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TECNOLOGIA

Este tablet Android baratinho tem tela de 10” e 128 GB memória

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Camila Cassia da Silva/TecMundo

Tablets são dispositivos móveis muito úteis para quem gosta de ver vídeos, jogar e ficar conectado em qualquer lugar. Esses aparelhos também podem ser uma mão na roda para determinados tipos de tarefas profissionais e atividades diárias, por ser mais leve e, às vezes, mais funcional do que um notebook. Quando o assunto é qualidade e alta performance, o iPad da Apple surge como uma das melhores opções. Contudo, seu ponto negativo está no fato de ter um preço bem salgado — o iPad Air mesmo custa mais de R$ 4.000 no Brasil. Felizmente existe no mercado o Teclast M20, um tablet com tela grande, boa performance e preço baixo que pode ser comprado na GearBest.

O Teclast M20 chama a atenção imediata para seu amplo display de 10,1 polegadas com resolução 1920 x 1200, ideal para quem gosta de ver muitos vídeos e jogar. Por falar nisso, ele é equipado com processador ARM Mali-T880 de 2,3 GHz e memória RAM de 4 GB, o que lhe confere considerável desempenho multitarefa e até mesmo com games de gráficos um pouco mais pesados. Já sua bateria de 4.500 mAh promete notável autonomia de até 8 horas longe da tomada.

O tablet ainda vem de fábrica com Android 8.0, Bluetooth 4.0 e amplo armazenamento interno de 128 GB. Mesmo que seja bem barato, o Teclast M20 tem visual premium com seu corpo revestido de alumínio prateado. Aproveite e compre o seu com mais de 30% de desconto:

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TECNOLOGIA

Brasil, Bolsonaro, Lula… veja os termos mais tuitados pelos políticos

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense

Quais são os temas que mais preocupam os políticos brasileiros? Para chegar à resposta, o Correio analisou mais de 19 mil publicações de 22 políticos (veja a lista de nomes ao fim da matéria) no Twitter, postadas entre 1º de janeiro e o fim de setembro. Brasil, governo, educação, previdência, meio ambiente, Bolsonaro, Lula, Moro… Essas são algumas das palavras usadas com mais frequência em 2019 pelas personalidades analisadas (imagem acima). 

Para especialistas, esses termos refletem bem o cenário político atual e são coerentes com a atuação de cada político. O presidente da República, por exemplo,usa bastante as palavras “Brasil”, “governo”, “país” e “economia”. Para o cientista político Cristiano Noronha, isso indica que a estratégia de comunicação de Jair Bolsonaro está voltada para a divulgação das medidas adotadas pelo pesselista e seus ministros. 

O nome Bolsonaro, aliás, é muito mencionado tanto pela situação quanto pela oposição. Os filhos CarlosEduardo Flávio usam os perfis virtuais, com frequência, para defender as medidas e o governo do pai. “Apesar de ser vereador do Rio de Janeiro, Carlos tem usado o Twitter por questões nacionais e de crítica à oposição, o que gera bastante repercussão”, aponta Noronha. 

Um dado curioso é que os filhos do presidente mencionam mais os partidos de oposição — PTPSol e PCdoB — do que o PSL PSC, legendas das quais fazem parte. Para o cientista político Lucio Rennó, esse resultado indica, na verdade, que, quando falam do campo político deles, os três preferem se referir ao Bolsonaro do que ao partido.

“Já quando falam dos adversários, não falam do Lula, falam dos partidos. Tem algo de muito personalista na retórica deles. No linguajar deles, a polarização é ente Bolsonaro, a figura, e os partidos [PT, Psol e PCdoB]”, analisa o especialista.

Por falar em oposição

Bolsonaro está na boca do povo — e nos dedos da oposição. Os adversários políticos do presidente o mencionam com frequência no Twitter, conforme mostra o levantamento. Cristiano Noronha explica que essa postura é natural. “O objetivo é manter o clima polarizado”, explica. 

Fernando Haddad, candidato derrotado do PT à Presidência em 2018, é um dos que continua se opondo ao atual governo nas redes sociais. O ex-prefeiro de São Paulo, argumenta Noronha, pode ter como objetivo manter acesa a contraposição pensando no cenário eleitoral de 2022, quando Haddad pode voltar a se candidatar.

Já Guilherme Boulos, nome do PSol nas últimas eleições, foca agora na pauta previdenciária. Marina Silva é quem puxa a pauta ambiental. O Twitter de Lula, gerenciado pela equipe do petista, foca a campanha pela liberdade do ex-presidente e contém também ataques ao atual ministro da Justiça, Sergio Moro.

Foram selecionados políticos que têm ou tiveram destaque no cenário nacional em 2018 e 2019 e com forte presença nas redes sociais:

  • Cabo Daciolo (deputado federal, Avante-RJ)
  • Carlos Bolsonaro (vereador, PSC-RJ)
  • Ciro Gomes (PDT)
  • David Miranda (deputado federal, PSOL-RJ)
  • Eduardo Bolsonaro (deputado federal, PSL-SP)
  • Fernando Haddad (PT)
  • Flavio Bolsonaro (senador, PSL-RJ)
  • Geraldo Alckmin (PSDB)
  • Guilherme Boulos (PSOL)
  • Henrique Meirelles (MDB)
  • Jair Bolsonaro (presidente da República, PSL)
  • João Amoêdo (Novo)
  • João Doria (governador de São Paulo, PSDB)
  • Joice Hasselmann (deputada federal, PSL-SP)
  • Kim Kataguiri (deputado federal, DEM-SP)
  • Luciana Genro (deputada estadual, PSOL-RS)
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Manuela D’Ávila (PCdoB)
  • Marina Silva (Rede)
  • Rodrigo Maia (presidente da Câmara dos Deputados, DEM-RJ)
  • Sergio Moro (ministro da Justiça)
  • Tabata Amaral (deputada federal, PDT-SP)
  • Túlio Gadêlha (deputado federal, PDT-PE)

