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EDUCAÇÃO

Mais 5 universidades portuguesas aceitam o Enem

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

Mais cinco universidades portuguesas passarão a adotar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso nas instituições, anunciou nesta terça-feira, 19, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Agora, o Enem pode ser usado em 47 instituições de ensino de Portugal.

As novas instituições que aceitam o Enem são:

Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Ismat)

Instituto Superior Dom Dinis (Isdom)

Instituto Superior de Gestão (ISG)

Instituto Superior de Gestão e Administração de Santarém (Isla-Santarém)

Instituto Superior de Gestão e Administração de Gaia (Isla-Gaia)

O programa de convênio com as instituições portuguesas completou cinco anos em maio. As duas primeiras instituições que assinaram o acordo, em 2014, a Universidade de Coimbra e a Universidade do Algarve, renovaram a parceria.

O Inep divulgou na semana passada os gabaritos oficiais e os cadernos de questões do Enem 2019. Vale ressaltar que, mesmo com o gabarito em mãos, não será possível saber a nota final do exame. Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados, na Página do Participante ou no aplicativo do Enem, a partir de consulta com Cadastro de Pessoa Física (CPF) e senha, em janeiro de 2020.

Nesta terça, o órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) anunciou que uma questão da prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias da prova foi anulada. Segundo o Inep, o teste já havia sido usado em outra prova no ano passado.

Informações importantes para quem quer estudar em Portugal:

Pontuação

A nota mínima necessária varia de acordo com o curso e instituição, mas a maioria exige 120 pontos na escala portuguesa (que varia de 0 a 200) e equivale a 600 pontos no Enem. Além disso, a maioria das universidades atribui pesos diferentes às provas do exame, valorizando o desempenho nas áreas relacionadas às que o aluno quer estudar.

Nomenclaturas

Em Portugal, o termo licenciatura se refere aos bacharelados. Mestrados integrados são cursos com cinco anos de duração, como Engenharias e Arquitetura.

Anuidade

Apesar de serem públicas, as universidades portuguesas cobram anuidade de 1,5 mil a 7 mil euros (R$ 6,9 mil a R$ 32 mil).

Custo de vida

Assim como no Brasil, cidades maiores e mais fortes turisticamente têm custo de vida maior em Portugal. Lisboa é onde moradia e alimentação são mais caras. A estimativa é de que essas despesas fiquem entre 300 e 500 euros (R$ 1,4 mil e R$ 2,3 mil), dependendo da cidade escolhida.

EDUCAÇÃO

Secretaria de Educação define calendário escolar de 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

O ano letivo de 2019 ainda não acabou, mas a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) já definiu todo o calendário escolar para o próximo ano. A programação pedagógica de 2020 é uma das pautas do II Encontro Regional de Educação, que acontece em Belém até a próxima quinta-feira (12). 

O ano letivo de 2020 iniciará no dia 03 de fevereiro em todas as escolas estaduais, terá 200 dias de atividades efetivas e só terminará em 29 de dezembro. Antes do início, nos dias 30 e 31 de janeiro, a Seduc realiza a Jornada Pedagógica. O material que subsidiará a jornada será fornecido pela própria secretaria com as evidências do fluxo de 2019.

Segundo a secretária-adjunta de ensino da Seduc, Ana Paula Renato, o calendário traz algumas novidades nas ações, que a partir de agora serão organizadas e padronizadas de forma sequencial.

“As USEs (Unidade Seduc na Escola)  e UREs (Unidade Regional de Educação) receberão o currículo integrado com perfil de entrada e saída de cada aluno, o que permitirá avaliar que tipo de estudante queremos do início ao final do ano”, explica Ana Paula.

O calendário prevê, ainda, a realização de atividades estruturantes para Língua Portuguesa, Matemática e produção textual desde o ensino fundamental até o médio. Outras ações passam a constar no calendário, como, por exemplo, o Dia da Família na Escola, momento em que a direção da escola apresentará aos pais e responsáveis o calendário do trimestre e dizer o que cada unidade de ensino espera deles. “Os indicadores de educação mostram que quando a família é presente na escola os alunos apresentam melhor rendimento”, destaca a secretária adjunta. A data se repetirá pelo menos outras três vezes ao longo do ano.

Outra novidade é a realização de avaliações diagnósticas intercaladas com cada período avaliativo. A avaliação monitora o andamento da aprendizagem do aluno desde o início do ano. “Através dela poderemos avaliar se o aluno realmente aprendeu e identificar onde estão as suas maiores dificuldades”, explica a secretária adjunta.

