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Câmara de Belém defende volta do programa de música reggae à rádio Cultura FM

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Mauro Freitas criticou a decisão do novo presidente da Funtelpa e pediu providências ao governador Helder Barbalho.

Como apoiador da cultura reggae e autor de dois projetos de lei relacionados ao tema, um que reconhece o Tributo a Bob Marley e outro que instituiu o Dia Municipal do Reggae no calendário oficial de Belém, o presidente da Câmara Municipal de Belém, vereador Mauro Freitas (DC), usou a tribuna da Câmara Municipal de Belém, na  terça-feira  passada (12), para se solidarizar com a nação regueira e recebeu apoio de todos os vereadores presentes.

O presidente manifestou indignação com a decisão do atual diretor da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Hilbert Nascimento (Binho Dilon), que retirou o programa de música reggae da grade de programação da rádio Cultura FM, após 30 anos no ar. “O programa é uma ferramenta de defesa da cultura negra, defesa da juventude, da cultura de paz, da periferia e atinge uma camada grande da sociedade. É importante reconhecer a importância desse ritmo pra história”, afirmou Mauro.

O vereador Fernando Carneiro (PSOL) subscreveu o requerimento e justificou o apoio dizendo que existem muitas bandas autorais que produzem música reggae de altíssimo nível em Belém e em cidades do interior do estado do Pará. “Manter o programa é divulgar o trabalho dos artistas daqui. É importante não só manter o programa, como a equipe que faz a produção desse conteúdo”, disse Carneiro.

Mauro solicitou ao governador  do Pará que intervenha para que a decisão seja reconsiderada e ainda durante a sessão recebeu um retorno de  Hélder Barbalho. Segundo Mauro, o governador informou que vai rever a decisão do atual presidente da Funtelpa.

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Afonso Cappelo faz show na Estação das Docas

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Crédito: Reprodução

A Estação das Docas promove uma programação musical especial nesta quinta-feira, 19. No palco montado na Orla entre os Armazéns 1 e 2, o cantor Afonso Cappelo fará apresentação gratuita a partir das 17h.

Esta será a primeira vez do cantor no complexo. “Sempre acompanho muitos músicos se apresentando na Estação e essa será minha primeira vez, estou ansioso. Preparei um show com muita música paraense e com músicas que são referência para mim como blackmusic e funk com uma roupagem autoral. Acredito que o público vai gostar bastante, estão todos convidados”, comenta Afonso.

A programação cultural especial da Estação das Docas continua no mês de setembro. No dia 22 (domingo) com Jorginho Gomez às 17h, e Kleber Tayrone às 18h. No dia 29 (domingo) às 17h Diego Cavaco e às 18h, Jade Lima.

Sobre o cantor

Com apenas 15 anos, Afonso ganhou um concurso para jovens cantores em Belém, cantando “Imbranato”, de Tiziano Ferro, mesma música da sua primeira apresentação no The Voice Brasil. De garoto tímido, a música o transformou em um jovem comunicativo, que tem projetos definidos para sua carreira. O acesso musical eclético, do lírico à MPB, permitiu que ele fosse se identificando com alguns ritmos em particular. Veio, daí, a verve que possui até hoje, o entusiasmo e a inspiração que animam as suas criações e o seu desempenho em tudo que produz.

Aos 12 anos, compôs sua primeira música. De lá para cá, ele vem conquistando o seu espaço com muito talento e carisma. Na sua trajetória, aparentemente curta, buscou várias experiências como músico e cantor, permitindo-se ousar e misturar gêneros. As grandes referências de Afonso Cappelo são Ed Motta, Elis Regina, Os Três Tenores e Tiziano Ferro.

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Na Figueredo coloca poesia em círculo de leitura

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RomaNews

Nesta quinta-feira, 19, o Círculo Onanístico de Leitura que tem curadoria de Ney Paiva e apoio do Núcleo de Conexões Na Figueredo convidam os poetas Benoni Araújo e Clei Souza. Na ocasião, será lançado o livro F(r)esta, de Clei Souza.

Formado em Letras, Benoni Araújo, publicou “Não por Acaso Dispersos” (Ed. Cão Guia) em 2008, e a obra inédita “Sob a Ira do Mar”. Editor da revista literária “Plagium”, tendo sido contemplado no Prêmio de Pesquisa e Experimentação Artística 2018 (FCP), mantém um blog para divulgação de seus poemas.

