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TECNOLOGIA

Missão solar da Nasa surpreende com 22GB de dados sobre o Sol

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Foto: Reprodução / Fonte: CNET

Neste exato momento, existe uma minúscula e veloz espaço nave circulando ao redor do sol. Conhecida como Parker Solar Probe, ela está há quase um ano no espaço com o importante trabalho de entregar informações sobre nossa estrela.

Na última quinta-feira (1), cientistas do Laboratório de Física Aplicada de Johns Hopkins (responsável por criar e construir o projeto) anunciaram que a espaçonave entregou 22GB de dados do segundo encontro com o sol, em maio. A quantidade de informação repassada foi 50% maior que a esperada.

“Nós aprendemos mais sobre como operar nesse ambiente e nessa órbita, e a equipe fez um ótimo trabalho fazendo downloads das informações coletadas pela espaçonave”, disse Nickalaus Pinkine, operador de missões da JHAPL.

Após o lançamento, os controladores da Parker foram capazes de maximizar a retirada dos dados e esperam extrair mais 25GB entre os dias 24 de julho e 15 de agosto.

É a primeira vez que uma sonda chegou tão perto do Sol, então os cientistas estão descobrindo muitas informações. Os quatro instrumentos de Parker são capazes de medir partículas na atmosfera do Sol, seus campos magnéticos, o vento solar e como os elétrons, prótons e íons saem do Sol.

O próximo encontro da espaçonave com o sol começará em 27 de agosto e o ponto do contato mais próximo será no dia 1º de setembro. Em 26 de dezembro, ela vai voar por Vênus novamente, garantindo velocidade enquanto se prepara para ficar ainda mais próxima do sol.

 

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TECNOLOGIA

Este tablet Android baratinho tem tela de 10” e 128 GB memória

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Camila Cassia da Silva/TecMundo

Tablets são dispositivos móveis muito úteis para quem gosta de ver vídeos, jogar e ficar conectado em qualquer lugar. Esses aparelhos também podem ser uma mão na roda para determinados tipos de tarefas profissionais e atividades diárias, por ser mais leve e, às vezes, mais funcional do que um notebook. Quando o assunto é qualidade e alta performance, o iPad da Apple surge como uma das melhores opções. Contudo, seu ponto negativo está no fato de ter um preço bem salgado — o iPad Air mesmo custa mais de R$ 4.000 no Brasil. Felizmente existe no mercado o Teclast M20, um tablet com tela grande, boa performance e preço baixo que pode ser comprado na GearBest.

O Teclast M20 chama a atenção imediata para seu amplo display de 10,1 polegadas com resolução 1920 x 1200, ideal para quem gosta de ver muitos vídeos e jogar. Por falar nisso, ele é equipado com processador ARM Mali-T880 de 2,3 GHz e memória RAM de 4 GB, o que lhe confere considerável desempenho multitarefa e até mesmo com games de gráficos um pouco mais pesados. Já sua bateria de 4.500 mAh promete notável autonomia de até 8 horas longe da tomada.

O tablet ainda vem de fábrica com Android 8.0, Bluetooth 4.0 e amplo armazenamento interno de 128 GB. Mesmo que seja bem barato, o Teclast M20 tem visual premium com seu corpo revestido de alumínio prateado. Aproveite e compre o seu com mais de 30% de desconto:

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TECNOLOGIA

NASA começa a industrialização do espaço por um fio

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Julia Marinho/TecMundo

A startup Made in Space ganhou atenção quando recebeu da NASA, sua principal cliente e investidora, US$ 74 milhões para colocar em órbita, em 2022, um satélite-robô que montará no espaço sua própria fonte de energia. Mas foi outra invenção que alvoroçou o mercado: o ZBLAN.

O composto de fluoretos de metais pesados em vez da sílica usual foi descoberto na década de 1970 e tem propriedades de absorção e dispersão que podem torná-lo excelente em aplicações que vão de lasers de ponta a cabos submarinos. O problema é que, por conta das diferentes densidades dos elementos que o compõem, ao ser fabricado o ZBLAN desenvolve microcristais à medida que esfria, arruinando seu potencial.

Sem outro jeito, os fabricantes até agora se conformavam com sua fragilidade. Porém, produzir o fio na microgravidade da Estação Espacial Internacional (ISS) evita que os materiais se separem e aconteça a cristalização indesejada.

Unidade de produção sobe e desce da órbita terrestre

A unidade de produção na qual o ZBLAN é feito tem o tamanho de um forno de micro-ondas e já foi enviada ao espaço em lançamentos anteriores da SpaceX, subindo à ISS carregada com o material necessário. Ao terminar a produção, foi mandada de volta com a fibra acabada dentro.

Por enquanto, apenas pequenas quantidades de fibra são produzidas no espaço por vez. Segundo o CEO da Made in Space, Andrew Rush, o plano é ter uma unidade de produção maior em órbita, então somente o material (por fazer e pronto) viajaria.

Mesmo com altos custos de lançamento e retorno, a conta fecha com lucro: 1 quilo de matéria-prima resulta em milhares de metros de ZBLAN, e cada metro é vendido por mais de US$ 100. Rush afirma que a empresa investiu milhões no desenvolvimento do fio, e nem 1 tostão veio da NASA.

Aberta para negócios lucrativos

Esse pode ser o momento de ruptura que a agência espacial espera há tempos: em junho deste ano, a NASA declarou a ISS aberta para negócios. A ideia é, no futuro, entregar o laboratório de pesquisa (com custo anual de US$ 3 bilhões) a parceiros do setor privado ou mesmo desativá-lo.

Em suma, a NASA não quer mais pagar pela ISS, redirecionando sua verba para projetos como colonizar a Lua ou ter sua própria estação orbital. Para isso, ela precisa provar que há dinheiro a ser ganho em órbita e clientes além dela mesma. Há muitos envolvidos na operação a serem convencidos, afinal as tentativas de se fabricar algo no espaço remontam à Era Reagan. Para a ISS, o relógio está correndo: com 21 anos de atividade, ela começa a mostrar sua idade e deve ser aposentada em 2025.

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TECNOLOGIA

“O botão ‘X’ une a indústria”, ressalta time do Xbox na Microsoft

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Douglas Viera da Silva/TecMundo

Por mais que existam preferências no que diz respeito aos consoles, todos os jogadores devem concordar com o fato de que, de uma forma ou outra, as empresas estão unidas de alguma maneira – e a Microsoft fez questão de relembrar isso em uma mensagem publicada no Twitter. O post veio após a Sony revelar que o botão “X” do PlayStation não é um “xis”, e sim uma “cruz”.

A mensagem que você confere abaixo foi divulgada para celebrar o National Videogames Day (comemorado em 12 de setembro), e mostra que seja qual for a plataforma todos os jogadores estão unidos por meio da tecla ou botão “X”, presente em todos os controles das plataformas da geração atual.

“Não importa como você o chama, uma coisa que une todos nós é o botão ‘X’”, ressalta a mensagem da empresa.

A Sony ganhou atenção nos noticiários ao informar que, para ela, o botão em questão deveria ser conhecido como “cruz”. Entretanto, acreditamos que mudar esse conceito será bem difícil agora que todos já se habituaram a chamar a tecla em questão de “X”.

“O botão ‘X’ une a indústria”, ressalta time do Xbox na Microsoft via Vox

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