segunda-feira, março 2, 2026
Desde 1876

LITERATURA – Mulher

Eu quis tanto uma mulher

não uma fêmea qualquer,

amiga de todos os instantes

que nos alegres me abraçasse

vibrasse, me realizasse

e me consolasse nos angustiantes

me afagando, me abraçando

e sempre me amando!

Ah! Quanto sonhei com esta mulher

não era uma fêmea qualquer

que quando comigo deitasse

me ninasse, delirasse

e estando face à face não jurasse

apenas falasse e me completasse!

A todo e qualquer tempo me apoiasse

me recebendo sorrindo e me alegrasse

que fosse livre e me respeitasse

extrovertida e não me envergonhasse.

Ah! Eu quero tanto esta mulher

por todo o meu viver

não é uma fêmea qualquer

que companheira e amiga seja

onde quer que eu vá e esteja

pra nunca me arrepender!

Eu quis, eu queria, eu quero

eu amo, busco e tenho essa mulher

(não é uma fêmea qualquer)

a todo e qualquer momento

mesmo que só em pensamento!

Belém, 14.02.98

Por Roberto Pimentel

*Autor é advogado, delegado aposentado da Polícia Civil do Pará, especializado em Meio Ambiente e criador da Sala Verde da atual DEMAPA, ex-militar da Aeronáutica, radialista, escritor e escreve toda quinta-feira neste espaço de A PROVÍNCIA DO PARÁ

LCI-Banpara300x100px

artigos relacionados

PERMANEÇA CONECTADO

50,319FansLike
3,547FollowersFollow
22,800SubscribersSubscribe
Recuperação de Credito 320-x-320
GovPa_Balanço25_WebBanner_320x320px

Mais recentes