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BELÉM

Confira o que funciona em Belém no feriado de Nossa Senhora da Conceição, neste domingo, 8

Fonte/Foto: G1 Confira o que funciona em Belém no feriado de Nossa Senhora da Conceição, neste domingo, 8 — Foto: Oswaldo Forte/Amazônia Hoje

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Ainda, confira a programação especial do centro comercial, Estação das Docas, Mangal das Garças e Praça Milton Trindade, antigo Horto Municipal de Belém

Neste domingo (8) é feriado nacional de Nossa Senhora da Conceição. Por causa da data, estabelecimentos comerciais e espaços de lazer funcionam em horários diferenciados em Belém. Confira:

Supermercados

Funcionam de acordo com o horário determinado por cada rede.

Centro comercial de Belém

Funciona em horário especial nos domingos do mês de dezembro, de 8h às 22h.

Estação das Docas

Funciona normalmente, de 9h às 00h, com programação especial de Natal à partir de 17h na Orla do Armazém 3.

Mangal das Garças

Funciona normalmente das 9h às 18h. Às 10h e às 16h acontece o Momento Soltura das Borboletas do Borboletário. Nos horários de 11h, 15h e 17h30, é o momento destinado à alimentação das garças no Recanto da Curva

Bosque Rodrigues Alves

Funciona das 8h às 14h, com venda de ingresso até às 13h.

Praça Milton Trindade

O antigo Horto Municipal de Belém funciona em horário especial, de 8h às 21h, com programação musical, feiras de artigos natalinos, gastronomia e chegada do Papai Noel.

Bosque Grão Pará

Lojas: 11 às 21h
Praça de alimentação: 11 às 22h
Lazer e entretenimento: 12h às 22h
Cinema e restaurantes conforme a programação

Shopping Boulevard

Lojas: 11 às 21h
Praça de alimentação: 11 às 22h
Restaurantes: 11 às 00h
Cinema de acordo com a programação

Shopping Pátio Belém

Lojas: 11 às 21h
Praça de alimentação: 11 às 22h
Academia: 9h às 15h
Cinema conforme a programação

Parque Shopping

Lojas: 11 às 21h
Praça de alimentação e lazer: 11 às 22h
Cinema de acordo com a programação

Shopping Castanheira

Lojas: 11 às 21h
Praça de alimentação e parque de diversões: 11 às 22h
Academia: 7h às 11h
Cinema conforme a programação

Shopping Metrópole Ananindeua

Lojas e quiosques: 12h às 22h
Alimentação e lazer: 12h às 22h
Restaurantes: 12h às 00h
Cinema: Conforme a programação
Supermercados: 8h às 22h
Academia: 9h às 15h
Lotérica: 10h às 16h

BELÉM

Semob realiza segunda fase da ‘Operação Volta às Aulas’ em Belém

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Semob realiza segunda fase da 'Operação Volta às Aulas' nas avenidas Nazaré e Braz de Aguiar, em Belém — Foto: Divulgação / Agência Belém

Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) inicia nesta segunda-feira (27) a segunda fase da ‘Operação Volta às Aulas’, na capital. Agentes operacionais e de trânsito atuarão nas ruas da cidade e, principalmente, em frente aos principais pontos de congestionamentos por causa da entrada e saúda de alunos dos colégios.

Nesta fase, o foco será nas avenidas Nazaré e Braz de Aguiar e para a travessa Rui Barbosa. Viaturas, agentes estarão nessas áreas realizando um trabalho de fiscalização e orientação educacional aos pais e responsáveis por deixar e buscar as crianças nas escolas.

A Semob realização ação educativa na avenida Augusto Montenegro até o dia 31 de janeiro. A medida é para orientar e auxiliar travessia de pedestres pela faixa, nos cruzamentos da via, em frente ao Parque Shopping e à estação Morada do Sol.

Agentes farão abordagens na porta das escolas Pequeno Príncipe e Ideal, e com pedestres nos semáforos localizados na estação Sideral e terminal Tapanã.

