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PARAGOMINAS

Bandidos invadem igreja para fugir de linchamento em Paragominas

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Fonte/Foto: folhadoprogresso

Dois homens assaltaram pessoas na via pública, mas flagrados, se viram obrigados a invadir uma igreja evangélica, na cidade de Paragominas, no sudeste paraense, para escapar de um linchamento, no entanto, ainda assim eles foram agredidos por populares até que a Polícia Militar chegou e conseguiu conter a fúria dos agressores.

A confusão começou no início da tarde desta sexta-feira, (15), no bairro Laércio Cabeline e terminou no bairro Camboatã II, em Paragominas. Os dois acusados foram perseguidos por populares e alcançados em uma igreja evangélica, Assembleia de Deus, no bairro Camboatã.

A intenção dos acusados era não apanhar mas entrar no templo religioso não foi suficiente, já que eles acabaram sendo espancados mesmo assim. A Polícia Militar chegou e conseguiu evitar um linchamento, de fato, pois que a população estava furiosa.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foi acionado e socorreu os suspeitos à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima para os procedimentos médicos. Em seguida, os dois foram apresentados à Polícia Civil para as providências necessárias na unidade policial. (Com informações do site Boletim de Ocorrência de Paragominas).
Por:Redação Integrada
16.11.19 16h10

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Paragominas – Projeto Verde Novo convoca população para plantar pomar na PA 125

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Fonte/Foto: Celia Santos

O município verde tem plantado mais verde nos últimos meses com o Projeto Verde Novo.

O Verde Novo é um projeto de arborização que será realizado no sábado, 14 de dezembro, plantando um pomar na margem direita do trecho urbano da PA 125, do bairro JK.

Parceria firmada entre Defensoria Pública, Ministério Público, uma faculdade particular e a Secretaria Municipal de Urbanismo, convida a população para que possa participar de uma grande ação onde serão plantadas mais de 400 mudas de arvores frutíferas.

As árvores absorvem águas das chuvas, na estação mais quente proporcionam sombra e diminuem a temperatura, e no caso das frutíferas ainda levam reforço alimentar aos de menor poder aquisitivo. Sendo assim, quando fomos apresentados ao Verde Novo, destinamos r$ 28.000,00 – fruto de transação em ações civis públicas que tinham por objeto ações ambientais – para que fossem aplicados no projeto. Disse a Drª Liliane Carvalho do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA)

Entre as frutíferas a serem plantadas haverão pés de caju, graviola, manga (manguita), laranja, tangerina e várias outras.

A arborização, além de causar beleza, de dar beleza pra gente, para a cidade, ela cumpre sua função climática. Falou a secretária de Urbanismo, Dyjane Amaral que demonstrou muita gratidão também à faculdade que abraçou a causa.

A SEMUR deu início ao trabalho de preparo da terra para seja feito o plantio. as covas estão sendo abertas e recebendo o substrato necessário para que o plantio seja feito no dia seja obtido sucesso no crescimento de todas as mudas.

Além do plantio das árvores frutíferas, a SEMUR estará replantando as mudas de Ipês amarelos que não ‘vingaram’ do último plantio na margem esquerda da PA 125.

Ipês rosa serão plantados no canteiro central da Avenida Louis Pasteur, principal rua do bairro JK.

30 Ficus que estavam plantados na Avenida Guilherme Gabriel, no bairro Angelim, foram retirados pela SEMUR, pois estariam colocando em risco pessoas e veículos pelo perigo de queda iminente. Agora no mês de  dezembro, essas 30 árvores estão sendo substituídas por mudas de Ipê Roxo que poderão proporcionar, além da sombra, um show de beleza no período de florada.

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Câmara de Paragominas realiza Sessão Especial para Comunidade Surda

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Fonte/Fotos: Jorge Quadros
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A inclusão plena na sociedade é um dilema das pessoas que têm algum tipo de deficiência. A pessoa com deficiência auditiva, por exemplo, em muitas ocasiões se sentem invisíveis pela dificuldade em ser compreendidos. O baixo alcance da língua de sinais, leva pessoas surdas ao isolamento social. Como poucos “ouvintes” usam a Libras, pessoas com deficiência auditiva passam por sérios apuros no trabalho, nas ruas e até em hospitais.

Ao recorrermos à história, o preconceito era tamanho que surdos não podiam usar as mãos para se expressarem, existia uma lei que proibia o uso de gestos na comunicação. Somente em 2015 foi instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), sob o Nº 13.146/2015. No entanto, a sua implementação ainda é insatisfatória.

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Tiago Costa, professor de LIBRAS do Centro de Atendimento ao Surdo – CAS Belém

Para debater esse assunto urgente e necessário, foi realizada na Câmara Municipal de Paragominas, uma Sessão Especial, na última terça, 29, voltada à Comunidade Surda de Paragominas. A proposta partiu da vereadora Tatiane Helena Soares Coelho, através do Requerimento Nº 175/2019.

Durante a sessão, que contou com a presença de diversos representantes da comunidade de surda local, compuseram a mesa, a senhora Tatiane Nascimento, representante da comunidade; Márcia Alencar, militante da comunidade ; Jaqueline Miranda, professora de LIBRAS e português para surdos em Belém; Tiago Costa, professor de LIBRAS do Centro de Atendimento ao Surdo – CAS Belém; Creuza Rabelo, coordenadora de educação especial da SEMEC Paragominas.

