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CORRUPÇÃO

Zelador tentou prejudicar imagem de Márcio Miranda e  já está enquadrado em crime de falsidade ideológica 

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   Fábio Coutinho pode ter agido a mando de terceiros para denegrir imagem do parlamentar, candidato a governador do Pará.

Josué Silva de Araújo/ da Redação

O candidato ao governo do Pará  – e já com presença certa na hipótese de  2º  turno nas eleições marcadas para o dia 7 de outubro -,  deputado Márcio Miranda (DEM),  tomou as devidas providências contra o zelador Fábio Luiz de Araújo Coutinho, que tentou denegrir sua imagem, fazendo-se passar por outa pessoa para obter documentos que, esperava ele, pudessem  comprovar  Márcio Miranda vinha recebendo recebendo ilegalmente  benefícios inerentes ao posto de capitão da reserva da Polícia Militar do Pará.

“Não dúvida de que Fábio Coutinho estava a serviço dos nossos adversário,  de Márcio Mirando, interessados em puxá-lo para o chiqueiro em que sempre viveram”, observa, revoltado,  um assessor do candidato Márcio Miranda, enfatizando que o seu candidato  é “ficha limpa,  não tem rabo de palha, não é alvo de investigações da Lava Jato ( a operação instituida para combater o crime organizado no Brasil) e nem pegou dinheiro do Banpara (Banco do Estado do Pará)  ou  da Sudam  ( Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia)  em proveito próprio ou de outrem”.

Por mais que o repórter insistisse, o assessor de Márcio Miranda, que já trabalhou para o outro lado como animador de comício, “até quando acha que eram honesto e sinceros”, frisa bem, mas sem dizer a quem mirava ou se referia nas suas cutiladas. Mas, pelo rumo que a campanha eleitoral vem tomando, principalmente no horário eleitoral no rádio e na televisão, tudo faz crer que o  alvo do assessor é o mesmo  da Lava Jato em relação aos políticos paraenses,  que estão concorrendo a cargos majoritários. O leitor mais atento deve observa o horário eleitoral para logo descobrir os alvos tanto do assessor quanto da polícia Federal e promotores da equipe do juiz Sérgio Moro, que estariam prestes a desembarcar em Belém, a fim de  obter provas  irrefutáveis do envolvimento de desses alcos com o crime organizado, como  assinalou recentemente  o candidato ao Senado Mário Couto (PP), ao se sentir traído pelos alvos do assessor e da Lava Jato.

Mário Couto  se diz traído pelos “alvos da Lava Jato” no Pará

Mário Couto foi sacado de uma coligação controlada pelos supostos alvos, teve seus registro indeferido pelo TRE, onde os alvos dizem que mandam e têm gente enfronhada com poder de decisão para atender a todos os seus desejos e caprichos, mas est´sa lutando para se manter vivo na disputa. Já é o segundo colocado na corrida para o Senado e representa uma ameaça para o alvão, que pode acabar sem se eleger e sem forum privilegiado, o que poderia lhe ser falta,

Fábio Coutinho utilizou login e senha de acesso para obter, sem autorização, portanto de forma criminosa, informações particulares sobre o capitão Márcio Miranda, que é capitão PM da reserva remunerada, tendo prestado serviços à instituição como médico.

Ele contratou o advogado Sabato Giovani Rossetti, um dos melhores do fórum de Belém,  para o representar junto à Polícia Civil e Justiça contra a acusação  caluniosa e difamatória de ter ido para a reserva remunerada antes de completar o tempo legal.

“O acusado Fábio Coutinho cometeu crime de falsidade ideológica, como estipula o Artigo 229 (do CPB) – e também os Artigos 154 (invadir dispositivo de informática para usufruir vantagens). E o 171, estelionato”, segundo a queixa-crime.

O documento narra que Fábio, após alguns procedimentos burocráticos, entrou nos sistema online sigpol.pm.pa.gov.br, colhendo dados do deputado e candidato a governador Márcio Miranda, com o intuito de prejudicar a sua reputação de homem honesto,  mora ilibada e muita credibilidade não só entre seus pares no Legislativo, como entre seus antigos colegas de farda na briosa Polícia Militara do Pará, sem falar na popularidade imensa que granjeou por sua atuação humanitário perante populações carentes, especialmente do Nordeste do Pará, onde vive e trabalha voluntariamente em benefício dos mais carentes.

Fábio  Coutinho é acusado de falsidade ideológico por ter, segundo argumenta o advogado Sábato Rosseti, se passado por militar (ou servidor civil) do Batalhão da PM de Parauapebas.

“Entende-se que tal conduta repercute na literal invasão do sistema de informática, em flagrante conduta ilícita e que o acusado não agiu sozinho na empreitada, agindo mediante monitoramento e orientação de terceiro (s)”, narra a representação.

Duas pessoas podem ser arroladas como testemunhas a favor de Márcio Miranda: Eindjel Eleizie de Souza Lima e o funcionário do Cartório Conduru, em Belém, Antônio Carlos Pinheiro da Cunha.

Foi no cartório que o zelador Fábio Coutinho elaborou a ata notarial para a certificação da ficha cadastral, que se encontra na rede mundial de computadores, a internet.

Por aí ele conseguiu a senha e o login de Eindjel Eleizie de Souza Lima. Esta, segundo Sabato Rossetti, não teria autorizado o uso de sua senha e login.

Eindjel presta serviço em Parauapebas, no 23º Batalhão da PM.

“Isso é indício de que ele (Fábio) agiu a mando de terceiro (s), alguém que deu a ele a senha e login de Eindjel Eleizie e houve ainda ampliação da permissão para ele acessar informações de terceiros (dados pessoais, registros fiscais e cadastro funcional de inativos e pensionistas da PM) ”, segundo o advogado do parlamentar.

O advogado Sabato Rosset ingressou com uma queixa-crime na Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos, da Polícia Civil do Pará. Quem preside o inquérito é a delegada Karina Campelo.

A demanda está em fase de apuração naquela unidade policial, para que todas as dúvidas sejam sanadas e o (s) culpado (s) seja (m) punido (s).

Como Márcio Miranda concorre ao governo do Estado, é provável que algum adversário político esteja por trás, tentando denegrir sua imagem de quem está comprometido com bem estar do povo paraense.

Márcio Miranda já reiterou, várias vezes, que sua aposentadoria (ida para a reserva remunerada da PM) está de acordo com a lei. Seu tempo de serviço na PM foi complementado com sua contribuição ao INSS, época em que trabalhou quando era civil.

Portanto a situação de Márcio Miranda  perante a PM é legal.

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