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Wlad lança “Nega Lucimar” como sua suplente

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A  corrida a uma das duas vagas  Senado está ficando muito interessante, no Pará. E promete ainda muitas emoções. O burburinho agora é por conta da anunciada candidatura de Lucimar da Costa Rabelo,  mãe do deputado Wladimir Costa (Solidariedade) à suplência do filho.  A novidade vem logo depois que estouraram as desavenças entre o ex-senador Mário Couto (PP)  com o senador Jader Barbalho (MDB). Aguada-se que o impasse seja resolvido  em breve.

Couto  foi indicado na convenção da coligação liderada pelo MDB, mas,  menos de 24 horas depois, foi excluindo da ata, ficando apenas Jader Barbalho e o ex-vice-governador, Zequinha Marinho (PDC).  Comenta-se que a retirada do nome de  Couto deveu-se ao resultado de uma pesquisa não-registrada no  Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que daria Mário Couto praticamente  embolado com Barbalho.

Wladimir Costa com o filho  Yorann Costa

Wladimir Costa  decidiu também concorrer ao Senado, depois conquistado o seu quarto mandato na Câmara, sendo o último conquistado por meio da quota partidária. E ele  parece disposto a ser protagonista e a ter muita visibilidade na campanha que está começando agora, por suas atitude incomuns. Wladimir já  saiu em defesa de Couto, aproveitando para atacar os Barbalho (o senador Jader e seu filho Helder, candidato ao governo do Estado).

Lançado  pelo Partido Solidariedade,  terá como suplente a sua própria mãe, Lucimar da Costa Rabelo, que ele popularizou  como Nega Lucimar.

Sua atuação como parlamentar é marcado pela baixa assiduidade e excentricidade, ficando conhecido pelas cenas cômicas durante sessões decisivas na Câmara, como a distribuição de farinha de mandioca e a soltura de roedores no plenário.

Wladmir Costa votou pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, tendo ficado famoso pelo uso da bandeira enrolada ao pescoço, por citar sua mãezinha Nega Lucimar no discurso, e por soltar confetes no plenário.

Durante o Processo de cassação de Eduardo Cunha, fez parte da chamada “tropa de choque” de Cunha defendendo-o no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados do Brasil. Em 14 de junho de 2016, mudou seu voto assim que a derrota de Cunha se tornou irreversível com o voto da deputada federal Tia Eron, do PRB da Bahia.

Em 8 de julho de 2016, teve seu mandato cassado pelo TRE do Pará por crime de Caixa dois na sua eleição à Câmara, onde teria sonegado gastos que somaram R$ 410 mil. Como a decisão é em primeira instância, Costa pôde recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sem deixar o mandato.

Já no Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.

O deputado também teve destaque na mídia em 2017 por tatuar o nome do presidente Michel Temer (PMDB) em seu ombro e por pedir fotos íntimas a uma mulher desconhecida, por whatsapp, durante a votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a respeito da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB).

Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.

Na sessão do dia 25 de outubro de 2017, o deputado, mais uma vez, votou contra o prosseguimento da investigação do então presidente Michel Temer, acusado pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. O resultado da votação livrou o Michel Temer de uma investigação por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).  Ex-aliado dos Barbalho, tornou-se inimigo mortal da família proprietária do Grupo Rede Amazônia de Comunicação. Recentemente, envolveu-se em nova polêmica, ao conseguir a nomeação de seu filho  Yorann Costa, para o cargo de delegado federal do Desenvolvimento Agrário do Pará, o jovem, de 22 anos, pediu exoneração da função, depois de uma série de idas e vindas, em que até a sua competência foi questionada na Justiça.

Nega Luciamar mostra pelo filho que defendeu Temer

 

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