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Brasil, Bolsonaro, Lula… veja os termos mais tuitados pelos políticos

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense

Quais são os temas que mais preocupam os políticos brasileiros? Para chegar à resposta, o Correio analisou mais de 19 mil publicações de 22 políticos (veja a lista de nomes ao fim da matéria) no Twitter, postadas entre 1º de janeiro e o fim de setembro. Brasil, governo, educação, previdência, meio ambiente, Bolsonaro, Lula, Moro… Essas são algumas das palavras usadas com mais frequência em 2019 pelas personalidades analisadas (imagem acima). 

Para especialistas, esses termos refletem bem o cenário político atual e são coerentes com a atuação de cada político. O presidente da República, por exemplo,usa bastante as palavras “Brasil”, “governo”, “país” e “economia”. Para o cientista político Cristiano Noronha, isso indica que a estratégia de comunicação de Jair Bolsonaro está voltada para a divulgação das medidas adotadas pelo pesselista e seus ministros. 

O nome Bolsonaro, aliás, é muito mencionado tanto pela situação quanto pela oposição. Os filhos CarlosEduardo Flávio usam os perfis virtuais, com frequência, para defender as medidas e o governo do pai. “Apesar de ser vereador do Rio de Janeiro, Carlos tem usado o Twitter por questões nacionais e de crítica à oposição, o que gera bastante repercussão”, aponta Noronha. 

Um dado curioso é que os filhos do presidente mencionam mais os partidos de oposição — PTPSol e PCdoB — do que o PSL PSC, legendas das quais fazem parte. Para o cientista político Lucio Rennó, esse resultado indica, na verdade, que, quando falam do campo político deles, os três preferem se referir ao Bolsonaro do que ao partido.

“Já quando falam dos adversários, não falam do Lula, falam dos partidos. Tem algo de muito personalista na retórica deles. No linguajar deles, a polarização é ente Bolsonaro, a figura, e os partidos [PT, Psol e PCdoB]”, analisa o especialista.

Por falar em oposição

Bolsonaro está na boca do povo — e nos dedos da oposição. Os adversários políticos do presidente o mencionam com frequência no Twitter, conforme mostra o levantamento. Cristiano Noronha explica que essa postura é natural. “O objetivo é manter o clima polarizado”, explica. 

Fernando Haddad, candidato derrotado do PT à Presidência em 2018, é um dos que continua se opondo ao atual governo nas redes sociais. O ex-prefeiro de São Paulo, argumenta Noronha, pode ter como objetivo manter acesa a contraposição pensando no cenário eleitoral de 2022, quando Haddad pode voltar a se candidatar.

Já Guilherme Boulos, nome do PSol nas últimas eleições, foca agora na pauta previdenciária. Marina Silva é quem puxa a pauta ambiental. O Twitter de Lula, gerenciado pela equipe do petista, foca a campanha pela liberdade do ex-presidente e contém também ataques ao atual ministro da Justiça, Sergio Moro.

Foram selecionados políticos que têm ou tiveram destaque no cenário nacional em 2018 e 2019 e com forte presença nas redes sociais:

  • Cabo Daciolo (deputado federal, Avante-RJ)
  • Carlos Bolsonaro (vereador, PSC-RJ)
  • Ciro Gomes (PDT)
  • David Miranda (deputado federal, PSOL-RJ)
  • Eduardo Bolsonaro (deputado federal, PSL-SP)
  • Fernando Haddad (PT)
  • Flavio Bolsonaro (senador, PSL-RJ)
  • Geraldo Alckmin (PSDB)
  • Guilherme Boulos (PSOL)
  • Henrique Meirelles (MDB)
  • Jair Bolsonaro (presidente da República, PSL)
  • João Amoêdo (Novo)
  • João Doria (governador de São Paulo, PSDB)
  • Joice Hasselmann (deputada federal, PSL-SP)
  • Kim Kataguiri (deputado federal, DEM-SP)
  • Luciana Genro (deputada estadual, PSOL-RS)
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Manuela D’Ávila (PCdoB)
  • Marina Silva (Rede)
  • Rodrigo Maia (presidente da Câmara dos Deputados, DEM-RJ)
  • Sergio Moro (ministro da Justiça)
  • Tabata Amaral (deputada federal, PDT-SP)
  • Túlio Gadêlha (deputado federal, PDT-PE)
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Tesla Model 3 com Autopilot ligado bate em viatura da polícia

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Apesar de o software de direção Autopilot ter esse nome, a solução da Tesla ainda não é 100% autônoma e uma irônica evidência disso ocorreu no último fim de semana, nos Estados Unidos. Segundo um boletim da polícia de Connecticut, uma viatura foi atingida por um veículo Model 3 que estava com o programa habilitado, na noite de sábado (7).

