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ANANINDEUA

Estado garante para Ananindeua hospital infantil, estádio e campus da Uepa

Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

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O Governo do Pará vai investir, de forma imediata, mais de R$ 23 milhões nas áreas de Saúde, Educação e Esporte no município de Ananindeua, município da Região Metropolitana de Belém. Durante uma reunião entre o governador Helder Barbalho, o prefeito Manoel Pioneiro e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Daniel Santos, foram definidos encaminhamentos para a construção do hospital infantil, conclusão de um estádio de futebol e implementação de um campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Serão R$ 12,5 milhões para o hospital, que será o primeiro específico de toda a região Norte, com 60 leitos e mais dez para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Para a finalização do estádio, o investimento é de R$ 6,5 milhões. Já para a implementação de uma unidade da Uepa, na área da antiga Granja Icuí – onde também estão em andamento obras da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto Federal do Pará (IFPA) -, serão destinados cerca de R$ 4,6 milhões, que serão investidos na estrutura de salas de aula, laboratórios, áreas de convivência, biblioteca e outras dependências. A Prefeitura de Ananindeua entrará com R$ 1,5 milhão de contrapartida.

“São ações importantes em favor da cidade, um pacote de investimentos fruto de parceria entre o Executivo estadual e municipal, em parceria com o Legislativo, para a concretização de sonhos antigos”, destacou o governador, que declarou a intenção de entregar as obras à população já no próximo ano.

União dos poderes – O prefeito Manoel Pioneiro definiu a parceria como uma oportunidade de “atender de forma mais tranquila nossos moradores, pessoas que sempre acreditaram na união dos poderes e na política”, além de mostrar “que dá para administrar pensando em quem mais precisa”

“Em uma tarde, mais de R$ 23 milhões em investimentos, de uma vez, em três áreas muito importantes. Uma cidade tão carente como Ananindeua precisa de mais iniciativas como essa”, disse o deputado Daniel Santos. Os deputados estaduais Francisco Melo (Chicão), Nilse Pinheiro e Miro Sanova também participaram da reunião.

Rubens Cardoso, reitor da Uepa, vê a nova unidade da instituição como uma conquista da sociedade e, ao mesmo tempo, a concretização de um compromisso firmado pelo Estado em ampliar a oferta de vagas no ensino superior público. “É uma chance de estarmos mais próximos de cerca de 10% do conjunto dos candidatos que anualmente concorrem, já que dos nossos 100 mil inscritos, 10 mil são de Ananindeua, Benevides, Marituba (municípios da Região Metropolitana de Belém). É colocar bem próximo um aparelho público, oportunizando a facilidade do ingresso na universidade”, avaliou o reitor.

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ANANINDEUA

Dr. Daniel assume compromisso com a população por uma Ananindeua melhor

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Foto: Reprodução / Fonte: A Província do Pará

O pré-candidato a prefeitura de Ananindeua já tem feito ações importantes em favor da cidade, intermediando investimentos e obras em Ananindeua junto ao governo estadual, obras que tem como objetivo trazer mais qualidade de vida para os cidadãos do municípios. Não é atoa que o Dr. Daniel segue liderando a corrida eleitoral à prefeitura de Ananindeua, conforme revelado nas duas últimas pesquisas já realizadas pela Doxa no município.

Vamos continuar trabalhando para que cada vez mais todos tenham um sentimento de pertencimento a nossa cidade. Vamos juntos!

Declara Dr. Daniel em suas redes sociais

Como médico, acredito que oferecer saúde de qualidade é fundamental. Direcionamos R$1,5 milhão para a construção do Hospital Público Infantil, em Ananindeua. Saúde gratuita e de qualidade para Ananindeua.

Declara Dr. Daniel em suas redes sociais

Articulando investimentos para Ananindeua

O atual presidente da Assembleia Legislativa, deputado Dr Daniel Santos promete continuar trabalhando por toda cidade de Ananindeua, melhorando infraestrutura, saúde e educação dos dois lados da BR. Esse é o nosso compromisso, declara o candidato.

Dr Daniel ( PSDB )

Obteve 113.588 votos totalizados (2,83% dos votos válidos) e foi eleito Deputado Estadual no Pará no 1º turno das Eleições no ano de 2018.

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ANANINDEUA

Pesquisa aponta que Ananindeua tem a pior oferta de serviços do Brasil

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

Um dos 40 piores em saúde, 4º pior em educação, 3º pior em segurança e pior de todos em saneamento básico. Juntando todas essas posições ruins e batendo no liquidificador do desenvolvimento social, o resultado não poderia ser outro: Ananindeua é, entre os 100 municípios mais populosos do Brasil, o pior de todos na oferta de serviços essenciais básicos. E tão ruim quanto isso é saber que ele está virando a década da mesma forma como iniciou: no último lugar.

