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Fonte: Embarque na Viagem Foto: Reprodução

ECONOMIA

Vinho em latinha promete ser tendência da indústria de bebidas

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Essa é a aposta de várias vinícolas de todo o mundo, principalmente para o verão

A aposta de várias vinícolas de todo o mundo, principalmente para o verão, são os vinhos em lata para o dia a dia, feitos para consumir geladinhos e de forma descompromissada. É lógico que não são vinhos muito elaborados e muito menos voltados para guarda, mas a vantagem da lata é que é mais prática de se levar para os lugares (praia, parque, piscina etc.), além de refrigerar mais rapidamente.

Essa tendência já está tomando espaço em gôndolas de mercados do mundo inteiro. No Brasil ainda é meio difícil de encontrar, mas em breve será mais uma opção para os amantes do vinhos.

Fundada em 2019 no Rio de Janeiro, a Vivant é a primeira marca brasileira a apostar no formato. A produção é feita na vinícola Quinta Don Bonifácio, em Caxias do Sul (RS), e o produto está sendo vendido também em hostels, barracas de praia e até no cinema (a rede Kinoplex começou a vender as latinhas em algumas de suas unidades). A marca opera ainda um e-commerce próprio que atende todo o Brasil.

Disponível em três versões: branco (chardonnay), tinto (cabernet com merlot) e rosé (syrah com pinot noir), os vinhos enlatados da Vivant têm um teor alcoólico levemente menor que as bebidas engarrafadas.

ECONOMIA

Auditoria contratada por R$ 48 milhões conclui que contratos do BNDES não tinham irregularidades

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BNDES paga R$ 48 milhões para abrir caixa preta do banco, mas não encontra irregularidades Fonte/G1

Escritórios de advocacia analisaram oito operações realizadas pelo banco entre 2005 e 2018 com a JBS, a Bertin e a Eldorado. Nenhuma irregularidade foi encontrada. Presidente Jair Bolsonaro prometeu abrir a ‘caixa-preta’ da instituição.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou uma auditoria para analisar os negócios feitos entre o banco e as empresas do grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A auditoria não encontrou irregularidades.

O resumo do relatório da investigação feita no BNDES tem oito páginas e foi realizada por auditores externos. O estudo custou ao banco R$ 48 milhões — o valor foi confirmado pela instituição.

O BNDES declarou que o dinheiro foi em contrapartida aos serviços prestados pela equipe de investigação.

A notícia foi publicada nesta segunda-feira (20) pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. A TV Globo também obteve o relatório da auditoria.

Segundo o relatório, o BNDES contratou dois escritórios de advocacia, um estrangeiro com sede em Nova York, e outro no Rio, para conduzir a investigação relacionada a oito operações entre o BNDES e os grupos JBS, Bertin e Eldorado Celulose, entre 2005 e 2018.

O objetivo era apurar se houve suborno ou corrupção nessas operações.

‘Caixa-preta’

Desde a campanha de 2018, o presidente Jair Bolsonaro tem falado em “abrir a caixa-preta do BNDES”.

A abertura da “caixa-preta” foi uma das missões dadas por Bolsonaro ao presidente do BNDES, Gustavo Montezano, que tomou posse em julho.

Ex-presidentes do banco, como Joaquim Levy, Luciano Coutinho, Paulo Rabello de Castro e Dyogo Oliveira chegaram a afirmar que não havia evidências de irregularidades no BNDES.

A auditoria interna, apresentada no mês passado, não encontrou irregularidades nas oito operações investigadas.

No relatório, foram analisados mais de 3 milhões de dados eletrônicos de funcionários e ex-funcionários.

“A Equipe de Investigação não encontrou durante sua análise nenhuma evidência direta de corrupção em conexão com as Operações”, aponta o resumo do relatório final da investigação.

G1 solicitou entrevista com algum dirigente do BNDES que pudesse comentar o resultado da investigação, mas a assessoria do banco não atendeu ao pedido.

O BNDES declarou, em nota, que o documento foi entregue ao Ministério Público Federal, que está analisando cada uma das operações investigadas.

A OAB disse nesta terça-feira (22) que vai solicitar informações sobre o contrato com o escritório estrangeiro de advocacia. A entidade quer saber se essa contratação é legal.

‘Nada mais a esclarecer’

Em meados de dezembro, ao apresentar o plano trianual do banco, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou ter cumprido a promessa de abrir a “caixa-preta” do banco, considerada por ele, à época de sua posse, a “meta zero”, ou seja, prioritária da sua gestão.

“Hoje, entendemos que não há nada, nenhum evento a mais, que requer esclarecimentos. A sociedade está com informação de qualidade e substancial”, afirmou Montezano.

Gustavo Montezano, presidente do BNDES — Foto: Divulgação/Ministério da Economia
Gustavo Montezano, presidente do BNDES — Foto: Divulgação/Ministério da Economia

Missão

Gustavo Montezano substituiu Joaquim Levy na presidência do BNDES, que pediu demissão após o presidente Jair Bolsonaro dizer que ele estava com “cabeça a prêmio”. Uma das queixas do presidente era a suposta conivência de Levy com o que ele classificava como “caixa-preta” do banco.

A polêmica sobre supostas operações escondidas pelo BNDES era assunto recorrente nos discursos de Bolsonaro durante a sua campanha eleitoral. Após o primeiro turno, ele chegou a publicar em seu perfil no Twitter a promessa de “abrir a caixa-preta do BNDES” logo no início do governo, e “revelar ao povo brasileiro o que feito com seu dinheiro nos últimos anos”.

