Influenciadora revelou como aprendeu a lidar com comentários racistas e exposição nas redes sociais
A influenciadora Bruna Biancardi falou abertamente sobre os ataques racistas direcionados às filhas, Mavie, de 2 anos, e Mel, de 11 meses. Em participação recente no videocast “Quem É Você Nesse Rolê”, ela revelou como aprendeu a lidar com comentários preconceituosos e explicou por que decidiu se afastar das discussões nas redes sociais.
Durante a entrevista, Bruna afirmou que frequentemente se depara com conteúdos ofensivos envolvendo as crianças, incluindo comentários racistas, montagens e ataques direcionados à família.
“Falo assim: ‘Não vale a pena ficar me desgastando’”, afirmou.
Segundo a influenciadora, apesar das cobranças para tomar medidas judiciais, a experiência mostrou que o processo pode ser difícil e emocionalmente desgastante.
“Aí dizem para ir à Justiça, mas você não encontra o IP da pessoa, é um fake. Pessoas ficam brigando comigo porque eu não faço nada juridicamente. Gente, já tentei, vi que não dá, é desgastante”, explicou.
Bruna contou ainda que, no início, sentia necessidade de responder publicamente aos comentários ofensivos, mas decidiu mudar a postura para proteger a própria saúde emocional.
“Para preservar minha sanidade mental, eu me preservo de algumas coisas. Acho que foi a maneira que eu aprendi a lidar e tem funcionado melhor assim”, disse.
Ela também revelou que orientou familiares próximos a evitarem entrar em discussões nas redes sociais sobre o assunto.
Ao falar sobre como enfrenta os momentos de maior repercussão, Bruna comentou o apoio recebido do jogador Neymar, pai das crianças.
“Às vezes estava acontecendo um caos na internet e na TV, aí eu olhava para ele e ele falava: ‘Aqui em casa está tudo bem’”, contou.
Segundo ela, Neymar costumava reforçar que responder constantemente às polêmicas significaria viver em função delas.
“Ele respondia: ‘É tanta coisa, se eu for ficar rebatendo, vou viver de fofoca’”, relembrou.
O relato rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu discussões sobre racismo virtual, exposição infantil e os impactos emocionais causados por ataques nas plataformas digitais.









