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TECNOLOGIA

Robô monitorou políticos e acertou votação da Reforma da Previdência

Foto: Reprodução / Fonte: UOL

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Análises financeiras e de mercado exigem precisão e muito tempo. Por isso, investidores e instituições bancárias viram na inteligência artificial (IA) um jeito de facilitar e baratear seu trabalho, bem como fazer apostas lucrativas certeiras. Foi o que aconteceu durante o período de negociação da Reforma da Previdência no Brasil na Câmara dos Deputados.

Fundos de investimento usaram um robô que monitorou políticos brasileiros para prever – de certa forma – qual seria o resultado da votação da reforma e seus efeitos na economia e no valor do Real. Em vez de trazer analistas ao país para acompanhar o nosso cenário político, o algoritmo de IA do robô, criado pela startup de tecnologia Arkera, rastreou os comentários dos parlamentares na imprensa nacional e sites oficiais do governo para “adivinhar” quais as chances da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Previdência ser aprovada. Todo o trabalho da máquina foi feito à distância, em Londres.

Graças à análise de dados da máquina, analistas da startup acertaram na previsão quase exata do resultado da votação semanas antes do texto-base da PEC ser aprovado em primeiro turno na Câmara, em 10 de julho. Clientes da Arkera em Nova York e Londres, logo, compraram moedas nacional, que então estavam perto do menor nível em oito meses. Desde então, a moeda se valorizou mais de 8% em relação ao dólar.

O texto-base da PEC da Previdência foi aprovado em segundo turno na Câmera na madrugada desta quarta-feira (7), com 370 votos contra 124 e uma abstenção. Agora, a reforma deve ser encaminhada para votação ao Senado, mas, antes, os deputados precisam analisar os oito destaques supressivos – que propõem excluir pontos do texto – que os partidos apresentaram.

Uma nova geração de pesquisadores aposta que a IA vai revolucionar o mercado de pesquisas. Isso porque os algoritmos de aprendizado de máquina conseguem monitorar e analisar, a partir de qualquer lugar, muito mais dados com um tempo e custo muito menores. “Há muitas pessoas para seguir no Twitter, muitos sites, muitos artigos”, disse Nav Gupta, cofundador da Arkera ao Bloomberg. Segundo ele, o software do robô da empresa tem a capacidade de mil analistas humanos.

A tecnologia vem em uma boa hora, no momento em que bancos de investimento reduzem operações e cortam orçamentos em pesquisa, por conta do alto custo desses trabalhos. Com máquinas que preveem resultados de mercado com a análise de dezenas de milhares de dados (como artigos na imprensa, declarações do governo e redes sociais), empresas de ciência de dados esperam resolver esse problema e poder fazer análises financeiras de um país à dstância.

Usando esses sistemas e com um investimento inicial de US$ 100 mil, bancos podem economizar um milhão de dólares, porque podem contratar menos analistas de dados, explica o ex-presidente da empresa de dados Sigmoidal, com sede em Nova York, Marek Bardonski.

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TECNOLOGIA

WhatsApp tem nova versão beta liberada para Android

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Fonte: Folha PE

O WhatsApp liberou, na última quinta-feira (16), novas atualizações e divulgou novidades sobre o tema escuro no aplicativo para Android.

Liberada pelo Facebook, a nova versão beta (2.20.8) do aplicativo de mensagens busca diminuir os ‘bugs’, e não possui mudanças visuais, de acordo com o site especializado WABetaInfo.

A empresa, no entanto, continua a trabalhar no tema escuro, que deve ser o grande atrativo do WhatsApp nas próximas atualizações.

De acordo com o site americano, ainda não há data especificada para o lançamento do tema escuro, que ainda está sendo aperfeiçoado. 

