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Restos mortais de vítimas de acidente com avião do Chile chegam a base militar em Punta Arenas

Militares chilenos recebem nesta sexta-feira (13) caixões especiais contendo os fragmentos de corpos encontrados após acidente com avião militar do Chile — Foto: Pablo Cozzaglio/AFP Fonte/Foto: G1

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Avião Hércules C-130 sumiu com 38 pessoas a bordo enquanto sobrevoava o estreito de Drake rumo à Antártica. Partes da aeronave foram encontradas e levadas a cidade chilena.

Restos mortais de vítimas de um avião militar do Chile que se acidentou no mar com 38 pessoas no chegaram nesta sexta-feira (13) a uma base aérea em Punta Arenas, a 3 mil quilômetros ao sul de Santiago.

Os restos mortais chegaram em um avião Hércules C-130 — semelhante ao que sofreu acidente na segunda-feira — na base aérea de Chabunco. Os corpos estavam dentro de caixões especiais e foram imediatamente recolhidos por uma van do Serviço Médico Legal (SML).

Roda de avião militar do Chile que se acidentou é levada a base militar em Punta Arenas nesta sexta-feira (13) — Foto: HO / Chilean Air Force / AFP

Além dos fragmentos de corpos, chegaram ao local pedaços da aeronave encontrados na quarta-feira. Entre elas, estavam rodas e o que pareciam ser caixas pretas.

Mais cedo, 39 parentes de 11 vítimas chegaram à base militar em um avião da Boeing da Força Aérea Chilena, que aterrissou longe do terminal onde costumam chegar as aeronaves.

Da pista, os familiares seguiram em dois ônibus para as instalações da base militar. No local, eles se encontram com o general Cristian Pizarro — que é o encarregado do trabalho de busca do avião.Outros parentes que já estavam em Punta Arenas também chegaram à base para participar da reunião sobre o acidente

Buscas à aeronave

Chile informa que ninguém sobreviveu ao acidente com um voo que ia para a Antártida

Chile informa que ninguém sobreviveu ao acidente com um voo que ia para a Antártida

O avião militar, com 38 pessoas a bordo — 21 passageiros e 17 tripulantes — decolou às 16h55 de segunda-feira de Punta Arenas, no extremo sul do Chile, rumo à base Eduardo Frei, na Antártica. De acordo com autoridades chilenas, ninguém sobreviveu.

Cerca de 15 aviões e cinco embarcações de diferentes tamanhos e nacionalidades, inclusive do Brasil, participaram da operação de busca do avião.

A aeronave perdeu comunicação quando sobrevoava a passagem de Drake, uma das zonas mais tempestuosas para a navegação, entre o continente sul-americano e a Antártica.

Essa rota náutica se situa a união do oceano Pacífico com o Atlântico. Com cerca de 850 km de largura e uma profundidade de entre 3,5 mil e 4 mil km, tem ventos que podem ultrapassar os 100 km/h. Entre dezembro e fevereiro, há no local ondas de até 15 metros de altura.

O avião tinha como missão cumprir tarefas de apoio logístico na base Eduardo Frei, a maior do Chile na Antártica, para a revisão do oleoduto flutuante de abastecimento de combustível da base e fazer tratamento anticorrosivo das instalações.

Avião da Força Aérea do Chile desapareceu na segunda-feira enquanto seguia para a Antártica  — Foto: Rodrigo Sanches/ G1
Avião da Força Aérea do Chile desapareceu na segunda-feira enquanto seguia para a Antártica — Foto: Rodrigo Sanches/ G1

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Mais de 800 pessoas morrem em rotas migratórias nas Américas em 2019

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(foto: Joe Raedle/AFP)

A região da fronteira entre os EUA e o México é um dos locais onde mais migrantes perderam a vida no continente

Pelo menos 810 pessoas morreram em 2019, ao “atravessar desertos, rios e regiões remotas” das rotas migratórias do continente americano. A informação é do Centro de Análise de Dados da Organização Internacional das Migrações (OIM), de Berlim, com base em números do Projeto de Migrantes Desaparecidos (MMP, na sigla em inglês).

As informações – que reuniram dados governamentais, de organizações não governamentais (ONG) e relatos de órgãos de comunicação social — indicam que esse é o número mais elevado de mortes desde que a OIM começou a manter registros, em 2014.

Os dados revelam também que morreram mais 3.800 pessoas em seis anos no continente americano.Continua depois da publicidade

“Esses números são uma lembrança triste de que a falta de opções para uma mobilidade segura e legal empurra as pessoas para trilhos invisíveis e arriscados, colocando-as em maior perigo”, afirmou o diretor do Centro de Análise de Dados da OIM, Frank Laczko.

Para ele, “a perda de vidas nunca pode ser normalizada ou tolerada como um risco assumido devido à migração ilegal”.

A região da fronteira entre os Estados Unidos e o México é um dos locais onde mais migrantes perderam a vida no continente.

O MMP registrou um aumento anual no número de mortes nessa fronteira desde 2014, com um total de 2.403 mortes (do total de 3.800) em seis anos, das quais 497 ocorreram em 2019.

