico – expressou Netanyahu, que enfatizou a importância de “construir uma nova comunidade nas Colinas Golã, algo que não era feito há muitos anos”.

O premiê acrescentou que a criação da nova colônia é um ato sionista. Ele descreveu Trump como “grande amigo do Estado de Israel” e agradeceu novamente por ter reconhecido a soberania israelense sobre esse território.

Netanyahu mencionou também que este ato tem uma grande carga simbólica e representa a continuação do controle das Colinas de Golã, onde disse que Israel continuará fazendo construções e se desenvolvendo para todos os seus cidadãos.

A cerimônia, realizada no território onde será criado o assentamento e no qual foi inaugurado um grande cartaz com o nome Colina Trump, contou com a presença do embaixador dos EUA em Israel, David Friedman, que expressou gratidão pela decisão, agradeceu pela reunião governamental e classificou a criação do assentamento como um gesto “merecido e, antes de tudo, muito estimado” que representa a força da aliança entre ambos os países.

Israel controla desde a Guerra dos Seis Dias de 1967 dois terços das Colinas de Golã. Alguns países não reconhecem sua soberania nesse território.

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