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BELÉM

Prestes a completar 100 anos, idosa celebra Carnaval de Belém lançando bloco

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Prestes a completar 100 anos, idosa celebra Carnaval de Belém lançando bloco Fonte: O Liberal

‘Eu E Ti – Tu E Eu’ é um trocadilho por conta de seu nome: Euety

Com 99 anos recém-completados, mas muita lucidez e animação, a aposentada Euety Neves, que mora no bairro de Nazaré, em Belém, tem uma história de vida bastante ligada ao carnaval da cidade. Desde a infância, ela criou gosto em participar dos tradicionais bailes e blocos de rua. Até hoje, mesmo com comprometimento quase total na visão e na audição, sobra empolgação para cantarolar marchinhas e dançar os ritmos mais variados. Para celebrar o aniversário dela no clima dessa festa popular, familiares e amigos vão lançar, neste domingo (26), a partir das 15h, pelas ruas de Nazaré, o bloco carnavalesco sem fins lucrativos “Eu E Ti – Tu E Eu”, que é um trocadilho por conta do inusitado nome ‘Euety’.

A ideia surgiu da neta mais velha dela, Ninon Rose (46), que busca prestar uma homenagem cercada de adereços e fantasias. “Minha avó adora carnaval e tem a característica de ser muito alegre. Em 2017, ela começou a perder a visão por conta de catarata e glaucoma. Está com 80% da visão comprometida. E para conseguir escutar, temos que falar bem alto no ouvido dela. Por isso resolvi fazer o bloco. É uma homenagem, já que o aniversário dela foi dia 10 de janeiro. Como o nome dela é Euety, que a mãe dela tirou de um romance que leu, conversei com um amigo publicitário e chegamos a ideia deste nome, que é um trocadilho”, contou Ninon.

A programação terá um trajeto curto, mas o objetivo é levar dona Euety em uma carro acompanhando os foliões. “Vai sair daqui de casa, na travessa 14 de Março, entre Gentil e Conselheiro. Vamos dar a volta pela 14 de Março, Nazaré, Alcindo Cacela, Gentil e voltar para casa com ela no carro. A casa já está toda decorada com máscaras e outros adereços. Vai ter banda de fanfarra, grupo de pagode, tecladista e um DJ, que é neto dela também”, comentou. “Temos até abadá, que ela vai usar. E a proposta é que seja o primeiro de muitos, porque vamos continuar com o bloco anualmente para eternizá-la no carnaval”, acrescentou. 

A filha caçula da vovó foliã, Eunice Monteiro (72), é a costureira oficial das fantasias carnavalescas. Ela conta que a mãe foi bastante vaidosa. “Cuidou do corpo com exercício e sempre gostou de andar maquiada para as festas. Também participava de concursos de miss de festa junina e ganhou muitos. Eu que costurei todas as fantasias dela. Mas, às vezes, não tinha como conseguir a roupa. Ela dizia que queria ir para o bloco mesmo assim”, disse Eunice, que se surpreende com a excelente memória da mãe. “Sabe a data do aniversário de todos da família. Sabe o nome de todos. Conta muitas histórias”.

Com três filhos, sete netos, seis bisnetos e uma família bastante divertida, dona Euety diz que herdou o gosto por carnaval do pai dela. “Comecei a dançar com 12 anos. Meu pai, que era estivador e filho de escravo, me levou para uma festa. Eu não sabia dançar, mas ele disse que eu aprenderia. Dancei um samba na festa. Aí começou essa vida com festinha de aniversário, participando de pastorinhas e do carnaval de rua. Arrumava namorado, que também entrava na brincadeira do carnaval”, lembrou. “Depois que casei, meu marido, que já é falecido, ia comigo para os desfiles do Rancho Não Posso me Amofiná. Sempre torci muito para o Rancho. Todo ano ia para o carnaval, só parei porque perdi a visão” lamentou.

Durante a entrevista, dona Euety fez questão de cantar um trecho da marchinha “Cachaça não é Água” e destacou que a fantasia preferida dela é a de espanhola, que ela guarda até hoje com muito zelo. “Não deixo ninguém dar minhas fantasias. Tenho muitas. São recordações, porque sempre gostei de me enfeitar. Fui duas vezes rainha do carnaval da Ambep [Associação de Mantenedores Beneficiários da Petros]. Fui madrinha do bloco Chulé do Pato, do Guamá. Gosto de cantar, sei várias marchinhas. E gosto de dançar até hoje. Danço todo tipo de música, até funk e carimbó”, contou às gargalhadas. 