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Vereadora Tatiane Helena, autora do requerimento que solicita a Sessão Especial

De acordo com a vereadora Tatiane Helena, o intuito da sessão era “oferecer à comunidade surda local a oportunidade de apresentar à classe política, as dificuldades enfrentadas cotidianamente por essas pessoas em Paragominas e, a partir daí, buscar mecanismos para a resolver a problemática e promover a inclusão de fato”, esclareceu a vereadora.

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Paragominas é única cidade do Pará entre as 100 melhores para fazer negócio

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

O ano de 2019 é de Paragominas na edição atual do “Melhores Cidades para Fazer Negócio”, um estudo de prospecção de mercado produzido pela consultoria Urban Systems. No levantamento, que considera todos os municípios com mais de 100 mil habitantes e foi divulgado durante esta semana, o potencial de desenvolvimento de Paragominas nas áreas econômica, social, de infraestrutura e de capital humano a posicionou entre as 100 melhores praças de investimentos do Brasil.

As informações foram levantadas com exclusividade pelo Blog do Zé Dudu, que se debruçou sobre as 42 páginas do estudo para entender por que razão Paragominas virou destaque, na 99ª colocação nacional, num estudo que já teve Parauapebas em 2º lugar na edição de 2014 e Belém em 57º lugar na edição de 2017. O ranking da Urban Systems é distribuído a todos os executivos do país e tem repercussão internacional.

Com 113 mil habitantes, Paragominas é, hoje, um dos maiores celeiros agropecuários e de mineração da Região Norte. É o município que mais movimenta commodities agrícolas no sudeste do Pará, tendo faturado R$ 582,3 milhões com suas lavouras no ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Seu rebanho bovino é de 276 mil cabeças e os criadouros de galinhas totalizam 206 mil animais. Paragominas é, ainda, líder da produção de soja no estado e, também, campeã da produção de minério de alumínio.

Na edição do ano passado do “Melhores Cidades para Fazer Negócio”, Paragominas havia dado as caras como lugar emergente, mas fora do circuito das 100 principais praças. A cidade não apareceu no ranking geral, mas estreou, e muito bem, no critério “desenvolvimento econômico”, como uma das 30 mais promissoras do país.

Este ano, Paragominas surge como o 8º melhor município em desenvolvimento econômico do país, movido pelos motores da indústria mineral e do agronegócio, que o colocaram na mira de grandes investidores. Orgulho do Pará lá fora, Paragominas proporcionalmente bate, segundo a Urban Systems, o desempenho de metrópoles como Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP), além de cidades médias promissoras como Niterói (RJ) e Maringá (PR).

De janeiro de 2017 até agosto deste ano, Paragominas apresentou saldo líquido de 900 empregos formais com carteira assinada, de acordo com o Ministério da Economia, e sua produção total de riquezas alcançou R$ 2,66 bilhões expressos em Produto Interno Bruto (PIB).

Volatilidade econômica ‘congela’ Parauapebas

Ex-estrela de rankings da Urban Systems, e embora atualmente viva tempos gloriosos de geração de emprego formal, a situação social de Parauapebas ainda não é das melhores e impacta a percepção do mercado sobre o município. Os dois maiores fatores que prejudicam Parauapebas são a volatilidade de sua economia, altamente dependente e concentrada na indústria extrativa de ferro, que por sua vez é guiada por demanda internacional; e a superconcentração financeira nas mãos do governo local e da mineradora multinacional Vale, em torno dos quais quase tudo gravita.

Mesmo com muitos recursos financeiros, o município não alcançou maturidade e expertise suficientes para criar e adensar cadeias econômicas locais que caminhem paralelas à atividade mineradora. A insustentabilidade econômica, com uma produção de riquezas altamente cíclica, deixa muitos investidores de elite com o pé atrás.

Em seis edições já publicadas do “Melhores Cidades para Fazer Negócio”, esta é a terceira vez em que Parauapebas fica de fora. Na edição de 2014, a cidade virou capa da Revista Exame ao ser exageradamente colocada como a 2ª com maior potencial de desenvolvimento do país. No ano seguinte, na edição de 2015, Parauapebas rolou para o 20º lugar, sobremaneira motivado pela baixa na percepção de indicadores sociais, como educação e saúde, capturados em 2013. Em 2015, o PIB local foi drasticamente reduzido a R$ 11,2 bilhões, quase R$ 10 bilhões a menos que no auge, 2011, quando ultrapassou R$ 21 bilhões.

Na edição do ranking de 2016, o município tombou para a 83ª posição justamente pelos efeitos deletérios da baixa de seu PIB ocasionada pela queda no preço do minério de ferro no mercado internacional, o que impulsionou, por seu turno, milhares de demissões. Entre 2013 e 2018, período que compreende a compilação de dados dos rankings, Parauapebas eliminou 10 mil trabalhadores de seu mercado e ajuntou para si quase 44 mil desempregados. Ainda hoje, mesmo com o crescimento da oferta de empregos temporários em setores como construção civil e serviços, um de cada cinco moradores é adulto sem emprego formal. Com todo esse cenário, nas edições de 2017, 2018 e 2019 do estudo, Parauapebas simplesmente desapareceu.

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