Na cerimônia de posse, em Brasília, Montezano afirmou que sua prioridade era “explicar a caixa-preta”. Na segunda cerimônia, realizada na sede do banco no Rio de Janeiro, ele a reiterou. Já nesta divulgação do plano trianual nesta quarta-feira, ele evitou o termo, mas afirmou, reiterada vez, que o processo de dar transparência a todas as operações foi concluído e que será mantido ao longo do tempo.

“No momento atual, a gente entende que não há nenhum assunto a mais em que a gente intervir para adicionar informações e esclarecimentos. Mas, se por ventura, em algum momento futuro, algum outro tema voltar a arranhar a imagem do banco, a gente irá de forma pró-ativa, transparente, técnica e neutra esclarecer as informações e contribuir com o debate”, enfatizou.

Segundo Montezano, o processo de maior transparência do banco “foi implementado através de uma série de medidas como exposições em jornal, campanha publicitária, entrevistas em casos sensíveis, discutir situação A, situação B, entregar no MPF a conclusão da investigação sobre a JBS, fazer nota sobre a exportação de serviços e por fim, na semana passada, uma live com o presidente falando mais abertamente ainda sobre o tema e colocando o banco à disposição de qualquer cidadão que requer esclarecimentos”.

Questionado se, de fato, todas as dúvidas sobre as operações passadas do banco foram trazidas à luz e se o mercado as legitimou, Montezano foi evasivo, se limitando a reiterar que trata-se de um processo permanente.

“Esse processo de abertura do BNDES não é algo temporal, não é uma agenda de uma campanha, não é um marco que a gente chegou aqui e falou ‘acabou’. O que a gente implementou aqui é uma cultura, é um processo, é uma estratégia que veio para ficar permanente”, disse.

Ele também não respondeu por que não foi relevado nenhum escândalo passado do banco, como era especulado antes.

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ECONOMIA

Inflação dos aluguéis acumula taxa de 7,91% em 12 meses, diz FGV

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Por Vitor Abdala - Repórter da Agencia Brasil Rio de Janeiro

Índice é inferior aos 2,06% observados em dezembro de 2019

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,57% na segunda prévia de janeiro deste ano. A taxa é inferior aos 2,06% observados em dezembro de 2019, segundo dados divulgados hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado da segunda prévia de janeiro, o IGP-M acumula taxa inflação de 7,91% em 12 meses.

Segundo a FGV,  a queda da taxa de dezembro para janeiro foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, recuou de 2,85% na segunda prévia de dezembro para 0,67% na segunda prévia de janeiro.

A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,74% em dezembro para 0,45% em janeiro.

Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção teve taxa de inflação de 0,17% na segunda prévia de janeiro, taxa superior à registrada no mesmo período em dezembro, quando não houve variação de preços.

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ECONOMIA

Com queda de juros, transferência de dívida de imóvel dispara

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Foto: Reprodução / Fonte: Estadão Conteúdo

A sequência de cortes na taxa básica de juros e a redução do custo de financiamento da casa própria deixaram a portabilidade do crédito imobiliário mais atraente para o brasileiro — e têm feito multiplicar o número de pedidos de modalidade. Segundo os dados mais recentes do Banco Central, de janeiro a novembro de 2019 a transferência de dívida imobiliária para outro banco somou R$ 1,46 bilhão, um crescimento de 175,43% em relação aos 11 primeiros meses de 2018.

Ao fazer a portabilidade do financiamento, o consumidor pode conseguir reduzir o valor das parcelas e melhorar as condições do empréstimo.

Se considerados apenas os dados de novembro do ano passado, 1.094 mutuários da casa própria transferiram suas dívidas. O montante total de crédito que migrou para outras instituições somou R$ 250,8 milhões, um aumento de 367,02% em relação ao mesmo mês de 2018. A média das taxas cobradas em novos financiamentos estava em 7,2% ao ano. Cinco anos antes, em novembro de 2014, era de 9,3%.

Com o custo menor, muitos bancos buscam atrair os brasileiros que possuem contratos antigos de financiamento imobiliário, em outras instituições. “Temos uma melhora da economia, que se reflete na oferta de imóveis e de crédito imobiliário. A redução da taxa de juros teve impacto na queda da taxa das operações de crédito”, afirmou o chefe do Denor (Departamento de Regulação do Sistema Financeiro) do BC, João André Calvino Marques Pereira.

“A portabilidade cresceu em função da queda dos juros, mas há também uma atitude mais agressiva dos bancos”, avalia o economista José Dutra Vieira Sobrinho, especialista em Matemática Financeira. “O banco tem muito interesse em atrair o cliente. Quem entra em um financiamento habitacional se torna consumidor de longo prazo de outros produtos.”

Cálculos feitos por Dutra mostram que quem fez um financiamento há dois anos, no valor de R$ 500 mil, a uma taxa de 10% ao ano (0,7974% ao mês), possui hoje uma prestação de R$ 4.229,39 pelo Sistema Price — um dos sistemas de amortização mais comuns em financiamentos imobiliários no Brasil.

Nesta conta, são considerados apenas os juros, sendo que um financiamento tradicional embute ainda os custos com seguros e os serviços do banco, como a avaliação do imóvel. O indexador utilizado para atualização do saldo no cálculo é a TR (taxa referencial), que nos últimos anos ficou em zero.

Se este cliente efetuar hoje a portabilidade do saldo ainda a ser pago (de R$ 493.323,28), para um banco que ofereça taxa de 7% ao ano (0,5654% ao mês), o valor da prestação cairá para R$ 3.282,05 ao ano. A queda é de 22,40%. “A diferença é brutal”, reconhece Dutra.

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