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WhatsApp: O App WhatsLog avisa quando um contato está online

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Fonte/Foto: Techtudo

Ferramenta “espiã” permite rastrear um número para saber quando um amigo acessa o mensageiro

WhatsLog é um aplicativo para celulares Android que permite ver quando contatos estão online no WhatsApp. A ferramenta “espiã” monitora números e cria um relatório com o histórico de acesso ao mensageiro. O app é gratuito para baixar, mas tem algumas limitações: é possível cadastrar apenas um número e experimentar os recursos por tempo limitado. Para continuar o monitoramento e rastrear mais contatos, será necessário assinar um dos planos a partir de US$ 10 — cerca de R$ 41 na cotação atual.

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“Ismartifone”: Amazon criou “inglês brasileiro” para trazer Alexa ao país

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Fonte:Exame /Foto: Reprodução

Trabalho de adequação da Alexa começou em dezembro de 2018, sendo feito por clientes e funcionários da empresa em diferentes regiões do país

Quem já aprendeu outra língua sabe: aprender a falar um idioma não é só uma questão de vocabulário e gramática, mas também de cultura. Com Alexa, a assistente de voz da Amazon que chega nesta semana ao Brasil, não foi diferente: para funcionar por aqui, o sistema de inteligência artificial da empresa de Jeff Bezos precisou passar por um processo de ‘abrasileiramento’.

Isso significa que não apenas ela precisou aprender as várias formas e sotaques de como os brasileiros falam, mas também referências culturais e conhecimento local – e até mesmo reaprender a falar o inglês.

“Tivemos que criar uma ‘nova língua’ para lidar com palavras em inglês que são pronunciadas em português”, diz Ricardo Garrido, gerente geral da Amazon para Alexa no Brasil. Quer um exemplo? A Alexa brasileira fala ‘aéroismiti’ e não ‘érousmith’ quando se refere à banda Aerosmith. Ou ainda “ismartifone” em vez de “smártfoun” para falar sobre os smartphones.

Além disso, o novo sistema precisou ser treinado para lidar com a flexibilidade sintática do português, que permite diferentes construções para a mesma frase, e com a ambiguidade de certas palavras, como São Paulo. O trabalho de adequação começou em dezembro de 2018, sendo feito por clientes e funcionários da empresa em diferentes regiões do País, de Manaus a Porto Alegre.

Assim, o sistema foi alimentado pelas interações e aprendeu as características linguísticas e culturais do novo mercado. Para estimular as interações, a assistente é capaz de fazer piadas e responder a comandos que não fazem sentido em lugar nenhum.

“Alexa, suave na nave?”, perguntou Garrido na demonstração da assistente à qual o ‘Estado’ pôde participar. “De boa na lagoa”, respondeu prontamente a assistente. O sistema foi ajustado também para ser neutro quando se trata de futebol – apesar de saber cantar os hinos de vários clubes do Campeonato Brasileiro, a assistente de voz diz que ‘torce para o Brasil’.

Outra funcionalidade serão as parcerias: por meio de apps de terceiros, a assistente também executará ações em apps populares do País. Será possível pedir comida pelo iFood, chamar carros do Uber e realizar transações em grandes bancos brasileiros, como Bradesco e Itaú.

Privacidade de áudios de usuários pode ser preocupação
No entanto, a chegada da Alexa traz também preocupações sobre privacidade – afinal, quem comprar um Amazon Echo, por exemplo, vai colocar sete microfones dentro de sua própria casa. Em abril, a Amazon foi acusada de ter funcionários que escutavam áudios captados pela Alexa. Em seguida, casos do tipo envolvendo Apple, Google, Facebook e Microsoft também vieram a público.

Na indústria, o papel de humanos para treinar máquinas a conversar é amplamente conhecido – são eles que transcrevem áudio e indicam ao sistema se a máquina está entendendo corretamente as informações. Ao ‘Estado’, Ricardo Garrido confirmou que pessoas fluentes em português do Brasil ouvirão frações dos áudios dos usuários para melhorar a performance do sistema.

“É menos de 1% das interações. Esses áudios podem, por exemplo, ser fragmentados em 100 pedaços e cada um desses pedaços pode ser escutado por um funcionário diferente”, diz. “Toda informação é anônima. Não é possível identificar o usuário.”.

O executivo não revelou o tamanho da equipe envolvida no processo e nem se ela está localizada no Brasil.

A companhia diz também que os usuários podem ver e apagar suas gravações associadas às suas contas no app da Alexa para smartphone. Os áudios também podem ser apagados por comando de voz.

Na semana passada, a empresa anunciou que em breve os usuários também poderão pedir por comando de voz explicações para as respostas da assistente ou pedir para que ela repita o que ela acabou de captar. No anúncio, a companhia disse que também será possível apagar automaticamente os áudios dos últimos três meses ou 18 meses.

“Há uma preocupação com privacidade e coleta massiva de dados. Quanto mais ‘brasileira’ a Alexa ficar, mais ela saberá também como o brasileiro gosta de consumir”, diz Renato Franzin, professor da USP.

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