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Luis Enrique volta ao cargo de técnico da seleção da Espanha

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

Durou pouco a especulação sobre o retorno de Luis Enrique ao comando técnico da seleção espanhola. Na manhã desta terça (19), o presidente da Federação Espanhola, Luis Rubiales, confirmou em entrevista coletiva a volta do ex-Barça ao time, cinco meses após renunciar ao cargo por problemas pessoais.

– Luis Enrique é o chefe deste projeto, que começou com as Eliminatórias da Eurocopa e vai até a Copa do Mundo. Gostaria de desejar sorte a ele – disse Rubiales.

Enrique, que começou o ciclo pós-Copa da Espanha, retorna à seleção para a disputa da Eurocopa 2020 e substituirá seu antigo auxiliar Robert Moreno. Moreno foi bastante elogiado no período em que esteve no cargo e tem ótimos números: são sete vitórias, dois empates e nenhuma derrota no comando da campeã mundial de 2010. Ao todo, foram 29 gols a favor e apenas quatro contra.

O presidente da federação afirmou que Moreno não foi contrário à volta do treinador.

– Assinamos um contrato [com Moreno] em que estava claro que, se Luis Enrique pudesse voltar, ele voltaria. Ninguém pode se sentir enganado aqui. Ele nos disse que concorda e que não será um obstáculo para o retorno do Enrique – declarou.

Ontem, segundo o jornal Mundo Deportivo, Moreno se despediu dos jogadores aos prantos depois da vitória da Espanha sobre a Romênia. A saga de Luis Enrique comandando a seleção europeia havia durado quase um ano. Em junho, o próprio treinador renunciou ao cargo por problemas familiares, dois meses depois, ele anunciou a morte de sua filha.

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Senado terá CPI sobre acidente com avião da Chapecoense

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CPI irá investigar indenizações do acidente do voo da Chapecoense Foto: Reprodução/Instagram

Nesta quarta-feira (11), o Senado Federal instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que ficará responsável por apurar o atraso no pagamento das indenizações pelas vítimas do voo da Chapecoense. O acidente aconteceu em novembro de 2016 e deixou 71 mortos e seis feridos.

A CPI será composta por 11 membros titulares e mais sete suplentes. Ela irá funcionar por um período de 180 dias. O presidente da comissão será o Jorginho Mello (PL-SC).

Já o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) ficará responsável pela relatoria. De acordo com o parlamentar, ” grande parte das famílias está até com dificuldade de sobrevivência”, já que o “valor proposto de reparação foi mínimo”.

– O objetivo nosso é não só apurar e buscar essas reparações, como também, evidentemente, aperfeiçoar a legislação. Nós precisamos buscar mecanismos de proteção, para que não aconteça mais o que está acontecendo com os familiares, com a Chapecoense e com a diretoria também – apontou.

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Cruzeiro terá menos verba e desafio nas contas de 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

Rebaixado pela primeira vez no Campeonato Brasileiro e vivendo a pior crise financeira da sua história, o Cruzeiro estreará na Série B em 2020 como o primeiro clube grande a enfrentar o corte de verbas de TV.

A redução pode chegar a 60% do orçamento. Em um ano sem títulos nacionais, a equipe já teve queda na receita em 2019. No ano passado, R$ 185 milhões do total de R$ 322 milhões arrecadados vieram de cotas de TV.

O modelo de contrato que o Grupo Globo passou a implementar em 2019 prevê que as verbas para os fundos de TV dos clubes -tanto transmissões de TV aberta quanto na fechada- dependem da presença deles na Série A.

Pelo novo acordo, que entrou em vigor neste ano e terá validade até 2022, 40% do valor pago pela Globo é igual para todos os clubes, 30% depende do número de transmissões e outros 30% da performance do clube no campeonato. Somente quem terminar classificado até o 16º lugar recebe esse valor no ano seguinte. Os rebaixados ficam sem nada.

A mudança derrubou a cláusula conhecida como paraquedas, que valia até 2018 e garantia aos times o mesmo valor das cotas da Série A no primeiro ano disputando a segunda divisão.

Esse dispositivo ajudou outros grandes a voltarem a ficarem apenas um ano na Série B. Em 2017, o Internacional recebeu R$ 60 milhões, enquanto o Vasco ganhou R$ 100 milhões um ano antes.

Com as novas regras, times rebaixados podem optar por receber o valor fixo pago a todos na disputa (R$ 8 milhões) ou ficar com valores correspondentes à venda de jogos em pay-per-view (em 2019, cerca de R$ 30 milhões).

À reportagem o Cruzeiro disse que irá sentar com a Globo para negociar valores. Ainda sem aprovar as contas de 2018, o clube não sabe estimar a receita e o rombo da dívida que terá de equilibrar em 2020.

A cota de 2020 já terá desconto, porque em 2018 a gestão do presidente Wagner Pires de Sá pediu antecipação parcial das verbas de TV até 2022. A informação foi confirmada pelo clube.