A foliã de quase cem anos também deixou um recado para a nova geração que brinca o carnaval. Segundo ela, é necessário cuidado e educação. “O carnaval é muito bonito, mas para quem sabe brincar e aproveitar. Para quem não sabe, nem adianta. Eu brinquei muito e aproveitei muito. Mudou muita coisa nesses anos. Para os jovens, digo que aproveitem sendo pessoas educadas. Aproveitem a vida, porque é bela. Saibam brincar sem fazer besteira”, sugeriu. “Nessa homenagem que minha neta vai fazer com o bloco eu posso cantar, dançar. Para lembrar da mocidade”, concluiu. 

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Camillo Vianna é homenageado com mudança de nome do Parque do Utinga

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Fonte/Fotos: Agência Pará

Lei sancionada por Helder Barbalho mudou nome do local, que agora se chama Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna

Um dos pioneiros no estado do Pará e na Amazônia no engajamento pela conservação e preservação da biodiversidade e sociobiodiversidade, o professor, médico e ambientalista paraense Camillo Martins Vianna foi homenageado com a Lei nº 8.958, de 19 de dezembro de 2019, homologada pelo governador do Pará, Helder Barbalho, que atribuiu o nome do paraense ao Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna. Localizado no bairro do Curió-Utinga, em Belém, o local é uma das 26 Unidades de Conservação estaduais administradas pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio).

Notavelmente um dos principais pontos turísticos da capital paraense, o Parque abriga uma importante amostra da rica biodiversidade de fauna e flora amazônicas, contemplando uma área de quase 1.400 hectares, equivalente a 1.400 campos de futebol, dentro da zona urbana da cidade. A Unidade de Conservação estadual abriga ainda os lagos Bolonha e Água Preta, responsáveis pelo abastecimento hídrico de 70% da população residente na Região Metropolitana de Belém. Além das belas paisagens, o espaço oferece qualidade de vida, onde o visitante e o turista têm a oportunidade de estar em contato com a natureza e de praticar atividades físicas ao ar livre, como caminhar e pedalar de bicicleta.

Professor, médico e ambientalista paraense Camillo Martins ViannaFoto: Acervo da Familia“Nossa família recebeu com emoção indescritível a linda homenagem do estado do Pará ao denominar o belíssimo Parque Estadual do Utinga, de Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna, em reconhecimento ao seu incansável trabalho realizado, não somente pela preservação do meio ambiente, mas também pela valorização de nossas raízes culturais e, principalmente, pelo respeito ao seu componente social, o homem amazônico”, declarou o engenheiro agrônomo Flávio Vianna, filho de Camillo Vianna.

Foto: Kleber Junior / Ideflor-BiLegado –

Desde muito cedo, Camillo Vianna aprendeu a respeitar a natureza e a cultura amazônica. Como médico e professor, compreendeu que a saúde e a sobrevivência do homem da região estavam intrinsecamente ligadas ao meio ambiente em que vivia. “Acreditamos que seu maior legado foi transmitir a várias gerações, através da Sociedade de Preservação aos Recursos Naturais e Culturais da Amazônia (Sopren), criada em 1968, o sentimento de amor à Amazônia e conscientizar os amazônidas do seu papel, na defesa do ecossistema e da cultura das populações de todos os estados”, ponderou a psicóloga e professora universitária Aline Vianna, também filha de Camillo Vianna.

O ambientalista dedicou sua vida a estimular a formação e consolidação de ideais e princípios pautados na valorização da região. Promoveu diversas ações, algumas aparentemente simples, mas de profundo significado, como espalhar sementes e mudas, formar bosques e florestas, organizar semanas de preservação de diversas espécies da fauna e flora amazônicas. Realizou inúmeras manifestações culturais envolvendo a participação das populações e com a parceria de instituições, profissionais de diversas áreas, autoridades políticas e religiosas e meios de comunicação, com o único propósito de fazer surgir propostas e ações para a mudança da realidade local amazônica.

