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Número de estrangeiros em Portugal dispara em 2019

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

Dados preliminares do governo português indicam que há cada vez mais estrangeiros chegando para morar no país. Entre janeiro e 15 setembro de 2019, cerca de 83 mil imigrantes foram autorizados a viver em Portugal, o que representa uma alta de 42% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A alta é significativa especialmente porque, em 2018, Portugal já atingira seu recorde histórico de imigrantes: mais de 480 mil, segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Nos dados publicados agora, divulgados pelo jornal português Público, não há informação sobre a quantidade de novos brasileiros. Ao que tudo indica, porém, os cidadãos do Brasil têm um peso considerável neste fluxo migratório.

Os brasileiros formam, com folga, a maior comunidade de estrangeiros em Portugal. Dados de 2018 mostram alta de 23,4% em relação ao ano anterior, chegando a 105.423 residentes Foi o segundo aumento consecutivo, após um período de seis anos de quedas nos números oficiais (de 2011 a 2016).

O número total de brasileiros (e de estrangeiros em geral) vivendo em Portugal, no entanto, é bem maior do que as estatísticas do SEF. Os números não consideram como brasileiros os que têm dupla cidadania portuguesa ou de outro país da União Europeia.

Além disso, também não entram na conta, por motivos óbvios, quem está em situação migratória irregular. Recentemente, Portugal foi escolhido como terceiro melhor lugar do mundo para estrangeiros viverem, de acordo com uma votação da plataforma Expat Insider.

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Afeganistão: ataque a base norte-americana deixa um morto e 60 feridos

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

Nesta quarta-feira (11), uma pessoa morreu e 60 ficaram feridas após a explosão de pelo menos um carro bomba perto de Bagram, a maior base militar dos Estados Unidos no Afeganistão.

“A explosão foi muito forte. Destruiu e danificou várias casas nas aldeias vizinhas. Cerca de 60 civis, incluindo mulheres e crianças, ficaram feridos e foram transportados para diferentes hospitais. Uma mulher morreu”, disse à agência Efe o governador do distrito de Bagram, Shukoor Qudusi.

O responsável informou que “depois da primeira grande explosão, houve mais duas, relativamente pequenas” e acrescentou que “um dos veículos dos atacantes foi interceptado pelas forças de segurança”.

O ataque à base de Bagram, na província de Parwan, a menos de 100 quilômetros a norte de Cabul, teve início por volta das 06:00 (hora local) e, por enquanto, as forças de segurança ainda estão tentando limpar a área.

A missão da NATO no Afeganistão também confirmou à Efe que não houve baixas entre as suas tropas no “ataque de Bagram esta manhã, visando uma instalação médica em construção para a população local”.

“O ataque foi rapidamente contido e pelas Forças de Defesa e Segurança Afegãs (ANDSF) e aliados da coligação, mas a futura instalação médica ficou muito danificada”, explicou um porta-voz da missão da NATO, que pediu para não ser identificado.

O ataque, que ainda não foi reivindicado, ocorreu pouco depois de os talibãs e os norte-americanos terem retomado as negociações de paz, no último sábado, em Doha, no Qatar.

As negociações foram abruptamente suspensas há três meses pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, após um ataque em Cabul, no qual morreu um soldado norte-americano.

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Donald Trump, Deep State e a eleição em 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: Conexão Política

Os espertalhões da grande mídia brasileira são mestres em oferecer ao público análises da realidade baseadas em chavões, torcida por corrente política A em detrimento da B e desprezo por aquilo que não conhecem.

Quem quer ter informações e diagnósticos precisos da política brasileira ou americana e está a procurar na nossa ‘’querida’’ imprensa, perde o seu precioso tempo – e estará ainda mais distante do mundo real.

A eleição presidencial americana de 2020 é uma esfinge nada isolada de um quadro mental horripilante dos ditos comentaristas políticos versões Guga Chacra. Na mente – e nos corações – dos ditos cujos, qualquer um que for escolhido no Partido Democrata vencerá Trump, pois a sua presidência é um completo fiasco – ocasionado única e exclusivamente por suas reprováveis ações. A palpitaria tagarela desnorteada é a regra em um meio onde a verdade e a análise séria deveriam prevalecer.

Pois vou colocar a situação em pratos limpos: Donald Trump lutará em 2020 contra o seu inimigo invisível desde a sua entrada na política. Aquele agente nunca lembrado por analistas do mainstream. Sim, estou a falar do Deep State americano – especialmente em suas ramificações no Partido Democrata.

