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TECNOLOGIA

Comitê interministerial vai estruturar a venda da TELEBRAS

Foto: Reprodução / Fonte: Telesintese

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A  Telebras comunicou ao mercado, por meio de nota relevante, que foi informada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) de que a companhia está na lista de empresas que farão parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal, ou seja, que devem ser privatizadas. O anúncio das 17 estatais incluídas no programa foi feito hoje, 21, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Por nota enviada à CVM, o diretor de Relações com Investidores da empresa, Antônio José Mendonça de Toledo Lobato, diz que a inclusão tem o objetivo de “estudar alternativas de parceria com a iniciativa privada, bem como propor ganhos de eficiência e resultado para a empresa, com vistas a garantir sua sustentabilidade econômico-financeira”.

Ainda de acordo com o comunicado, está prevista a constituição de um Comitê Interministerial, com prazo de 180 dias para conclusão dos trabalhos, a partir da contratação dos estudos para a qualificação da Telebras ao PPI.

O anúncio fez as ações ON da Telebras dispararem 64,95% na Bovespa, atingindo o valor de R$ 39,39. Os papéis PN subiram 61,98%, passando a valer R$ 36,90.

SATÉLITE BILIONÁRIO

A privatização da Telebras deve dominar a audiência pública prevista para quinta-feira, 22, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) para debater o uso do satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, um investimento de R$ 2,7 bilhões iniciado no governo Dilma Rousseff e lançado no de Michel Temer.

“É preciso que sejam melhor detalhadas as medidas que estão sendo tomadas para acelerar o processo de inclusão digital mediante o uso do satélite, bem como ter informações que possibilitem atestar a aderência do modelo adotado às necessidades brasileiras de conectividade”, justifica o autor da proposta, o deputado Zé Vitor (PMN-MG).

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TECNOLOGIA

WhatsApp tem nova versão beta liberada para Android

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Fonte: Folha PE

O WhatsApp liberou, na última quinta-feira (16), novas atualizações e divulgou novidades sobre o tema escuro no aplicativo para Android.

Liberada pelo Facebook, a nova versão beta (2.20.8) do aplicativo de mensagens busca diminuir os ‘bugs’, e não possui mudanças visuais, de acordo com o site especializado WABetaInfo.

A empresa, no entanto, continua a trabalhar no tema escuro, que deve ser o grande atrativo do WhatsApp nas próximas atualizações.

De acordo com o site americano, ainda não há data especificada para o lançamento do tema escuro, que ainda está sendo aperfeiçoado. 

Por: Mário Fontes

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TECNOLOGIA

Homem joga PS4 em monitor do aeroporto enquanto espera para embarcar

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Foto: Reprodução/The Oregonian/ Tech Tudo

Um jogador desconhecido resolveu esperar pelo voo em um aeroporto internacional dos Estados Unidos com uma partida de Apex Legends em seu PlayStation 4

m homem no Aeroporto Internacional de Portland, no estado de Oregon nos Estados Unidos, usou um dos monitores do local para jogar Apex Legends em seu PlayStation 4 (PS4). O passageiro foi flagrado em uma foto, na última quinta-feira (16), durante um período de espera pelo voo. O comportamento fora do comum causou alguns problemas – isso porque o monitor deveria exibir informações úteis para os visitantes, como um mapa do lugar. Supervisores pediram que ele encerrasse sua atividade, porém o homem ainda perguntou se poderia terminar a partida, e recebeu uma resposta negativa.

O jogador desconhecido não teve sua identidade revelada, já que o incidente foi resolvido sem maiores complicações. Uma porta-voz do aeroporto, Kama Simonds, comentou que “isso é obviamente algo que não gostaríamos que tivesse acontecido porque viajantes precisam da informação que estamos colocando na tela para eles”.

Além disso, Simonds ressaltou que este caso é “um bom lembrete do que não fazer no aeroporto”. A história chegou até mesmo à produtora Electronic Arts, que publica Apex Legends. A empresa comentou, em tom de brincadeira, em sua conta no Twitter: “libertem este homem”.

A história surgiu primeiro no site da rádio local KXL News de Portland, noticiada pelo repórter Jacob Dean, e foi reproduzida em várias mídias posteriormente. A fonte original, no entanto, apagou a notícia, aparentemente sob acusações de “clickbait“. Os leitores alegaram que o veículo usou um título sensacionalista para um problema que foi resolvido tranquilamente.

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TECNOLOGIA

Facebook desiste (por enquanto) de colocar propaganda no WhatsApp

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Foto: Reprodução / Fonte: Gizmodo Brasil

Os planos do Facebook para colocar propagandas no WhatsApp foram suspensos, de acordo com informações do Wall Street Journal. No lugar deles, a gigante das mídias sociais vai investir em ganhar dinheiro com o aplicativo de mensagens por meio de recursos de atendimento ao cliente e vendas para empresas e negócios.

Segundo o WSJ, a equipe dedicada a esse projeto foi desfeita pelo Facebook, e os códigos criados por esse time foram removidos do WhatsApp. A reportagem, porém, diz que os planos foram suspensos, mas não descartados, e que poderemos ver propagandas no Status (como é chamada a versão do WhatsApp para os Stories do Instagram) em algum momento.

Como lembra o Engadget, os fundadores do app tinha opiniões bastante fortes e contundentes contra a propaganda — tanto que eles saíram da empresa entre 2017 e 2018.

Em um post de 2012 — dois anos antes da venda para o Facebook, portanto — eles criticam duramente o modelo de negócio baseado em anúncios, chegando inclusive a chamá-los de insultos à inteligência. Vale lembrar que o WhatsApp não era gratuito — ele custava US$ 1 por ano no Android e US$ 1 no momento da compra no iOS.

Em vez de propagandas, segundo o WSJ, a aposta do Facebook para ganhar dinheiro com o WhatsApp é apostar na plataforma como canal de vendas e atendimento ao cliente para empresas.

O WhatsApp Business, lançado em 2018, vai nesse sentido. Ele oferece um serviço de atendimento ao cliente que é gratuito para usar, mas cobra caso a companhia demore mais de 24 horas para responder seu consumidor. Essa parece ser uma estratégia esperta para consagrar o WhatsApp como canal mais rápido para conseguir ter sua reclamação atendida e mudar o modelo de cobranças mais adiante.

Mais recentemente, o aplicativo também ganhou o recurso de catálogo, que é bem útil para pequenos empreendedores que vendem produtos usando o WhatsApp.

Por: Giovanni Santa Rosa

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