Por: Mário Fontes

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TECNOLOGIA

Homem joga PS4 em monitor do aeroporto enquanto espera para embarcar

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Foto: Reprodução/The Oregonian/ Tech Tudo

Um jogador desconhecido resolveu esperar pelo voo em um aeroporto internacional dos Estados Unidos com uma partida de Apex Legends em seu PlayStation 4

m homem no Aeroporto Internacional de Portland, no estado de Oregon nos Estados Unidos, usou um dos monitores do local para jogar Apex Legends em seu PlayStation 4 (PS4). O passageiro foi flagrado em uma foto, na última quinta-feira (16), durante um período de espera pelo voo. O comportamento fora do comum causou alguns problemas – isso porque o monitor deveria exibir informações úteis para os visitantes, como um mapa do lugar. Supervisores pediram que ele encerrasse sua atividade, porém o homem ainda perguntou se poderia terminar a partida, e recebeu uma resposta negativa.

O jogador desconhecido não teve sua identidade revelada, já que o incidente foi resolvido sem maiores complicações. Uma porta-voz do aeroporto, Kama Simonds, comentou que “isso é obviamente algo que não gostaríamos que tivesse acontecido porque viajantes precisam da informação que estamos colocando na tela para eles”.

Além disso, Simonds ressaltou que este caso é “um bom lembrete do que não fazer no aeroporto”. A história chegou até mesmo à produtora Electronic Arts, que publica Apex Legends. A empresa comentou, em tom de brincadeira, em sua conta no Twitter: “libertem este homem”.

A história surgiu primeiro no site da rádio local KXL News de Portland, noticiada pelo repórter Jacob Dean, e foi reproduzida em várias mídias posteriormente. A fonte original, no entanto, apagou a notícia, aparentemente sob acusações de “clickbait“. Os leitores alegaram que o veículo usou um título sensacionalista para um problema que foi resolvido tranquilamente.

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TECNOLOGIA

Facebook desiste (por enquanto) de colocar propaganda no WhatsApp

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Foto: Reprodução / Fonte: Gizmodo Brasil

Os planos do Facebook para colocar propagandas no WhatsApp foram suspensos, de acordo com informações do Wall Street Journal. No lugar deles, a gigante das mídias sociais vai investir em ganhar dinheiro com o aplicativo de mensagens por meio de recursos de atendimento ao cliente e vendas para empresas e negócios.

Segundo o WSJ, a equipe dedicada a esse projeto foi desfeita pelo Facebook, e os códigos criados por esse time foram removidos do WhatsApp. A reportagem, porém, diz que os planos foram suspensos, mas não descartados, e que poderemos ver propagandas no Status (como é chamada a versão do WhatsApp para os Stories do Instagram) em algum momento.

Como lembra o Engadget, os fundadores do app tinha opiniões bastante fortes e contundentes contra a propaganda — tanto que eles saíram da empresa entre 2017 e 2018.

Em um post de 2012 — dois anos antes da venda para o Facebook, portanto — eles criticam duramente o modelo de negócio baseado em anúncios, chegando inclusive a chamá-los de insultos à inteligência. Vale lembrar que o WhatsApp não era gratuito — ele custava US$ 1 por ano no Android e US$ 1 no momento da compra no iOS.

Em vez de propagandas, segundo o WSJ, a aposta do Facebook para ganhar dinheiro com o WhatsApp é apostar na plataforma como canal de vendas e atendimento ao cliente para empresas.

O WhatsApp Business, lançado em 2018, vai nesse sentido. Ele oferece um serviço de atendimento ao cliente que é gratuito para usar, mas cobra caso a companhia demore mais de 24 horas para responder seu consumidor. Essa parece ser uma estratégia esperta para consagrar o WhatsApp como canal mais rápido para conseguir ter sua reclamação atendida e mudar o modelo de cobranças mais adiante.

Mais recentemente, o aplicativo também ganhou o recurso de catálogo, que é bem útil para pequenos empreendedores que vendem produtos usando o WhatsApp.

Por: Giovanni Santa Rosa

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