Conecte-se Conosco

Sem categoria

Virada de Márcio Miranda consagrará Instituto Doxa Pesquisas e A Província do Pará

Publicado

em

Por Diógenes Brandão/ AS FALAS DA PÓLIS
Há 4 anos, para ser mais exato, perto do fim do mês de Outubro de 2014, assim como a população paraense, este blog vivenciou uma guerra entre lados opostos, muito parecida com a que estamos vivendo hoje.
No cenário nacional, Dilma (PT) disputava a reeleição, contra Aécio Neves (PSDB) e aqui no Pará, Simão Jatene (PSDB) tentava a reeleição, tendo Helder Barbalho (PMDB) como adversário.
Naquele momento, quase todos os institutos de pesquisa que atuaram naquela campanha, davam como certa a vitória do filho de Jader Barbalho e o império de comunicação de sua família, dava como certa a sua vitória como governador do Estado Pará.
Acontece que assim como agora, o instituto Doxa Pesquisas, realizava suas análises e estudos eleitorais, com um critério cirúrgico e muito bem definido, onde a metodologia utilizada, consegue extrair os números que vemos ser confirmados nas urnas, eleição após eleição no Pará, Amapá e todos os demais Estados, onde a empresa realiza seu trabalho.
É bem verdade que seus números e acertos são contestados por aqueles que tentam desacreditá-lo, mas o que vemos anos após anos é que a Doxa já se consolidou como o instituto de pesquisa que mais acerta os resultados eleitorais no Pará, talvez por isso, seja ela a empresa mais atacada e clonada na região norte.
Este ano, por exemplo, diversas vezes noticiamos a falsificação de resultados das pesquisas da Doxa e a produção e distribuição em massa, de Fake News, no intuito de enganar e confundir o eleitor paraense.
Aliás, não só clonaram o blog da Doxa, como já havia sido dito aqui, as eleições deste ano trouxeram uma onda de Fake News inédita no Pará.
Profissionais da máfia cibernética, criaram blogs falsos usando os nomes de blogs renomados, como AS FALAS DA PÓLIS, de Diógenes Brandão, Bacana News, de Marcelo Marques, Uruatepera, de Franssinete Florenzano, o portal G1-Pará, assim como o portal do jornal A Província do Pará, todos clonados e que passaram a publicar postagens mentirosas, em desfavor do candidato Márcio Miranda e favoráveis ao candidato Helder Barbalho.
Mesmo assim, faltado cinco  dias para o segundo turno das eleições, Helder Barbalho e Márcio Miranda estão tecnicamente empatados. As pesquisas do Doxa são realizadas por encomenda de A Província do Pará. via Gravasom Editora Ltda, empresa do Grupo Marajoara de Comunicação, que tem á frente o empresáruo Carlos Santos e sua esposa, Aline Santos,
E se a tese de Dornélio Silva estiver correta, no próximo domingo, Helder Barbalho sofrerá sua segunda derrota eleitoral consecutiva e o vencedor destas eleições será Márcio Miranda.
Tal afirmação me lembrou de uma entrevista que ele, Dornélio, concedeu a este blog em 2014, logo após consagrar-se com o único cientista político de um instituto de pesquisa, que teve a coragem de publicar o sentimento do eleitor paraense que realmente vinha das ruas.

A entrevista é uma aula de como se erra e com se acerta em pesquisas eleitorais.

Clique em DOXA: O erro das pesquisas e o resultado eleitoral e leia.

Gostou da matéria e do blog? Então clique na imagem abaixo e vote em Diógenes Brandão/AS FALAS DA PÓLIS, na categoria BLOGUEIRO DO ANO, do Prêmio Sistema Fiepa de Jornalismo, na modalidade Profissionais do Ano.

Ciência

Nasa divulga fotos inéditas em comemoração ao Dia de Terra

Publicado

em

Imagens foram feitas por astronautas da Estação Espacial Internacional, a 250 milhas acima do nosso planeta

Izabella Moura/ Correio Braziliense

 

 

Em comemoração ao Dia da Terra, celebrado em 22 de abril, a Nasa divulgou fotos espetaculares tiradas por astronautas da Estação Espacial Internacional.

A estação, cuja a montagem em órbita teve início em 1998, fica a 250 milhas acima do nosso planeta e proporciona uma vista de tirar o fôlego da Terra.

