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POLÍCIA

Policiais penais do Pará dizem que já denunciavam ameaças e que nada havia sido feito

Fonte/Foto: G1

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Em menos de uma semana, foram dois ataques a agentes registrados no estado.

Após morte de agente prisional, categoria faz protesto em Belém

Os agentes de polícia penal, que protestaram nesta sexta (15) em Belém, afirmam que a categoria já vinha denunciando a situação de ameaças e insegurança e nada foi feito. Em menos de uma semana, foram dois ataques a policiais registrados.

Atiradores em moto executaram o policial penal Paulo Alves da Rocha, de 33 anos, no conjunto Maguari, em Belém. A vítima estava nas proximidades da casa onde morava. A Polícia Civil disse que investiga o caso, mas até agora ninguém foi preso.

Durante o protesto, o trânsito ficou congestionado. Os agentes percorreram a avenida Almirante Barroso até a frente do Palácio do Governo, cobrando audiência com o governador Helder Barbalho (MDB) para tratar de medidas para diminuir a violência contra a categoria.

O presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Estado do Pará (Sinpolpen-PA), Demetrius Sousa, afirmou que já houve, “durante esse período, alguns assassinatos, tentativas e alguns outros policiais que tiveram de sair de suas residências por ameaça”.

“Nós na condição de representantes da categoria não podemos ficar calados diante dessas situações. Somos nós que mantemos o cárcere no estado do Pará, a ordem e a disciplina, e em nenhum momento nós recuamos ou vamos recuar, vamos cumprir nosso papel e nossa missão, mas precisamos ser valorizados e respeitados”, afirmou.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) disse que está dando suporte à família do policial penal assassinado e que diligências estão sendo realizadas na busca dos criminosos.

Polícia Civil investiga assassinato de policial penal no conjunto Maguari, em Belém

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