O Encontro Regional de Educação tem como objetivo avaliar as metas de educação pactuadas no início de 2019 e monitorar a agenda da aprendizagem em cada escola da rede estadual de ensino. Participam do encontro secretários municipais de educação, gestores de USEs e UREs, técnicos e diretores de escolas. O encontro já foi realizado em Altamira, Bragança, Santarém e Marabá. Em Belém, participam educadores da Região Metropolitana, parte da região nordeste e Marajó.

Durante os encontros as escolas definem as principais metas para 2020. Em Águas Lindas, por exemplo, a Escola de Ensino Fundamental Bom Jardim quer elevar o Ideb de 4.7 para 4.9. Para isso, pretende qualificar a leitura e a escrita que ainda são o grande problema das crianças. “Nosso foco é aproveitar o horário do intervalo para intensificar a leitura das séries iniciais”, informa a vice-diretora Regina Lacerda.

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EDUCAÇÃO

Weintraub volta a dizer que federais são centros de drogas

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, reafirmou nesta quarta-feira (11), em audiência na Câmara, que as universidades federais são locais de plantações de maconha.

– As plantações de maconha são reflexo de um consumo desenfreado nas universidades – disse.

O ministro foi convocado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para explicar as frases ditas em uma entrevista concedida em novembro, sobre a existência de plantações extensivas de maconha nas instituições e do uso de laboratórios das universidades para produção de drogas sintéticas.

– Eu peço que leve a sério esse assunto. O assunto é sério, é a vida de jovens – se exaltou o ministro, assim que parlamentares de oposição começaram a tentar atrapalhar o andamento da audiência.

Weintraub passou no telão algumas reportagens sobre casos específicos de produção ou tráfico de drogas na Universidade de Brasília (UnB), na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de Goiás (UFG).

– Esse é o ambiente das universidades. Tudo pichado, tudo sujo. O problema não é plantação em si, é o que ela reflete. O que eu quero para meus filhos é um ambiente seguro. Eu queria corroborar que não falo de casos isolados – declarou.

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EDUCAÇÃO

Profissionais da educação participam de capacitação do programa Saúde na Escola

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Belém

Cerca de 20 coordenadores da saúde e educação participaram na manhã desta terça-feira, 10, no Centro de Formação de Professores (CFP), de uma Capacitação do Programa Saúde na Escola (PSE), com o tema “Direito Sexual e Reprodutivo e Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis ISTs/Aids”. A ideia é que esses profissionais possam multiplicar esse conhecimento por meio de novas metodologias dentro das escolas do município.  

O programa é desenvolvido pela Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec) e Saúde (Sesma), em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), e tem como objetivo fomentar uma metodologia que será utilizada dentro das escolas municipais, voltada aos pais e alunos adolescentes, sobre o direito sexual e reprodutivo e prevenção de ISTs/Aids.

Capacitação – De acordo com Kássia Fernandes, consultora da Unicef, a capacitação foi mais uma etapa do programa Saúde na Escola. “Durante o ano, fizemos algumas pesquisas com pais e familiares, nas escolas que desenvolvem o programa, para saber como poderiam ser trabalhados os temas sobre direitos sexuais reprodutivos, para prevenção da gravidez na adolescência e das IST/Aids. Identificamos alguns gargalos e resolveremos por meio de novas metodologias”, explicou.

Um dos eixos de trabalho do programa Saúde na Escola é capacitar técnicos da área da saúde e educação, que posteriormente vão orientar as famílias e adolescentes. “Nas pesquisas realizadas nas escolas, os pais concordaram e deram muitas contribuições de como eles queriam que esse tema fosse abordado em sala de aula. Nas declarações, eles ainda enfatizaram que também gostariam de participar das palestras para adquirirem conhecimento sobre o assunto e saberem como tratar com seus filhos”, acrescentou Kássia.

Metodologia – Para trabalhar essa metodologia nas escolas, além de projetos pedagógicos, também será utilizada a Caderneta do Adolescente do Ministério da Saúde (MS). “O objetivo desse trabalho será sensibilizar e informar os pais sobre a temática, para depois chegar aos alunos por meio de palestras e projetos desenvolvidos dentro das escolas. O intuito final é diminuir o número de gravidez na adolescência e prevenir contra doenças”, explicou Fabricio Moraes Pereira, professor formador, que trabalha com o programa Saúde na Escola pela Semec.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), em um relatório divulgado a respeito dos direitos relativos à saúde sexual e reprodutiva das populações, foi constatado que o Brasil possui uma elevada incidência de gravidez na adolescência, com uma taxa de 62 adolescentes grávidas para cada grupo de mil jovens do sexo feminino, na faixa etária entre 15 e 19 anos. O índice é maior que a taxa mundial, que corresponde a 44 adolescentes grávidas para cada grupo de mil.

Texto: Carla Fischer

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