Clei Souza é professor e escritor há 20 anos. Em 2010 foi premiado com Menção Honrosa no Prêmio Dalcídio Jurandir de Literatura na categoria poesia, tendo como resultado a publicação do livro Úmido. Em 2010 e 2012 ganhou prêmio Inglês de Souza de Literatura (UFPA) na categoria poesia. Em 2012, concurso de Literatura de Castanhal e em 2015, ganhou novamente o prêmio Dalcídio Jurandir de Literatura na categoria poesia, tendo como resultado a publicação do livro “Poema Pássaro e outros versos migratórios”. Em 2018, conto selecionado no II Certamen de Relato Breve del Centro de Estudios Brasileños de la Universidad de Salamanca; e recebeu menção honrosa no prêmio Literatura e Fechadura. E neste ano, seu videopoema “O Devir é Devaneio” foi selecionado na V Mostra de projeções da Fotoativa.

Data: Quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Hora: 20h

Local: Núcleo de Conexões Na Figueredo (Av. Gentil Bittencourt, 449)

Entrada Gratuita

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Livros motivacionais ganham cada vez mais leitores

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foto: Editora Intrinseca/Divulgação)/Adriana Izel
Resiliência, gratidão, superação e esperança. Essas são as principais mensagens de algumas obras que figuram no topo dos livros mais vendidos do Brasil. É a nova onda de sucesso das publicações de autoajuda, ou melhor, motivacionais, como o gênero vem sendo chamado por autores e adeptos.
O norte-americano Mark Ranson, 35 anos, é um dos escritores mais conhecidos do estilo. No ranking de setembro da Publish News, ele aparece duas vezes. Em primeiro lugar com A sutil arte de ligar o foda-se, de 2016, livro mais vendido do Brasil no ano passado com mais de um milhão de exemplares comercializados, e com o lançamento de 2019, F*deu geral: Um livro sobre esperança?.
O sucesso de Ranson se deve ao discurso otimista e aproximável, quase como se o leitor estivesse recebendo conselhos de um amigo. Após o sucesso de A sutil arte, o novaiorquino resolveu se debruçar sobre a esperança. Ou melhor, sobre a falta dela, que ele credita ter a ver com o mundo atual, ansioso e cheio de cobranças e desânimo, e com o modo como as pessoas lidam com os problemas. “Assim como o peixe precisa de água, nossa psique precisa de esperança para sobreviver. Esperança é o combustível do nosso motor mental. (…) Se não acreditarmos que há alguma chance de que o futuro seja melhor que o presente, que nossa vida vai melhorar de alguma forma, então morremos espiritualmente”, define o autor na introdução de F*deu geral.
Em 288 páginas, o escritor busca instigar o leitor a uma reeducação, falando de religião, política, dinheiro, entretenimento, internet e de histórias inspiradoras, como a resistência polonesa na Segunda Guerra Mundial: “Hoje, muita coisa no nosso mundo parece uma merda. Não do nível da merda que foi o holocausto nazista (nem de longe), mas, ainda assim, bem merda. Histórias como de Witold Pilecki (soldado polonês) são inspiradoras. Elas nos dão esperança, nos levam a dizer: ‘ah, gente, as coisas eram bem piores naquela época, e esse cara conseguiu superar tudo isso. E o que eu fiz nos últimos tempos?” […] Nós perseguimos inimigos imaginários e reclamamos que o ar-condicionado não está funcionando direito. […] Ser heroico significa ter a habilidade de criar esperanças onde não existe.”
Outro autor internacional que tem ganhado espaço nesse cenário é o escocês Gary John Bishop, autor do recém-lançado Pare com essa merda, best-seller do The New York Times que chegou ao Brasil. O discurso do autor lembra o de Mark Manson. Bishop fala do momento atual para mostrar que a autossabotagem é um dos maiores problemas da sociedade. No livro, ele instiga o leitor a perceber as próprias vivências que o levaram à estagnação na carreira, ao caos na vida amorosa e ao descontrole das finanças.
Pare com essa merda é uma espécie de continuação da mensagem explorada em Desfoda-se: Saia da sua cabeça, entre na sua vida. Agora, a ideia é “acabar com a autossabotagem e conquistar a vida de volta”. “Grande parte do desafio de conquistar a vida que você deseja está em fazer as próprias escolhas, do presente e do futuro. Esse livro é uma espécie de jornada de autoconhecimento, de reflexão, de descoberta e, por fim, de encontro com sua natureza verdadeira. Quando você entende de onde vem, está se dando a valiosa oportunidade de transformar o resto de sua vida”, filosofa Bishop entre as 208 páginas do livro.
literatura motivacional invadiu o país e, não só no consumo, mas na produção. O que não faltam são opções de obras escritas por brasileiros com a mesma pegada. É o caso de Ninguém é f#dido por acaso — Um guia prático anticoitadismo, de Ricardo Bellino. Conhecido pela carreira empresarial, que inclui negócios com Donald Trump —  antes dele se tornar presidente dos Estados Unidos —, o carioca de 54 anos escreve mais uma vez sobre as suas experiências para compartilhar dicas e  motivações.
Dessa vez, a obra nasce das quedas e não do sucesso. “Tenho vivido e convivido com gente que tem um estigma do fracasso, que está sempre se lamentando, se vitimizando. Tem essa patologia do coitadismo. Isso me trouxe uma motivação especial para chamar atenção para esse problema. Eu quis tentar trazer uma luz e mudança de mentalidade”, explica em entrevista ao Correio.
Com essa ideia em mente, Bellino resolveu colocar nas páginas um de seus maiores conceitos de que ninguém tem problemas por acaso, daí o nome da obra. “Acredito que a gente pode perder um negócio, mas não perder o senso de humor. A gente tem que celebrar as vitórias, mas também o que dá errado. Eu exercito isso todos os dias. Então eu quis compartilhar esse meu exercício de olhar o mundo de forma positiva, otimista e com criatividade para ajudar as pessoas a também encontrarem inspiração”, completa.
O ex-atleta do voleibol Tande é outro exemplo que resolveu compartilhar as vivências de erros e acertos em um livro traçando um paralelo entre a trajetória na vida esportiva com o mundo empresarial. Esse é o mote de A vida é um jogo, primeiro livro do, atualmente, comentarista da Rede Globo. “Muitas pessoas sempre me perguntavam se eu nunca ia lançar um livro. Mas eu queria ter uma história, deixar um legado. Escrever não era a minha praia, mas no momento em que estamos vivendo, de inflação, desemprego, pensei que poderia unir esses dois ganchos: o lado atleta de superação, de resiliência e de gratidão com o mundo corporativo”, conta.
Nas mais de 200 páginas, Tande mistura a biografia com algumas lições. “É a história de um ex-atleta que vem se reinventando o tempo inteiro. O importante é sair da zona de conforto. Faço essa reflexão. Acho que o esporte me passou muito isso. Se eu conseguir inspirar uma pessoa com o livro, já está valendo para mim”, afirma.
O compartilhamento de experiências e vivências próprias é um recurso comum nas obras motivacionais. Em Garota, pare de mentir pra você mesma, de Rachel Hollins, a autora escreve sobre inseguranças para empoderar mulheres. “No início da minha carreira, percebi que muitas mulheres viam imagens de estilo de vida postadas na internet como o que elas deviam aspirar a ser. Muitas dessas imagens são irreais, então decidi ser honesta desde o início”, diz na obra, para, logo em seguida anunciar as dificuldades que enfrentou e enfrenta diariamente: “Espero que sirvam como encorajamento”.
Biográfico também é o livro da norte-americana Janice KaplanO poder da gratidão: O sentimento transformador de vidas. Em 296 páginas, a autora divide o segredo que a fez mudar: agradecer diariamente. Na obra, Janice apresenta todos os motivos pelos quais foi agradecida e como essa mudança de postura a levou a aproveitar pequenas coisas, como “um pôr do sol radiante, um abraço de um bom amigo e o primeiro sinal da primavera”.
As lições do francês Stéphane Garnier vieram da observação de Ziggy, gato de estimação dele. Um belo dia, ele percebeu que o animal era livre, calmo, curioso, observador, autoconfiante, teimoso, prudente, elegante, silencioso, carismático, nobre, independente, algumas das características que todo mundo almeja como ser humano. Vendo que podia aprender com o bichinho, o observou e criou a obra Agir e pensar como um gato.