As fotos integram a ação #EarthDay, iniciativa da Nasa para incentivar os usuários a publicarem nas redes sociais fotos em “close” de elementos relacionados à natureza, como árvores, flores, ondas e pôr-do-sol. Confira as fotos!
Imagem do rio Dniepre, na Rússia, congelado(foto: Nasa/Divulgação )

Data comemorativa

O Dia Internacional da Mãe Terra, ou Dia da Terra, foi instituído pelas Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 como forma de conscientizar as pessoas para a preservação do meio ambiente e alerta para o avanço das mudanças climáticas ao redor do globo.

Continue lendo

Sem categoria

O que está em jogo no primeiro desafio da Reforma da Previdência na Câmara?

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: Da BBC News Brasil em São Paulo

Reforma da Previdência pode dar seu primeiro passo concreto no Congresso Nacional nesta semana, se for votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Após a CCJ, o projeto ainda terá pela frente um longo caminho no Congresso Nacional. A votação está marcada para esta terça-feira, com início às 14h30.

Depois de votarem o projeto da Reforma da Previdência, deputados de diversos partidos já preparam outra demonstração de força na CCJ: a ideia é votar uma proposta alternativa de reforma tributária, diferente da defendida pelo governo.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) é a mais importante da Câmara dos Deputados. No caso das propostas de Emenda à Constituição (PECs), a tramitação começa pela CCJ cabe aos 65 deputados que integram a comissão dizer se o projeto está de acordo com as demais leis do país e com a Constituição de 1988. Em tese, o papel da Comissão se resume a aprovar ou não as propostas – sem mexer no conteúdo. No caso da reforma da Previdência, porém, é possível que haja mudanças.

No começo de abril, o relator da Reforma da Previdência na CCJ, o deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), apresentou um parecer pela aprovação integral da reforma, tal como desejada pelo governo. Este parecer foi mal recebido pelos integrantes da comissão, inclusive de partidos que são “independentes”, isto é, que não fazem oposição aberta ao governo.

Diante do impasse, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, foi ao Congresso para discutir essas mudanças com deputados de siglas como PP, PR, PSD e Solidariedade.

Os deputados teriam chegado a um acordo com Marinho para mudar alguns pontos na reforma, já na CCJ. Entre eles estão o fim do abono salarial para quem ganha mais de dois salários mínimos, as regras de funcionamento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), a obrigatoriedade de todas as ações contra o INSS correrem na Justiça em Brasília e a chamada “desconstitucionalização”.

Esta última é uma das questões mais importantes: se a reforma for aprovada como quer o governo, futuras mudanças no sistema de aposentadorias poderiam ser feitas por lei complementar, sem a necessidade de novas emendas constitucionais.

O governo afirma que estas mudanças não terão impacto na economia de R$ 1,1 trilhão em dez anos esperada com a reforma.

Um dos deputados que participou da conversa com Marinho, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse à BBC News Brasil que o acordo com o governo está mantido para votação já nesta terça-feira. “Amanhã (terça) caminha para que a questão da admissibilidade (votação na CCJ) seja superada. Conseguimos avançar naqueles pontos que foram conversados com o governo na semana passada”, disse. “Acho que as coisas vão correr da melhor forma possível”, disse ele na noite desta segunda-feira (22).

“Na semana passada, o que aconteceu foi que o relator resolveu dar um passo atrás para analisar pedidos dos parlamentares que queriam algumas alterações. Mas acredito que agora esteja tudo certo para votar. Vamos trabalhar para que a reforma ande o mais rápido possível na comissão”, disse à BBC News Brasil o deputado Pastor Eurico (Patri-PE), que apoia a reforma e integra a CCJ.

Aguinaldo Ribeiro faz uma ressalva: a oposição vai continuar usando o “kit obstrução” para tentar atrasar ao máximo a sessão. “Vai ter essa coisa do sigilo, que eles vão bater bastante”, diz. O deputado pela Paraíba se refere ao fato do governo ter negado o acesso de cidadãos e jornalistas a alguns dos estudos e projeções que embasaram a proposta atual de reforma da Previdência. Na segunda, Rogério Marinho teria concordado em apresentar os números na quinta-feira (24).

O “kit obstrução” é um conjunto de técnicas usadas pela oposição para tentar impedir votações no Congresso, tendo por base as regras dos Regimentos da Câmara e do Senado.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) também convocou uma manifestação para a frente da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira.