As informações foram levantadas com exclusividade pelo Blog do Zé Dudu, que analisou um amplo estudo recém-lançado pela consultoria Macroplan, entidade que elabora anualmente a pesquisa que mede os desafios da gestão dos principais municípios brasileiros e atribui uma nota que mensura, de maneira prática, o avanço de cada lugar, de modo a compará-los tanto entre eles quanto em série histórica. O Índice de Desafios da Gestão Municipal (IDGM) vai de 0 a 1, e quanto mais próximo de 1, mais avançado está o município no oferecimento de políticas públicas a sua gente.

A nota geral de Ananindeua é 0,421. Ela piorou 12 posições na década. Se fosse um país, Ananindeua ostentaria — transpondo-se a nota do IDGM para os parâmetros da Organização das Nações Unidas (ONU) que estabelecem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) — a 5ª pior qualidade de vida do globo, à frente apenas de Níger (0,377), República Centro-Africana (0,381), Chade (0,401) e Sudão do Sul (0,413).

Nos pilares da pesquisa, a nota do município varia de pífio 0,150 em saneamento a 0,574 em saúde, área em que o município se sai melhor. É tudo muito distante da realidade do lugar mais avançado do país em serviços públicos, o paulista Piracicaba, com nota 0,757. Historicamente violento, Ananindeua perdeu uma pontuação considerável na área de segurança em relação ao início do índice, entre 2007 e 2008. Mas é em saneamento básico que o município não avança de forma alguma, sendo o pior dos piores há mais de uma década.

Vexame doméstico

Mas, se serve de consolo, Ananindeua não está sozinho na lanterna dos afogados. Outros dois paraenses passam vergonha nacional. Belém, capital do estado, é simplesmente o 3º pior município entre 100 na oferta de serviços, só atrás do vizinho metropolitano e da vizinha Macapá, capital do Amapá. Com nota 0,463, Belém perdeu 11 posições desde 2010. Na prática, conseguiu piorar ao longo dos anos o que já era muito ruim.

A situação das condições de serviços na capital são muito piores que a de municípios do Nordeste e, se o IDGM fosse um ensaio metodológico equivalente ao IDH, Belém ofereceria hoje condições de vida a sua população até inferiores à da Etiópia, um dos países africanos com os maiores bolsões de miséria do globo. O IDH da Etiópia calculado pela ONU para o ano de 2018 era de 0,470.

O outro paraense é Santarém, 8º pior do Brasil na oferta de serviços e que perdeu quatro posições desde 2010. Com nota 0,495 atribuída pela Macroplan, Santarém tem oferta de serviços que se refletem a uma qualidade de vida igualmente africana, equivalente ao do Djibuti. No outro extremo, as cidades do estado de São Paulo dominam pela excelência de serviços distribuídos à população, posicionando-se em colocações que as cidades paraenses certamente demorariam 20 anos para chegar, se decidissem fazer a diferença a partir deste instante. Os resultados do estudo da Macroplan, que compila diversos indicadores, é uma prévia do que o censo demográfico deste ano deve apurar no Pará, em termos de condições de vida e progresso social. O Blog tem chamado constantemente a atenção dos gestores públicos para isso, mas entra e sai ano e nada muda. O espírito de atraso parece ter se naturalizado no Pará, e nem as cidades que deveriam ser exemplos, por serem maiores e mais velhas, fazem o dever de casa. A julgar pelos resultados do levantamento da Macroplan, os últimos dez anos foram uma década perdida, ao menos em se tratando de desenvolvimento, para os municípios paraenses

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ANANINDEUA

Os desafios enfrentados por Ananindeua

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Foto: Reprodução / Fonte: Arquiurb

Ananindeua é um dos municípios mais populosos do Pará e o terceiro da Região Amazônica. Nasceu de um povoado ribeirinho que estabeleceu-se nas margens do rio Maguari-Açu, fugindo do confronto da Cabanagem, por volta de 1850, com etnias que misturam o caboclo com o nordestino.

Ao completar 76 anos, Ananindeua convive com as consequências de um crescimento rápido e desordenado. Por algum tempo, deteve o triste título de possuir a maior invasão da América Latina.

Segundo dados do IBGE (2010), 60% dos domicílios da cidade estão concentrados em aglomerados subnormais, áreas de invasão.

Além da regularização fundiária, um dos enormes desafios na cidade, são os índices alarmantes de Saneamento Básico.

Segundo Relatório 2019 do Instituto TrataBrasil (SNIS 2017), Ananindeua é a 2ª pior cidade em Saneamento, atendendo apenas 0,98% de sua população com o serviço de coleta de esgoto. Além disso, apenas 32,42% da população urbana tem acesso a água e ainda, somente 0,77% do esgoto é tratado.

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