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TECNOLOGIA

Asteroide passa ‘raspando’ pela Terra

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Via: ABS/CBN News

A Terra quase foi atingida por um asteroide na última quarta-feira (24/07) e os cientistas mal perceberam. A ameaça veio de uma rocha espacial oficialmente chamada de Asteroid 2019 OK, que passou a cerca de 73 mil quilômetros do nosso planeta, ou seja, apenas 1/5 da distância até a Lua (384 mil quilômetros). Em uma escala astronômica, isso seria chamado de ‘por um triz’.

O Washington Post, publicou uma matéria com dados da NASA, onde informou que o asteróide 2019 OK, que tem o tamanho estimado entre 57 a 130 metros de largura, não estava no radar dos cientistas e aparentemente apareceu ‘do nada’. Os astrônomos dizem que ele não representa uma ameaça imediata, mas admitem que não tinham ideia de que a rocha gigante estava vindo em nossa direção, porque veio da direção do sol.

‘Nada deste tamanho é fácil de detectar. Outro ponto é que ele estava sob a luz solar refletida, e mesmo estando muito perto, era pouco visível’, disse Alan Duffy, cientista chefe da Royal Institution of Australia ao Washington Post.

O asteroide só se tornou visível há alguns dias. Existem 20.000 semelhantes a esse próximos da Terra, que ocasionalmente fazem uma aparição. As previsões já haviam notado que alguns asteroides passariam relativamente perto da Terra esta semana, mas ninguém previu que seria tão perto quanto o Asteroid 2019 OK.

‘A detecção de última hora é mais um sinal do quanto permanece desconhecido sobre o espaço e uma lembrança séria da ameaça real que asteroides podem representar’, acrescentou Duffy.

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TECNOLOGIA

Este tablet Android baratinho tem tela de 10” e 128 GB memória

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Camila Cassia da Silva/TecMundo

Tablets são dispositivos móveis muito úteis para quem gosta de ver vídeos, jogar e ficar conectado em qualquer lugar. Esses aparelhos também podem ser uma mão na roda para determinados tipos de tarefas profissionais e atividades diárias, por ser mais leve e, às vezes, mais funcional do que um notebook. Quando o assunto é qualidade e alta performance, o iPad da Apple surge como uma das melhores opções. Contudo, seu ponto negativo está no fato de ter um preço bem salgado — o iPad Air mesmo custa mais de R$ 4.000 no Brasil. Felizmente existe no mercado o Teclast M20, um tablet com tela grande, boa performance e preço baixo que pode ser comprado na GearBest.

O Teclast M20 chama a atenção imediata para seu amplo display de 10,1 polegadas com resolução 1920 x 1200, ideal para quem gosta de ver muitos vídeos e jogar. Por falar nisso, ele é equipado com processador ARM Mali-T880 de 2,3 GHz e memória RAM de 4 GB, o que lhe confere considerável desempenho multitarefa e até mesmo com games de gráficos um pouco mais pesados. Já sua bateria de 4.500 mAh promete notável autonomia de até 8 horas longe da tomada.

O tablet ainda vem de fábrica com Android 8.0, Bluetooth 4.0 e amplo armazenamento interno de 128 GB. Mesmo que seja bem barato, o Teclast M20 tem visual premium com seu corpo revestido de alumínio prateado. Aproveite e compre o seu com mais de 30% de desconto:

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TECNOLOGIA

NASA começa a industrialização do espaço por um fio

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Julia Marinho/TecMundo

A startup Made in Space ganhou atenção quando recebeu da NASA, sua principal cliente e investidora, US$ 74 milhões para colocar em órbita, em 2022, um satélite-robô que montará no espaço sua própria fonte de energia. Mas foi outra invenção que alvoroçou o mercado: o ZBLAN.

O composto de fluoretos de metais pesados em vez da sílica usual foi descoberto na década de 1970 e tem propriedades de absorção e dispersão que podem torná-lo excelente em aplicações que vão de lasers de ponta a cabos submarinos. O problema é que, por conta das diferentes densidades dos elementos que o compõem, ao ser fabricado o ZBLAN desenvolve microcristais à medida que esfria, arruinando seu potencial.

Sem outro jeito, os fabricantes até agora se conformavam com sua fragilidade. Porém, produzir o fio na microgravidade da Estação Espacial Internacional (ISS) evita que os materiais se separem e aconteça a cristalização indesejada.

Unidade de produção sobe e desce da órbita terrestre

A unidade de produção na qual o ZBLAN é feito tem o tamanho de um forno de micro-ondas e já foi enviada ao espaço em lançamentos anteriores da SpaceX, subindo à ISS carregada com o material necessário. Ao terminar a produção, foi mandada de volta com a fibra acabada dentro.

Por enquanto, apenas pequenas quantidades de fibra são produzidas no espaço por vez. Segundo o CEO da Made in Space, Andrew Rush, o plano é ter uma unidade de produção maior em órbita, então somente o material (por fazer e pronto) viajaria.

Mesmo com altos custos de lançamento e retorno, a conta fecha com lucro: 1 quilo de matéria-prima resulta em milhares de metros de ZBLAN, e cada metro é vendido por mais de US$ 100. Rush afirma que a empresa investiu milhões no desenvolvimento do fio, e nem 1 tostão veio da NASA.

Aberta para negócios lucrativos

Esse pode ser o momento de ruptura que a agência espacial espera há tempos: em junho deste ano, a NASA declarou a ISS aberta para negócios. A ideia é, no futuro, entregar o laboratório de pesquisa (com custo anual de US$ 3 bilhões) a parceiros do setor privado ou mesmo desativá-lo.

Em suma, a NASA não quer mais pagar pela ISS, redirecionando sua verba para projetos como colonizar a Lua ou ter sua própria estação orbital. Para isso, ela precisa provar que há dinheiro a ser ganho em órbita e clientes além dela mesma. Há muitos envolvidos na operação a serem convencidos, afinal as tentativas de se fabricar algo no espaço remontam à Era Reagan. Para a ISS, o relógio está correndo: com 21 anos de atividade, ela começa a mostrar sua idade e deve ser aposentada em 2025.

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TECNOLOGIA

“O botão ‘X’ une a indústria”, ressalta time do Xbox na Microsoft

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Douglas Viera da Silva/TecMundo

Por mais que existam preferências no que diz respeito aos consoles, todos os jogadores devem concordar com o fato de que, de uma forma ou outra, as empresas estão unidas de alguma maneira – e a Microsoft fez questão de relembrar isso em uma mensagem publicada no Twitter. O post veio após a Sony revelar que o botão “X” do PlayStation não é um “xis”, e sim uma “cruz”.

A mensagem que você confere abaixo foi divulgada para celebrar o National Videogames Day (comemorado em 12 de setembro), e mostra que seja qual for a plataforma todos os jogadores estão unidos por meio da tecla ou botão “X”, presente em todos os controles das plataformas da geração atual.

“Não importa como você o chama, uma coisa que une todos nós é o botão ‘X’”, ressalta a mensagem da empresa.

A Sony ganhou atenção nos noticiários ao informar que, para ela, o botão em questão deveria ser conhecido como “cruz”. Entretanto, acreditamos que mudar esse conceito será bem difícil agora que todos já se habituaram a chamar a tecla em questão de “X”.

“O botão ‘X’ une a indústria”, ressalta time do Xbox na Microsoft via Vox

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