Quase um mês de atraso

Quando a CCJ iniciou seus trabalhos, em meados de março, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a proposta deveria ser votada pela comissão até a última semana daquele mês – especificamente, até o dia 28 de março. A mesma previsão era feita pelo presidente da CCJ, o deputado Felipe Francischini (PSL-PR).

De lá para cá, porém, a relação conturbada entre o governo de Jair Bolsonaro (PSL) e o Congresso acabou por atrasar a votação da reforma na Comissão. Se a proposta for aprovada esta semana, isto ocorrerá quase um mês depois da data planejada inicialmente.

O primeiro atraso foi na escolha do relator da reforma, em março. O líder do próprio partido de Bolsonaro, Delegado Waldir (PSL-GO), pediu ao presidente da CCJ para que a escolha do relator só ocorresse depois de uma audiência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na Comissão.

Waldir expressou descontentamento com a proposta do governo para a Previdência dos militares: o projeto veio acompanhado de uma reestruturação nas carreiras que beneficiará os profissionais das Forças Armadas, reduzindo a economia esperada de R$ 100 bilhões para R$ 10 bilhões em dez anos. Guedes teria de ir à CCJ justamente para explicar este ponto, segundo Waldir.

“Havia uma previsão de economia de quase R$ 100 bilhões com essa reforma dos militares, mas baixou para R$ 10 bilhões (…). O governo nos trouxe um grande abacaxi, mas não podemos descascá-lo no dente. Tem que mandar a faca para descascar. Precisamos que o governo venha explicar esse tratamento diferenciado às forças militares”, disse ele, em 22 de março. Guedes finalmente foi à CCJ da Câmara em 3 de abril – a audiência terminou com bate-boca, depois do ministro ser chamado de “tchutchuca” pelo deputado Zeca Dirceu (PT-PR).

Em 15 de abril, mais uma derrota para o governo: deputados de partidos do “centrão” se juntaram à oposição para inverter a ordem de votações do colegiado, privilegiando uma análise da PEC do chamado “orçamento impositivo” em detrimento da Reforma da Previdência. Na última hora, com a possibilidade de derrota, o PSL concordou com a inversão da pauta de votações. A PEC do “orçamento impositivo” é a que torna obrigatório o pagamento de emendas coletivas de deputados e senadores, tirando autonomia do Executivo sobre um pedaço do Orçamento da União.

O último adiamento aconteceu na semana passada, quando Rogério Marinho precisou ir à Câmara negociar as alterações no projeto com os deputados.

A vez da reforma tributária alternativa?

Caso a reforma previdenciária seja aprovada na CCJ nesta semana, deputados do centrão, do DEM, do MDB e de outros partidos querem que a Comissão vote em seguida um projeto de reforma tributária. O plano representa uma nova demonstração de força do Congresso diante do governo.

A administração Bolsonaro prepara um projeto de reforma tributária, que será apresentado pelo economista e atual secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Enquanto isso, os deputados querem que a reforma seja discutida a partir do projeto do economista Bernard Appy, do think tank Centro de Cidadania Fiscal (CCiF). Ainda durante a campanha eleitoral de 2018, a BBC News Brasil publicou uma reportagem que traz detalhes sobre a proposta de Appy.

“No dia 2 de abril eu participei de uma reunião na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com líderes de vários projetos, para apresentar a proposta. Nessa reunião de líderes, decidiu-se que o projeto precisava começar a tramitar do zero, pela CCJ. Então o deputado Baleia Rossi (MDB-SP) apresentou um novo projeto”, diz à Appy à BBC News Brasil. É justamente o projeto apresentado por Baleia Rossi que os deputados querem votar na CCJ após a Reforma da Previdência.

À BBC News Brasil, Rossi disse que o projeto de Appy “terá apoio da maioria dos partidos” na CCJ, mas negou que se trate de uma forma de afronta ao governo. “Vamos fazer de tal forma que não atrapalhe (a Reforma da Previdência)”, disse ele, por mensagem de texto.

“A nossa proposta é substituir cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um único imposto, do tipo ‘imposto sobre valor agregado’, IVA, e que no nosso caso se chamará Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Essa substituição seria feita com uma transição em dez anos. Nesse período, as alíquotas desses cinco tributos diminuiriam gradativamente, enquanto a do IBS seria elevada”, explica Appy.

O que acontece se a reforma passar na CCJ?

