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EDUCAÇÃO

MEC – Mais de dois milhões de alunos já podem solicitar a ID Estudantil

Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense

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Prazo para cadastrar estudantes no Sistema Educacional Brasileiro continua aberto. O cadastro é feito por representantes das instituições. Os estudantes que querem saber se está tudo certo com seus dados no sistema podem verificar no site idestudantil.mec.gov.br

Mais de dois milhões de alunos já podem ter acesso à carteirinha estudantil do Ministério da Educação (MEC), a ID Estudantil, de acordo com o levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para aproveitar os benefícios da nova carteira, os estudantes cadastrados no Sistema Educacional Brasileiro (SEB) precisam baixar o aplicativo “ID Estudantil” nas lojas virtuais de celular.

Até as 19 horas de quinta-feira, 5 de dezembro, 3.493 instituições de educação básica e 684 de educação superior haviam cadastrado seus estudantes no SEB. O total de alunos registrados chegou a 2.001.731 alunos. O cadastro é feito por representantes das instituições. Eles devem alimentar a plataforma com informações como nome completo, número do CPF e data de nascimento do aluno. Também serão registrados nível e modalidade de educação de ensino.

Os registros dos representantes e das informações são no site do sistema, que fica dentro da página do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC. O prazo para as instituições indicarem um representante para registrar as informações no sistema continua aberto.

Os estudantes que querem saber se está tudo certo com seus dados no sistema podem verificar no site idestudantil.mec.gov.br. O portal conta também com informações sobre o programa, com conteúdos em vídeos, um “perguntas e respostas”, além de um “emitômetro”, espécie de contador de carteiras emitidas diariamente.

Passo a passo

Se a instituição tiver enviado os dados, basta os alunos baixarem o app, na área “Governo do Brasil”, nas lojas virtuais. Os usuários vão precisar inserir o CPF, o nome completo, telefone para envio de SMS e e-mail. O próximo passo é aceitar os termos e políticas de uso do aplicativo. Depois disso, os estudantes deverão acessar “Minha ID Estudantil” para, então, ter o documento em formato digital.

A nova carteirinha estudantil tem custo zero ao usuário. Para o governo, custa R$ 0,15 a unidade. A emissão faz parte de contrato com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que também inclui o desenvolvimento do aplicativo, serviço de hospedagem na internet, manutenção, entre outros. O valor global do contrato é de pouco mais de R$ 12 milhões, com vigência de 12 meses, renováveis por mais 60.

Controle

O SEB será uma forma de controle. O ano de 2020 será de transição, mas a partir de 1º de janeiro de 2021 toda e qualquer instituição que for emitir a carteirinha deverá consultar o banco de dados antes. Isso serve para assegurar que o beneficiário da identificação estudantil é, de fato, um aluno.

Na ID Estudantil, a tecnologia vai combater as fraudes desde o início. Os estudantes de 18 anos ou mais devem tirar uma foto do próprio rosto para comparar com a da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) disponível no banco de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Caso não seja habilitado, deve tirar foto de frente e verso da Carteira de Identidade (RG) para comparação da imagem da face. Isso servirá para coibir fotos falsas ou de terceiros.

O CPF é informado pelo representante da instituição de ensino no SEB. Tanto o CPF quanto o login único gov.br, onde constam diversos serviços do governo federal, são importantes para o serviço. No caso dos menores de idade, é preciso que o responsável legal baixe o app e permita que o jovem tenha acesso. Só aí é que os alunos poderão fazer o download da ID Estudantil..

EDUCAÇÃO

MEC afirma que notas do Enem com erros serão revistas

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, informou neste sábado (18) que notas do Enem foram divulgadas com erros.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) liberou na sexta-feira (17) os resultados individuais da última edição do exame. À noite, participantes começaram a relatar nas redes sociais estranhamento com as notas.

Weintraub publicou vídeo na manhã deste sábado nas redes sociais em que assume a falha.

– Encontramos inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem – disse.

POUCOS AFETADOS
O ministro disse que o impacto em número de candidatos foi pequeno, mas não detalhou a dimensão do problema. Quase 4 milhões de pessoas participaram do exame.