A maior parte das mortes foi nas águas do Rio Bravo/Rio Grande (designações mexicana e norte-americana, respectivamente), entre o estado norte-americano do Texas e os estados mexicanos de Tamaulipas, Novo Leão e Coahuila, onde 109 pessoas perderam a vida em 2019, um aumento de 26% em relação ao ano anterior, revela a OIM.

De acordo com os dados apresentados, “muitas pessoas também tentam atravessar os territórios remotos dos desertos” do Arizona, nos Estados Unidos. Pelo menos 171 pessoas morreram no último ano nesta parte da fronteira entre os dois países, número que representa mais 29% do que as 133 mortes notificadas em 2018. 

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Pirelli faz parceria com Junya Watanebe para sua Coleção Outono-Inverno 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: Pirelli

Na última sexta-feira, 17 de janeiro, a nova coleção COMME des GARÇONS JUNYA WATANABE MAN foi para a passarela como parte da Paris Fashion Week. O famoso estilista japonês está colaborando com a Pirelli pela primeira vez, apresentando uma coleção cápsula especial inspirada nas jaquetas de automobilismo da Pirelli nos anos 70, usadas em corridas pelos técnicos da empresa, com o icônico logotipo amarelo e vermelho da Pirelli.

Esta edição limitada do designer japonês é uma ilustração perfeita do papel da Pirelli Design. O conceito foi criado para dar vida a colaborações artísticas que destacam a marca Pirelli, bem como o conhecimento técnico da empresa, em diversas áreas que vão da moda a barcos a motor e relógios de ponta.

Ao reimaginar os uniformes e as roupas de trabalho usadas no passado, Junya Watanabe se inspirou em roupas sinônimo de marcas esportivas italianas para criar jaquetas e casacos que são o epítome de Junya Watanabe Man. A coleção Junya Watanabe Man x Pirelli é composta por quatro peças: dois casacos, uma jaqueta e uma camiseta.

Esses recalls ainda atualizam as linhas de roupas vintage com a adição de novos materiais: uma das características definidoras do trabalho de Watanabe, que sempre se interessou por materiais sintéticos de alta tecnologia. Como resultado, a jaqueta transpassada clássica, bem como o casaco esportivo e a jaqueta da equipe de pit, ganham uma nova vida – mantendo as cores e os detalhes que ligam a Pirelli ao topo do esporte internacional.

Junya Watanabe

Junya Watanabe é um dos designers japoneses mais conhecidos do mundo. Ele iniciou sua linha de moda chamada JUNYA WATANABE COMME des GARÇONS em 1993, lançada em Paris no mesmo ano. Junya Watanabe é conhecido por criar roupas inovadoras e distintas. Ele é particularmente interessado em materiais sintéticos e de tecnologia avançada, por isso é frequentemente considerado um designer de ‘tecno-costura’, fabricando roupas que são estruturadas de maneira incomum e usam tecidos técnicos e modernos.

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China assegura que a OMS não recomenda evacuação de estrangeiros

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(foto: Behrouz MEHRI / AFP)

Alguns países planejam organizar evacuações. Na quarta-feira de manhã a equipe do consulado dos Estados Unidos em Wuhan será levada para a Califórnia

Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda a evacuação de estrangeiros em Wuhan, o epicentro da epidemia de coronavírus, declarou nesta terça-feira seu diretor-geral em visita a Pequim, segundo comunicado da diplomacia chinesa.

“Observamos que alguns países planejam organizar evacuações. A OMS não recomenda esse método”, disse Tedros Adhanom Gebreyesus, segundo nota do ministério das Relações Exteriores da China.
“Na situação atual, é preciso manter a calma, não é necessário reagir excessivamente”, acrescentou o diretor-geral da OMS, segundo a fonte.
Consultada pela AFP em Genebra, a OMS indicou que devemos “esperar por um esclarecimento” dessas declarações, que também foram divulgadas pela imprensa estatal chinesa.
O chefe da OMS se reuniu nesta terça-feira com o presidente chinês Xi Jinping, depois de encontrar os ministros das Relações Exteriores e da Saúde.
“Temos todos os meios, confiança e recursos para vencer rapidamente a batalha contra a epidemia”, disse o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, segundo comunicado.
Wuhan, cidade no centro do país onde o novo coronavírus apareceu em dezembro, e quase toda a província de Hubei estão isoladas do mundo desde quinta-feira por ordem das autoridades para tentar impedir o avanço da epidemia, que já fez 106 mortos na China e mais de 4.500 infectados.
Quase 56 milhões de habitantes estão confinados, incluindo milhares de estrangeiros cujos países aceleram os preparativos para o repatriamento.
Um voo para retirar a equipe do consulado dos Estados Unidos em Wuhan partirá na quarta-feira de manhã, horário da China, rumo à Califórnia, anunciou o departamento de Estado.
O Japão anunciou que enviará um avião para Wuhan nesta terça-feira para retirar quase 200 cidadãos e a França espera uma primeira repatriação no fim de semana.


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