O dito Deep State nada mais é do que o conjunto de forças, grupos de interesse e membros da elite globalista que atuam nas sombras para exercer pressão ou controle sobre o Estado americano e determinar os rumos da política nos Estados Unidos. Seus membros não aparecem na mídia ou em cédulas eleitorais; agindo discretamente. Por isso mesmo a expressão em inglês significar ‘’Estado profundo’’. A ideologia que os move é o ‘’liberal-globalismo’’, ou seja, a implementação de um governo mundial para um absurdo controle sobre todos os povos do mundo. Para que esse sonho vire realidade, é necessário atacar valores e noções conflitantes à ideia de uma administração global. E dentre elas está a soberania nacional, que é responsável pela identificação de indivíduos como um todo organizado e unido por um passado, uma língua e uma religião em comum.

Se os Estados Unidos são a nação mais poderosa e influente do mundo, logicamente a sua existência é um empecilho ao liberal-globalismo. Portanto, a sua destruição é um objetivo perfeitamente congruente com a sua ideologia. O Deep State americano trama de forma não tão secreta assim a ruína dos EUA para quem acompanha a situação do país por fontes verdadeiras e precisas.

Os meios de ação do Deep State são igualmente óbvios para quem quer implementar uma agenda ambiciosa. Seus tentáculos estão nas instituições estatais, financeiras, na mídia e em think tanks como o Council on Foreign Relations (CFR) – de onde surgiu diversos presidentes, secretários de Estado e estrategistas da política externa americana. É um esquema de poder com ambições grandiosas e busca implementar os seus objetivos com ações nos bastidores de forma discreta frente ao grande público.

Donald Trump foi eleito com um programa conservador de defesa ao Cristianismo, ao sentido original da Constituição americana e da soberania nacional americana. O livre mercado é também uma defesa dele – afinal, o maior corte de impostos da história americana foi feito por ele. Para sintetizar: Trump é o representante de uma América livre, conservadora e que coloca o cidadão como prioridade em detrimento ao Estado. A liberdade do indivíduo e da comunidade é mais importante que a coerção estatal.

Por isso mesmo a sua presidência é um tremendo risco ao establishment norte-americano. Tentou-se de tudo para impedir sua chegada à Casa Branca. A campanha caluniosa contra Trump perpetrada pela mídia foi de dar náusea; a vida pregressa do republicano foi investigada por completo a fim de encontrar algum podre a manchar sua imagem. Nada deu certo e ele foi eleito.

Surge então o Spygate, um escândalo com potencial altamente destrutivo que está a ser ignorado pela imprensa brasileira. A coisa é mais ou menos desta forma: o governo Obama teria espionado a campanha de Donald Trump através de membros do FBI e da CIA para encontrar algum passo em falso do dito cujo. Os indícios apontam para a colaboração de serviços secretos estrangeiros, como o MI6, do Reino Unido. Até agora nada foi provado contra ninguém, mas a investigação está em curso e nas mãos do procurador-geral dos EUA, William Barr.

Não é mera coincidência que o Deep State esteja por trás das duas narrativas mais desgastantes contra Trump: o Russiagate e o processo de impeachment em curso contra ele. Ambas as narrativas reverberadas e alimentadas pelo Partido Democrata, expressão máxima do establishment norte-americano. Através dessa agremiação política, os verdadeiros agentes lutam para derrubar o presidente – seja lá pelo o que for.

Se um progressista moderado ou socialista radical será o escolhido nas prévias democratas para enfrentar Trump, isso só o tempo dirá. O certo é que qualquer nome chancelado pelo partido será a mera representação política do Deep State em sua caça a Trump. É ele o verdadeiro inimigo do presidente na eleição de 2020.

Por: Carlos Júnior

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Bolsonaro confirma envio de ajuda para auxiliar buscas de avião chileno

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro determinou o envio de um avião de busca para auxiliar na procura do avião chileno Hércules C-130 que desapareceu com 38 pessoas a bordo a caminho da base Presidente Eduardo Frei Montalva, na Antártida. A confirmação foi dita na saída do Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (10/12), e reafirmada em nota publicada nas redes sociais.

A Marinha também se prontificou a ajudar, com o envio do navio polar Almirante Maximiano, encaminhado com dois helicópteros para auxiliar nas buscas. Bolsonaro conversou na manhã desta terça com o presidente do ChileSebastián Piñera, e informou a ele a ajuda humanitária. “Acabei de entrar em contato, tem o avião que caiu, está desaparecido, indo para a Antártida. Oferecemos um avião de busca nosso, recém adquirido, colocamos à disposição deles”, destacou.

O presidente demonstrou sensibilidade e torce para que o apoio brasileiro consiga resgatar sobreviventes. Apesar disso, ele reconhece que as chances são pequenas. “Aquela região, quando acontece acidente, em poucos minutos quem cai na água não sobrevive. Estamos torcendo para que tenham sobrevivido, mas choca todos nós esses 38 (desaparecidos), a maioria militares, que desapareceram no momento indo para a Antártida. (…) Eu não sei se um avião Hércules, se fizer pouso forçado, se vai boiar ou não, eu não sei”, comentou. 

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