Livros motivacionais

Agir e pensar como um gato
• De Stéphane Garnier. Tradução: Maria Alice A. de Sampaio Dória. Editora Valentina, 208 páginas. Preço: R$ 29,90 (impresso) e R$ 23,90 (e-book).
Fodeu geral: Um livro sobre esperança?
• De Mark Manson. Tradução: Gui Alonso e Jaime Baggio. Editora Intrínseca, 288 páginas. Preço: R$ 34,90 (impresso) e R$ 22,90 (e-book).
Garota, pare de mentir para você mesma
• De Rachel Hollins. Tradução: Débora Chaves. Editora Sextante, 239 páginas. Preço: R$ 34,90 (impresso) e R$ 19,90 (e-book).
Ninguém é f#dido por acaso — Um  guia prático anticoitadismo
• De Ricardo Bellino. Citadel Grupo Editorial, 176 páginas. Preço: R$ 42,90.
Pare com essa merda
• De Gary John Bishop. Tradução: Luiz Felipe Fonseca. Editora Intrínseca, 208 páginas. Preço: R$ 34,90 (impresso) e R$ 22,90 (e-book).
Poder da gratidão — O sentimento transformador de vidas
• De Janice Kaplan. Tradução: Júlio de Andrade Filho. Companhia Editora Nacional, 296 páginas. Preço: R$ 44,90.
A vida é um jogo
• De Tande. Editora Agir, 208 páginas. Preço: R$ 39,90.

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