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Zenaldo inspeciona obras nos bairros da Terra Firme e Sacramenta

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Com a chegada do verão, a Prefeitura de Belém   pavimenta diversas ruas da cidade. Os  bairros da Terra Firme e Sacramenta  já começaram a receber obras de recuperação de vias, e somam com outras frentes de serviços que foram iniciadas no Coqueiro, Tenoné, Canudos e Icoaraci.

Para verificar o andamento dos serviços,  o prefeito Zenaldo Coutinho visitou, na manhã desta quinta-feira (9), as comunidades atendidas e conversou com moradores.

No bairro da Terra Firme, está sendo feito o recapeamento asfálticona Passagem 2 de Junho, entre a Rua São Domingos e Canal do Tucunduba. Nas próximas etapas, os serviços serão realizados nas travessas Lauro Sodré, 24 de Dezembro e Santa Helena.

No  bairro da Sacramenta, o prefeito vistoriou as obras de recuperação da Rua José Modesto, que recebeu dos moradores a denominação de Passagem Maranhão. “É uma comunidade com necessidades urgentes e, por isso, determinei que os serviços fossem ampliados para outras quatro vias: passagens Julia Ramos, São Marcelo, Oswaldo Coelho e Salvador”, anunciou Zenaldo. “Temos um grande números de vias ainda por atender, e outros locais da cidade com obras já concluídas. Estamos avançando nos locais com maior necessidade, atendendo inclusive os distritos, trabalhando também com serviços de limpeza nesses bairros mais distantes”, complementou o prefeito.

Ainda na Sacramenta,  uma união de forças entre a prefeitura e a comunidade vai  melhorar o escoamento da água da chuva na Passagem Ana Dantas. “Vamos realizar uma obra de linha d’água para direcionar a água da chuva até um ponto de captação existente. Este serviço vai facilitar para que a água não conduza terra e obstrua o sistema que faz o escoamento das vias do entorno”, explicou Zenaldo.

As obras de saneamento que estão sendo realizadas seguem em etapas. “Estamos trabalhando com a regularização do pavimento para deixar tudo uniforme, e em seguida vamos aplicar uma camada de asfalto nas vias que estão sendo atendidas”, explicou o secretário da Sesan, Claudio Mercês, destacando a presença dos diretores de obras, limpeza e drenagem urbana para identificar necessidades e programar serviços estruturantes e emergenciais nos locais que passam por obras de saneamento. “Nos próximos dias vamos iniciar obras de reparo nas pontes de madeira ao longo do Canal das Malvinas, além de recuperar galerias de drenagem que estão comprometidas”, antecipou o secretário.

 

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Advogado assume vaga de Gordo do Aurá na Câmara de Ananindeua

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O advogado Alex Melul assume a vaga de Gordo do Aurá na Câmara de Ananindeua
Com o falecimento do vereador Deivite Araújo Galvão – o Gordo do Aurá, assume sua vaga na Câmara Municipal de Ananindeua, o advogado Alex Melul. Ele é o primeiro suplente do DEM, foi o 27º candidato mais votado em 2016, na coligação Democratas/Solidariedade, com 1900 votos.
O vereador assassinado está sendo velado, com a presença de vários colegas seus da Câmara de Ananindeua,onde foi decretado luto oficial por três dias. Gordo será  sepultado às 16h,  num cemitério particular em Ananindeua.  A imprensa não foi permitida a entrar no velório de Gordo do Aurá.
O clima  no Aurá e de muita comoção e luto, já que o vereador Gordo do Aurá,  era considerado é respeitado  na área.
O policiamento também foi reforçado, segundo disse o secretário de Segurança, Ualame Machado, ao ser entrevistado esta manhã pelo Canal 7. Na delegacia do Aurá, polícias foram deslocados pra aumentar o efetivo após boatos de represália e tentativa de invasão à delegacia.

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Cidade

Organização criminosa usou submarino para levar drogas à África

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Alex Rodrigues / Agência Brasil 

 

Brasília – Uma organização criminosa acusada de transportar drogas da Bolívia, Colômbia e Venezuela para o Brasil, Estados Unidos e Europa chegou a usar um submarino para cruzar o Atlântico com destino à costa do continente africano com até 8 toneladas de entorpecentes a cada viagem. A embarcação foi apreendida em meados de 2018, no Suriname.

“O submarino foi apreendido durante as investigações iniciadas há dois anos. Ele foi localizado próximo a uma pista de pouso clandestina usada pela organização e onde foram apreendidos 400 quilos de entorpecentes”, disse hoje (21) o delegado federal Marcelo Botelho, responsável pela Operação Flak, deflagrada nesta quinta-feira.

Polícia Federal/Divulgação

Além de um submarino, aviões eram usados para levar droga para os Estados Unidos e Europa   (Polícia Federal/divulgação)

Segundo o delegado, a droga apreendida no avião localizado em uma pista clandestina seria transferida para o submarino, atracado a 50 quilômetros de distância. De lá, os criminosos seguiriam para a África, de onde o entorpecente seria distribuído para a Europa.