Camillo e os filhos Flávio e Aline ViannaFoto: Acervo da Familia“Através de suas ações estimulava o protagonismo de todos, enfatizando que devemos ser ouvidos e respeitados sempre. Principalmente quando são elaborados, distantes da fronteira da região, projetos e programas para serem aqui implementados”, reforçou Flávio Vianna. Como membro ativo da Associação Amigos de Belém estimulou o plantio e, ele próprio plantou samaumeiras e mangueiras e várias outras espécies amazônicas pelas praças e ruas da cidade. Sistematicamente, realizava passeios a esses locais, para acompanhar o desenvolvimento das plantas. Na Universidade Federal do Pará (UFPA), durante o período do verão, frequentemente realizava a irrigação de mudas plantadas por ocasião do Trote Ecológico.

Em entrevista para uma publicação em janeiro de 2012, Camillo Vianna destacou a importância do Parque para a cidade de Belém. “Mesmo com toda pressão provocada pelo aumento populacional, ainda é possível desfrutar do Parque Estadual do Utinga, uma verdadeira beleza natural, considerado um dos últimos ecossistemas preservados da região metropolitana, exatamente por abrigar os Lagos Bolonha e Água Preta que exercem fundamental importância no abastecimento de água de Belém”, disse. “Trata-se de um patrimônio com mais de 1.000 hectares de vegetação de terra firme, várzeas e igapós que servem de refúgio para um número expressivo de espécimes animais, mantido diuturnamente protegido pelo Batalhão de Polícia Ambiental”, afirmou à publicação.

Presidente do Ideflor-bio, Karla Bengtson ressaltou que o trabalho realizado pelo ambientalista, inclusive para incentivar a criação de áreas protegidas, foi de extrema relevância para o Estado. “Acima de tudo, Camillo Vianna tem uma história de luta pela biodiversidade no Pará e também é conhecido por ser um ícone na luta pela Amazônia. Junto a história dele, ter uma das nossas unidades com a marca desse ícone tão importante é um momento de celebrarmos a vida, a preservação, o respeito a esse bioma com tantas adversidades e desafios, sabendo também que ele sempre levantou a bandeira pela defesa e pelo amor ao meio ambiente, que acaba sendo contagiado e compartilhado dentro do nosso dia a dia de trabalho”, pontuou.

Foto: Agencia Para / Fernando Araujo- ArquivoAções –

A recuperação de áreas alteradas e a defesa pela criação da primeira Unidade de Conservação da Natureza a nível estadual, a Área de Proteção Ambiental (APA) Algodoal/Maiandeua, no município de Maracanã, nordeste paraense, estão entre os feitos do ambientalista, conforme destacou o diretor de Gestão da Biodiversidade do Ideflor-bio, Crisomar Lobato. “Camillo Vianna e os jovens que atuavam na Sopren foram muito importantes na defesa dos trabalhos coordenados por mim, quando trabalhei no Instituto de Desenvolvimento Econômico-Social do Pará (Idesp), junto aos deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, para a aprovação da Lei Nº 5.621, de 27 de novembro de 1990 que criou a APA Algodoal”, disse.

Foto: Kleber Junior / Ideflor-Bio

Nos municípios de Santa Maria do Pará e Abaetetuba, Camillo promoveu a recuperação de áreas alteradas. “Em uma de suas ações, tive a honra de plantar uma muda de mogno (Swietenia macrophylla). Por diversas ocasiões, ele posicionou-se contra o desmatamento e uso inadequado dos recursos naturais no bioma amazônico. Para combater o corte indiscriminado dos açaizeiros para extração do palmito jogou de um pequeno avião várias sacas com sementes de açaí nas ilhas do município de Belém”, recordou Crisomar. 

Histórico  – Nascido em Belém em 14 de abril de 1926, Camillo Martins Vianna integrou a primeira turma da Faculdade de Medicina e Cirurgia do estado do Pará, que junto a outras três instituições, originou a Universidade do Estado do Pará (Uepa). Ainda estudante, trabalhou no Museu Paraense Emílio Goeldi catalogando espécies vegetais. Em 1952, foi médico residente no Hospital dos Servidores do Estado no Rio de Janeiro e, ao retornar para Belém, passou a atuar na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. Entre outras ações ambientais, destacam-se a criação de bosques comunitários e recuperação de áreas alteradas. O ambientalista faleceu na capital paraense, aos 93 anos, em 10 de setembro de 2019.

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