O Profut (Programa de Modernização da Gestão de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) proíbe antecipação de receitas referentes a períodos posteriores ao fim da gestão ou mandato corrente, exceto para percentual equivalente a 30% da receita do primeiro ano de gestão. Pires de Sá foi eleito para o período 2018-2020

Em uma projeção feita por Cesar Grafietti, consultor de finanças e gestão do esporte, o corte na verba da TV será a maior diferença em 2020.

A receita total clube deve chegar a R$ 137 milhões no próximo ano, considerando cota de TV, publicidade estável e venda de atletas igual à média da última década. O valor é equivalente a 42% da receita de 2018.

A situação do Cruzeiro é mais difícil do que a de outros grandes rebaixados, na avaliação dele, mas não chega a ser exatamente desconfortável em comparação aos rivais de 2020, já que as receitas de clubes da série B costumam girar entre R$ 50 e 60 milhões.

– A gente está falando de um clube que deve receber entre R$ 100 e 120 milhões de receita e, se vender atletas, o valor pode aumentar. Acho que a grande questão do Cruzeiro é repensar seus custos e fazer com que caibam dentro desses valores – diz Grafietti.

Um levantamento do Itaú BBA aponta que a dívida do Cruzeiro cresceu 41% de 2017 a 2018, chegando a R$ 469 milhões. Considerando débitos, a origem deles e como é feita a gestão do clube, estudo da consultoria legislativa da Câmara dos Deputados estimou que o agremiação levaria 200 anos para quitar suas dívidas.

Além de questões legais em aberto, outro ponto em discussão na reestruturação do Cruzeiro para o ano que vem será o elenco grande e caro, com nomes como Fred e Thiago Neves -afastado, o meia disse à Fox Sports que aceitaria reduzir o salário, mas Zezé Perrella, gestor de futebol, afirma que o atleta não vestirá mais a camisa do time.

A renegociação dos contratos de jogadores que tiveram altos salários neste ano na série A é um dos pontos centrais da reestruturação, segundo Perrella. Ele fez a análise logo após a derrota para o Palmeiras no último domingo (8), resultado que sacramentou o rebaixamento.

– É hora de cada um entender que o Cruzeiro não tem condição de bancar isso. Vou ter que conversar com aquelas pessoas com salário fora da realidade do clube e tentar alguma coisa, para poder recomeçar dentro da realidade – disse.

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Mineirão enviará a conta da depredação para o Cruzeiro

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

No dia seguinte à derrota do Cruzeiro para o Palmeiras, que rebaixou o time mineiro pela primeira vez em sua história, setores do Mineirão tinham cadeiras e televisores quebrados e banheiros depredados. A vistoria para calcular o montante do prejuízo começou nesta segunda-feira (9) pela manhã, como é praxe em dias após jogos.

Ainda não se sabe o número de objetos que terão de ser substituídos. À reportagem, o time mineiro informou que será o responsável por arcar com todos os reparos necessários.

O setor mais afetado foi o chamado de amarelo, onde ficam as torcidas organizadas. A parte superior teve várias cadeiras arrancadas e arremessadas em direção ao campo. Na parte inferior, fica o banheiro mais danificado: divisórias de granito e portas foram arrancadas, assim como suportes para papel higiênico.

Outro banheiro, na parte superior do setor, normalmente usado em dia de eventos, foi arrombado, teve torneiras arrancadas e espelhos quebrados. Espelhos são exceção no estádio.

Pelos corredores, os televisores que ainda estavam fixados em suporte tiveram a tela quebrada. Outros foram arrancados e deixados nas escadas de acesso. O número total de aparelhos quebrados ainda não foi divulgado.

De acordo com a assessoria do Mineirão, em todos os jogos há cadeiras quebradas. Na partida deste domingo, o número parece ter sido acima da média, na avaliação da manutenção. Cada cadeira tem custo aproximado de R$ 200. O setor roxo, próximo a parte reservada à imprensa, também teve danos.

Publicação do perfil oficial do Mineirão, no Instagram Foto: Reprodução

Quatro pessoas foram detidas em ocorrências ligadas ao jogo, ainda no domingo, tendo sido três por uso de drogas, desacato e desobediência e uma por dano. Esse último tinha mandado de prisão em aberto e foi encaminhado ao sistema prisional.

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para apurar as depredações e solicitou imagens ao Mineirão para identificar responsáveis. Uma perícia foi realizada na tarde de segunda no local.

A partida do rebaixamento do Cruzeiro foi encerrada antes do tempo normal, devido a confusão na arquibancada. Torcedores arremessaram cadeiras ao campo e três pessoas tiveram de ser levadas ao Hospital João 23 para atendimento, segundo a Polícia Militar. Cerca de 30 foram socorridas.

A Promotoria de Minas Gerais divulgou nota dizendo que “adotará todas as medidas cabíveis para responsabilizar cível e criminalmente todos os envolvidos, inclusive, caso apurada, a participação de torcidas organizadas”.

Um evento corporativo previsto para esta segunda-feira, no lounge panorâmico, uma sala dentro do setor amarelo, foi mantido. O show de Milton Nascimento, no próximo domingo, também deve acontecer normalmente.

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