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Mergulhadores procuram corpos de vítimas de erupção na Nova Zelândia

Agência France-Presse

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Os mergulhadores trabalham em condições difíceis e perigosas porque existe o risco de uma nova erupção e a visibilidade é reduzida

Equipes de mergulhadores procuravam neste sábado (14/12) os corpos de pelo menos duas vítimas da erupção do vulcão da Ilha Branca, que entrou em atividade na segunda-feira (9/12) e matou pelo menos 16 pessoas.
A busca se concentra na área em que um corpo foi observado um dia depois da erupção.
Os mergulhadores trabalham em condições difíceis e perigosas porque existe o risco de uma nova erupção e a visibilidade é reduzida. “De entre zero e dois metros”, afirmou o vice-comandante da polícia, John Tims.
Das 47 pessoas que se calcula que estavam na ilha no momento da erupção, ao menos 16 morreram, 28 estão hospitalizadas na Nova Zelândia e Austrália – 21 delas em estado crítico, incluindo queimaduras em grande parte dos corpos.
A maioria das vítimas eram turistas procedentes da Austrália, Estados Unidos, Grã-Bretanha, China, Alemanha, Malásia e Nova Zelândia.
Seis corpos foram recuperados na sexta-feira em uma operação arriscada realizada por unidades de elite do exército da Nova Zelândia.

Os cientistas consideram que há entre 35% e 50% de possibilidades de uma nova erupção na ilha.
A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou que um minuto de silêncio será respeitado na segunda-feira, no mesmo horário da erupção do vulcão da Ilha Branca.
“Expressaremos nossa tristeza pelos falecidos e nosso apoio a suas famílias e amigos”, declarou a chefe de Governo.

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Mais de 800 pessoas morrem em rotas migratórias nas Américas em 2019

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(foto: Joe Raedle/AFP)

A região da fronteira entre os EUA e o México é um dos locais onde mais migrantes perderam a vida no continente

Pelo menos 810 pessoas morreram em 2019, ao “atravessar desertos, rios e regiões remotas” das rotas migratórias do continente americano. A informação é do Centro de Análise de Dados da Organização Internacional das Migrações (OIM), de Berlim, com base em números do Projeto de Migrantes Desaparecidos (MMP, na sigla em inglês).

As informações – que reuniram dados governamentais, de organizações não governamentais (ONG) e relatos de órgãos de comunicação social — indicam que esse é o número mais elevado de mortes desde que a OIM começou a manter registros, em 2014.

Os dados revelam também que morreram mais 3.800 pessoas em seis anos no continente americano.Continua depois da publicidade

“Esses números são uma lembrança triste de que a falta de opções para uma mobilidade segura e legal empurra as pessoas para trilhos invisíveis e arriscados, colocando-as em maior perigo”, afirmou o diretor do Centro de Análise de Dados da OIM, Frank Laczko.

Para ele, “a perda de vidas nunca pode ser normalizada ou tolerada como um risco assumido devido à migração ilegal”.

A região da fronteira entre os Estados Unidos e o México é um dos locais onde mais migrantes perderam a vida no continente.

O MMP registrou um aumento anual no número de mortes nessa fronteira desde 2014, com um total de 2.403 mortes (do total de 3.800) em seis anos, das quais 497 ocorreram em 2019.

A maior parte das mortes foi nas águas do Rio Bravo/Rio Grande (designações mexicana e norte-americana, respectivamente), entre o estado norte-americano do Texas e os estados mexicanos de Tamaulipas, Novo Leão e Coahuila, onde 109 pessoas perderam a vida em 2019, um aumento de 26% em relação ao ano anterior, revela a OIM.

De acordo com os dados apresentados, “muitas pessoas também tentam atravessar os territórios remotos dos desertos” do Arizona, nos Estados Unidos. Pelo menos 171 pessoas morreram no último ano nesta parte da fronteira entre os dois países, número que representa mais 29% do que as 133 mortes notificadas em 2018. 