De acordo com o relatório publicado no Facebook, a polícia estava prestando auxílio para um veículo parado na beira da rodovia. Durante a operação, o Model 3 usando o Autopilot apareceu, colidiu com a viatura e também no carro do acostamento. As duas batidas não foram suficientes para reduzir a velocidade do Tesla, que só parou com a intervenção de um segundo automóvel policial. Apesar do estrago exibido nas fotos, ninguém se feriu gravemente durante o acidente.

Segundo a publicação da polícia de Connecticut, o motorista do Model 3 disse que o veículo foi colocado no modo de piloto automático pouco antes da colisão. O condutor teria tirado os olhos da estrada para checar seu cachorro, que estava no banco traseiro do veículo. O animal também não sofreu ferimentos durante a ocorrência.

Os oficiais aplicaram uma multa no condutor por direção perigosa e imprudências de trânsito. A polícia do estado americano também aproveitou a situação peculiar para lembrar que ainda não existem carros realmente autônomos e, apesar do nome utilizado pela Tesla, seus veículos não podem andar por aí sem motorista.

“Independentemente da capacidade do seu veículo, é necessária toda a atenção para garantir uma direção segura”, diz a polícia de Connecticut. “De acordo com a Administração Nacional de Segurança no Trânsito nas Rodovias, embora vários veículos possuam alguns recursos automatizados, atualmente não há automóveis à venda totalmente autônomos.”

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Mi Note 10 chega ao Brasil numa parceria da Xiaomi com a Vivo; saiba preço

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Mi Note 10: cinco sensores na traseira do smartphone — Foto: Divulgação/Xiaomi Fonte: techtudo

Smartphone da Xiaomi tem câmera com sensor de 108 MP e processador Snapdragon 730G.

Mais um reforço para o portfólio da Xiaomi no Brasil: a empresa anuncia a chegada oficial do Mi Note 10, celular que se destaca pelo conjunto de câmeras com sensor de até 108 MP – criado em parceria com a Samsung. O smartphone chega ao mercado doméstico em 18 de dezembro, quando passa a ser vendido em parceria com a Vivo pelo preço sugerido de R$ 4.499 no plano Vivo Família 60 GB, cuja mensalidade custa mais R$ 320. Há aparelhos nas cores preto, branco e verde.

Para início de conversa, é importante dizer que o Mi Note 10 não faz frente a outros smartphones da classe mais elevada, como Galaxy Note 10 e OnePlus 7 Pro, uma vez que fica devendo um processador de altíssimo desempenho. Marca presença o Snapdragon 730G (Qualcomm), o que faria do modelo um intermediário.

A tela OLED de 6,47 polegadas traz recorte para alojar a câmera de selfies (32 MP) e também leitor integrado de impressões digitais.

São cinco câmeras na parte traseira:

  • Grande angular de 108 MP (f/1.69)
  • Ultra wide de 20 MP (f/2.2)
  • Teleobjetiva 2x de 12 MP (f/2.0)
  • Teleobjetiva 5x de 5 MP (f/2.0)
  • Macro de 2 MP
Diferentes lentes do Mi Note 10 criam a impressão de que o trem está se movendo em direção à modelo — Foto: Divulgação/Xiaomi
Diferentes lentes do Mi Note 10 criam a impressão de que o trem está se movendo em direção à modelo — Foto: Divulgação/Xiaomi

A ficha técnica fica completa com a memória RAM de 6 GB e o armazenamento de 128 GB. Também menciona bateria de 5.260 mAh com recarga rápida e carregador de 30W, porta USB-C e saída analógica de áudio (no padrão P2).

Assim como em outros lançamentos deste ano, o equipamento é vendido na China com outro nome: Mi CC9 Pro.

Vale lembrar que a Xiaomi se tornou o principal alvo de contrabandistas, que oferecem aparelhos da marca em sites de compra/venda. São equipamentos sem nota fiscal, sem garantia e sem a certeza de que funcionam no 4G de 700 MHz. Por isso mesmo, são mais baratos.

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Saiba quais sistemas operacionais serão abandonados pelo WhatsApp

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Foto: Reprodução / Fonte: Reuters

O WhatsApp revelou em sua página de apoio ao cliente que o app de mensagens deixará de funcionar em alguns sistemas operacionais neste início de 2020.

Quem (ainda) tenha um dispositivo com Windows Phone deixará de conseguir encontrar o WhatsApp a partir de 31 de dezembro em todas as versões do sistema operacional. Quanto a outros sistemas, segundo o Mirror, o WhatsApp deixará de ser suportado no Android 2.3.7 e iOS 8 (e versões anteriores) a partir do dia 31 de janeiro.

A decisão do WhatsApp em abandonar determinadas versões de sistemas operacionais está relacionada com a taxa de utilização dos mesmos, com a empresa preferindo concentrar recursos nas versões mais utilizadas.

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