“Uma particularidade que nos impressionou é a capilaridade da organização criminosa, que tem contatos em diversos países”, comentou Botelho, esclarecendo que, além dos 54 mandados de prisão e 81 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo e Tocantins, as autoridades brasileiras também acionaram a Interpol, pedindo a colaboração para deter seis suspeitos de integrar o esquema que podem estar no exterior.

Prisões

Até o início desta tarde, ao menos 26 pessoas já tinham sido presas, entre elas, pilotos de jatos executivos. A 4ª Vara Federal de Palmas (TO) autorizou a apreensão de 47 aeronaves, além do sequestro de bens e do bloqueio das contas bancárias de mais de 100 pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a organização criminosa.

“Mais que as prisões e as buscas para apreender provas que auxiliem as investigações, a operação de hoje atingiu o poder financeiro da organização”, disse Botelho.

“Nosso foco foi a desarticulação, foi a descapitalização da organização. Justamente para evitarmos que o crime continue a ser praticado mesmo após a prisão dos principais líderes e membros da organização”,  afirmou.

Apesar de chegar a utilizar um submarino, a especialidade do grupo, segundo a Polícia Federal, era o transporte aéreo de grandes quantidades de drogas.

De acordo com o Botelho, trata-se de uma “organização bem estruturada, que tinha nítida divisão de tarefas”. Ao longo das investigações, os agentes federais identificaram quatro núcleos: o logístico, responsável por gerenciar a parte operacional, como a escolha de aeronaves, a contratação de pilotos e a construção de pistas clandestinas.

Voos irregulares

Um núcleo aeronáutico era encarregado de identificar rotas que permitissem aos pilotos fugirem do controle aéreo e de elaborar planos de voos irregulares. Outro núcleo era o varejista, responsável por contatar os produtores de drogas e os destinatários finais, em outros países.

Por fim, havia o núcleo mecânico, formado pelos que faziam a manutenção das aeronaves. Estes profissionais chegavam a adaptar um sistema que permitia que os aviões usados no esquema fossem abastecidos em pleno voo, de forma a aumentar a autonomia de voo das aeronaves, para que não precisassem pousar.

De acordo com o delegado federal, isso colocava em risco a segurança de todo o transporte aéreo, já que, além de viajar com planos de voo irregulares, os aviões da organização passavam despercebidos pelos radares.

O próprio piloto assumia riscos ao abastecer a aeronave em pleno voo e há indícios de que aeronaves usadas pela organização caíram, vitimando os tripulantes.

“Apesar de lucrativo, o crime trazia grandes riscos para os pilotos. Há registros de quedas de aeronaves, com a consequente morte ou desaparecimento de pilotos”, afirmou Botelho, acrescentando que a organização também chegou a destruir aviões apenas para “apagar” as evidências de tráfico internacional de drogas. “Incluindo aeronaves com valor de mercado de R$ 1 milhão.”

Segundo Botelho, a organização tentava mascarar suas atividades ilícitas contratando pilotos que, paralelamente, exerciam atividades lícitas, como voos comerciais e atividades agrícolas. E lavava o dinheiro investindo em fazendas, criação de gado, postos de combustível, garimpo e na revenda das próprias aeronaves usadas no esquema.

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GORDO DO AURÁ É MORTO A TIROS NUMA EMBOSCADA EM BELÉM

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A Polícia ainda não tem pista dos hoemns que assassinaram, na tarde desta quinta-fira(21), o O vereador de Ananindeua, Deivite Wener Araújo Galvão, o Gordo de Aurá (DEM). Ele foi alvejado 15  vezes, aproximadamente, quando trafegava na av. Pedro Miranda, em Belém, depois ter  deixado a filha em algum hospital, para tratamento. Gordo do Aurá ia acompanhado de sua mulher, Vanesse Gavão, que também foi alvejada e levada, junto com o marido, para o  Pronto Socorro da 14 de Março, em Belém. Ele não resistiu e nem chegou a ser atendido pelos médicos. Ela foi medicda e transferida para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, e consta que não corre perigo de vida, apesar da gravidade dos ferimentos.

O fato ocorreu por volta das 15h, segundo informações de testemunhas que foram até  PSM da 14 de Março. Gordo do Aurá foi deixar a filha  epara tratamento de  Síndrome de Guillain-Barré.

Os dois foram crivados de balas.

Na última eleição para governador do Pará, Gordo do Aurá foi o pivô na troca de acusações entre os principais candidatos, Helder Barbalho (MDB), que saiu vencedor do pleito, e o deputado Márcio Miranda. Um acusada o outro deter apoio do vereador, conhecido também como traficante e violento. Mas embora fosse filiado ao mesmo partido Márcio Miranda, consta que ele trabalhou mesmo foi para Helder barbalho, com quem tinha relacionamento político desde que este foi prefeito de Ananindeua.

A Prefeitura de Ananindeua decretou feriado de três dias em homenagem ao vereador assassinado.

(Matéria retificada às 21h40)

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