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Pirelli faz parceria com Junya Watanebe para sua Coleção Outono-Inverno 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: Pirelli

Na última sexta-feira, 17 de janeiro, a nova coleção COMME des GARÇONS JUNYA WATANABE MAN foi para a passarela como parte da Paris Fashion Week. O famoso estilista japonês está colaborando com a Pirelli pela primeira vez, apresentando uma coleção cápsula especial inspirada nas jaquetas de automobilismo da Pirelli nos anos 70, usadas em corridas pelos técnicos da empresa, com o icônico logotipo amarelo e vermelho da Pirelli.

Esta edição limitada do designer japonês é uma ilustração perfeita do papel da Pirelli Design. O conceito foi criado para dar vida a colaborações artísticas que destacam a marca Pirelli, bem como o conhecimento técnico da empresa, em diversas áreas que vão da moda a barcos a motor e relógios de ponta.

Ao reimaginar os uniformes e as roupas de trabalho usadas no passado, Junya Watanabe se inspirou em roupas sinônimo de marcas esportivas italianas para criar jaquetas e casacos que são o epítome de Junya Watanabe Man. A coleção Junya Watanabe Man x Pirelli é composta por quatro peças: dois casacos, uma jaqueta e uma camiseta.

Esses recalls ainda atualizam as linhas de roupas vintage com a adição de novos materiais: uma das características definidoras do trabalho de Watanabe, que sempre se interessou por materiais sintéticos de alta tecnologia. Como resultado, a jaqueta transpassada clássica, bem como o casaco esportivo e a jaqueta da equipe de pit, ganham uma nova vida – mantendo as cores e os detalhes que ligam a Pirelli ao topo do esporte internacional.

Junya Watanabe

Junya Watanabe é um dos designers japoneses mais conhecidos do mundo. Ele iniciou sua linha de moda chamada JUNYA WATANABE COMME des GARÇONS em 1993, lançada em Paris no mesmo ano. Junya Watanabe é conhecido por criar roupas inovadoras e distintas. Ele é particularmente interessado em materiais sintéticos e de tecnologia avançada, por isso é frequentemente considerado um designer de ‘tecno-costura’, fabricando roupas que são estruturadas de maneira incomum e usam tecidos técnicos e modernos.

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China assegura que a OMS não recomenda evacuação de estrangeiros

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(foto: Behrouz MEHRI / AFP)

Alguns países planejam organizar evacuações. Na quarta-feira de manhã a equipe do consulado dos Estados Unidos em Wuhan será levada para a Califórnia

Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda a evacuação de estrangeiros em Wuhan, o epicentro da epidemia de coronavírus, declarou nesta terça-feira seu diretor-geral em visita a Pequim, segundo comunicado da diplomacia chinesa.

“Observamos que alguns países planejam organizar evacuações. A OMS não recomenda esse método”, disse Tedros Adhanom Gebreyesus, segundo nota do ministério das Relações Exteriores da China.
“Na situação atual, é preciso manter a calma, não é necessário reagir excessivamente”, acrescentou o diretor-geral da OMS, segundo a fonte.
Consultada pela AFP em Genebra, a OMS indicou que devemos “esperar por um esclarecimento” dessas declarações, que também foram divulgadas pela imprensa estatal chinesa.
O chefe da OMS se reuniu nesta terça-feira com o presidente chinês Xi Jinping, depois de encontrar os ministros das Relações Exteriores e da Saúde.
“Temos todos os meios, confiança e recursos para vencer rapidamente a batalha contra a epidemia”, disse o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, segundo comunicado.
Wuhan, cidade no centro do país onde o novo coronavírus apareceu em dezembro, e quase toda a província de Hubei estão isoladas do mundo desde quinta-feira por ordem das autoridades para tentar impedir o avanço da epidemia, que já fez 106 mortos na China e mais de 4.500 infectados.
Quase 56 milhões de habitantes estão confinados, incluindo milhares de estrangeiros cujos países aceleram os preparativos para o repatriamento.
Um voo para retirar a equipe do consulado dos Estados Unidos em Wuhan partirá na quarta-feira de manhã, horário da China, rumo à Califórnia, anunciou o departamento de Estado.
O Japão anunciou que enviará um avião para Wuhan nesta terça-feira para retirar quase 200 cidadãos e a França espera uma primeira repatriação no fim de semana.


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