– Um grupo muito pequeno de pessoas teve o gabarito trocado quando foram fechados os envelopes – disse.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse, neste sábado, que quatro casos de erros foram confirmados e as falhas podem chegar a 1% dos candidatos, ou seja, cerca de 39 mil pessoas.

Entretanto, o órgão admite que só terá dimensão real do problema na própria segunda, porque as equipes vão continuar a analisar os arquivos em busca de problema. Lopes concedeu entrevista sozinho, sem a presença do ministro, apesar de Weintraub ter estado no Inep na manhã de sábado para gravar o vídeo publicado.

O erro aconteceu na identificação dos candidatos e da respectiva cor de sua prova. Todos os candidatos fazem a mesma prova, mas há versões diferentes, com itens em ordem diversa, identificadas por cores.

Assim, o candidato fez a prova de uma cor, mas o sistema a corrigiu como se ele tivesse feito de outra. A falha ocorreu na gráfica que imprimiu as provas, segundo o presidente do Inep.

– Houve inconsistência no gabarito de algumas provas do Enem 2019 e, por isso, candidatos foram surpreendidos com os resultados de suas notas – escreveu o ministro, na publicação do vídeo.

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EDUCAÇÃO

Enem: Weintraub admite troca de gabaritos e promete corrigir “inconsistências”

Weintraub pediu desculpas aos estudantes que levaram, segundo ele, o “susto”

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Foto: Reprodução / Fonte: Com informações da Agência Estado.

Após reclamações de participantes do Enem 2019, o Ministério da Educação prometeu resolver até segunda-feira (20/1) os problemas nas notas do exame. Parte dos candidatos percebeu que os resultados não consistiam com o gabarito divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

“Houve inconsistência no gabarito de algumas provas”, afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. De acordo com ele, em torno de 0,1% dos candidatos tiveram o gabarito trocado na hora do armazenamento. O erro pode ter envolvido a cor da prova. Dos 5.095.388 inscritos para o exame, 3.709.809 fizeram a prova no segundo dia de aplicação.

O ministro prometeu que as “inconsistências” serão corrigidas até segunda e que nenhum candidato será prejudicado pelo erro. Weintraub pediu desculpas aos estudantes que levaram, segundo ele, o “susto” ao conferir a nota do Enem. 

Já o presidente do Inep, Alexandre Lopes, apontou falha da gráfica Valid Soluções S.A. nas notas erradas. Ainda de acordo com Lopes, foram menos de nove mil candidatos prejudicados pela situação, que ocorreu devido a uma troca dos gabaritos — havia modelos diferentes, com cores diferentes, do mesmo exame. A falha teria ocorrido no segundo dia de prova.

A empresa de impressão trabalhou com o exame pela primeira vez nesta edição de 2019.  

Sisu 

Os estudantes que reclamam, nas redes sociais, dos problemas nas notas do Enem se preocupam também com o acesso às universidades. O início das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em universidades públicas com as notas do Enem, é na próxima terça-feira (21/1).  O resultado do Enem 2019 foi divulgado na última sexta-feira (17/1). Dos quase quatro milhões de candidatos, só 53 tiraram nota mil na redação; dois desses textos considerados ‘perfeitos’ são de Brasília.  

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EDUCAÇÃO

Órgão responsável pelo Enem posta mensagem com erro de português e depois apaga

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Mensagem publicada pelo Inep em uma rede social com a palavra visualizações escrita 'vizualizações' — Foto: Reprodução/Twitter

Perfil do Inep afirmou que número de ‘vizualizações’ das notas do Enem já havia ultrapassado marca de 2,5 milhões. No dia 8, ministro da Educação disse que um fato era ‘imprecionante’.

O perfil do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no Twitter cometeu um erro de português nesta sexta-feira (17) ao informar que o número de “vizualizações” das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já havia ultrapassado a marca de 2,5 milhões.

Vinculado ao Ministério da Educação, o Inep é o responsável pelo Enem. Após a publicação, a mensagem foi apagada, e uma nova mensagem foi postada com a palavra escrita da maneira correta, isto é, visualizações.

G1 procurou o Inep e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Mais cedo, nesta sexta-feira, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente do Inep, Alexandre Lopes, apresentaram os resultados do Enem de 2019.

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