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PARÁ

Pará gerou mais de 200 mil empregos entre janeiro e outubro deste ano

Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

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Em 2019, no período entre janeiro e outubro, o estado do Pará registrou 239.948 admissões, contra 224.422 desligamentos, gerando um saldo positivo de 15.526 postos de trabalhos com crescimento de 2,14% na geração de empregos formais no Estado. Os dados são do estudo do Dieese/PA.

Ainda no mesmo levantamento, o departamento aponta que a maioria dos setores econômicos do Estado apresenta crescimento na geração de empregos formais, com destaque para o de serviços, com saldo positivo de 6.817 postos de trabalhos, seguido pelo comércio, com 4.264 postos de trabalhos criados, indústria de transformação, com saldo positivo de 1.573 postos de trabalhos, e o setor de construção civil, com 1.168 postos gerados.

Os números mostram que, apesar do contexto econômico em que o país se encontra, das dificuldades enfrentadas na oferta de vagas e abertura de novo postos de trabalho, o governo do Estado está trabalhando para possibilitar o fortalecimento da economia e, consequentemente, estimular a geração de emprego e renda no Pará.

Pensando em otimizar esses dados e garantir novas oportunidades, a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) tem realizado o cadastro e o mapeamento de vagas através do Sistema Nacional de Emprego (Sine), uma rede nacional de atendimento que contribui na colocação e recolocação ao mercado de trabalho junto à uma rede de empregadores.

“O cadastro de mão de obra é uma oportunidade de recolocar os trabalhadores desempregados e as pessoas que nunca trabalharam no mercado. Nós disponibilizamos as vagas no sistema e verificamos as pessoas que têm aptidão para se candidatar, mapeamos e encaminhamos através de uma carta de recomendação”, explica o economista da Seaster, Rolando Baptista.

O Sine tem sido uma das principais ferramentas no encaminhamento de trabalhadores a ofertas de trabalho. Até outubro de 2019, essa rede de intermediação já possibilitou a colocação de 5.589 pessoas no mercado formal em diversas ocupações. A meta é gerar 15 mil vagas no ano de 2020 e intensificar o incentivo a qualificação desses empregados.

A educação e a inserção dos jovens no mercado também tem sido uma prioridade de governo. Por este motivo, a Seaster lançou o programa “Primeiro Ofício”, que articula e une esforços de 24 instituições integradas ao Fórum Paraense de Aprendizagem Profissional (Fopap) e busca oportunizar aos jovens aprendizes residentes no Pará a experiência profissional e, ao mesmo tempo, proporcionar o exercício da cidadania. A meta é garantir cerca de 2 mil vagas por ano. 

Segundo o titular da pasta, Inocencio Gasparim, o diálogo com as empresas e com as instituições que qualificam mão de obra tem sido intensificado a fim de garantir o cumprimento das vagas de aprendizes que totaliza 19 mil em todo o Estado. “O desemprego está em alta no País e as oportunidades não são tantas. Então, é responsabilidade do Estado buscar soluções, criar alternativas, ajudando a juventude a encontrar esses postos de trabalho e a oportunidade de empreender”, disse o gestor da Seaster.

Qualificação e Empreendedorismo

Na área da geração de trabalho e renda, a secretaria ainda busca fortalecer a rede de empreendedorismo, priorizando a inclusão socioeconômica. Fazem parte dessas ações o assessoramento técnico e o monitoramento de empreendimentos, através de cadastros voltados a empreendedores individuais e coletivos, e cadastro de artesãos, contribuindo com apoio técnico nos processos de formação e formalização dos grupos envolvidos nesse segmento.

Através do Programa TerPaz, a secretaria ainda atua orientando microempreendedores e facilitando o acesso a linhas de créditos, emite carteiras de artesão e aplica formulários de pesquisa para implementação de cursos profissionalizantes.

Por Rodrigo Sousa (SEASTER)

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Segundo linhão de energia que abastece Santarém já está em operação

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Foto: Créditos: (Imagem: Pixabay / Fonte: Oestado Net

As linhas de transmissão Altamira/Transamazônica e Transamazônica/Tapajós II e a subestação Tapajó, localizadas no Pará, entraram em operação, informou a Equatorial (EQTL3) por meio de comunicado enviado ao mercado nesta quinta-feira (16). Para Santarém, no Oeste do Pará, a linha Transamazônica/Tapajós é o segundo linhão a entrar em operação. O primeiro foi o Tramoeste, em 1994.

Em 28 de junho do ano passado, o Portal OESTADONET antecipou a data de funcionamento da Linha Transamazônica/Tapajós. LEIA AQUI.

De acordo com a empresa, a operação foi iniciada com 30 meses de antecedência em relação ao prazo regulatório,  “evitando a necessidade de investimentos públicos em geração termoelétrica na região e melhorando a qualidade da energia no Tramo Oeste Paraense”.

Juntas, o complexo inaugurado representa R$ 86,1 milhões em RAP (Receita Anual Permitida), equivalente a 62,1% do total da SPE 08

Atualmente, a SPE 08 possui 85,1% de sua RAP já em estágio operacional.

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Descontos de IPVA para finais de placa 71 a 91 seguem até a próxima segunda (20)

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Foto: Arquivo / Ag. PA / Fonte: Agência Pará

Até a próxima segunda-feira (20), os proprietários de veículos com final de placas 71 a 91 poderão pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), com desconto. Os motoristas que não têm multas de trânsito há dois anos pagam 15% a menos sobre o valor do IPVA; 10% para quem não recebeu multas no ano passado e 5% de desconto nas demais situações. O benefício não é cumulativo.