Uma vez aprovada na CCJ, a etapa seguinte para a Reforma da Previdência é a criação da chamada “Comissão Especial”: trata-se de um grupo de deputados criado para analisar o mérito da proposta e apresentar emendas (modificações) no texto. A Comissão Especial tem um prazo de 40 sessões do Plenário da Câmara para aprovar um relatório sobre a proposta, incorporando as sugestões que forem aprovadas. É também nesta etapa que podem ser retiradas da proposta elementos que constam na PEC original.

Após um intervalo mínimo de duas sessões, este relatório da Comissão Especial é votado duas vezes no plenário da Câmara: o governo precisará de, no mínimo 308 votos em cada uma das duas votações.

Se aprovado em dois turnos, o texto segue para o Senado. Lá, terá de cumprir um rito parecido com o da Câmara, com exceção da Comissão Especial. No Senado, a primeira análise é da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que tem prazo de 30 dias para decidir se a reforma é Constitucional ou não. Se aprovado, o texto vai para o plenário do Senado, onde precisará dos votos de 49 dos 81 senadores, também em dois turnos.

Se o texto for aprovado no Senado tal qual veio da Câmara, cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), promulgar a mudança constitucional. PECs como a da Reforma da Previdência não passam pela sanção ou veto do presidente da República. Se houver mudanças durante a tramitação no Senado, porém, os trechos que foram modificados terão de ser votados novamente pelos deputados federais.

Continue lendo

Sem categoria

Editora de sites censurados pede a Fux suspensão de medida

Publicado

em

Ministro Luiz Fux, do STF 04/10/2012 REUTERS/Ueslei Marcelino Foto: Reuters

A editora Marce Clausum, responsável pelo site O Antagonista e a revista Crusoé, pediu, em reclamação, que o ministro Luiz Fuxsuspenda liminarmente a censura e os depoimentos de jornalistas dos veículos. A publicação foi excluída por decisão do ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do “inquérito da censura”, aberto sob o pretexto de investigar supostas fake news contra a Corte.

Segundo os advogados da editora, há “nítida demonstração do caráter censório” das decisões, que “impedem o direito público de acesso à informação, acarretando em prejuízo à sociedade como um todo”.

Nesta segunda-feira, 15, o ministro Alexandre de Moraes determinou a retirada do ar de reportagem que cita e-mails da Odebrecht que mencionam o presidente do Supremo, Dias Toffoli. No mesmo dia, o ministro ainda mandou multar o veículo em R$ 100 mil alegando o descumprimento da decisão.

No dia seguinte, ordenou buscas e apreensões contra investigados. Ainda nesta terça-feira, 16, a procuradora-geral, Raquel Dodge, informou o Supremo Tribunal Federal que promoveu o arquivamento do inquérito. Horas depois, os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes determinaram a manutenção das investigações e a prorrogação por mais 3 meses.

De acordo com a editora, é “inevitável deixar de se entender como um erro grave a determinação de exclusão de matéria jornalística da apreciação pública, ainda que relacionada a autoridade judiciária, como é o caso da decisão reclamada, sendo certo que matéria jornalística se limitou a divulgar a notícia que chegou ao seu conhecimento, sem qualquer termo ofensivo, tampouco emissão de juízo de valor”.

“Além disso, o tema da reportagem é de interesse público, uma vez que revela informações fornecidas por Marcelo Odebrecht, colaborador da operação ‘Lava Jato’, sendo dever-direito dos meios de comunicação de divulgar fatos relevantes, independentemente, da pessoa retratada. E qualquer impedimento nesse sentido configura inquestionável censura, que tanto castigou nosso País”, escreve.

Os advogados lembram a Fux que se trata de “um risco inerente à atividade de um agente público, especialmente dos agentes judiciários, sendo que a repercussão de um dano a este tipo de pessoa é menor do que uma pessoa que não possui tais características, já que os agentes públicos, estão sujeitos a serem alvos de críticas, devendo estar acostumados com tal condição”.

“Destaca-se, por derradeiro, que a manutenção da medida reclamada implica em cercear o acesso à informação de interesse público, o que constitui grave violação à liberdade de imprensa e ao direito dos cidadãos de tomar conhecimento de fatos relacionados a autoridades públicas, ainda que judiciárias”.

O veículo ainda informa a Fux que “na calada da noite, recebeu a redação do veículo de comunicação, uma policial federal, intimando a Reclamante para pagar a multa por descumprimento”. “A situação é kafkiana, a ordem foi cumprida, e a referência ao descumprimento está inserida nos autos do Inquérito a que se nega acesso à Reclamante”.

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Destaques

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com