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WhatsApp: como encaminhar fotos e vídeos sem ser ‘dedurado’

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Foto: Olhar Digital

Apesar da inclusão do recurso, é possível ‘driblar’ o alerta na hora de enviar fotos e vídeos aos amigos no Android, uma vez que, na maioria dos casos, fica evidente que o conteúdo em questão está sendo apenas reproduzido. Veja abaixo o passo a passo.

Processo para fotos, vídeos e GIFs

O recurso a ser utilizado superar esta limitação está no próprio WhatsApp. Neste primeiro momento, vamos mostrar o processo válido apenas para fotos, vídeos e GIFs, sendo que os textos funcionam de forma diferente. Veja:

  1. Abra o WhatsApp e acesse a conversa onde está o post que deseja enviar;Reprodução
  2. Toque e segure sobre ele até aparecer a barra superior na tela de conversa. Clique no ícone representado por “três pontos” e em “Compartilhar”;Reprodução
  3. Selecione o WhatsApp e os contatos que deverão receber o post.Reprodução

Processo para textos

Esta etapa é bem parecida com a forma descrita acima. A diferença é que nas mensagens de textos não existe a função compartilhar. Veja:

  1. Abra o WhatsApp e acesse a conversa onde está o post que deseja enviar;Reprodução
  2. Toque e segure sobre ele até aparecer a barra superior na tela de conversa. Clique no ícone representado por “três pontos” e use a opção “Copiar”;Reprodução
  3. Volte à tela de contatos do WhatsApp e selecione a pessoa para quem deseja enviar o post;
  4. Toque e segure no campo para digitar o texto e selecione a opção “Colar”. Envie a mensagem.Reprodução

Pronto! Desta forma os seus contatos receberão a mensagem, foto ou vídeo como se fossem um post original e não encaminhado.

Fonte: Olhar Digital

Tecnologia

CPFs de 120 milhões de brasileiros são expostos por causa de segurança frágil

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Foto: Markus Spiske

Vazamentos de dados causados por ataques hackers são acontecimentos preocupantes por si só, mas a situação é ainda pior quando informações pessoais podem ser coletadas por falta de cuidado em segurança. E foi isso o que aconteceu com um servidor brasileiro, que expôs o número de CPF de 120 milhões de brasileiros devido a negligência na hora de configurar a segurança de um servidor.

O caso foi detectado por pesquisadores da empresa de segurança InfoArmor em março deste ano. Ao analisar um servidor público brasileiro, os engenheiros perceberam que ferramentas de segurança não estavam devidamente configuradas, o que fazia com que os dados armazenados nele pudessem ser acessados por qualquer pessoa – ou seja, o número de CPF de mais da metade da população brasileira podia ser conferido a qualquer momento.

O vazamento do número de CPF por si só já é preocupante, mas os dados expostos no servidor continham ainda outras informações sensíveis sobre brasileiros, incluindo histórico de empréstimos bancários, de débito e crédito, e também dados pessoais como nome completo, contatos de família, informações de empregadores, entre várias outras coisas.

O caso é um exemplo claro de falta de preocupação com a segurança dos usuários. De acordo com a InfoArmor, o servidor em questão era público, e bastava um conhecimento mínimo em servidores para acessar conteúdo armazenado nele. Era só entrar em um endereço específico para encontrar um diretório com esses dados – ou seja, qualquer pessoa poderia chegar a essas informações sem muita dificuldade.

Após detectarem a falha, os engenheiros da InfoArmor tentaram entrar em contato com os responsáveis pelo servidor em questão, mas não conseguiram resposta. Algum tempo depois, os dados armazenados no servidor foram atualizados, mas seguiam facilmente expostos. Apenas mais de um mês depois a falha foi devidamente corrigida, e os responsáveis seguem sem identificação.

Apesar de tudo ter sido solucionado, não há garantia alguma de que os dados não tenham sido coletados por pessoas maliciosas, que podem tentar vender essas informações na dark web no futuro. Até agora, não há nenhum indício de que isso aconteceu – mas pode ser que os dados sejam vendidos no futuro, causando problemas para cidadãos e até mesmo para o Estado brasileiro.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Cuidado: aplicativos coletam e revendem informações precisas da sua localização

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Foto: divulgação / Origin Wireless

Sua localização exata pode estar sendo constantemente vendida pela internet, dependendo dos aplicativos instalados no seu celular. Uma reportagem do jornal New York Times mostrou como diversos aplicativos gratuitos que oferecem serviços como previsão do tempo e placar esportivo coletam e comercializam informações pessoais de usuários para empresas terceiras.