Há três opções de pagamento do imposto: antecipação em parcela única, com desconto; parcelamento em até três vezes antes do vencimento, sem desconto; ou pagamento integral junto com o licenciamento, sem desconto. Após a data do licenciamento, a quitação será feita com acréscimo de multas e juros.
Para antecipar o pagamento do IPVA em três parcelas, deve-se observar a data final no calendário disponível no site Sefa.

O contribuinte pode acessar o Portal de Serviços da Sefa (www.sefa.pa.gov.br), no item IPVA Antecipação, para consultar o valor do imposto e emitir o documento de arrecadação (DAE), para pagamento em cota única ou parcelado. A quitação é feita na rede bancária autorizada (Banpará, Banco da Amazônia, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Caixa Econômica Federal), além das casas lotéricas. Quando não há antecipação do recolhimento do imposto, o IPVA será pago no boleto anual do Detran.

As alíquotas do IPVA são 2,5% para automóveis, caminhonetes e veículos aquaviários recreativos ou esportivos, inclusive jetsky e veículos aeroviários não destinados à atividade comercial; 1% para ônibus, micro-ônibus, caminhões, cavalos mecânicos, motocicletas e similares. Os veículos rodoviários com mais de 15 anos de fabricação estão isentos. Embarcações e aeronaves têm até o dia 30 de junho para recolher o IPVA.

Débitos Vencidos

O parcelamento do tributo em atraso, ou seja, referente aos anos anteriores ao exercício atual, pode ser feito diretamente no Portal de Serviços da Sefa na internet. Em caso de dúvidas, é preciso entrar em contato com o call Center Sefa no 0800.725.5533, a ligação é gratuita e atende das 8h às 20h de segunda a sexta-feira, ou enviar email para atendimento@sefa.pa.gov.br.

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Val-de-Cans encerra 2019 com melhor movimento dos últimos anos

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Foto: Reprodução / Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

O Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans (PA) encerrou 2019 com recorde na movimentação de passageiros. Foram 3,57 milhões viajantes transportados no período, aproximadamente 10 mil pessoas por dia – é a melhor marca dos últimos três anos. No comparativo, o número de passageiros foi 1,6% superior ao volume de 2018, que teve 3,52 milhões de embarques e desembarques realizados.  

De acordo com o superintendente do terminal, Fábio Rodrigues, os resultados demonstram o potencial para expansão das operações em Belém. “Os números colocam o Aeroporto Internacional de Belém em primeiro lugar no ranking dos aeroportos mais movimentados do Pará e de toda região Norte, além de ser o quinto da Rede Infraero”, destacou. “Este incremento se deve à consolidação da malha aérea paraense e à confiabilidade dos operadores aéreos na nossa infraestrutura”, acrescentou.

Com capacidade para receber até 7,7 milhões de passageiros por ano, o Aeroporto Internacional de Belém conta com média de cem voos comerciais regulares de seis companhias aéreas – Azul, Gol, Latam, MAP, Surinam e TAP. As rotas interligam a capital paraense a diversos destinos brasileiros – Guarulhos e Campinas (SP); Recife (PE); Brasília (DF); Macapá (AP); Altamira, Marabá e Santarém (PA); Rio de Janeiro (RJ); Confins (MG); Manaus (AM); Fortaleza (CE); São Luís (MA); Cuiabá (MT). Já os voos internacionais ligam Belém à Europa, aos Estados Unidos, ao Suriname e à Guiana Francesa.

Rede Infraero

Entre 2018 e 2019, o fluxo de passageiros permaneceu estável nos 54 aeroportos que compunham a rede Infraero até dezembro. Ao todo, passaram pelos terminais da empresa 83,9 milhões de viajantes, ante os 84,1 milhões de 2018, o que representa uma queda de 0,2%.

De acordo com o presidente da Infraero, Brigadeiro Paes de Barros, a estabilidade no número de passageiros que passaram pelos aeroportos da empresa demonstra a resiliência da economia brasileira e a importância da consolidação de políticas públicas para o setor.

“No ano passado, problemas, como a falência de uma importante companhia aérea brasileira, impactaram na oferta de voos. Por outro lado, uma série de medidas, como a abertura de 100% capital estrangeiro para aéreas, redução do ICMS do querosene de aviação, e até melhorias na infraestrutura dos aeroportos, diminuíram tais reflexos”, avaliou Paes de Barros.

Para os próximos anos, a expectativa é de que o mercado brasileiro de aviação siga a tendência e cresça duas vezes o valor do PIB, disse o presidente da Infraero. Segundo ele, o cenário aponta para mais de 200 milhões de passageiros em 2025, ante os 120 milhões, atualmente. “Por isso, ao mesmo tempo que trabalha para cumprir as determinações do Governo Federal, de conceder todos os aeroportos da Rede Infraero à iniciativa privada, a empresa estará focada no desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária regional, que representa um grande gargalo na interiorização do modal aéreo no Brasil”, afirmou.

Melhorias

A Infraero realizou, em 2019, uma série de melhorias no Aeroporto Internacional de Belém. São elas: a revitalização das pontes de embarque, esteiras de bagagens e sistema de climatização; instalação de novas opções de alimentação na sala de embarque; ampliação dos canais de inspeção doméstico e internacional; melhorias na sinalização das vias de acesso do terminal.

Além disso, estão em andamento as obras de revitalização da pista de pousos e decolagens (06/24), iniciadas em setembro do ano passado; a ampliação do embarque remoto doméstico; além da revitalização da cobertura e dos elevadores do terminal belenense. “Todas as melhorias fazem parte de um ciclo de manutenção permanente nos aeroportos da Rede Infraero e contam com o objetivo de garantir mais conforto, fluidez e segurança aos nossos passageiros e usuários”, afirmou.

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