O cantor norte-americano faleceu pacificamente enquanto dormia; sua trajetória de 40 anos inclui mais de 350 composições e impacto em 120 nações.
O mundo da música cristã perdeu um de seus maiores expoentes nesta terça-feira (3) com a morte do cantor e líder de adoração Ron Kenoly, aos 81 anos. Segundo informações da assessoria de imprensa, o artista faleceu pacificamente enquanto dormia; um comunicado oficial detalhado deve ser divulgado pela equipe nas próximas horas. Recentemente, Kenoly havia mencionado que enfrentaria um tratamento respiratório sério, mas mantinha o compromisso de seguir com sua agenda ministerial.
Com uma trajetória de mais de quatro décadas, Kenoly escreveu mais de 350 canções e consolidou-se como uma referência global na condução do louvor congregacional. Além de seu vasto legado musical, ele deixa três filhos de seu primeiro casamento com Tavita, que durou 42 anos, e sua atual esposa, Diana, com quem era casado desde 2014. Sua influência atravessou fronteiras, tendo visitado mais de 120 nações ao longo de sua carreira dedicada ao ministério em tempo integral.
Nascido em 1944, o artista iniciou sua jornada na música após servir na Força Aérea dos Estados Unidos, focando-se totalmente no ministério de adoração a partir de 1985. Recentemente, em 2024, ele esteve no Brasil para a gravação de um projeto ao vivo em Curitiba, reforçando seu laço com o público brasileiro. Hits como “Jesus Is Alive” e “Sing Out With One Voice” permanecem como pilares do repertório das igrejas ao redor do mundo.
A notícia da morte de Ron Kenoly gerou uma onda de homenagens e comoção entre lideranças religiosas e nomes da música gospel no Brasil. Artistas como Aline Barros, Eli Soares e Léa Mendonça utilizaram suas redes sociais para lamentar a perda e celebrar o impacto espiritual e musical de Kenoly. A partida do ministro deixa uma lacuna profunda na adoração cristã contemporânea, mas seu legado continua através de suas gerações e canções.