Quem tiver acesso a essas informações pessoais é capaz de monitorar cada passo que você dá. Os sistemas usados por esses aplicativos coletam dados precisos e anônimos da sua localização e enviam para servidores. Essas informações são atualizadas a cada dois segundos, em média.

Assim, uma caminhada matinal pelo bairro pode ser registrada em detalhes: cada passo dado desde que saiu do portão de casa, o tempo parado na banca de jornal, a passagem rápida pela padaria, e depois o retorno para o lar. Cada um desses momentos é coletado por esses apps, e depois analisado e usado para fins de publicidade, promoções, entre outras coisas.

As solicitação de acesso a localização desses aplicativos muitas vezes é justificada pelos serviços oferecidos. Um aplicativo de previsão do tempo, por exemplo, precisa saber onde você está para oferecer informações úteis – ele precisa saber que você está em São Paulo, e não no Rio de Janeiro, para dizer se vai chover ou não.

De acordo com a reportagem do The New York Times, ao menos 75 empresas atuam na área, em um mercado que movimenta US$ 21 bilhões anualmente somente na área de publicidade por localização. Apenas nos Estados Unidos, cerca de 200 milhões de dispositivos móveis são monitorados por esses sistemas.

Riscos para as massas

Dependendo de quais mãos essas informações pessoais caiam, elas podem ser usadas para fins bastante perigosos – como acompanhar todos os passos dados por uma pessoa, ou até mesmo para manipulação política.

Empresas envolvidas na área se defendem dizendo que o objetivo não é de identificar pessoas, e sim padrões. Ao entender como as pessoas fazem tarefas do cotidiano – onde moram, por onde costumam passar, quais lugares frequentam – elas podem usar essas informações para direcionar publicidade que esteja de acordo com interesses da pessoa.

Os dados não são vinculados a números de telefone ou nomes, mas são a IDs únicos. É um pouco mais complicado, mas ainda assim é possível identificar uma pessoa sem consentimento, e verificar a rotina diária dela sem que ela saiba.

Além disso, os dados também podem ser usados para manipulação política. Em uma situação hipotética, uma empresa poderia coletar dados de aparelhos que tenham comparecido a uma manifestação a favor de determinada causa. Com isso, essas companhias conseguiriam enviar informações direcionadas a pessoas com crenças parecidas para manipular massas.

O caso é mais um exemplo de como nossos dados são frágeis e não temos controle sobre absolutamente nada que fazemos no celular ou na internet, e como é fundamental a implementação de leis de proteção de dados como as da União Europeia e até mesmo a brasileira. Nossos dados pessoais estão entre os bens mais valiosos da atualidade – e não é por menos que empresas que trabalham diretamente com isso estejam cada vez mais poderosas e influentes.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Criadores de conteúdo do Instagram ganham novos recursos de análise e filtros

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Foto: Montagem/Olhar Digital

Instagram está testando mudanças nas novas contas de criadores de conteúdo e que darão a grandes influenciadores e celebridades análises mais detalhadas sobre seus acessos e seguidores, além da capacidade de filtrar mensagens diretas.

A nova camada está atualmente sendo testada com um pequeno grupo de usuários, de acordo com o The Hollywood Reporter. Espera-se ainda que seja lançada em mais perfis com altos números de seguidores já no começo do próximo ano. Um novo recurso são os filtros de qualidade para mensagens diretas, em que os criadores de conteúdo podem limitar quem pode contatá-los.

Os influenciadores também terão acesso a dados que informam quantas pessoas estão seguindo ou deixando de seguir a conta; eles poderão também usar tags específicas para ajudar a imprensa a encontrar as postagens e interessados em parcerias a localizar os canais corretos de contato.

Assim como os usuários verificados do Twitter (que podem usar o controle de qualidade para seus cronogramas), a ideia parece dar aos influenciadores e celebridades mais controle sobre sua experiência no aplicativo.

Ashley Yuki, gerente de produto do Instagram, disse ao The Hollywood Reporter que a rede social quer ajudar a promover comunidades de criadores de conteúdo no aplicativo. A ideia é “criar este espaço onde agora podemos começar a segmetar a experiência às necessidades dos criadores”, afirmou.

Fonte: Olhar Digital

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